11/05/2012

Leitura espiritual para 11 Mai 2012


Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.




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Não te assustes ao veres-te tal como és

Textos de S. Josemaria


Não necessito de milagres; bastam-me os que há na Escritura. – Pelo contrário, faz-me falta o teu cumprimento do dever, a tua correspondência à graça. (Caminho, 362)

Repitamos com a palavra e com as obras: Senhor, confio em Ti, basta-me a tua providência ordinária, a tua ajuda de cada dia. Não temos por que pedir a Deus grandes milagres. Temos de lhe suplicar, pelo contrário, que aumente a nossa fé, que ilumine a nossa inteligência, que fortaleça a nossa vontade. Jesus está sempre junto de nós e permanece fiel.
Desde o começo da minha pregação, preveni-vos contra um falso endeusamento. Não te assustes ao veres-te tal como és: assim, feito de barro. Não te preocupes. Porque, tu e eu somos filhos de Deus, – este é o endeusamento bom – escolhidos desde a eternidade, com uma vocação divina: escolheu-nos o Pai, por Jesus Cristo, antes da criação do mundo, para que sejamos santos diante dele. Nós, que somos especialmente de Deus, seus instrumentos apesar da nossa pobre miséria pessoal, seremos eficazes se não perdermos o conhecimento da nossa fraqueza. As tentações dão-nos a dimensão da nossa própria fraqueza.
Se sentimos desalento ao experimentar – talvez de um modo particularmente vivo – a nossa mesquinhez, é o momento de nos abandonarmos por completo, com docilidade, nas mãos de Deus. Conta-se que, certo dia, um mendigo saiu ao encontro de Alexandre Magno, pedindo uma esmola. Alexandre parou e ordenou que o fizessem senhor de cinco cidades. O pobre, confundido e atordoado, exclamou: eu não pedia tanto! E Alexandre respondeu: tu pediste como quem és; eu dou-te como quem sou. (Cristo que passa, 160)


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11

Pensamentos inspirados à procura de Deus




Vive da Eucaristia
 e terás em ti a alegria.
jma

Tratado dos Anjos 37

Questão 58: Do modo do conhecimento angélico. 6

Sole mio

Sole mio - Pavarotti - Bryan Adams


Evangelho do dia e comentário






Tempo de Páscoa

V Semana 

Evangelho: Jo 15, 12-17

12 «O Meu preceito é este: Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei.13 Não há maior amor do que dar a própria vida pelos seus amigos.14 Vós sois Meus amigos se fizerdes o que vos mando.15 Não mais vos chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de Meu Pai.16 Não fostes vós que Me escolhestes, mas fui Eu que vos escolhi, e vos destinei para que vades e deis fruto, e para que o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo o que pedirdes a Meu Pai em Meu nome, Ele vo-lo conceda.17 Isto vos mando: Amai-vos uns aos outros.

Comentário:

Mais uma vez Jesus confirma que o Pai nos dará quanto Lhe pedirmos em Seu Nome!

E o que pedir em nome de Jesus?

Evidentemente, aqui reside a questão...

Jesus não pode querer nada que não seja conveniente para nós e, essa conveniência, só Ele a conhece.

Portanto, quando pedirmos algo é bom acrescentar: "se for da Tua vontade" e assim estaremos seguros de pedir como convém.

(ama, comentário sobre Jo 15, 12-17, 2011.05.27)

10/05/2012

Leitura espiritual para 10 Mai 2012


Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.




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Quem é S. Josemaria e o que significa o Opus Dei




Tratado dos Anjos 36

Questão 58: Do modo do conhecimento angélico. 5

All for Love

All for Love -Bryan Adams - Rod Stewart - Sting 


Evangelho do dia e comentário






Tempo de Páscoa

V Semana 

Evangelho: Jo 15, 9-11

9 Como o Pai Me amou, assim Eu vos amei. Permanecei no Meu amor. 10 Se observardes os Meus preceitos, permanecereis no Meu amor, como Eu observei os preceitos de Meu Pai e permaneço no Seu amor. 11 Disse-vos estas coisas, para que a Minha alegria esteja em vós e para que a vossa alegria seja completa.

Meditação:

«Alegria completa» sim a alegria dos filhos de Deus, a alegria do amor.

Que maior razão haverá para estar - sempre - alegre que a evidência da minha filiação divina?

Que outro motivo mais óbvio para a alegria que o amor que Deus me tem e o amor que Lhe dedico?

Que esta alegria seja real, constante e, mais, contagie quem se cruza comigo nos caminhos da vida.

(ama, meditação sobre Jo 15, 9-11, 2011.05.26)

09/05/2012

Leitura espiritual para 09 Mai 2012


Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.




