12/03/2012

Chamamento

Reflectindo

Podemos ter a tentação de pensar que possuir muitas coisas, muitos bens neste mundo, pode fazer-nos felizes. Em troca, vemos no caso do jovem do Evangelho a quem as muitas riquezas se converteram num obstáculo para aceitar a chamada de Jesus a segui-Lo: não estava disposto a dizer sim a Jesus, e não a si mesmo, a dizer sim ao amor, e não à fuga. O amor verdadeiro é exigente (...). Porque foi Jesus - o nosso mesmo Jesus - quem disse: «Vós sois meus amigos se fazeis o que vos mando» (Jo 15, 14) O amor exige esforço e compromisso pessoal para cumprir a Vontade de Deus. Significa sacrifício e disciplina, mas significa também alegria e realização humana (...) Com a ajuda de Cristo e através da oração, vós podeis responder à Sua chamada.[i]


[i] Btº. joão paulo ii, Homília no Boston Common, 1979.10.01

Leitura Espiritual para 12 Mar 2012

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.




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Pensamentos inspirados à procura de Deus

À procura de Deus

Quanto tempo dedico apenas a Deus?

E quanto tempo dedico a Deus, no mundo?

jma

Tratado Dos Anjos 4


Questão 50:

Da substância dos anjos em absoluto

Art. 3 — Se é grande o número dos anjos existentes.

(Infra, q. 112, a. 4, ad 2; II Sent., dist, III, q. 1, a. 3; II Cont. Gent., cap. XCII; De Pot., q. 6, a. 6; Opusc. XV, De Angelis, cap. II)


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Evangelho do dia e comentário



Quaresma -  III Semana

Evangelho: Lc 4, 24-30

24 Depois acrescentou: «Em verdade vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua terra. 25 Em verdade vos digo que muitas viúvas havia em Israel no tempo de Elias, quando foi fechado o céu durante três anos e seis meses e houve uma grande fome por toda a terra; 26 e a nenhuma delas foi mandado Elias, senão a uma mulher viúva de Sarepta, do território de Sidónia. 27 Muitos leprosos havia em Israel no tempo do profeta Eliseu; e nenhum deles foi curado, senão o sírio Naaman». 28 Todos os que estavam na sinagoga, ouvindo isto, encheram-se de ira. 29 Levantaram-se, lançaram-n'O fora da cidade, e conduziram-n'O até ao cume do monte sobre o qual estava edificada a cidade, para O precipitarem.30 Mas, passando no meio deles, retirou-Se.

Comentário:

Tal com os conterrâneos de Jesus, também nós - tantas vezes - queremos um Deus à nossa medida, que seja o que nós esperamos que seja, que actue como julgamos que nos convém, em suma, um Deus ao nosso serviço.
E, de facto, Ele veio «para servir, e não para ser servido», o que é bastante diferente de satisfazer os nossos caprichos e desejos.

Satisfazer as nossas necessidades?

Sim, mas as reais e não aquelas que julgamos ter o que, quase sempre, são coisa muito diferente.

(ama, Comentário a Lc 4, 24-30, 2008.03.05

O Senhor quer-nos contentes!

Textos de São Josemaria Escrivá

Habitua-te a falar cordialmente de tudo e de todos; em especial dos que trabalham ao serviço de Deus. E, quando isso não for possível, cala-te! Os simples comentários bruscos ou descuidados também podem raiar a murmuração ou a difamação. (Sulco, 902)

Torna a olhar de novo para a tua vida e pede perdão por esse pormenor e aquele outro que saltam imediatamente aos olhos da tua consciência; pelo mau uso que fazes da língua; por esses pensamentos que giram continuamente à volta de ti mesmo; por esse juízo crítico consentido que te preocupa tontamente, causando-te uma contínua inquietação e pesadelo... Podeis ser muito felizes! O Senhor quer-nos contentes, ébrios de alegria, andando pelos mesmos caminhos de felicidade que Ele percorreu! Só nos sentimos desgraçados quando nos empenhamos em sair do caminho e em meter por esse atalho do egoísmo e da sensualidade; e muito pior ainda se entramos no dos hipócritas.

O cristão tem de manifestar-se autêntico, veraz, sincero em todas as suas obras. Na sua conduta deve transparecer um espírito: o de Cristo. Se alguém tem neste mundo a obrigação de mostrar-se consequente, é o cristão, porque recebeu em depósito, para fazer frutificar esse dom, a verdade que liberta e salva. Padre, perguntar-me-eis, e como conseguirei essa sinceridade de vida? Jesus Cristo entregou à sua Igreja todos os meios necessários: ensinou-nos a rezar, a conviver com o Seu Pai Celestial; enviou-nos o Seu Espírito, o Grande Desconhecido, que actua na nossa alma; deixou-nos esses sinais visíveis da graça que são os sacramentos. Usa-os. Intensifica a tua vida de piedade. Faz oração todos os dias. E não afastes nunca os teus ombros do peso gostoso da Cruz do Senhor.

