| Tempo comum XII Semana |
Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
24/06/2013
Leitura espiritual para 24 Jun

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemaria, Caminho 116)
Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.
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Porque é que nós, homens, nos entristecemos?

Bem-aventurada,
porque acreditaste!, diz Isabel à nossa Mãe. A união com Deus, a vida
sobrenatural, vai sempre unida à prática atraente das virtudes humanas: porque leva
Cristo, Maria leva a alegria ao lar de sua prima. (Sulco,
566)
Não
deis o mínimo crédito aos que apresentam a virtude da humildade como um
amesquinhamento humano ou como uma condenação perpétua à tristeza. Sentir-se
barro, recomposto com gatos, é fonte contínua de alegria; significa
reconhecer-se pouca coisa diante de Deus: criança, filho. E haverá maior
alegria do que a daquele que, sabendo-se pobre e débil, se sabe também filho de
Deus? Porque é que nós, homens, nos entristecemos? Porque a vida na terra, não
se passa como nós, pessoalmente, esperávamos e porque surgem obstáculos que
impedem ou dificultam a satisfação do que pretendemos.
Nada
disto acontece quando a alma vive essa realidade sobrenatural da sua filiação
divina. Se Deus é por nós, quem será contra nós. Que estejam tristes os que se
empenham em não se reconhecerem filhos de Deus, tenho eu repetido sempre. (Amigos
de Deus, 108)
Resumos da Fé cristã

TEMA 34. O quinto mandamento do Decálogo
3. O respeito pela vida humana
3.2. O aborto
«A vida humana deve ser respeitada e
protegida, de modo absoluto, a partir do momento da concepção» (Catecismo,
2270). Não é admissível nenhuma discriminação, nem sequer a fundada nas
diferentes fases do desenvolvimento da vida. Em situações conflituosas, é
determinante a pertença natural à espécie biológica humana. Com isto não se
impõe à investigação biomédica limites diferentes dos que a dignidade humana
estabelece para qualquer outro campo da actividade do homem.
«O aborto directo, isto é, querido
como fim ou como meio, constitui sempre uma desordem moral grave enquanto morte
deliberada de um ser humano inocente» 8. A expressão como fim ou
como meio compreende as duas modalidades da voluntariedade directa: neste caso,
o que actua quer conscientemente matar, e por isso realiza tal acção.
«Nenhuma circunstância, nenhum fim,
nenhuma lei no mundo poderá jamais tornar lícito um acto que é intrinsecamente
ilícito, porque contrário à Lei de Deus, inscrita no coração de cada homem,
reconhecível pela própria razão, e proclamada pela Igreja» 9. O
respeito pela vida deve ser reconhecido como o limite que nenhuma actividade
individual ou estatal pode ultrapassar. O direito inalienável da pessoa humana
inocente à vida é elemento constitutivo da sociedade civil e da sua legislação
e, como tal, deve ser reconhecido e respeitado tanto por parte da sociedade
como da autoridade política (cf. Catecismo, 2273) 10.
Assim, podemos afirmar que «a
autoridade é exigência da ordem moral e promana de Deus, caso os governantes
legislarem ou prescreverem algo contra essa ordem e, portanto, contra a vontade
de Deus, essas leis e essas prescrições não podem obrigar a consciência dos
cidadãos», mais ainda, «a própria autoridade deixa de existir, degenerando em
abuso do poder» 11. Tanto assim é que «leis deste tipo não só não
criam obrigação alguma para a consciência, como, ao contrário, geram uma grave
e precisa obrigação de opor-se a elas através da objecção de consciência» 12.
«Uma vez que deve ser tratado como
pessoa desde a concepção, o embrião terá de ser defendido na sua integridade,
tratado e curado, na medida do possível, como qualquer outro ser humano» (Catecismo,
2274).
pau agulles simó
Bibliografia
básica:
Catecismo
da Igreja Católica, 2258-2330.
João
Paulo II, Enc. Evangelium Vitae, 25-III-95, cap. III.
Leituras
recomendadas:
L. Ciccone, La vita umana,
Ares, Milano 2000.
L.
Melina, Corso di Bioetica. Il Vangelo della Vita, Piemme, Casale Monferrato
1996.
(Resumos
da Fé cristã: © 2013, Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet)
___________________________
Notas:
8
João Paulo II, Enc. Evangelium Vitae, 25-III-95, 57., 62.
9
Ibidem, 62. É tal a gravidade do crime do aborto, que a Igreja sanciona este
delito com a pena canónica de excomunhão latae sententiae (cf. Catecismo,
2272).
10
Estes «direitos do homem não dependem nem dos indivíduos singularmente, nem dos
pais e tampouco representam uma concessão da sociedade e do Estado. Eles
pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa por força do acto criador
do qual ela se origina (…). No momento em que uma lei positiva priva uma
categoria de seres humanos da protecção que a legislação civil deveria
conceder-lhes, o Estado nega a igualdade de todos perante a lei. Quando o
Estado não põe a sua força ao serviço dos direitos de cada um dos cidadãos, e,
particularmente, de quem é mais fraco, são ameaçados os próprios fundamentos de
um Estado de direito». (Congregação para a Doutrina da Fé, Instr. Donum Vitae,
22-II-87, 3).
11
João XXIII, Enc. Pacem in Terris, 11-IV-63, 51.
12
João Paulo II, Enc. Evangelium Vitae, 25-III-95, 73.
Tratado das paixões da alma 61
23/06/2013
Leitura espiritual para 23 Jun

