Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
14/03/2013
Francisco I - Papa
É grande a alegria de todos os cristãos: a Sede Vacante está ocupada como deve pelo escolhido pelo Espírito Santo.
Devem estar contentes, sobremaneira, os inimigos da Santa Igreja Católica.
Porquê:
Porque alguns - bastantes - comentaristas 'encartados' não têm falado noutra coisa que a Cúria Romana a precisar de urgente reforma já que, constituída por vetustas personalidades 'agarradas' ao poder, têm condicionado a Igreja e, até, aventam alguns mais ilustrados, o Próprio Sumo Pontífice.
Assim e - neste momento lembramos o escrito em Lc 11, 12, - como Francisco I foi eleito pela própria Cúria esta, a Igreja, não pode senão estar condenada ao fracasso, ao desaparecimento!
Desenganem-se! A Igreja é eterna!
Rezemos por esses pretensos fazedores de opinião, que, efectivamente, não sabem o que dizem.
AMA
Evangelho do dia e comentário
Quaresma Semana IV
Evangelho: Jo 5, 31-47
31 «Se dou
testemunho de Mim mesmo, o Meu testemunho não é verdadeiro. 32 Outro é o que dá
testemunho de Mim; e sei que é verdadeiro o testemunho que dá de Mim. 33 Vós
enviastes mensageiros a João e ele deu testemunho da verdade. 34 Eu, porém, não
recebo o testemunho dum homem, mas digo-vos estas coisas a fim de que sejais
salvos. 35 João era uma lâmpada ardente e luminosa. E vós, por uns momentos,
quisestes alegrar-vos com a sua luz. 36 «Mas tenho um testemunho maior que o de
João: as obras que o Pai Me deu que cumprisse, estas mesmas obras que Eu faço
dão testemunho de Mim, de que o Pai Me enviou. 37 E o Pai que Me enviou, Esse
mesmo deu testemunho de Mim. Vós nunca ouvistes a Sua voz nem vistes a Sua face
38 e não tendes em vós, de modo permanente, a Sua palavra, porque não
acreditais n'Aquele que Ele enviou. 39 «Examinai as Escrituras, visto que
julgais ter nelas a vida eterna: elas são as que dão testemunho de Mim. 40 E
não quereis vir a Mim, para terdes vida. 41 A glória, não a recebo dos homens,
42 mas sei que não tendes em vós o amor de Deus. 43 Vim em nome de Meu Pai e
vós não Me recebeis; se vier outro em seu próprio nome, recebê-lo-eis. 44 Como
podeis crer, vós que recebeis a glória uns dos outros e não buscais a glória
que só de Deus vem? 45 Não julgueis que sou Eu que vos hei-de acusar diante do
Pai; Moisés, em quem confiais, é que vos acusará. 46 Se acreditásseis em
Moisés, certamente acreditaríeis também em Mim, porque ele escreveu de Mim. 47
Porém, se não dais crédito aos seus escritos, como haveis de dar crédito às
Minhas palavras?».
Comentário:
Jesus Cristo faz o que diz, as Suas obras correspondem às Suas palavras
e, este, é o testemunho mais evidente da Verdade.
Podemos dizer coisas muito belas e profundas e, até, ‘convencer’ alguns
mas, esse ‘crédito’ desvanecer-se-á como fumo se as nossas obras não
corresponderem ao que dizemos.
Preocupemo-nos, pois, em fazer e, depois, em dizer.
‘Res non verba’ é um aforismo muito antigo e, também, muito a propósito
neste comentário.
O mundo está repleto de ‘bons faladores’ que arrastam pessoas e as levam
por caminhos que não são os correctos porque, as suas obras, não condizem com o
que apregoam.
Tentar ‘convencer’ outros pela palavra sem a acção é estultícia e engano
e, tanto mais grave será, quanto a ‘categoria’ que se tenha ou o cargo que se
desempenhe.
(ama,
comentário sobre Jo 5, 31-47, 2012.03.22)
Tratado dos actos humanos 60
Leitura espiritual para 14 Mar
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemaria, Caminho 116)
Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.
Para ver, clicar SFF.