Foi Jesus quem te convidou a segui-lo como bom discípulo, com o fim de realizares a tua passagem pela terra semeando a paz e a alegria que o mundo não pode dar. Para isso – insisto – tens de andar sem medo à vida e sem medo à morte, sem fugir a todo o custo da dor que, para o cristão, é sempre um meio de purificação e ocasião de amar verdadeiramente.

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

Nocturne Op. 9, No. 2" guitarra



selecção ALS

11/03/2012

Ecce beatam lucem

Jonathan Dove - Wells Cathedral Choir


selecção ALS

Critério

Reflectindo



De todo aquele em quem brilha alguma graça uns dizem que é bom e outros que não o é, mas que engana a gente. Que isto se diga de Deus serve de consolação para todo aquele cristão de quem se diga o mesmo. [i]


[i] S. agostinho, In Ioannis Evangelium exposito, 28, 12

Leitura Espiritual para 11 Mar 2012

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.




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Dispostos a uma nova rectificação

Textos de São Josemaria Escrivá

Os teus parentes, os teus colegas, os teus amigos, vão notando a diferença, e reparam que a tua mudança não é uma mudança passageira; que já não és o mesmo. Não te preocupes. Para a frente! Cumpre o "vivit vero in me Christus" – agora é Cristo quem vive em ti! (Sulco, 424)

Qui habitat in adiutorio Altissimi in protectione Dei coeli commorabitur – Habitar sob a protecção de Deus, viver com Deus: eis a arriscada segurança do cristão. É necessário convencermo-nos de que Deus nos ouve, de que está sempre solícito por nós, e assim se encherá de paz o nosso coração. Mas viver com Deus é indubitavelmente correr um risco, porque o Senhor não Se contenta compartilhando; quer tudo. E aproximar-se d'Ele um pouco mais significa estar disposto a uma nova rectificação, a escutar mais atentamente as suas inspirações, os santos desejos que faz brotar na nossa alma, e a pô-los em prática.
Desde a nossa primeira decisão consciente de viver integralmente a doutrina de Cristo, é certo que avançámos muito pelo caminho da fidelidade à sua Palavra. Mas não é verdade que restam ainda tantas coisas por fazer? Não é verdade que resta, sobretudo, tanta soberba? É precisa, sem dúvida, uma outra mudança, uma lealdade maior, uma humildade mais profunda, de modo, que, diminuindo o nosso egoísmo, cresça em nós Cristo, pois illum oportet crescere, me autem minui, é preciso que Ele cresça e que eu diminua.
Não é possível deixar-se ficar imóvel. É necessário avançar para a meta que S. Paulo apontava: não sou eu quem vive; é Cristo que vive em mim. A ambição é alta e nobilíssima: a identificação com Cristo, a santidade. Mas não há outro caminho, se se deseja ser coerente com a vida divina que, pelo Baptismo, Deus fez nascer nas nossas almas. O avanço é o progresso na santidade; o retrocesso é negar-se ao desenvolvimento normal da vida cristã. Porque o fogo do amor de Deus precisa de ser alimentado, de aumentar todos os dias arreigando-se na alma; e o fogo mantém-se vivo queimando novas coisas. Por isso, se não aumenta, está a caminho de se extinguir. (Cristo que passa, 58)


© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

Não é tão simples 3

Este sentido equivale à convicção de que tudo quanto nos acontece, é querido o permitido pelo Senhor sempre para nosso bem. E isto significa que tudo o que nos chega já está contemplado nos planos de Deus; o que Deus, respeitando a liberdade das pessoas, ajuda-nos a incorpora-lo no trabalho no qual cada um somos insubstituíveis em ordem à própria plenitude.

Saber que a plenitude é fruto da constante superação em ordem ao cumprimento da vontade de Deus; e, por tanto, saber que só o cumprimento da vontade de Deus é a fonte de nossa santificação e da conseguinte felicidade eterna em o amor pleno, constitui um motivo de felicidade. Esse motivo coincide com a segurança de que tudo é caminho do bem, e de que em cada passo desse caminho, Deus nos ajuda. A esperança e a confiança, abrem a alma à paz interior que é a companheira inseparável da felicidade.

