18/10/2017

Quantos comerciantes terão sido santos?

Está a ajudar-te muito, dizes-me, este pensamento: desde os primeiros cristãos, quantos comerciantes terão sido santos? E queres demonstrar que também agora isso é possível... O Senhor não te abandonará nesse empenho. (Sulco, 490)

O único objectivo do Opus Dei sempre foi este: contribuir para que, no meio do mundo, das realidades e afãs seculares, homens e mulheres de todas as raças e de todas as condições sociais procurem amar e servir a Deus e a todos os outros, no seu trabalho ordinário e através dele. (...).


Se alguma comparação se quer fazer, a maneira mais fácil de entender o Opus Dei é pensar na vida dos primeiros cristãos. Eles viviam profundamente a sua vocação cristã; procuravam muito a sério a perfeição a que eram chamados, pelo facto, ao mesmo tempo simples e sublime, do Baptismo. Não se distinguem exteriormente dos outros cidadãos. Os membros do Opus Dei são como toda a gente: realizam um trabalho corrente; vivem no meio do mundo conforme aquilo que são – cidadãos cristãos que querem responder inteiramente às exigências da sua fé. (Temas Actuais do Cristianismo, 10 e 24)

Evangelho e comentário

Tempo Comum

São Lucas - Evangelista

Evangelho: Lc 10, 1-9

1 Depois disto, o Senhor designou outros setenta e dois discípulos e enviou-os dois a dois, à sua frente, a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir. 2 Disse-lhes: «A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe. 3 Ide! Envio-vos como cordeiros para o meio de lobos. 4 Não leveis bolsa, nem alforge, nem sandálias; e não vos detenhais a saudar ninguém pelo caminho. 5 Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz esteja nesta casa!’ 6 E, se lá houver um homem de paz, sobre ele repousará a vossa paz; se não, voltará para vós. 7 Ficai nessa casa, comendo e bebendo do que lá houver, pois o trabalhador merece o seu salário. Não andeis de casa em casa. 8 Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei do que vos for servido, 9 curai os doentes que nela houver e dizei-lhes: ‘O Reino de Deus já está próximo de vós.’

Comentário:

A estes setenta e dois hão-de seguir-se, ao longo dos tempos, muitos milhares que irão a todos os recantos do mundo levar a palavra de Deus.

Ainda neste último Natal - 2016 - numa pequena povoação perdida nos desertos da Mongólia se celebrou a Santa Missa quer na véspera quer no próprio dia.

O celebrante - para uma escassa assistência de umas dezenas de pessoas - foi um sacerdote oriundo Nigéria!

Sim, um missionário que veio de milhares de quilómetros de distância para alimentar com a palavra a celebração a fé desses cristãos.

E ficamos nós, todos os cristãos, algo envergonhados pela resistência que muitas vezes manifestemos quando se trata de fazer apostolado quase pé da nossa porta!


(AMA, comentário sobre Lc 10 1-9, Carvide, 24.01.2017) 







Tratado da vida de Cristo 178

Questão 57: Da Ascensão de Cristo

Art. 6 — Se a ascensão de Cristo é a causa da nossa salvação.

O sexto discute-se assim. — Parece que a ascensão de Cristo não é a causa da nossa salvação.

1. — Pois, Cristo foi à causa da nossa salvação, por a ter merecido. Ora, com a sua ascensão nada nos mereceu; porque ela foi um prémio da sua exaltação, e não se identifica o mérito com o prémio como não é a via idêntica ao seu termo. Logo, parece que a ascensão de Cristo não é a causa da nossa salvação.

2. Demais. — Se a ascensão de Cristo fosse a causa da nossa salvação, sê-lo-ia sobretudo porque a sua ascensão teria sido a causa da nossa. Ora, a nossa ascensão mereceu-a com a sua Paixão, conforme o Apóstolo: Temos confiança de entrar no santuário pelo sangue de Cristo. Logo, parece que a ascensão de Cristo não foi a causa da nossa salvação.

3. Demais. — Cristo conferiu-nos uma salvação sempiterna conforme à Escritura: A minha salvação será para sempre. Ora, Cristo não subiu ao céu a fim de nele permanecer para sempre; pois, diz a Escritura: Assim como o vistes assunto ao céu, assim virá. E também refere que apareceu a muitos santos, em vários lugares, depois da sua ascensão; assim, a Paulo. Logo, parece que a sua ascensão não é a causa da nossa salvação.

Mas, em contrário, o Evangelho: A vós convém-vos que eu vá, isto é que me separe de vós pela ascensão.

A ascensão de Cristo é a causa da nossa salvação, de dois modos: por nosso lado e por parte de Cristo. Por nosso lado, porque a ascensão de Cristo eleva-nos o espírito para ele. Pois, a sua ascensão, como dissemos, anima-nos, primeiro, a fé: depois, a esperança; enfim, a caridade. Em quarto lugar, aumenta-nos a reverência para com ele, por já não o considerarmos homem da terra, mas o Deus do céu, conforme o diz o Apóstolo: Se houve tempo em que conhecemos a Cristo segundo a carne - isto é, como mortal, tendo-o somente na conta de homem, conforme o expõe a Glosa - já agora o não conhecemos deste modo.

