Quarta-Feira
(Coisas muito
simples, curtas, objectivas)
Propósito: Simplicidade
e modéstia.
Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha
‘importância’, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me
de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.
Lembrar-me: Do
meu Anjo da Guarda.
Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu
Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre
a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se
com as minhas faltas.
Anjo da minha Guarda,
perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua
disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de
tantos favores recebidos.
Pequeno exame: Cumpri o propósito e lembrei-me do
que me propus ontem?
|
Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
08/05/2013
Pequena agenda do cristão
Leitura espiritual para 08 Maio
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemaria, Caminho 116)
Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.
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Tratado das paixões da alma 20

Questão 27: Da causa do
amor
Em
seguida devemos tratar da causa do amor.
E
sobre esta questão quatro artigos se discutem:
Art.
1 ― Se o bem é a causa única do amor.
Art.
2 ― Se o conhecimento é causa do amor.
Art.
3 ― Se a semelhança é causa do amor.
Art.
4 ― Se as outras paixões podem ser causa do amor.
Art. 1 ― Se o bem é a
causa única do amor.
(Infra,
q. 29, a . 1).
O
primeiro discute-se assim. ― Parece que o bem não é a causa única do amor.
RESUMOS DA FÉ CRISTÃ

TEMA
16. Creio na ressurreição da carne e na vida eterna 5
5. A purificação
necessária para o encontro com Deus
«Os
que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não de todo purificados, embora
seguros da sua salvação eterna, sofrem depois da morte uma purificação, a fim
de obterem a santidade necessária para entrar na alegria do céu» (Catecismo,
1030). Pode pensar-se que muitos homens, mesmo que não tenham vivido uma
vida santa na terra, não se manterão definitivamente no pecado. A possibilidade
de serem limpos das impurezas e imperfeições da vida, mais ou menos malograda,
depois da morte apresenta-se, então, como una nova bondade de Deus, como uma
oportunidade para se preparar para entrar na comunhão íntima com a santidade de
Deus. «O purgatório é uma misericórdia de Deus, para limpar os defeitos dos que
desejam identificar-se com Ele» 13.
O
Antigo Testamento fala da purificação ultra-terrena (cf. 2 Mt 12,40-45).
São Paulo na primeira Carta aos Coríntios (1 Cor 3,10-15) apresenta
a purificação cristã, nesta vida e na futura, através da imagem do fogo; fogo
que, de algum modo, emana de Jesus Cristo, Salvador, Juiz e Fundamento da vida
cristã 14. Embora a doutrina do Purgatório não tenha sido definida
formalmente até à Idade Média 15, a antiquíssima e unânime prática
de oferecer sufrágios pelos defuntos, especialmente mediante e santo Sacrifício
eucarístico, é indício claro da fé da Igreja na purificação ultra-terrena. Com
efeito, não teria sentido rezar pelos defuntos se estivessem, ou já salvos no
céu ou, então, condenados no inferno. Os protestantes, na sua maioria, negam a
existência do purgatório, já que lhes parece uma confiança excessiva nas obras
humanas e na capacidade da Igreja de interceder pelos que deixaram este mundo.
Mais
do que um lugar, o purgatório deve ser considerado como um estado de temporário
e doloroso afastamento de Deus, em que se perdoam os pecados veniais, se
purifica a inclinação para o mal, que o pecado deixa na alma, e se supera a
“pena temporal” devida ao pecado. O pecado não só ofende a Deus, e causa dano
ao próprio pecador mas, através da comunhão dos Santos, causa dano à Igreja, ao
mundo, à humanidade. A oração da Igreja pelos defuntos restabelece, de algum
modo, a ordem e a justiça: principalmente por meio da Santa Missa, das esmolas,
das indulgências e das obras de penitência (cf. Catecismo, 1032).
Os
teólogos ensinam que no purgatório se sofre muito, de acordo com a situação de
cada um. No entanto, trata-se de uma dor com significado, «uma dor feliz» 16.
Por isso, convidam-se os cristãos a procurar a purificação dos pecados na vida
presente mediante a contrição, a mortificação, a reparação e a vida santa.
paul o’callaghan
Bibliografia
básica:
Catecismo
da Igreja Católica, 988-1050.