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O Trabalho: Caminho de santidade
Está
a ajudar-te muito, dizes-me, este pensamento: desde os primeiros cristãos,
quantos comerciantes terão sido santos? E queres demonstrar que também agora
isso é possível... O Senhor não te abandonará nesse empenho. (Sulco,
490)
Para
seguir os passos de Cristo, o apóstolo de hoje não vem reformar nada, e menos
ainda desentender-se da realidade histórica que o rodeia... Basta-lhe actuar
como os primeiros cristãos, vivificando o ambiente. (Sulco,
320)
O
que sempre ensinei – desde há quarenta anos – é que todo o trabalho humano
honesto, tanto intelectual como manual, deve ser realizado pelo cristão com a
maior perfeição possível: com perfeição humana (competência profissional) e com
perfeição cristã (por amor à vontade de Deus e em serviço dos homens). Porque,
feito assim, esse trabalho humano, por humilde e insignificante que pareça, contribui
para a ordenação cristã das realidades temporais – a manifestação da sua
dimensão divina – e é assumido e integrado na obra prodigiosa da Criação e da
Redenção do mundo: eleva-se assim o trabalho à ordem da graça, santifica-se,
converte-se em obra de Deus, operatio Dei, opus Dei.
Ao
recordar aos cristãos as palavras maravilhosas do Génesis – que Deus criou o
homem para que trabalhasse –, fixámo-nos no exemplo de Cristo, que passou a
quase totalidade da sua vida terrena trabalhando numa aldeia como artesão.
Amamos esse trabalho humano que Ele abraçou como condição de vida, e cultivou e
santificou. Vemos no trabalho – na nobre e criadora fadiga dos homens – não só
um dos mais altos valores humanos, meio imprescindível para o progresso da
sociedade e o ordenamento cada vez mais justo das relações entre os homens, mas
também um sinal do amor de Deus para com as suas criaturas e do amor dos homens
entre si e para com Deus: um meio de perfeição, um caminho de santificação. (Temas
Actuais do Cristianismo, 10)
Resumos sobre a Fé Cristã
A Criação 5
1. O acto criador 5
1.2. «O mundo foi criado
para a glória de Deus» (Concílio Vaticano I)
Deus
criou tudo «não para aumentar a Sua glória mas para a manifestar e comunicar»
(São Boaventura, Sent., 2,1,2,2,1). O Concílio Vaticano I (1870) afirma que «na
sua bondade e pela sua força omnipotente, não para aumentar a sua felicidade,
nem para adquirir a sua perfeição, mas para a manifestar pelos bens que concede
às suas criaturas, Deus, no Seu libérrimo desígnio, criou do nada,
simultaneamente, e desde o princípio do tempo uma e outra criatura – a
espiritual e a corporal» (DS 3002; cf. Catecismo, 293).
«A
glória de Deus está em que se realize esta manifestação e esta comunicação da
sua bondade, em ordem às quais o mundo foi criado. Fazer de nós “filhos
adoptivos por Jesus Cristo. Assim aprouve à sua vontade, para que fosse
enaltecida a glória da sua graça” (Ef 1,5-6): “Porque a glória de Deus é o
homem vivo e a vida do homem é a visão de Deus” (Santo Ireneu de Lião, Adversus
haereses, 4,20,7)» (Catecismo, 294).
Longe
de uma dialéctica de princípios contrapostos – como ocorre no dualismo de traço
maniqueu e, também, no idealismo monista hegeliano – afirmar a glória de Deus
como fim da criação não implica uma negação do homem, mas um pressuposto
indispensável para a sua realização. O optimismo cristão mergulha as suas
raízes na exaltação conjunta de Deus e do homem: «o homem é grande só se Deus é
grande» 8. Trata-se de um optimismo e de uma lógica que afirmam a
absoluta prioridade do bem, mas que, nem por isso, são cegos perante a presença
do mal no mundo e na história.
santiago sanz
Bibliografia básica
Catecismo da Igreja Católica, 279-374.
Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, 51-72.
DS, n. 125, 150, 800, 806, 1333, 3000-3007, 3021-3026,
4319, 4336, 4341.
Concílio Vaticano II, Gaudium et Spes, 10-18, 19-21,
36-39.
João Paulo II, Creo en Dios Padre. Catequesis sobre el
Credo (I), Palabra, Madrid 1996, 181-218.
