| Tempo comum XI Semana |
Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
22/06/2013
Leitura espiritual para 22 Jun

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemaria, Caminho 116)
Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.
Para ver, clicar SFF.
Para ver, clicar SFF.
Resumos da Fé cristã

TEMA 34. O quinto mandamento do Decálogo
3. O respeito pela vida humana
O quinto preceito manda não matar.
Condena também golpear, ferir ou provocar qualquer dano injusto a si mesmo e ao
próximo no corpo, quer seja por si mesmo ou através de outros; bem como
ofendê-lo com palavras injuriosas ou desejar-lhe o mal. Neste mandamento
proíbe-se igualmente ocasionar a morte a si próprio (suicídio).
pau agulles simó
Bibliografia básica:
Catecismo da Igreja Católica,
2258-2330.
João Paulo II, Enc. Evangelium Vitae,
25-III-95, cap. III.
Leituras recomendadas:
L.
Ciccone, La vita umana, Ares, Milano 2000.
L. Melina, Corso di Bioetica. Il
Vangelo della Vita, Piemme, Casale Monferrato 1996.
(Resumos da Fé cristã: © 2013,
Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet)
Tratado das paixões da alma 59
Questão
35: Da dor e da tristeza em si mesmas.
Em seguida devemos tratar da dor e da
tristeza.
E sobre esta questão temos que tratar,
primeiro, da tristeza ou dor em si mesma. Segundo, das suas causas. Terceiro,
dos seus efeitos. Quarto, dos seus remédios. Quinto, da sua bondade ou malícia.
Sobre a primeira questão oito artigos
se discutem:
Art. 1 — Se a dor é paixão da alma.
Art. 2 — Se a tristeza é dor.
Art. 3 — Se a dor contraria o prazer.
Art. 4 — Se a tristeza é
universalmente contrária ao prazer.
Art. 5 — Se alguma tristeza é
contrária ao prazer da contemplação.
Art. 6 — Se o evitar da tristeza é
mais veemente que o desejo do prazer.
Art. 7 — Se a dor externa é maior que
a dor interna do coração.
Art. 8 — Se Damasceno assinala
convenientemente quatro espécies de tristeza, a saber: a acedia, a ansiedade, a
misericórdia e a inveja.
Art.
1 — Se a dor é paixão da alma.
(II,
q. 84, a. 9, ad 2).
O primeiro discute-se assim. Parece
que a dor não é paixão da alma.
Pequena agenda do cristão

Sábado
(Coisas muito
simples, curtas, objectivas)
Propósito: Honrar
a Santíssima Virgem.
A minha alma
glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque
pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão
bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas,
santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que
O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono
e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de
mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como
tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.
Lembrar-me: Santíssima
Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.
Minha querida Mãe:
Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum
modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que
isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para
que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto
protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da
salvação.
Pequeno exame: Cumpri o propósito e lembrei-me do
que me propus ontem?
|
21/06/2013
Evangelho do dia e comentário
| Tempo comum XI Semana |
Evangelho: Mt 6, 19-23
19 «Não
acumuleis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e a traça os consomem, e
onde os ladrões arrombam as paredes e roubam. 20 Entesourai para vós
tesouros no céu, onde nem a ferrugem nem a traça os consomem, e onde os ladrões
não arrombam as paredes nem roubam. 21 Porque onde está o teu
tesouro, aí está também o teu coração. 22 «O olho é a lâmpada do
corpo. Se o teu olho for são, todo o teu corpo terá luz. 23 Mas, se
teu olho for malicioso todo o teu corpo estará em trevas. Se, pois, a luz que
há em ti é trevas, quão tenebrosas serão essas trevas!
Comentário:
«Porque onde está o teu tesouro, aí
está também o teu coração».
Aqui está o 'segredo' que
nos permite chegar ao tesouro que ambicionamos descobrir!
O coração!
Afinal, não vale a pena
procurar afanosamente esse tesouro que nos dará a felicidade terrena,
antecipação da felicidade eterna.
Sim, que a felicidade aqui
em baixo nada mais é que sabermos, termos a consciência de que estamos no
caminho certo para alcançar-mos a felicidade lá em cima, na visão eterna do
Nosso Criador e Senhor.
No nosso coração, puro,
disponível, desprendido, é onde encontraremos esse tesouro fabuloso.
(ama, meditação sobre Mt 6, 19-23, 2012.06.22)
Leitura espiritual para 21 Jun

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemaria, Caminho 116)
Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.
Para ver, clicar SFF.
Para ver, clicar SFF.
Maria procura o Filho que se perdeu