Leituras
recomendadas:
João
Paulo II, Catequese sobre o Credo IV: Credo en la vida eterna, Palabra, Madrid
2000 (audiências de 25-V-1999 a 4-VIII-1999).
Bento
XVI, Enc. Spe Salvi, 30-XI-2007.
São
Josemaria, Homilia «A esperança do cristão», em Amigos de Deus, 205-221.
(Resumos da Fé cristã: © 2013,
Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet)
______________________
Notas
13 São Josemaria, Sulco, 889.
Tantos anos a lutar...

Surgiram
nuvens negras de falta de vontade, de perda de entusiasmo. Caíram aguaceiros de
tristeza, com a clara sensação de te encontrares atado. E, como remate, vieram
os desânimos, que nascem de uma realidade mais ou menos objectiva: tantos anos
a lutar... e ainda estás tão atrasado, tão longe! Tudo isso é necessário, e
Deus conta com isso. Para conseguirmos o "gaudium cum pace" – a paz e
a alegria verdadeiras – havemos de acrescentar à certeza da nossa filiação
divina, que nos enche de optimismo, o reconhecimento da nossa própria fraqueza
pessoal. (Sulco,
78)
Mesmo
nos momentos em que percebemos mais profundamente a nossa limitação, podemos e
devemos olhar para Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo, sabendo-nos
participantes da vida divina. Nunca existe razão suficiente para voltarmos
atrás: o Senhor está ao nosso lado. Temos que ser fiéis, leais, encarar as
nossas obrigações, encontrando em Jesus o amor e o estímulo para compreender os
erros dos outros e superar os nossos próprios erros. Assim, todos esses desalentos
– os teus, os meus, os de todos os homens – servem também de suporte ao reino
de Cristo.
Reconheçamos
as nossas fraquezas, mas confessemos o poder de Deus. O optimismo, a alegria, a
convicção firme de que o Senhor quer servir-se de nós têm de informar a vida
cristã. Se nos sentirmos parte dessa Igreja Santa, se nos considerarmos
sustentados pela rocha firme de Pedro e pela acção do Espírito Santo, decidir-nos-emos
a cumprir o pequeno dever de cada instante: semear todos os dias um pouco. E a
colheita fará transbordar os celeiros. (Cristo que passa, 160)
O mal e a suspeita sobre Deus (II) 4
Camus, que imputou ao cristianismo toda a reata de
males padecidos pela humanidade, só chega a concluir que o homem é um absurdo.
Para o marxismo era um ser explorado, mas resultava mais optimista porque ao
menos pensada na possibilidade de um paraíso na terra, ainda que tenha
resultado falso. Também é certo que Camus faz uma chamada para diminuir as
crianças torturadas e convida a os crentes ao diálogo.
De todos modos, não é aceitável a interpretação feita
à resposta cristã sobre o mal. É certo que houve, e há, homens da Igreja com
lacunas e erros, mas a sua pregação sobre a paternidade de Deus e o amor ao
próximo levou milhões de almas a socorrer de mil maneiras ao que sofre. O dom
de sim mesmo é um ponto ao que deve aspirar o crente em Cristo. Camus observa
uma situação de desorientação geral, de «contradição essencial». Tem o mérito,
quiçá como o marxismo, de tê-lo advertido, mas não nos tira do atoleiro.
Paulo cabellos llorente, [i] trad ama
07/05/2013
Evangelho do dia e comentário
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Tempo de Páscoa
VI Semana
|
Evangelho: Jo 16, 12-15
12 Tenho ainda muitas coisas a
dizer-vos, mas não as podeis compreender agora. 13 Quando vier, porém, o
Espírito da Verdade, Ele vos guiará no caminho da verdade total, porque não
falará de Si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e anunciar-vos-á as coisas
que estão para vir. 14 Ele Me glorificará, porque receberá do que é Meu e vo-lo
anunciará. 15 Tudo quanto o Pai tem é Meu. Por isso Eu vos disse que Ele
receberá do que é Meu e vo-lo anunciará.