Leituras recomendadas:
Santo Agostinho, Confissões, livro XII.
São Tomás de Aquino, Summa Theologiae, I, qq. 44-46.
São Josemaria, Homilia «Amar o mundo apaixonadamente»
em Temas Actuais do Cristianismo, 113-123.
Joseph Ratzinger, Creación y pecado, Eunsa, Pamplona
1992.
João Paulo II, Memória e Identidade, Bertrand Editora,
Lisboa 2005.
(Resumos
da Fé cristã: © 2013, Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet)
_______________________
Notas:
8
Bento XVI, Homilia, 15-VIII-2005.
13/03/2013
Evangelho do dia e comentário
Quaresma Semana IV
Evangelho: Jo 5, 17-30
17 Mas Jesus
respondeu-lhes: «Meu Pai não cessa de trabalhar, e Eu trabalho também». 18 Por
isso, os judeus procuravam com maior ardor matá-l'O, porque não somente violava
o sábado, mas também dizia que Deus era Seu Pai, fazendo-Se igual a Deus. Jesus
respondeu e disse-lhes: 19 «Em verdade, em verdade vos digo: O Filho não pode
por Si mesmo fazer coisa alguma, mas somente o que vir fazer ao Pai; porque
tudo o que fizer o Pai o faz igualmente o Filho. 20 Porque o Pai ama o Filho e mostra-Lhe
tudo o que faz; e Lhe mostrará maiores obras do que estas, até ao ponto de vós
ficardes admirados. 21 Porque assim como o Pai ressuscita os mortos e lhes dá
vida, assim também o Filho dá vida àqueles que quer. 22 O Pai a ninguém julga,
mas deu ao Filho o poder de julgar 23 a fim de que todos honrem o Filho como
honram o Pai. Quem não honra o Filho não honra o Pai que O enviou. 24 Em
verdade, em verdade vos digo que quem ouve a Minha palavra e crê n'Aquele que
Me enviou tem a vida eterna e não incorre na sentença de condenação, mas passou
da morte para a vida. 25 Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e já
chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem
viverão. 26 Com efeito, assim como o Pai tem a vida em Si mesmo, assim deu ao
Filho ter vida em Si mesmo; 27 e deu-Lhe o poder de julgar, porque é o Filho do
Homem. 28 Não vos admireis disso, porque virá tempo em que todos os que se
encontram nos sepulcros ouvirão a Sua voz, 29 e os que tiverem feito obras boas
sairão para a ressurreição da vida, mas os que tiverem feito obras más sairão
ressuscitados para a condenação. 30 Não posso por Mim mesmo fazer coisa alguma.
Julgo segundo o que ouço, e o Meu juízo é justo, porque não busco a Minha
vontade, mas a d'Aquele que Me enviou.
Comentário:
O próprio Cristo
declara que o Seu julgamento é justo porque se exerce sobre aquilo que vê. Ou
seja, as obras e não as intenções.
De facto, pode dizer-se
que o homem é extraordinariamente feliz por ter um Juiz que É, Ele mesmo, a
Justiça, não estando, assim, sujeito, como acontece no mundo, a critérios ou
interpretações pessoais da Lei.
Por isso 'não vale'
tentar, mascarar as nossas obras e, antes, com toda a simplicidade assumir: fiz
isto, fiz aquilo.
Ah!... e fazê-lo desde
já, aos pés de um Sacerdote que nos ouve
em confissão.
Em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo, ele nos absolverá e nos mandará em paz.
(ama,
comentário sobre Jo 5, 17-30, 2012.04.21)
Tratado dos actos humanos 59
Leitura espiritual para 13 Mar
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemaria, Caminho 116)
Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.
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A "LOUCURA" DE DEUS
«Mãe, ensina-me a ser nada, para que Cristo seja tudo em mim».
Oração que um dia o Espírito Santo quis colocar no meu coração e me esforço para que seja verdade na minha vida.