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemaria, Caminho 116)
Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.
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Servir, meus filhos, é o que é próprio de nós.

No
meio do júbilo da festa, em Caná, só Maria nota a falta de vinho... Até aos
mais pequenos pormenores de serviço chega a alma quando vive, como Ela,
apaixonadamente atenta ao próximo, por Deus. (Sulco, 631)
Servir,
servir, filhos meus, é o que é próprio de nós. Sermos criados de todos, para
que nos nossos dias o povo fiel aumente em mérito e número.
Olhai
para Maria. Nunca criatura alguma se entregou com mais humildade aos desígnios
de Deus. A humildade da ancilla Domini, da escrava do Senhor, é a razão que nos
leva a invocá-la como causa nostrae laetitiae, causa da nossa alegria. Eva,
depois de pecar por querer, na sua loucura, igualar-se a Deus, escondia-se do
Senhor e envergonhava-se: estava triste. Maria, ao confessar-se escrava do
Senhor, é feita Mãe do Verbo divino e enche-se de alegria. Que este seu júbilo
de boa Mãe se nos pegue a todos nós; que saiamos nisto a Ela – a Santa Maria –
e assim nos pareceremos mais com Cristo. (Amigos de Deus, 108–109)
Resumos da Fé cristã

TEMA 34. O quinto mandamento do Decálogo
3. O respeito pela vida humana
3.1. O homicídio voluntário
«O quinto mandamento proíbe, como
gravemente pecaminoso, o homicídio directo e voluntário. O assassino e quantos voluntariamente
colaboram no assassinato cometem um pecado que brada ao céu» (cf. Gn 4,
19)» (Catecismo, 2268) 4.
A encíclica Evangelium Vitae formulou
de forma definitiva e infalível a seguinte norma negativa: «com a autoridade
que Cristo conferiu a Pedro e aos seus Sucessores, em comunhão com os Bispos da
Igreja Católica, confirmo que a morte directa e voluntária de um ser humano
inocente é sempre gravemente imoral. Esta doutrina, fundada naquela lei
não-escrita que todo o homem, pela luz da razão, encontra no próprio coração (cf.
Rm 2, 14-15), é confirmada pela Sagrada Escritura, transmitida pela
Tradição da Igreja e ensinada pelo Magistério ordinário e universal» 5.
Assim, o homicídio que é sem excepção gravemente imoral é aquele que
corresponde a uma escolha deliberada e se dirige a uma pessoa inocente. Por
conseguinte, a legítima defesa e a pena de morte não se incluem nesta
formulação absoluta, pois são objecto de tratamento específico 6.
Colocar a vida nas mãos do homem
implica um poder de disposição, que acarreta saber administrá-lo como uma
colaboração com Deus. Isto exige atitude de amor e de serviço, e não de domínio
arbitrário: trata-se de um domínio não absoluto, mas ministerial, reflexo
concreto do domínio único e infinito de Deus 7.
pau agulles simó
Bibliografia básica:
Catecismo da Igreja Católica,
2258-2330.
João Paulo II, Enc. Evangelium Vitae,
25-III-95, cap. III.
Leituras recomendadas:
L.
Ciccone, La vita umana, Ares, Milano 2000.
L. Melina, Corso di Bioetica. Il
Vangelo della Vita, Piemme, Casale Monferrato 1996.
(Resumos da Fé cristã: © 2013,
Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet)
___________________________
Notas:
4
Também «proíbe fazer seja o que for com a intenção de provocar indirectamente a
morte duma pessoa. A lei moral proíbe expor alguém, sem razão grave, a um
perigo mortal, assim como negar assistência a uma pessoa em perigo» (Catecismo,
2269).
5
João Paulo II, Enc. Evangelium Vitae, 25-III-95, 57.
6
Cf. Ibidem, 55-56.
7
Cf. Ibidem, 52.
Tratado das paixões da alma 60
22/06/2013
Leitura espiritual para 22 Jun