Comentário:
A Redenção, pode dizer-se, só ficará completa com a vinda do Espírito
Santo.
Efectivamente, a salvação dos homens operada por Deus, é uma tarefa da
Santíssima Trindade.
Deus Pai que estabelece o tempo e o modo;
Deus Filho que a executa no tempo e no modo;
Deus Espírito Santo que a confirma continuamente.
(ama,
comentário sobre Jo 16, 12-15, 2012,05.16)
Evangelho do dia e comentário
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Tempo de Páscoa
VI Semana
|
Evangelho: Jo 16, 5-11
5 Agora vou para Aquele que Me enviou
e nenhum de vós Me pergunta: Para onde vais? 6 Mas, porque vos disse estas
coisas a tristeza encheu o vosso coração. 7 «Contudo, digo-vos a verdade: A vós
convém que Eu vá, porque se não for, o Paráclito não virá a vós; mas, se for,
Eu vo-l'O enviarei. 8 Ele, quando vier, convencerá o mundo quanto ao pecado, à
justiça e ao juízo. 9 Quanto ao pecado, porque não creram em Mim; 10 quanto à
justiça, porque vou para o Pai e vós não Me vereis mais; 11 quanto ao juízo,
porque o príncipe deste mundo já está julgado.
Comentário:
Por três vezes, o Senhor, fala-lhes no
Espírito Santo:
Chama-lhe Paráclito, Consolador,
Espírito da Verdade.
Entre a tristeza do anúncio da Paixão e
dos momentos dolorosos que se irão seguir, a angústia de ver partir o Mestre
adorado sem saberem muito bem como, nem quando nem de que forma, (anteveem
apenas que será na consequência de uma traição, e que será em breve e de forma
bastante grave), nesta situação que lhes põe o coração estremecido, apertado,
começa, aos poucos, a aparecer uma estranha alegria e confiança:
O Espírito Santo, a Segunda Pessoa da
Trindade Santíssima de que o Senhor lhes falara tantas vezes, virá até eles e
cobri-los-á com a Sua sombra.
Então tudo o que é, agora, apreensão
passará a ser confiança, a tristeza transformar-se-á em alegria e o incerto e
desconhecido passará a ser claro e cristalino.
(ama, Comentário sobre Jo 16, 5-11, Março
de 2009)
Pequena agenda do cristão
Terça-Feira
(Coisas muito
simples, curtas, objectivas)
Propósito: Aplicação
no trabalho.
Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo,
empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.
Lembrar-me: Os
que estão sem trabalho.
Senhor, lembra-te de tantos e tantas que
procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes
esperança e confiança.
Pequeno exame: Cumpri o propósito e lembrei-me do
que me propus ontem?
|
Leitura espiritual para 07 Maio
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemaria, Caminho 116)
Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.
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Tratado das paixões da alma 19

Questão 26: Do amor.
Art. 4 ― Se o amor se divide convenientemente em amor de amizade e de concupiscência.
(I, q. 60, a. 3, IIªº. q. 23,
a. 1, II Sent., III, part. II, q. 3: III, dist. XXIX, a. 3, IV,
dist. XLIX, q. 1, a. 2, qª 1, ad 3, De Virtut., q., q. 4, a. 3, De Div. Nom.,
cap. IV, Lect. IX, X).
O
quarto discute-se assim. ― Parece que não é conveniente a divisão do amor em
amor de amizade e de concupiscência.
RESUMOS DA FÉ CRISTÃ

TEMA
16. Creio na ressurreição da carne e na vida eterna 4
4. O inferno como recusa
definitiva de Deus
A
Sagrada Escritura afirma, repetidas vezes, que os homens que não se arrependerem
dos seus pecados graves perderão o prémio eterno da comunhão com Deus, sofrendo
a desgraça perpétua. «Morrer em pecado mortal sem arrependimento e sem dar
acolhimento ao amor misericordioso de Deus, significa permanecer separado d’Ele
para sempre, por nossa própria livre escolha. É este estado de auto-exclusão
definitiva da comunhão com Deus e com os bem-aventurados que se designa pela
palavra “Inferno”» (Catecismo, 1033). Não é que Deus predestine
alguém à condenação perpétua; é o homem que, procurando o seu fim último à
margem de Deus e da sua vontade, constrói para si um mundo isolado onde não
pode penetrar a luz e o amor de Deus. O inferno é um mistério, o mistério do
Amor recusado, é sinal do poder destruidor da liberdade humana quando se afasta
de Deus 11.