Resumos sobre a Fé Cristã
A Criação 4
1. O acto criador 4
«Senhor que dá a vida»
«Acreditamos
que ele o mundo procede da
vontade livre de Deus, que quis fazer as criaturas
participantes do Seu Ser, da Sua sabedoria e da Sua bondade: “porque Vós
criastes todas as coisas e, pela vossa vontade, elas receberam a existência e
foram criadas” (Ap 4,11).... “O Senhor é bom para com todos e a sua
misericórdia estende-se a todas as criaturas” (Sl 145, 9)» (Catecismo, 295).
Como consequência, «saída da bondade divina, a criação partilha dessa bondade
(“E Deus viu que isto era bom... muito bom”: Gn 1,4.10.12.18.21.31). Porque a
criação é querida por Deus como um dom orientado para o homem, como herança que
lhe é destinada e confiada» (Catecismo, 299).
Este
carácter de bondade e de dom livre permite descobrir na criação a actuação do
Espírito - que «pairava sobre as águas» (Gn 1,2) - a Pessoa Dom na Trindade,
Amor subsistente entre o Pai e o Filho. A Igreja confessa a sua fé na obra
criadora do Espírito Santo, dador de vida e fonte de todo o bem 7.
A
afirmação cristã da liberdade divina criadora permite superar as estreitezas de
outras visões que, pondo uma necessidade em Deus, acabam por defender o
fatalismo ou determinismo. Não há nada, nem “dentro” nem “fora” de Deus, que o
obrigue a criar. Qual é, então, o fim que O move? Que pretendeu ao criar-nos?
santiago sanz
Bibliografia básica
Catecismo da Igreja Católica, 279-374.
Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, 51-72.
DS, n. 125, 150, 800, 806, 1333, 3000-3007, 3021-3026,
4319, 4336, 4341.
Concílio Vaticano II, Gaudium et Spes, 10-18, 19-21,
36-39.
João Paulo II, Creo en Dios Padre. Catequesis sobre el
Credo (I), Palabra, Madrid 1996, 181-218.
Leituras recomendadas:
Santo Agostinho, Confissões, livro XII.
São Tomás de Aquino, Summa Theologiae, I, qq. 44-46.
São Josemaria, Homilia «Amar o mundo apaixonadamente»
em Temas Actuais do Cristianismo, 113-123.
Joseph Ratzinger, Creación y pecado, Eunsa, Pamplona
1992.
João Paulo II, Memória e Identidade, Bertrand Editora,
Lisboa 2005.
(Resumos
da Fé cristã: © 2013, Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet)
_______________________
Notas:
7
Cf. João Paulo II, Carta Encíclica Dominum et Vivificantem, 18-V-1986, 10.
Vamos receber o Senhor
Pensaste
nalguma ocasião como te prepararias para receber Nosso Senhor, se só se pudesse
comungar uma vez na vida? – Agradeçamos a Deus a facilidade que temos para nos
aproximarmos dele, mas... temos de agradecê-lo preparando-nos muito bem para o
receber. (Forja,
828)
Jesus
é o Caminho, o Medianeiro. N'Ele, tudo! Fora d'Ele nada! Em Cristo e ensinados
por Ele, atrevemo-nos a chamar Pai Nosso ao Todo-Poderoso, a Ele, que fez o Céu
e a Terra e que é esse Pai tão afectuoso que espera que voltemos para Ele continuamente,
cada um de nós como novo e constante filho pródigo.
Ecce
Agnus Dei... Domine, non sum dignus... Vamos receber o Senhor. Quando na Terra
se recebem pessoas muito importantes, há luzes, música, trajes de gala. Para
albergar Cristo na nossa alma, como devemos preparar-nos? Já teremos por acaso
pensado como nos comportaríamos se só se pudesse comungar uma vez na vida?
Quando
eu era criança, não estava ainda divulgada a prática da comunhão frequente.
Recordo-me de como se preparavam as pessoas para comungar. Cuidavam com esmero
a boa preparação da alma e até do corpo. Punham a melhor roupa, a cabeça bem
penteada, o corpo fisicamente limpo e talvez mesmo um pouco de perfume... Eram
delicadezas próprias de quem estava apaixonado, de almas finas e rectas, que
sabem pagar o Amor com amor.
