A morte
Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
29/04/2011
Como João Paulo II ajudou uma mãe a suportar a morte da filha
| Fátima - Bênção dos doentes |
Maria conta que estava a ter muita dificuldade em lidar com os factos e, à medida que se aproximava a
data em que Vera faria 19 anos, sentiu que chegara ao limite. Decidiu, então, escrever ao Papa, mais como
desabafo do que propriamente na esperança de obter resposta: “Resolvi escrever ao Santo Padre e tentar
concretizar o sonho que ela tinha tido toda a vida, que era o de estar perto dele e rezar junto dele”.
Isso aconteceu “dois anos antes de ele morrer, já estava francamente debilitado”, o que constituía “mais uma
razão para toda a gente me dizer que era impossível”.
Foi, assim, com surpresa que Maria Pinto Basto recebeu um telefonema do Vaticano, convidando-a a viajar
para Roma e participar, no dia do aniversário da filha, numa missa com João Paulo II. “Nem podia acreditar,
porque me caíam as lágrimas de felicidade, mas felicidade mesmo foi poder estar perto de João Paulo II
e a ternura com que fomos recebidos, e a bênção que ainda hoje sinto”.
O depoimento de Maria Pinto Basto está disponível no site da Renascença, em www.rr.pt.
Pag 1
A história do menino de Vila Viçosa que “mudou de nome”
O Papa João Paulo II, na sua primeira visita a Portugal, em 1982, deslocou-se a Vila Viçosa, onde visitou o Santuário de Nossa Senhora da Conceição.
Nesse mesmo dia, Maria de Fátima Simões teve o seu fi lho na maternidade local.
O nome da criança estava previamente escolhido: Pedro Miguel. Contudo, Maria de Fátima mudou de ideias e, quando regressou a casa, levava nos braços um pequeno João Paulo.
Hoje, Maria de Fátima lembra-se claramente de ouvir o som do helicóptero que transportou o Papa no preciso instante em que começou a dar à luz.
“Isto foi muito soado em Vila Viçosa e o Santo Padre soube, através do seminário, quando acabou a missa campal. Alguém lhe disse. Então, enviou um senhor padre para vir ter comigo e ele perguntou-me se o menino já tinha nome. E eu contei-lhe a história”, explicou à Renascença.
João Paulo II ficou tocado pela história do pequeno João Paulo e, anos mais tarde, mostrou não se ter esquecido. Maria de Fátima escreveu-lhe uma carta e obteve resposta: uma carta escrita pelo próprio punho de João Paulo II, umas medalhas e uma fotografia para os seus dois filhos.
“Mostrei a carta a toda a gente”, contou à reportagem da Renascença, que pode ouvir em www.rr.pt.
Pag 1, 2011.04.27
Sobre a família 36
continuação
Durante este tempo de menor idade, a actividade dos professores não se rege pela livre transmissão de conhecimentos nem pela liberdade de investigação própria do âmbito e do afazer universitários; os professores actuam principalmente como delegados dos pais, pondo ao seu serviço o talento profissional que possuem para cooperar com eles no tipo de educação que pretendem proporcionar aos filhos.
No âmbito da escola, a actividade docente do professor é uma actividade que se deveria qualificar de “paterna”, nunca uma actividade ideológica. A liberdade de ensino revolta-se face à mudança de paradigma que implica a substituição do princípio segundo o qual a escola actua como delegada dos pais, por aquele outro que defende que a escola actua como agente ideológico-administrativo dos poderes estatais.
J.A. Araña e C.J. Errázuriz
© 2011, Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet
João Paulo II - Esperança cristã
Como cristão a minha esperança e confiança centram-se em Jesus Cristo, que para nós é Deus feito homem e, por isso, forma parte da história da humanidade.