Relativamente
ao inferno, é tradicional distinguir entre “pena de dano”, a mais fundamental e
dolorosa, que consiste na separação perpétua de Deus, sempre desejado
ardentemente pelo coração humano, e “pena dos sentidos”, a que se alude frequentemente
nos evangelhos com a imagem do fogo eterno.
A
doutrina sobre o inferno no Novo Testamento apresenta-se como um chamamento à
responsabilidade no uso dos dons e talentos recebidos e à conversão. A sua
existência faz com que o homem vislumbre a gravidade do pecado mortal e a
necessidade de o evitar por todos os meios, principalmente, como é lógico,
mediante a oração confiada e humilde. A possibilidade da condenação recorda aos
cristãos a necessidade de viver uma vida inteiramente apostólica.
Sem
lugar a dúvidas, a existência do inferno é um mistério, o mistério da justiça
de Deus para com aqueles que se fecham ao Seu perdão misericordioso. Alguns autores
pensaram na possibilidade da aniquilação do pecador impenitente quando morre.
Esta teoria é difícil de conciliar com o facto de que Deus deu, por amor, a existência
– espiritual e imortal – a cada homem 12.
paul o’callaghan
Bibliografia
básica:
Catecismo
da Igreja Católica, 988-1050.
Leituras
recomendadas:
João
Paulo II, Catequese sobre o Credo IV: Credo en la vida eterna, Palabra, Madrid
2000 (audiências de 25-V-1999 a 4-VIII-1999).
Bento
XVI, Enc. Spe Salvi, 30-XI-2007.
São
Josemaria, Homilia «A esperança do cristão», em Amigos de Deus, 205-221.
(Resumos da Fé cristã: © 2013,
Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet)
______________________
Notas
11 «Com a morte, a opção de vida feita
pelo homem torna-se definitiva; esta sua vida está diante do Juiz. A sua opção,
que tomou forma ao longo de toda a sua vida, pode ter caracteres diversos. Pode
haver pessoas que destruíram totalmente em si próprias o desejo da verdade e a
disponibilidade para o amor; pessoas nas quais tudo se tornou mentira; pessoas
que viveram para o ódio e espezinharam o amor em si mesmas. Trata-se de uma perspectiva
terrível, mas algumas figuras da nossa mesma história deixam entrever, de um forma
assustadora, perfis deste género. Em tais indivíduos, não haveria nada de
remediável e a destruição do bem seria irrevogável: é já isto que se indica com
a palavra inferno» (Bento XVI, Enc. Spe Salvi, 45).
12 Cf. Ibidem, 47.
Não te assustes ao veres-te tal como és

Não
necessito de milagres; bastam-me os que há na Escritura. – Pelo contrário,
faz-me falta o teu cumprimento do dever, a tua correspondência à graça. (Caminho,
362)
Repitamos
com a palavra e com as obras: Senhor, confio em Ti, basta-me a tua providência
ordinária, a tua ajuda de cada dia. Não temos por que pedir a Deus grandes
milagres. Temos de lhe suplicar, pelo contrário, que aumente a nossa fé, que
ilumine a nossa inteligência, que fortaleça a nossa vontade. Jesus está sempre
junto de nós e permanece fiel.
Desde
o começo da minha pregação, preveni-vos contra um falso endeusamento. Não te
assustes ao veres-te tal como és: assim, feito de barro. Não te preocupes.
Porque, tu e eu somos filhos de Deus, – este é o endeusamento bom – escolhidos
desde a eternidade, com uma vocação divina: escolheu-nos o Pai, por Jesus
Cristo, antes da criação do mundo, para que sejamos santos diante dele. Nós,
que somos especialmente de Deus, seus instrumentos apesar da nossa pobre
miséria pessoal, seremos eficazes se não perdermos o conhecimento da nossa
fraqueza. As tentações dão-nos a dimensão da nossa própria fraqueza.
