18/06/2011

João Paulo II e o Opus Dei

Entrevista com D. Javier Echevarría, prelado do Opus Dei, por ocasião da beatificação de João Paulo II.

- João Paulo II quis rezar diante dos restos mortais de D. Álvaro no dia da sua morte. Poderia contar algo daqueles momentos?


- Em 11 de Março 1994, no seu 80º aniversário, D. Álvaro recebeu um texto autógrafo de João Paulo II, escrito sobre uma fotografia: “Ao venerado e querido irmão Álvaro del Portillo, que com a alma agradecida ao Senhor, celebra o seu octogésimo aniversário, expressando-lhe o meu vivo apreço pelo seu fiel trabalho ao serviço da Igreja, e implorando abundantes graças celestiais para um ministério ainda longo e rico em frutos, concedo-lhe, do coração, uma especial bênção apostólica, tornando-a extensiva, com afecto, a todos os sacerdotes e leigos da Prelatura”.



Na tarde de 22 de Março de 1994 tínhamos regressado de uma peregrinação à Terra Santa e passadas poucas horas, na madrugada do dia 23, o Senhor chamou a Si o Prelado do Opus Dei. Comuniquei a notícia a D. Stanislaw Dziwisz, secretário particular de João Paulo II, pelas seis e meia da manhã. D. Stanislaw disse-me que a comunicaria ao Santo Padre e que encomendariam a Deus na Missa o eterno descanso do Prelado. Tivemos a amável surpresa de que, por volta das dez horas da manhã, ligou o Perfeito da Casa Pontifícia, Mons. Monduzzi, para informar que o Santo Padre desejava ir à tarde à sede da Cúria Prelatícia, para rezar diante do corpo de D. Álvaro. Não me detenho em pormenores dessa visita, mas quero assinalar o interesse manifestado por João Paulo II. Perguntou-me a que hora e onde tinha celebrado D. Álvaro a sua última Missa, porque sabia que tinha regressado a Roma no dia anterior. Quando lhe respondi que às onze da manhã, na igreja do Cenáculo, surpreendeu-me que o Papa fizesse rapidamente o cálculo entre a hora da Santa Missa e a da sua ida para o Céu. No final agradeci-lhe a visita, tão insólita, mas o Papa atalhou dizendo: “Era um dever, era um dever”.


michele dolz, Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet, 2011/05/16
2011.06.18

Criação, Fé e Ciência

Caminho e Luz
Amar na saúde, amar na doença.

Existe uma estranha relação entre o amor e a doença. E ao dizer, amor não me estou referindo unicamente ao que existe entre as pessoas mas essencialmente, entre estas e o Senhor. 

O amor, como sabemos pertence à ordem do espírito, é a essência do espiritual, porque, como nos diz S. João:

“Deus é amor, e o que vive não amor permanece em Deus, e Deus nele” (1 Jo 4, 16). O amor não é matéria. 

Por outro lado a doença é um desarranjo da matéria do nosso corpo, o qual pertence ao mundo do visível e o amor pertence ao mundo do invisível e apesar disto o amor e a doença encontram-se vinculados.

juan do carmelo, [i] ReligionenLibertad, 2011.04.30, trad ama    




[i] Juan do Carmelo não é quem dice ser. O melhor dicho, é quem é, mas prefiere presentarse em seu alter ego Juan do Carmelo que não é mais que um seglar que, a finales de os anhos 80, experimentó a llamada de Deus e se vinculó ao Carmelo Teresiano. Ha publicado libros de espiritualidad como «Mosaico espiritual», «Santidad em o Pontificado», o «Em as manos de Deus» Como o cortés não quita o valiente é, além do mais, um empresario de éxito. E nos acompanha, con sencillez e hondura, desde «O blog de Juan do Carmelo»

Ética Natural: As adições

 É T I C A
A escravidão da adição sexual
A vida dos que entram no negócio da pornografia como objectos (deixando-se fotografar ou filmar em situações degradantes) fica marcada para sempre. O consumidor de pornografia é cooperador na corrupção destas pessoas (sem tirar a responsabilidade dos que vendem os seus corpos aos olhares alheios).
De qualquer modo, a imensa maioria dos adictos à pornografia são inconscientes desta carga de sofrimento que impõem a outras pessoas, por isso o distinguimos do voyeurismo parafílico (quinto nível).
Segundo nível: adição a diversos modos de contacto sexual sem fins de lucro. Podemos enumerar:

Adição à fornicação.

Adição a conversações eróticas (pessoais ou telefónicas).

Adição ao «chat» com fins sexuais.
luis ignacio batista, ConoZe, trad ama

Responsabilidade

Conta, peso e medida


Responsabilidade ante quem?