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemaria, Caminho 116)
Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.
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Resumos da Fé cristã

TEMA 34. O quinto mandamento do Decálogo
3. O respeito pela vida humana
O quinto preceito manda não matar.
Condena também golpear, ferir ou provocar qualquer dano injusto a si mesmo e ao
próximo no corpo, quer seja por si mesmo ou através de outros; bem como
ofendê-lo com palavras injuriosas ou desejar-lhe o mal. Neste mandamento
proíbe-se igualmente ocasionar a morte a si próprio (suicídio).
pau agulles simó
Bibliografia básica:
Catecismo da Igreja Católica,
2258-2330.
João Paulo II, Enc. Evangelium Vitae,
25-III-95, cap. III.
Leituras recomendadas:
L.
Ciccone, La vita umana, Ares, Milano 2000.
L. Melina, Corso di Bioetica. Il
Vangelo della Vita, Piemme, Casale Monferrato 1996.
(Resumos da Fé cristã: © 2013,
Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet)
Tratado das paixões da alma 59
Questão
35: Da dor e da tristeza em si mesmas.
Em seguida devemos tratar da dor e da
tristeza.
E sobre esta questão temos que tratar,
primeiro, da tristeza ou dor em si mesma. Segundo, das suas causas. Terceiro,
dos seus efeitos. Quarto, dos seus remédios. Quinto, da sua bondade ou malícia.
Sobre a primeira questão oito artigos
se discutem:
Art. 1 — Se a dor é paixão da alma.
Art. 2 — Se a tristeza é dor.
Art. 3 — Se a dor contraria o prazer.
Art. 4 — Se a tristeza é
universalmente contrária ao prazer.
Art. 5 — Se alguma tristeza é
contrária ao prazer da contemplação.
Art. 6 — Se o evitar da tristeza é
mais veemente que o desejo do prazer.
Art. 7 — Se a dor externa é maior que
a dor interna do coração.
Art. 8 — Se Damasceno assinala
convenientemente quatro espécies de tristeza, a saber: a acedia, a ansiedade, a
misericórdia e a inveja.
Art.
1 — Se a dor é paixão da alma.
(II,
q. 84, a. 9, ad 2).
O primeiro discute-se assim. Parece
que a dor não é paixão da alma.
Pequena agenda do cristão

Sábado
(Coisas muito
simples, curtas, objectivas)
Propósito: Honrar
a Santíssima Virgem.
A minha alma
glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque
pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão
bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas,
santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que
O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono
e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de
mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como
tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.
Lembrar-me: Santíssima
Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.
Minha querida Mãe:
Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum
modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que
isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para
que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto
protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da
salvação.
Pequeno exame: Cumpri o propósito e lembrei-me do
que me propus ontem?
|
21/06/2013
Evangelho do dia e comentário
| Tempo comum XI Semana |
Evangelho: Mt 6, 19-23
19 «Não
acumuleis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e a traça os consomem, e
onde os ladrões arrombam as paredes e roubam. 20 Entesourai para vós
tesouros no céu, onde nem a ferrugem nem a traça os consomem, e onde os ladrões
não arrombam as paredes nem roubam. 21 Porque onde está o teu
tesouro, aí está também o teu coração. 22 «O olho é a lâmpada do
corpo. Se o teu olho for são, todo o teu corpo terá luz. 23 Mas, se
teu olho for malicioso todo o teu corpo estará em trevas. Se, pois, a luz que
há em ti é trevas, quão tenebrosas serão essas trevas!
Comentário:
«Porque onde está o teu tesouro, aí
está também o teu coração».
Aqui está o 'segredo' que
nos permite chegar ao tesouro que ambicionamos descobrir!
O coração!
Afinal, não vale a pena
procurar afanosamente esse tesouro que nos dará a felicidade terrena,
antecipação da felicidade eterna.
Sim, que a felicidade aqui
em baixo nada mais é que sabermos, termos a consciência de que estamos no
caminho certo para alcançar-mos a felicidade lá em cima, na visão eterna do
Nosso Criador e Senhor.
No nosso coração, puro,
disponível, desprendido, é onde encontraremos esse tesouro fabuloso.
(ama, meditação sobre Mt 6, 19-23, 2012.06.22)
Leitura espiritual para 21 Jun

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemaria, Caminho 116)
Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.
Para ver, clicar SFF.
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