Com
Cristo na alma, termina a Santa Missa. A bênção do Pai, do Filho e do Espírito
Santo acompanha-nos durante toda a jornada, na nossa tarefa simples e normal de
santificar todas as actividades nobres do homem. (Cristo que passa,
91)
12/03/2013
Evangelho do dia e comentário
Quaresma Semana IV
Evangelho:
Jo 5, 1-3, 5-16
1
Depois disto, houve uma festa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém. 2 Ora há em
Jerusalém, junto da porta das Ovelhas, uma piscina, que em hebraico se chama
Bezatha, a qual tem cinco galerias. 3 Nestas jazia uma multidão de enfermos,
cegos, coxos, paralíticos, que esperavam o movimento da água. 5 Estava ali um
homem que havia trinta e oito anos se encontrava enfermo. 6 Jesus, vendo-o deitado
e sabendo que estava assim havia muito tempo, disse-lhe: «Queres ficar são?». 7
O enfermo respondeu-Lhe: «Senhor, não tenho ninguém que me lance na piscina
quando a água é agitada; e, enquanto eu vou, outro desce primeiro do que eu». 8
Jesus disse-lhe: «Levanta-te, toma o teu leito e anda». 9 No mesmo instante,
aquele homem ficou são, tomou o seu leito e começou a andar. Ora aquele dia era
um sábado. 10 Por isso os judeus diziam ao que tinha sido curado: «Hoje não te
é lícito levar o teu leito». 11 Ele respondeu-lhes: «Aquele que me curou,
disse-me: Toma o teu leito, e anda». 12 Perguntaram-lhe então: «Quem é esse homem
que te disse: Toma o teu leito e anda?». 13 Porém, o que tinha sido curado não
sabia quem Ele era, porque Jesus havia desaparecido sem ser notado, devido à
multidão que estava naquele lugar. 14 Depois disto, Jesus encontrou-o no templo
e disse-lhe: «Eis que estás são; não peques mais, para que não te suceda coisa
pior». 15 Foi aquele homem anunciar aos judeus que era Jesus quem o tinha
curado. 16 Por isto os judeus perseguiam Jesus, porque fazia estas coisas ao
sábado.
Comentário:
Qual
é o 'tempo' da perseverança?
Trinta
e oito anos como este pobre homem?
Que
era paralítico... não tinha alternativa!
Sim,
é verdade, era paralítico mas das pernas não da alma; estas impediam-no de
andar buscando a cura, aquela exigia que se preparasse para a receber.
Foi
o que fez e, por tal perseverança, obteve a cura que tão longamente esperou.
(ama,
comentário sobre Jo 5, 1-3. 5-16, 2012.03.20)
Tratado dos actos humanos 58
Leitura espiritual para 12 Mar
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemaria, Caminho 116)
Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.
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Deves ter uma intensa devoção à nossa Mãe
Invoca
a Santíssima Virgem; não deixes de pedir-lhe que se mostre sempre tua Mãe –
"monstra te esse Matrem!" – e que te alcance, com a graça do seu
Filho, clareza de boa doutrina na inteligência e amor e pureza no coração, com
o fim de saberes ir até Deus e levar-lhe muitas almas. (Forja,
986)
Deves
ter uma intensa devoção à nossa Mãe. Ela sabe corresponder com finura aos
obséquios que Lhe fizermos. Além disso, se rezares o Terço todos os dias com
espírito de fé e de amor, Nossa Senhora encarregar-se-á de te levar muito longe
pelo caminho do seu Filho. (Sulco, 691)
Sem
o auxílio da nossa Mãe, como havemos de aguentar-nos na luta diária? – Procuras
essa ajuda constantemente? (Sulco, 692)
O
amor à nossa Mãe será sopro que transforme em lume vivo as brasas de virtude
que estão ocultas sob o rescaldo da tua tibieza. (Caminho, 492)
Ama
a Senhora. E Ela te obterá graça abundante para venceres nesta luta quotidiana.
– E de nada servirão ao maldito essa coisas perversas, que sobem e sobem,
fervendo dentro de ti, até quererem sufocar, com a sua podridão bem cheirosa,
os grandes ideais, os mandamentos sublimes que o próprio Cristo pôs no teu
coração. – "Serviam!" – Servirei! (Caminho, 493)
A
Jesus sempre se vai e se "torna a ir" por Maria. (Caminho,
495)
Resumos sobre a Fé Cristã
A Fé sobrenatural
5. Coerência entre fé e
vida
Toda
a vida do cristão deve ser manifestação da sua fé. Não há nenhum aspecto que
não possa ser iluminado pela fé. «O justo vive da fé» (Rm 1, 17). A fé actua
pela caridade (Cf. Ga 5, 6). Sem as obras, a fé está morta (cf. Tg 2, 20-26).