Tal é precisamente a razão de que a esperança cristã ante o mundo e o seu futuro se estenda a cada ser humano. Por causa da radiante humanidade de Jesus Cristo, nada há genuinamente humano que não afecte os corações dos cristãos. A fé em Cristo não nos leva à intolerância. Pelo contrário, obriga-nos a induzir os outros a um diálogo respeitoso». (joão paulo II, Discurso na ONU, 1995)
Evangelho do dia e comentário
1 Depois disto, Jesus voltou a mostrar-Se aos Seus discípulos, junto do mar de Tiberíades. Mostrou-Se deste modo: 2 Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael, que era de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e dois outros dos Seus discípulos. 3 Simão Pedro disse-lhes: «Vou pescar». Responderam-lhe: «Nós vamos também contigo». Partiram e entraram numa barca. Naquela noite nada apanharam. 4 Chegada a manhã, Jesus apresentou-Se na praia; mas os discípulos não conheceram que era Ele. 5 Jesus disse-lhes: «Rapazes, tendes alguma coisa para comer?». Responderam-Lhe: «Nada». 6 Disse-lhes: «Lançai a rede para o lado direito do barco, e encontrareis». Lançaram a rede e já não a podiam arrastar, por causa da grande quantidade de peixes. 7 Então aquele discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: «É o Senhor!». Simão Pedro, ao ouvir dizer que era o Senhor, cingiu-se com a túnica, porque estava nu, e lançou-se à água. 8 Os outros discípulos, que não estavam distantes de terra, senão duzentos côvados, vieram no barco puxando a rede cheia de peixes. 9 Logo que saltaram para terra, viram umas brasas acesas, peixe em cima delas, e pão. 10 Jesus disse-lhes: «Trazei dos peixes que apanhastes agora». 11 Simão Pedro subiu à barca e arrastou a rede para terra, cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes. E, sendo tantos, não se rompeu a rede. 12 Jesus disse-lhes: «Vinde comer». Nenhum dos discípulos ousava perguntar-Lhe: «Quem és Tu?», sabendo que era o Senhor. 13 Jesus aproximou-Se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com o peixe. 14 Foi esta a terceira vez que Jesus Se manifestou aos discípulos depois de ter ressuscitado dos mortos.
Comentário:
Porque foi João o primeiro a reconhecer Jesus?
Pelo amor que tinha pelo Mestre.
S. Josemaria diz que ''o amor vê longe''
E porque é que Pedro se lança ao mar para ir ter com Jesus?
Pelo amor reforçado pelo perdão do Senhor.
A sua gratidão é tanta, o seu desejo de estar com Cristo é de tal intensidade que não pode resistir a estar separado dele.
Negou conhecê-lo - nunca mais se esquecerá dessa triste fraqueza - mas, não obstante o arrependimento sincero e profundo que lhe merecera o perdão, quer aproveitar qualquer ensejo para mostrar ao seu Mestre que está ali, pronto, disponível sempre que for necessário.
À tranquila certeza de João junta a sua impetuosidade e entusiasmo de seguir, estar tão próximo quanto possível de Jesus.
Será ainda posto à prova, por três vezes o Senhor irá perguntar-lhe se, de facto, O ama.
Agora, o que deseja com todas as forças do seu enorme coração é apressar-se, como o cachorrinho corre para o dono, para a companhia de Jesus como que a querer demonstrar:
Aqui me tens, sou Teu, diz-me o que queres que faça.
28/04/2011
Diálogos apostólicos
Pois…parece-me óbvia!
Está em «dos», ou seja, não serão TODOS os últimos, embora sejam muitos.
ama , 2011.04.28
TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
A humildade nasce como fruto do conhecimento de Deus e do conhecimento de si próprio. (Forja, 184)
Essas depressões por veres ou por outros descobrirem os teus defeitos, não têm fundamento...
Pede a verdadeira humildade. (Sulco, 262)
Fujamos dessa falsa humildade que se chama comodismo. (Sulco, 265)
– Senhor, peço-te um presente: Amor..., um Amor que me deixe limpo. E mais outro presente: conhecimento próprio, para me encher de humildade. (Forja, 185)
São santos os que lutam até ao final da sua vida: os que se sabem levantar sempre depois de cada tropeção, de cada queda, para prosseguir valentemente o caminho com humildade, com amor, com esperança. (Forja, 186)
Se os teus erros te fazem mais humilde, se te levam a procurar agarrar com mais força a mão divina, são caminho de santidade: "felix culpa!", bendita culpa!, canta a Igreja. (Forja, 187)
A humildade leva cada alma a não desanimar ante os próprios erros. A verdadeira humildade leva... a pedir perdão! (Forja, 189)
© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet
Sobre a família 35
continuação
Em qualquer caso, este direito não se limita apenas ao âmbito doméstico, mas tem justamente como objecto próprio o ensino, que satisfaz a obrigação legitimamente imposta pelo poder público acerca de levar a cabo uma instrução mínima do menor, ou seja, durante todo o tempo em que o filho se encontre sob a tutela dos pais.