Se
sentimos desalento ao experimentar – talvez de um modo particularmente vivo – a
nossa mesquinhez, é o momento de nos abandonarmos por completo, com docilidade,
nas mãos de Deus. Conta-se que, certo dia, um mendigo saiu ao encontro de
Alexandre Magno, pedindo uma esmola. Alexandre parou e ordenou que o fizessem
senhor de cinco cidades. O pobre, confundido e atordoado, exclamou: eu não
pedia tanto! E Alexandre respondeu: tu pediste como quem és; eu dou-te como
quem sou. (Cristo que passa, 160)
O mal e a suspeita sobre Deus (II) 3
Só Deus pode brindar-nos com a sua ajuda ante o mal.
Os que disseram que a religião era o ópio do povo - e continua-se afirmando de
outro modo - privaram esse povo, não de um consolo fácil, de tontos, mas do
fundamento da sua vida, da sua liberdade e do seu bem-fazer cidadão. Pense-se
sem preconceitos e observar-se-á que um homem sem Deus perde o sentido da sua
vida, porque é difícil que viva esta realidade afirmada por João Paulo II: é-se
homem quando se tem saber teórico e capacidade prática para responder a estas
três perguntas: porque é que estou aqui? Porque é que existo? O que devo fazer?
O ateísmo marxista só engendrou esterilidade, receio,
suspeita, má consciência. E, logo, na reacção contrária - pensamento débil,
relativismo, etc. -, uma liberdade desorientada que, privada do seu fundamento,
se converte em algo muito leve, incapaz do bem, aspirante unicamente a
consumir, a ter em vez de aspirar a ser, a dominar, o gozo imediato que se
desvanece.
Paulo cabellos llorente, [i] trad ama
06/05/2013
Evangelho do dia e comentário
![]() |
Tempo de Páscoa
VI Semana
|
Evangelho: Jo 15, 26; 16, 4
26
Quando, porém, vier o Paráclito, que Eu vos enviarei do Pai, o Espírito da
verdade, que procede do Pai, Ele dará testemunho de Mim.
16,
4 Ora Eu disse-vos estas coisas para que, quando chegar esse tempo, vos
lembreis de que vo-las disse. Não vos disse isto, porém, desde o princípio,
porque estava convosco.
Comentário:
Que maravilhas
operas naqueles que se dispõem a receber-te; (eu sei, eu vi eu constatei) e
como as transformas por completo!
Também eu, pobre
de mim que me pretendo cheio de sabedoria, preciso que venhas e me ensines o
que devo fazer, escrever e dizer para melhor servir, nomeadamente nas tarefas
de apostolado.
(ama,
meditação sobre Jo 15, 26-16, 4, 2010.05.10)
Pequena agenda do cristão
Segunda-Feira
(Coisas muito
simples, curtas, objectivas)
Propósito: Sorrir;
ser amável; prestar serviço.
Senhor que eu faça ‘boa cara’,
que seja alegre e transmita aos outros, principalmente em minha casa, boa
disposição.
Senhor
que eu sirva sem reserva de intenção de ser recompensado; servir com
naturalidade; prestar pequenos ou grandes serviços a todos mesmo àqueles que
nada me são. Servir fazendo o que devo sem olhar à minha pretensa ‘dignidade’
ou ‘importância’ ‘feridas’ em serviço discreto ou desprovido de relevo, dando
graças pela oportunidade de ser útil.
Lembrar-me: Papa,
Bispos, Sacerdotes.
Que o Senhor assista o Papa e
vivifique santificando-o na terra e não consinta que se deixe vencer pelos
seus inimigos.
Que os Bispos se mantenham firmes
na Fé, apascentando a Tua Igreja na Tua fortaleza.
Que os Sacerdotes sejam fiéis à sua
vocação e guias seguros do Povo de Deus.
Pequeno exame: Cumpri o propósito e lembrei-me do
que me propus ontem?
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Leitura espiritual para 06 Maio
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemaria, Caminho 116)
Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.
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