Quando
falta esta unidade de vida e se transige com uma conduta que não está de acordo
com a fé, então a fé debilita-se necessariamente e corre-se o perigo de
perder-se.
Perseverança
na fé: A fé é um dom gratuito de Deus ao homem. Mas nós podemos perder este dom
inestimável (cf. 1 Tm 1,18-19). «Para viver, crescer e perseverar até ao fim na
fé temos de a alimentar» (Catecismo, 162). Devemos pedir a Deus que nos aumente
a fé (cf. Lc 17,5) e que nos faça «fortes in fide» (1 P 5, 9). Para isto, com a
ajuda de Deus, há que fazer muitos actos de fé.
Todos
os fiéis católicos estão obrigados a evitar os perigos para a fé. Entre outros
meios, devem abster-se de ler publicações que sejam contrárias à fé ou à moral
– quer tenham sido assinaladas expressamente pelo Magistério, quer se uma
consciência bem formada o detecta – a menos que exista um motivo grave e se
verifiquem os pressupostos que tornem essa leitura inócua.
Difundir
a fé. «Não se acende uma candeia para a colocar debaixo do alqueire, mas no
candelabro... Assim brilhe a vossa luz diante dos homens» (Mt 5, 15-16).
Recebemos o dom da fé para o propagar não para o ocultar (cf. Catecismo, 166).
Não se pode prescindir da fé na actividade profissional 9. É preciso
informar toda a vida social com os ensinamentos e o espírito de Cristo.
francisco díaz
Bibliografia básica:
Catecismo da Igreja Católica, 142-197.
Leituras recomendadas:
S. Josemaria, Homilia «Vida de fé», em
Amigos de Deus, 190-204.
© 2013, Gabinete de Informação do Opus
Dei na Internet
__________________________
Notas:
9
Cf. S. Josemaria, Caminho, 353.
11/03/2013
Evangelho do dia e comentário
Quaresma Semana IV
Evangelho: Jo
4, 46-54
46 Foi, pois,
novamente a Caná da Galileia, onde tinha convertido a água em vinho. Havia em
Cafarnaum um funcionário real, cujo filho estava doente. 47 Este, tendo ouvido
dizer que Jesus chegara da Judeia à Galileia, foi ter com Ele e pediu-Lhe que
fosse a sua casa curar o filho que estava a morrer. 48 Jesus disse-lhe: «Vós,
se não virdes milagres e prodígios não acreditais». 49 O funcionário real
disse-Lhe: «Senhor, vem antes que o meu filho morra». 50 Jesus disse-lhe: «Vai,
o teu filho vive». Deu o homem crédito ao que Jesus lhe disse e partiu. 51
Quando já ia para casa, vieram os criados ao seu encontro dizendo que o filho
vivia. 52 Perguntou-lhes a hora em que o doente se sentira melhor.
Disseram-lhe: «Ontem, à hora sétima, a febre deixou-o». 53 Reconheceu então o
pai ser aquela mesma a hora em que Jesus lhe dissera: «Teu filho vive».
Acreditou ele, assim como toda a sua família. 54 Foi este o segundo milagre que
Jesus fez depois de ter vindo da Judeia para a Galileia.
Comentário:
Não se vai ter
com Jesus de ‘ânimo leve’ mas sim com a consciência que vamos ao encontro de
Quem tudo - absolutamente - pode e, o extraordinário é que basta ter fé,
autêntica, real, profunda na Sua Omnipotência para que se realize o que
pedimos.
Se o que
pedimos for conveniente e tivermos aquelas fé e confiança, o Senhor dá-lo-á,
não por nosso mérito mas porque, tendo Ele próprio dito que o faria, não pode
mais que cumprir o que prometeu.
(ama, comentário sobre Jo 4, 46-54,
2011.04.04)
Tratado dos actos humanos 57
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