O homem responde pelos seus actos ante quem é capaz de dictar-lhe normas, e isto podem fazê-lo Deus (responsabilidade moral), o próprio (juízo de consciência) e outros homens. Por sua vez, a responsabilidade ante os demais pode ser de vários tipos: responsabilidade jurídica (ante as leis civis), familiar-doméstica (ante a família), laboral, etc.



Ideasrapidas, trad ama

2011.06.18

Sobre a família 86

Educar em liberdade


Dar confiança e animar, com paciência, dá os melhores resultados.

Mesmo no caso extremo, quando o filho toma uma decisão que os pais têm fortes motivos para julgar errada e até para prever que seja  origem de infelicidade, a solução não está na violência mas em compreender e – mais de uma vez – em saber permanecer a seu lado para ajudá-lo a superar as dificuldades e, se fosse necessário, para extrair daquele mal todo o bem possível. [i]

Em qualquer caso, a tarefa formativa consiste em procurar que as pessoas queiram; ou seja, em fornecer os instrumentos intelectuais e morais para que cada um seja capaz de fazer o bem pelo seu próprio convencimento.
SABER CORRIGIR
Respeitar a pessoa e a sua liberdade não significa aceitar como válido tudo o que a pessoa pense ou faça. Os pais devem dialogar com os filhos sobre o que é bom e o que é melhor e, nalguma circunstância, inevitavelmente deverão ter a valentia de corrigir com a energia necessária. Eles, que não só respeitam os filhos mas os amam, não toleram um comportamento qualquer.
j.m. barrio
© 2011, Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet


[i] S. Josemaria, Temas Actuais do Cristianismo, n. 104.

Perguntas e respostas sobre Jesus de Nazaré. 18

Jesus de NazaréO santo sudário de Turim envolveu realmente o corpo de Jesus?


“Enquanto os Sinópticos falam simplesmente de um lençol, em particular, João fala de ‘vendas’ de linho (cf. 19,40), no plural, como os judeus costumavam fazer na sepultura. (…) Aqui não entramos na questão sobre a concordância com o sudário de Turim; em todo o caso, o aspecto da dita relíquia é fundamentalmente conciliável com ambas as versões”


55 Preguntas y respuestas sobre Jesús de Nazaret, extraídas del libro de Joseph Ratzinger-Benedicto XVI: “Jesús de Nazaret. Desde la Entrada en Jerusalén hasta la Resurrección”, Madrid 2011, Ediciones Encuentro. Pag. 126, marc argemí, trad. ama

Evangelho do dia e comentário








T. Comum– XI Semana






Evangelho: Mt 6, 24-34

24 «Ninguém pode servir a dois senhores: porque ou há-de odiar um e amar o outro, ou há-de afeiçoar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas. 25 «Portanto vos digo: Não vos preocupeis, nem com a vossa vida, acerca do que haveis de comer, nem com o vosso corpo, acerca do que haveis de vestir. Porventura não vale mais a vida que o alimento, e o corpo mais que o vestido? 26 Olhai para as aves do céu que não semeiam, nem ceifam, nem fazem provisões nos celeiros, e, contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura não valeis vós muito mais do que elas? 27 Qual de vós, por mais que se afadigue, pode acrescentar um só côvado à duração da sua vida? 28 «E porque vos inquietais com o vestido? Considerai como crescem os lírios do campo: não trabalham nem fiam.29 Digo-vos, todavia, que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles. 30 Se, pois, Deus veste assim uma erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé? 31 Não vos aflijais, pois, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? 32 Os gentios é que procuram com excessivo cuidado todas estas coisas. Vosso Pai sabe que tendes necessidade delas. 33 Buscai, pois, em primeiro lugar, o reino de Deus e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo. 34 Não vos preocupeis, pois, pelo dia de amanhã; o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia bastam os seus trabalhos.

Comentário:

Chegamos facilmente à conclusão que o dia que realmente nos deve interessar é aquele que vivemos.

Planos, propósitos para o futuro, sim, convém fazê-los tendo em conta sobretudo no que vivemos nos dias que já passaram, mas, esses planos, intenções e propósitos devem começar hoje, agora, se não corremos o enorme risco de nem sequer lhes dar início.

(ama, comentário sobre Mt 6, 24-34, 2011.02.27)

17/06/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos


Falas-me de sacrifícios!

É uma boa coisa para qualquer pessoa e, muito mais, para um cristão.

Quem tem por hábito não se negar nada acaba sempre por não ter gosto naquilo que recebe.


ama , 2011.06.17

Fátima

Assistir à procissão das velas em Fátima em visão panorâmica:


http://www.digisfera.pt/procissao-das-velas-em-fatima