Três
dias e três noites procura Maria o Filho que se perdeu... Oxalá possamos dizer,
tu e eu, que a nossa vontade de encontrar Jesus também não conhece descanso. (Sulco,
794)
Que
dor a de sua Mãe e a de S. José, porque – no regresso de Jerusalém – não vinha
entre os parentes e amigos! E que alegria a sua, quando o vêem, já de longe,
doutrinando os mestres de Israel! Mas reparai nas palavras, aparentemente
duras, que saem da boca do Filho, ao responder a sua Mãe: por que me
buscáveis?.
Não
era razoável que o procurassem? As almas que sabem o que é perder Cristo e
encontrá-lo podem compreender isto... Por que me buscáveis? Não sabíeis que
devo ocupar-me nas coisas de meu Pai?. Não sabíeis, porventura, que eu devo
dedicar totalmente o meu tempo ao meu Pai celestial?
Este
é o fruto da oração de hoje: que nos persuadamos de que o nosso caminhar na
terra – em todas as circunstâncias e em todos os momentos – é para Deus; que é
um tesouro de glória, uma imagem do Céu; que é, nas nossas mãos, uma maravilha
que temos de administrar, com sentido de responsabilidade perante os homens e
perante Deus, sem necessidade de mudar de estado, no meio da rua, santificando
a nossa profissão ou o nosso ofício, a vida de família, as relações sociais e
todas as actividades que parecem à primeira vista só terrenas.. (Amigos
de Deus, 53–54)
Resumos da Fé cristã

TEMA 34. O quinto mandamento do Decálogo
2. Plenitude deste mandamento
O mandamento de salvaguardar a vida do
homem «tem a sua dimensão mais profunda na exigência de veneração e amor por
toda a pessoa e sua vida» 2.
A misericórdia e o perdão são próprios
de Deus; e na vida dos filhos de Deus também deve estar presente a
misericórdia, que nos faz compadecermo-nos da miséria alheia: «Bem-aventurados
os misericordiosos porque alcançarão misericórdia» (Mt 5, 7)3.
É igualmente necessário aprender a
perdoar as ofensas (cf. Mt 5, 22). Ao receber uma ofensa, há que
evitar encolerizar-se, nem permitir que a ira invada o coração. Mais ainda no
Pai Nosso – a oração que Jesus nos deixou como oração dominical –, o Senhor
liga o seu perdão – o perdão acerca das ofensas que cometemos – ao nosso perdão
sobre os que nos ofenderam (cf. Mt 6, 9-13; Lc 11, 2-4). Nesta luta,
ajudar-nos-á contemplar a Paixão de Nosso Senhor, que nos perdoou e redimiu com
amor e paciência as nossas injustiças; considerar que ninguém deve ser para um
cristão um estranho ou inimigo (cf. Mt 5, 44-45); pensar no juízo
após a nossa morte, em que seremos julgados pelo amor dedicado ao próximo;
recordar que um cristão deve vencer o mal com o bem (cf. Rm 12, 21);
e considerar as injúrias como ocasião para a própria purificação.
pau agulles simó
Bibliografia
básica:
Catecismo
da Igreja Católica, 2258-2330.
João
Paulo II, Enc. Evangelium Vitae, 25-III-95, cap. III.
Leituras
recomendadas:
L. Ciccone, La vita umana, Ares,
Milano 2000.
L.
Melina, Corso di Bioetica. Il Vangelo della Vita, Piemme, Casale Monferrato
1996.
(Resumos
da Fé cristã: © 2013, Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet)
________________________
Notas:
2
João Paulo II, Enc. Evangelium Vitae, 25-III-95, 41.
3
«As obras de misericórdia são as acções caridosas pelas quais vamos em ajuda do
nosso próximo, nas suas necessidades corporais e espirituais» (Catecismo,
2447).
Tratado das paixões da alma 58
Pequena agenda do cristão