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Frequenta o convívio do Espírito Santo


Textos de S. Josemaria

Frequenta o convívio do Espírito Santo – o Grande Desconhecido – que é Quem te há-de santificar. Não esqueças de que és templo de Deus. – O Paráclito está no centro da tua alma: ouve-O e segue docilmente as Suas inspirações. (Caminho, 57)

A força e o poder de Deus iluminam a face da Terra. O Espírito Santo continua a assistir à Igreja de Cristo, para que ela seja – sempre e em tudo – sinal erguido diante das nações, anunciando à Humanidade a benevolência e o amor de Deus. Por maiores que sejam as nossas limitações, nós, homens, podemos olhar com confiança para os Céus e sentir-nos cheios de alegria: Deus ama-nos e liberta-nos dos nossos pecados. A presença e a acção do Espírito Santo na Igreja são o penhor e a antecipação da felicidade eterna, dessa alegria e dessa paz que Deus nos prepara. (...).
Mas esta nossa fé no Espírito Santo deve ser plena e completa. Não é uma crença vaga na sua presença no mundo; é uma aceitação agradecida dos sinais e realidades a que quis vincular a sua força de um modo especial. Quando vier o Espírito de Verdade – anunciou Jesus – Ele Me glorificará, porque receberá do que é meu e vo-lo anunciará. O Espírito Santo é o Espírito enviado por Cristo, para operar em nós a santificação que Ele nos mereceu para nós na Terra.
É por isso que não pode haver fé no Espírito Santo, se não houver fé em Cristo, na doutrina de Cristo, nos sacramentos de Cristo, na Igreja de Cristo. Não é coerente com a fé cristã, não crê verdadeiramente no Espírito Santo, quem não ama a Igreja, quem não tem confiança nela, quem se compraz apenas em mostrar as deficiências e limitações dos que a representam, quem a julga por fora e é incapaz de se sentir seu filho. (Cristo que passa, 128 – 130)


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Estupidez

Há épocas em que se dispensam certos rigores e esta é uma delas.
Nos últimos dias duas notícias causaram particular choque: as câmaras de Lisboa e Porto que ameaçam de despejo ocupantes de edifícios devolutos, caso os ditos “okupas” não paguem uma renda simbólica ao município; e a ameaça de algumas universidades anularem licenciaturas a estudantes com propinas em atraso.

Não sendo defensora da anarquia, parece-me que, no tempo em que estamos, existiriam outras formas de angariar dinheiro e de autarquias e universidades procurarem fazer face às adversidades.

Para exercer autoridade é preciso bom senso, aplicar as regras de acordo com as circunstâncias, não de forma cega e sobretudo procurar soluções e não juntar mais problemas aos problemas.

Perseguir os pobres neste momento, além de ser imoral, também é estúpido.

Raquel Abecasis in Página 1

Heaven

Brian Adams - Heaven


Evangelho do dia e comentário






Tempo de Páscoa

V Semana 

Evangelho: Jo 15, 1-8

1 «Eu sou a videira verdadeira, e Meu Pai é o agricultor. 2 Todo o ramo que não dá fruto em Mim, Ele o cortará; e todo o que der fruto, podá-lo-á, para que dê mais fruto. 3 Vós já estais limpos em virtude da palavra que vos anunciei. 4 Permanecei em Mim e Eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode por si mesmo dar fruto se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em Mim. 5 Eu sou a videira, vós os ramos. Aquele que permanece em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer. 6 Se alguém não permanecer em Mim, será lançado fora como o ramo, e secará; depois recolhê-lo-ão, lançá-lo-ão no fogo e arderá. 7 Se permanecerdes em Mim, e as Minhas palavras permanecerem em vós, pedireis tudo o que quiserdes e ser-vos-á concedido. 8 Nisto é glorificado Meu Pai: Em que vós deis muito fruto e sejais Meus discípulos.

Comentário:

Como sempre, Jesus serve-se de imagens da vida corrente de todos os dias para que, aqueles que O ouvem, entendam melhor o que quer transmitir-lhes.
A mensagem de Cristo, exposta deste modo, não pode ser mais clara para aqueles homens habituados aos trabalhos do campo.
Ninguém poderá dizer que não entendeu.
Nós também, percebemos perfeitamente o que o Senhor diz:
Que temos de estar unidos a Ele - como os sarmentos estão unidos à cepa - para que possamos viver de facto.
Que por vezes, há que "cortar" o que está em excesso - tal como podamos as nossas vides - para que possamos viver melhor.
Custa sempre um pouco podar.
Quer chova ou faça sol, chegada a altura, não podemos adiar essa tarefa de podar as nossas vinhas.
Por muito trabalho e despesa que nos cause nunca, ano após ano, nunca adiamos esse trabalho porque, sabemo-lo bem, se o não fizermos a tempo, com o cuidado e diligência devidos, arriscamos a que, nesse ano, haja pouco fruto e de má qualidade e a vindima será um fracasso.