(mons. garcía aracil, trad ama)

Tratado Dos Anjos 3



Questão 50:


Da substância dos anjos em absoluto


Art. 2 — Se o anjo é composto de matéria e forma.

(I Sent., dist. VIII, a. 5, a. 2; II, dist. III, q. 1, a. 1; II Cont. Gent., cap L, LI; De Spirit. Creat., a. 1; Quodl. III, q. 8, IX, q. 4, a. 1; Compend. Theol., cap. LXXIV; Opusc. XV, De Angelis, cap. V seqq.; cap. XVIII; De Ent. et Ess., cap. V).

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Evangelho do dia e comentário



Quaresma -  III Semana

Evangelho: Jo 2, 13-25

13 Estava próxima a Páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. 14 Encontrou no templo vendedores de bois, ovelhas e pombas, e os cambistas sentados às suas mesas. 15 Tendo feito um chicote de cordas, expulsou-os a todos do templo, e com eles as ovelhas e os bois, deitou por terra o dinheiro dos cambistas e derrubou as suas mesas.16 Aos que vendiam pombas disse: «Tirai isto daqui, não façais da casa de Meu Pai casa de comércio». 17 Então lembraram-se os Seus discípulos do que está escrito: “O zelo da Tua casa Me consome”. 18 Tomaram então a palavra os judeus e disseram-Lhe: Que sinal nos mostras para assim procederes?». 19 Jesus respondeu-lhes: «Destruí este templo e o reedificarei em três dias». 20 Replicaram os judeus: «Este templo foi edificado em quarenta e seis anos, e Tu o reedificarás em três dias?». 21 Ora Ele falava do templo do Seu corpo. 22 Quando, pois, ressuscitou dos mortos os Seus discípulos lembraram-se do que Ele dissera e acreditaram na Escritura e nas palavras que Jesus tinha dito. 23 Estando em Jerusalém pela festa da Páscoa, muitos acreditaram no Seu nome vendo os milagres que fazia. 24 Mas Jesus não Se fiava neles, porque os conhecia a todos, 25 e não necessitava de que Lhe dessem testemunho de homem algum, pois sabia por i mesmo o que há em cada homem.

Comentário:

Como nos comportamos na Casa de Deus?

Com contenção, respeito?

A nossa primeira atenção vai para o Sacrário cumprimentando o Senhor dirigindo-lhe um primeiro e breve acto de adoração?

Fazemos, depois, uma genuflexão bem-feita ou, impedidos de a fazer, inclinamo-nos reverentemente em frente do Sacrário?

Chegamos à Igreja a tempo das cerimónias litúrgicas nomeadamente a Santa Missa, se possível - e quase sempre é possível - com uns minutos de antecipação, até por respeito e consideração para com os outros e, principalmente, o celebrante?

Enquanto ali permanecemos tentamos de facto participar prestando atenção às cerimónias, aos actos de culto, participando – caso da Santa Missa – com plena consciência do que estamos a fazer?

Somos dos primeiros a sair nem esperando que o celebrante abandone o altar?

Em resumo: fomos à Igreja para estar com o Senhor, prestar-lhe culto e adoração, abrindo-lhe o coração e a mente, pedindo, agradecendo… orando, numa palavra?

(ama, comentário sobre Jo 2, 13-22, 2010.11.10)

10/03/2012

Leitura Espiritual para 10 Mar 2012

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.




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Sobre o casamento 10

S. Josemaria responde a dez perguntas sobre o matrimónio, o amor, o namoro, a fidelidade, a educação dos filhos, os principais valores para conseguir a unidade familiar, o que acontece quando não se têm filhos…

Fala da unidade familiar como sendo de um grande valor. Como é que o Opus Dei não organiza actividades de formação espiritual onde possam participar marido e mulher?

Nisto, como em tantas outras coisas, nós os cristãos temos a possibilidade de escolher entre várias soluções, de acordo com as preferências ou opiniões próprias, sem que ninguém possa pretender impor-nos um sistema único. É preciso fugir, como da peste, dessa maneira de conceber a pastoral e, em geral, o apostolado, que não parece mais do que uma nova edição, corrigida e aumentada, do partido único na vida religiosa.

Sei que há grupos católicos que organizam retiros espirituais e outras actividades formativas para casais. Parece-me muitíssimo bem que, usando da sua liberdade, façam o que consideram conveniente e que também vão a essas actividades os que encontram nelas um meio que os ajuda a viver melhor a sua vocação cristã. Mas considero que não é essa a única possibilidade e nem sequer é evidente que seja a melhor.