Sexta-Feira
(Coisas muito
simples, curtas, objectivas)
Propósito: Contenção;
alguma privação; ser humilde.
Senhor: Ajuda-me a
ser contido, a privar-me de algo por pouco que seja, a ser humilde. Sou
formado por este barro duro e seco que é o meu carácter, mas não Te importes,
Senhor, não Te importes com este barro que não vale nada. Parte-o,
esfrangalha-o nas Tuas mãos amorosas e, estou certo, daí sairá algo que se
possa - que Tu possas - aproveitar. Não dês importância à minha prosápia, à
minha vaidade, ao meu desejo incontido de protagonismo e evidência. Não sei
nada, não posso nada, não tenho nada, não valho nada, não sou absolutamente
nada.
Lembrar-me: Filiação
divina.
Ser Teu filho
Senhor! De tal modo desejo que esta realidade tome posse de mim, que me
entrego totalmente nas Tuas mãos amorosas de Pai misericordioso, e embora não
saiba bem para que me queres, para que queres como filho a alguém como eu,
entrego-me confiante que me conheces profundamente, com todos os meus
defeitos e pequenas virtudes e é assim, e não de outro modo, que me queres ao
pé de Ti. Não me afastes, Senhor. Eu sei que Tu não me afastarás nunca.
Peço-Te que não permitas que alguma vez, nem por breves instantes, seja eu a
afastar-me de Ti.
Pequeno exame: Cumpri o propósito e lembrei-me do
que me propus ontem?
|
20/06/2013
Evangelho do dia e comentário
| Tempo comum XI Semana |
Beatas Sancha e Mafalda – Princesas de
Portugal
Evangelho: Mt 6, 7-15
7 Nas
vossas orações não useis muitas palavras como os gentios, os quais julgam que
serão ouvidos à força de palavras. 8 Não os imiteis, porque vosso
Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós Lho peçais. 9 «Vós,
pois, orai assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o Teu nome. 10
«Venha o Teu reino. Seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu. 11
O pão nosso supersubstancial nos dá hoje. 12 Perdoa-nos as nossas
dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores. 13 E não nos
deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. 14 «Porque, se vós
perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará.
15 Mas, se não perdoardes aos homens, também o vosso Pai não
perdoará as vossas ofensas.
Meditação:
A mim, Senhor, o que me preocupa deveras é essa
condição de perdoar para ser perdoado!
Tenho uma lista de agravos que, de vez em quando,
trago ao de cima e ‘actualizo’ com enorme rigor.
Mas, pensando bem, verifico que a lista de
agradecimentos a fazer e acções de graças a dar esmaga e suplanta largamente a
outra.
Quero desfazer-me – de vez – da primeira, e pôr em dia
– definitivamente – a segunda.
Anjo da Minha Guarda, ajuda-me neste propósito.
(ama, meditação sobre Mt 6, 7-158,
2013.02.19)
Leitura espiritual para 20 Jun

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemaria, Caminho 116)
Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.
Para ver, clicar SFF.
Para ver, clicar SFF.
Magnificat anima mea Dominum!

Como
seria o olhar alegre de Jesus! O mesmo que brilharia nos olhos de sua Mãe, que
não pôde conter a alegria: – Magnificat anima mea Dominum!, a sua alma
glorifica o Senhor, desde que O traz dentro de si e a seu lado. Ó Mãe!: que a
nossa alegria seja como a tua – a de estar com Ele e de O possuir!(Sulco,
95)
A
nossa fé não é uma carga, nem uma limitação. Que pobre ideia da verdade cristã
manifestaria quem assim pensasse! Ao decidirmo-nos por Deus não perdemos nada;
ganhamos tudo. Quem, à custa da sua alma, conserva a sua vida, perdê-la-á; e
quem perder a sua vida por amor de Mim, voltará a achá-la .
Tirámos
a carta que ganha, conseguimos o primeiro prémio. Quando alguma coisa nos
impedir de ver isto com clareza, examinemos o interior da nossa alma. Talvez
haja pouca fé, pouca intimidade pessoal com Deus, pouca vida de oração. Temos
de pedir a Nosso Senhor – através de sua Mãe e nossa Mãe – que aumente em nós o
seu amor, que nos conceda saborear a doçura da sua presença; porque só quando
se ama se chega à mais plena liberdade: a de jamais querer abandonar, por toda
a eternidade, o objecto dos nossos amores. (Amigos de Deus, 38)
Resumos da Fé cristã