Eu pergunto-me a mim mesmo, e pergunto a todos, se não terá chegado também o tempo de procedermos a uma "poda" criteriosa na nossa vida?

Andamos assim, como que cheios de sarmentos, que são os pequenos defeitos, alguns viciozitos, umas teimosias, que não nos servem para nada, que nos embaraçam constantemente no caminho e, sobretudo, impedem muitas vezes, que façamos algumas coisas boas, que... demos frutos.
E não nos decidimos a cortá-los, a acabar com eles de uma vez; talvez porque já sabemos que - tal como nas videiras - tornarão a crescer, ou porque fazê-lo implica algum sacrifício, ou porque esperamos uma ocasião mais propícia, ou, por um sem número de razões que sempre vamos encontrando.
Corremos o risco de nos tornarmos um amontoado informe de critérios, opiniões, vícios, tendências ou hábitos que nos tornam numa enorme videira cheia de ramos e folhas, mas sem cachos cheios e bem maduros.
Sabemos muito bem que não precisamos de ser nenhuns ‘especialistas’ para esta ‘poda’ pessoal, toda a gente sabe o que tem de cortar e o que tem de endireitar e guiar.
Mas, não obstante, é sempre útil colher alguma opinião mais competente, porque poderá convir que essa "poda" seja feita por fases, para ser mais eficaz e duradoura.

Na presença do dono da vinha - como Jesus tantas vezes chamou ao Seu e nosso Pai - devemos propor-nos essa tarefa, sem demora e com determinação e, recorrendo à direcção espiritual, solicitar o conselho sobre a forma mais adequada de proceder a essa tarefa.

Disse «sem demora» porque não temos muito tempo.
Esta vida terrena é muito breve e temos de aproveitar todos os dias, todos os momentos, de que dispomos para produzir o máximo e o melhor que podermos; para produzirmos todos os frutos que o dono da vinha espera colher, quando vier vindimar.

Agora, em pleno mês de Maio, nas vésperas de mais um aniversário das aparições de Nossa Senhora em Fátima, é um tempo óptimo, para essa tarefa.

(ama, Palestras no Minho, 1993)

Pensamentos inspirados à procura de Deus




Só uma coisa vence a dor.
O divino e profundo amor
jma

Tratado dos Anjos 35


Questão 58: Do modo do conhecimento angélico. 4

08/05/2012

Oh Lord You´re Beautiful

Jesus Culture Consumed 

Oh Lord You´re Beautiful

Deus ama quem dá com alegria


Textos de S. Josemaria

Sofres! – Pois olha: "Ele" não tem o coração mais pequeno do que o nosso. – Sofres? É porque convém. (Caminho, 230)

Advirto-te que as grandes penitências são compatíveis também com as quedas espalhafatosas, provocadas pela soberba. Em contrapartida, com esse desejo contínuo de agradar a Deus nas pequenas batalhas pessoais – como sorrir quando não se tem vontade: asseguro-vos, aliás, que em certas ocasiões torna-se mais custoso um sorriso do que uma hora de cilício – é difícil alimentar o orgulho, a ridícula ingenuidade de nos considerarmos heróis notáveis: ver-nos-emos como uma criança que apenas consegue oferecer ninharias ao seu pai, que as recebe, no entanto, com imensa alegria.
Então, um cristão há-de ser sempre mortificado? Sim, mas por amor. (…)Talvez até agora não nos tivéssemos sentido urgidos a seguir tão de perto os passos de Cristo. Talvez não nos tivéssemos apercebido de que podemos unir ao seu sacrifício reparador as nossas pequenas renúncias: pelos nossos pecados, pelos pecados dos homens de todas as épocas, por esse trabalho malvado de Lúcifer que continua a opor a Deus o seu non serviam! Como nos atreveremos a clamar sem hipocrisia: Senhor, doem-me as ofensas que ferem o teu Coração amabilíssimo, se não nos decidimos a privar-nos de uma ninharia ou a oferecer um sacrifício minúsculo em honra do seu Amor? A penitência – verdadeiro desagravo – lança-nos pelo caminho da entrega, da caridade. Entrega para reparar e caridade para ajudar os outros, como Cristo nos ajudou a nós.
De agora em diante, tende pressa de amar. O amor impedir-nos-á a queixa e o protesto. Porque com frequência suportamos a contrariedade, sim; mas lamentamo-nos; e então, além de desperdiçar a graça de Deus, cortamos-lhe as mãos para futuros pedidos. Hilarem enim datorem diligit Deus. Deus ama o que dá com alegria, com a espontaneidade que nasce de um coração enamorado, sem os espalhafatos de quem se entrega como se prestasse um favor. (Amigos de Deus, nn. 139–140)


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