Em consequência, a liberdade de ensino não versa sobre qualquer tipo de educação, mas refere-se às actividades educativas que têm uma relevância social concreta, de modo que a educação recebida pelo menor de idade tenha valor jurídico. A liberdade de ensino traz consigo, portanto, admitir que não é só a escola estatal que é capaz de certificar o cumprimento da obrigação da instrução mínima estabelecida legitimamente pelo poder público.
J.A. Araña e C.J. Errázuriz
© 2011, Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet
João Paulo II
FÁTIMA ASSINALA BEATIFICAÇÃO
O Santuário de Fátima vai associar-se “em júbilo” a várias celebrações e iniciativas que estão a ser preparadas para assinalar a beatificação de João Paulo II, incluindo uma vigília mundial de oração.
Esta última iniciativa vai decorrer no dia 30 de Abril, unindo cinco locais de culto dedicados à Virgem Maria, em todo o mundo, a partir das 19:00 portuguesas, numa organização do vicariato de Roma.
Intitulada “Totus Tuus – Vigília de Oração em preparação da beatificação de João Paulo II”, a vigília vai unir à capital italiana a Basílica de Guadalupe, no México; o Santuário de Kawekamo, na Tanzânia; Cracóvia, na Polónia; o Santuário de Nossa Senhora do Líbano, em Beirute, e o Santuário de Fátima, em Portugal
Em cada uma destas cidades será recitado um mistério do rosário, difundido em tempo real pelo Centro Televisivo do Vaticano.
“O Santuário de Fátima acolheu com muita alegria o convite para esta oração, porque será mais um momento para lembrar e homenagear João Paulo II”, assinala um comunicado oficial divulgado na página do Santuário na Internet.
D. Augusto César, bispo emérito de Portalegre-Castelo Branco, presidirá em Fátima a este momento, desde a Capelinha das Aparições.
A 1 de Maio, dia da beatificação de João Paulo II, o Santuário promove a realização de um concerto, a partir das 16:00, na basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.
Por decisão da Conferência Episcopal Portuguesa, este recinto vai acolher a 13 de Maio uma “grande celebração nacional de acção de graças” pela beatificação.
INFORMAÇÕES MUITO BREVES [De vez em quando] 2011.04.27
Evangelho do dia e comentário
35 E eles contaram também o que lhes tinha acontecido no caminho, e como O tinham reconhecido ao partir o pão. 36 Enquanto falavam nisto, apresentou-Se Jesus no meio deles e disse-lhes: «A paz seja convosco!». 37 Mas eles, turbados e espantados, julgavam ver algum espírito. 38 Jesus disse-lhes: «Porque estais turbados, e porque se levantaram dúvidas nos vossos corações? 39 Olhai para as Minhas mãos e os Meus pés, porque sou Eu mesmo; apalpai e vede, porque um espírito não tem carne, nem ossos, como vós vedes que Eu tenho». 40 Dito isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. 41 Mas, estando eles, por causa da alegria, ainda sem querer acreditar e estupefactos, disse-lhes: «Tendes aqui alguma coisa que se coma?». 42 Eles apresentaram-Lhe uma posta de peixe assado. 43 Tendo-o tomado comeu-o à vista deles. 44 Depois disse-lhes: «Isto é o que Eu vos dizia quando ainda estava convosco; que era necessário que se cumprisse tudo o que de Mim estava escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos». 45 Então abriu-lhes o entendimento, para compreenderem as Escrituras, 46 e disse-lhes: «Assim está escrito que o Cristo devia padecer e ressuscitar dos mortos ao terceiro dia, 47 e que em Seu nome havia de ser pregado o arrependimento e a remissão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. 48 Vós sois as testemunhas destas coisas.
Meditação:
Não tenho medo, nem receio ou temor porque confio totalmente em Ti, só que, como sou um pobre homem cheio de misérias, temo por mim mesmo, pela minha capacidade de perseverar na oração, a minha disponibilidade para servir, a sinceridade do meu desejo de obedecer.
Porque estes são os pilares fundamentais de um filho de Deus:
Orar, servir, obedecer, é neles que assenta toda a minha vida.
Sinto-me bem, tranquilo, sem medo porque sei que o meu Pai só quer o meu bem, já e agora aqui na terra e, depois, na vida eterna.
(ama, meditação sobre Lc 24, 35-48, 2010.04.08)
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