TEMA 34. O quinto mandamento do Decálogo
A vida humana é sagrada, porque é fruto da acção criadora de Deus e permanece continuamente numa especial relação com o Criador.
1.
«Não matarás»
«A vida humana é sagrada porque, desde
a sua origem, postula a acção criadora de Deus e mantém-se para sempre numa
relação especial com o Criador, seu único fim. Só Deus é senhor da vida, desde
o seu começo até ao seu termo: ninguém, em circunstância alguma, pode
reivindicar o direito de dar a morte directamente a um ser humano inocente» (Catecismo,
2258).
O homem é alguém muito singular: é a
única criatura deste mundo que Deus ama por si mesma 1. Foi
destinado a conhecer e a amar a Deus eternamente, a sua vida é sagrada. Foi
criado à imagem e semelhança de Deus (cf. Gn 1, 26-27), e é este o
fundamento último da dignidade humana e do mandamento «não matarás».
O livro de Génesis apresenta o abuso
contra a vida humana como consequência do pecado original. Yahvé manifesta-se
sempre como protector da vida: mesmo da de Caim após de ter morto o seu irmão
Abel, sangue do seu sangue, imagem de todo o homicídio. Ninguém deve fazer
justiça pela sua própria mão, e ninguém pode advogar o direito de dispor da
vida do próximo (cf. Gn 4, 13-15).
Este mandamento refere-se aos seres
humanos. É legítimo servir-se dos animais para obter alimento, vestuário, etc.
Deus colocou-os na terra para que estivessem ao serviço do homem. A
conveniência de matá-los ou maltratá-los provém da desordem que pode implicar
nas paixões humanas, ou de um dever de justiça (se são propriedade de outro) (cf.
Catecismo, 2417). Alem disso, não se deve esquecer que o homem não é
“dono” da Criação, mas administrador, portanto tem a obrigação de respeitar e
cuidar da natureza, da qual necessita para a sua própria existência e
desenvolvimento (cf. Catecismo, 2418).
pau agulles simó
Bibliografia
básica:
Catecismo
da Igreja Católica, 2258-2330.
João
Paulo II, Enc. Evangelium Vitae, 25-III-95, cap. III.
Leituras
recomendadas:
L. Ciccone, La vita umana,
Ares, Milano 2000.
L.
Melina, Corso di Bioetica. Il Vangelo della Vita, Piemme, Casale Monferrato
1996.
(Resumos
da Fé cristã: © 2013, Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet)
___________________________
Notas:
1
João XXIII, Enc. Pacem in Terris, 11-IV-63, 51.
Tratado das paixões da alma 57
Pequena agenda do cristão

Quinta-Feira
(Coisas muito
simples, curtas, objectivas)
Propósito: Participar
na Santa Missa.
Senhor, vendo-me
tal como sou, nada, absolutamente, tenho esta percepção da grandeza que me
está reservada dentro de momentos: Receber o Corpo, o Sangue, a Alma e a
Divindade do Rei e Senhor do Universo.
O
meu coração palpita de alegria, confiança e amor. Alegria por ser convidado,
confiança em que saberei esforçar-me por merecer o convite e amor sem limites
pela caridade que me fazes. Aqui me tens, tal como sou e não como gostaria e
deveria ser.
Não
sou digno, não sou digno, não sou digno! Sei porém, que a uma palavra Tua a
minha dignidade de filho e irmão me dará o direito a receber-te tal como Tu
mesmo quiseste que fosse.Aqui me tens, Senhor. Convidaste-me e eu vim.
Lembrar-me: Comunhões
espirituais.
Senhor, eu quisera receber-vos com aquela pureza,
humildade e devoção com que Vos recebeu Vossa Santíssima Mãe, com o espírito
e fervor dos Santos
Pequeno exame: Cumpri o propósito e lembrei-me do
que me propus ontem?
|
19/06/2013
Evangelho do dia e comentário
| Tempo comum XI Semana |
Evangelho: Mt 6, 1-6; 16-18
1 «Guardai-vos de fazer as
boas obras diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles. De contrário
não tereis direito à recompensa do vosso Pai que está nos céus. 2
«Quando, pois, dás esmola, não faças tocar a trombeta diante de ti, como fazem
os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em
verdade vos digo que já receberam a sua recompensa.3 Mas, quando dás
esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita, 4 para
que a tua esmola fique em segredo, e teu Pai, que vê o que fazes em segredo, te
pagará. 5 «Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam
de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, a fim de serem vistos
pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa. 6
Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, e, fechada a porta, ora a teu
Pai; e teu Pai, que vê o que se passa em segredo, te dará a recompensa. 16
«Quando jejuais, não vos mostreis tristes como os hipócritas que desfiguram o
rosto para mostrar aos homens que jejuam. Na verdade vos digo que já receberam
a sua recompensa. 17 Mas tu, quando jejuares, unge a tua cabeça e
lava o teu rosto, 18 a fim de que não pareça aos homens que jejuas,
mas sim a teu Pai, que está presente no oculto, e teu Pai, que vê no oculto, te
dará a recompensa.
Comentário:
Estes ‘casos’ a que o
Senhor se refere, aconteciam naquele tempo, podemos nós pensar, hoje já não se
aplica.
Como assim?
Ponhamos, cada um de nós,
a ‘mão na consciência’, e veremos se, por vezes – talvez muitas vezes – não
procedemos como esses que o Senhor critica?
(ama, comentário sobre Mt 6, 1-6. 16-18, 2013.02.13)
Leitura espiritual para 19 Jun

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemaria, Caminho 116)
Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.
Para ver, clicar SFF.
Para ver, clicar SFF.
Subscrever:
Mensagens (Atom)