Há muitas facetas da vida eclesial que os casais, e inclusivamente toda a família, podem e, às vezes, devem viver juntos, como seja a participação no Sacrifício Eucarístico e em outros actos do culto. Penso, no entanto, que determinadas actividades de formação espiritual são mais eficazes se a elas forem separadamente o marido e a mulher. Por um lado, afirma-se mais o carácter fundamentalmente pessoal da própria santificação, da luta ascética, da união com Deus, que depois reverterá a favor dos outros, mas onde a consciência de cada um não pode ser substituída. Por outro lado, assim é mais fácil adequar a formação às exigências e às necessidades pessoais de cada um, e inclusivamente à sua própria psicologia. Isto não quer dizer que, nessas actividades, se prescinda do estado matrimonial dos assistentes - nada mais longe do espírito do Opus Dei.

Há quarenta anos que venho dizendo de palavra e por escrito que cada homem, cada mulher, tem de se santificar na sua vida habitual, nas condições concretas da sua existência quotidiana; que, portanto, os esposos têm de se santificar vivendo com perfeição as suas obrigações familiares. Nos retiros espirituais e em outros meios de formação que o Opus Dei organiza e aos quais assistem pessoas casadas, procura-se sempre que os esposos tomem consciência da dignidade da sua vocação matrimonial e que com a ajuda de Deus se preparem para vivê-la melhor.

Em muitos aspectos, as exigências e as manifestações práticas do amor conjugal são diferentes para o homem e para a mulher. Com meios de formação específicos, pode-se ajudar cada um a descobri-los eficazmente na realidade da sua vida, de modo que essa separação de umas horas ou de uns dias fá-los estar mais unidos e amarem-se mais e melhor ao longo de todo o outro tempo, com um amor também cheio de respeito.

Repito que nisto não pretendemos sequer que o nosso modo de actuar seja o único bom, ou que toda a gente o deva adoptar. Parece-me simplesmente que dá muito bons resultados e que há razões sólidas - além de uma longa experiência - para proceder assim, mas não ataco a opinião contrária.

Além disso, devo dizer que, se no Opus Dei seguimos este critério para determinadas iniciativas de formação espiritual, em variadíssimas actividades de outro género os casais participam e colaboram como tais. Penso, por exemplo, no trabalho que se faz com os pais dos alunos em colégios dirigidos por membros do Opus Dei, nas reuniões, conferências, tríduos, etc., especialmente dedicados aos pais dos estudantes que vivem em Residências dirigidas pela Obra.

Como vê, quando a natureza da actividade requer a presença do casal, são marido e mulher quem participa nestes trabalhos. Mas este tipo de reuniões e iniciativas é diferente dos que se dirigem directamente à formação espiritual pessoal.

(s. josemaria, Temas actuais do cristianismo, 99)

Não é tão simples 2

A autêntica felicidade, essa que não sucumbe ante a dor, ante a prova, ante o fracasso humano, ante o cansaço, ante a escuridão que costuma esconder-nos a visão estimulante do que se nos escapa; essa felicidade, é dom de Deus. Como tal é e deve ser acolhida com gratidão e com o compromisso vinculativo de a cultivar bebendo nas fontes donde brota.
Essa felicidade verdadeira, que não está ao sabor dos acontecimentos e dos sentimentos ou das emoções, é fundamentalmente fruto de um encontro na transcendência, mais para além do sensível e perceptível, mais interior que exteriorizada, e mais permanente que flutuante.

A felicidade capaz de encher o coração e serenar o espírito, brota de um encontro pessoal e amoroso; do encontro com o Senhor, da experiencia de Deus.
Esse encontro, que não é episódico nem isolado, mas frequente e cuidado com esmero e carinho, leva a tal compenetração com Jesus Cristo, que ainda que sem sentir a emoção do agradável, ajuda a viver com a paz interior; com essa paz que supera as adversidades, sofrendo-as com o convencimento de que têm um sentido muito profundo e valioso; o sentido de nossa vinculação à cruz de Jesus Cristo, na qual está cravada a salvação do mundo; e, portanto, o sentido da própria vida.

(mons. garcía aracil, trad ama)

Tratado Dos Anjos 2



Questão 50: 
Da substância dos anjos em absoluto


Art. 1 — Se o anjo é absolutamente incorpóreo.

(II Cont. Gent.., cap. XLVI, XLXIX; Opusc. XV, De Angelis, cap. XVIII).





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Cruz: seu peso

Reflectindo





Pondera frequentemente o peso da Cruz e ele tornar-se-á insuportável. [i]


[i] Rafael Llano cifuentes, Fortaleza, temas Cristãos Quadrante S. Paulo 1991 nr. 41

Divertimento

Mozart - Salzburg


selecção ALS