17/03/2022

Publicações em Março 17



(Re Lc XVI, 19-21))

Esta Parábola que Jesus transmite aos Seus discípulos, a todos nós, a mim, transmite bem o que é, deve ser, a escolha, o critério no uso dos bens terrenos.

Não interessa se tenho muito, pouco, ou quase nada, o que realmente importa é o uso ou importância que lhes dou.

De facto, posso não possuir absolutamente nada que sirva como que de moeda de troca por algo que necessito mas, na verdade, possuo sempre algo que me servirá, isso sim, de extraordinário valor: o meu desprendimento!

Não estar sujeito ao que tenho ou desejo possuir é a solução para esse problema.

Nada, por muito que seja, levarei comigo quando tiver de prestar contas a Quem mo entregou, ao contrário, Ele há-de pedir-me contas de como o empreguei.

Entesourei o que julgo ter, ou, ao contrário, usei-o para distribuir por outros, não só o que me sobrava mas, sobretudo, o que poderia, eventualmente, fazer-me falta?

Dar é, estou seguro, uma atitude muito compensadora.

O meu Querido Pai costumava dizer: “Quem dá aos pobres empresta a Deus” e, dentro deste conceito, que mais desejar que “converter-me em credor de em Deus?

Ele, que nem um simples copo de água dado em Seu Nome, deixa sem retribuição, que mais desejará que retribuir com a Sua Largueza e Misericórdia Infinitas os meus mais infímos actos de generosidade?

Concluo que… ficarei sempre a ganhar!

 

Reflectindo na Quaresma:

 

Um pouco ao contrário do que fazemos durante o ano, os dias de Quaresma não se repetem num horário de práticas. Evidentemente, têm uma "norma", um horário como qualquer plano de vida mas, há como que uma latitude que me permito...'agora, que estou a ver este programa de TV que agrada, vou suspender e fazer oração'.Assim, junto à oração algum sacrifício o que, penso, lhe acrescentará mérito.

14.03.2022

 

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