Por parte de Cristo, relativamente ao que fez, subindo ao céu em bem da nossa salvação. Assim, primeiro, preparou-nos o caminho para subirmos ao céu, conforme ele próprio o disse: Vou aparelhar-vos o lugar. E noutro passo diz a Escritura: Subiu abrindo o caminho adiante deles. Pois, sendo a nossa cabeça, hão de os membros acompanhá-la para onde for. Daí o seu dito: Onde eu estou estejais vós também. E como sinal disso, levou para o céu as almas dos santos, que livrou do inferno, segundo a Escritura: Subindo Cristo ao alto, fez escrava a escravidão; porque os que foram escravizados pelo diabo conduziu-os consigo ao céu, como para um lugar estranho à natureza humana — felizes captivos, pois ganhou-os para si com a sua vitória. — Segundo, porque assim como o pontífice do Antigo Testamento entrava no santuário para interceder junto de Deus pelo povo, assim também Cristo entrou no céu para interceder por nós, na frase do Apóstolo. Pois a sua própria figura, de natureza humana, com que entrou no céu, é de certo modo uma intercessão por nós; porquanto, o ter Deus exaltado a natureza humana em Cristo leva-o também a ter misericórdia daqueles por quem o Filho de Deus assumiu a natureza humana. - Terceiro para que, constituído quase Deus e Senhor no trono celeste, nos conferisse assim aos homens os seus dons divinos, segundo o Apóstolo: Subiu acima de todos os céus para encher todas as causas - dos seus dons, segundo a Glosa.

DONDE A RESPOSTA À PRIMEIRA OBJECÇÃO. — A ascensão de Cristo é a causa da nossa salvação, não a modo de mérito, mas a modo de eficiência, como dissemos acima a propósito da ressurreição.

RESPOSTA À SEGUNDA. — A Paixão de Cristo é a causa da nossa ascensão ao céu, propriamente falando, por nos livrar do pecado que no-la impedia; e a modo de mérito. Mas a ascensão de Cristo é directamente a causa da nossa ascensão, quase fazendo-a começar no nosso chefe, ao qual hão-de os membros estar unidos.

RESPOSTA À TERCEIRA. — Cristo, uma vez subido ao céu, ganhou para si e para nós e perpétuamente o direito e a dignidade à mansão celeste. E a essa dignidade não derroga o facto de às vezes e excepcionalmente descer em corpo à terra, quer para mostrar-se a todos, como o fará no juízo, quer para se mostrar a alguém especialmente, como a Paulo, segundo o refere a Escritura. E para não crer ninguém que isso se deu, não, estando Cristo presente corporalmente, mas apenas alguma aparência sua, o contrário resulta do que diz o Apóstolo para confirmar a fé na ressurreição: ultimamente foi também visto de mim como de um abortivo. Visão essa que não provaria a verdade da ressurreição, se não fosse o seu verdadeiro corpo o visto por ele.

Nota: Revisão da versão portuguesa por ama.



Pedir o Espírito Santo

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Pedir o Espírito Santo
não é pedir pão,
nem peixe,
nem coisas do dia-a-dia,
para a vida que se quiser.

Pedir o Espírito Santo
é pedir coração,
e alimento divino,
é pedir paz e alegria,
vindas no amor,
para a vida,
em que Deus nos quer.

Pedir o Espírito Santo
é pedir Deus,
é pedir o Pai,
e o Filho,
com Maria ao nosso lado,
é pedir para saber amar,
sendo constantemente,
amado!

Pedir o Espírito Santo
é pedir a vida,
que nasce,
sem  nunca acabar,
é pedir o tudo,
o saber rezar,
é pedir o perdão,
que acalma o coração,
é pedir a aceitação,
que alivia a dor,
é pedir o Amor,
muito Amor,
sempre Amor!


Monte Real, 12 de Outubro de 2017
Joaquim Mexia Alves
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Perguntas e respostas

O CÉU

A. COMO É O CÉU?

5. No céu continuaremos a amar os nossos seres queridos?

Todas as pessoas do céu serão seres queridos, especialmente os que agora são apreciados e os que nos tenham feito algum bem.


Ali, será conhecido esse bem.

Hoy el reto del amor es que ores con alma y cuerpo.

CONDICIONAMIENTO EXTERNO


No conseguía centrarme en la oración. Tampoco me decía nada la Liturgia. Todas las alarmas se me encendieron de golpe.

-Señor, por favor, -le dije en la oración de la mañana- no sé qué me pasa, pero no podemos estar así... sálvame...

Ya por la tarde, Lety nos preguntó que qué tal estábamos. Hablaron Joane e Israel y, cuando llegó mi turno, comencé a decir que me encontraba mal... ¡y rápidamente lo organizaron todo para que pudiese irme pronto a dormir!

Por la noche, mientras me ponía el pijama, no dejaba de dar gracias al Señor: ¡mis hermanas me conocen mejor que yo misma! Y el Señor realmente había venido a rescatarme: después de esta semana tan intensa, ¡lo único que me pasaba es que tenía sueño!

Esta mañana me he despertado... ¡deseando comenzar un día nuevo! Es impresionante: el Señor nos ha creado con alma y cuerpo, pero, tan unidos entre sí, ¡que es imposible separarlos!

Si tu interior rebosa de felicidad, el cuerpo lo expresa con una sonrisa. Si tu alma está triste, llora... Del mismo modo, aunque el alma permanezca intacta, no es igual la oración que se hace en la salud que en la enfermedad...

Dios Padre, al crearnos, vio que "era muy bueno". Cristo en la Resurrección no se olvidó su cuerpo en el sepulcro, y san Pablo asegura que nuestro cuerpo es templo del Espíritu Santo... ¡el Señor nos ama por completo, alma y cuerpo!

Hoy el reto del amor es que ores con alma y cuerpo. Te invito a que hoy te arregles de forma especial: ¡siendo consciente de que eres hijo de Dios! Para ello, antes de empezar la jornada, dedica unos minutos al Señor. ¡Siéntete querido, amado, esperado por Él! Si Cristo te dibuja una sonrisa, ¡todo te quedará estupendo! Y, al sentirte a gusto en tu piel... ¡vive el día en acción de gracias! ¡Feliz día!


VIVE DE CRISTO

Pequena agenda do cristão

Quarta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)






Propósito:

Simplicidade e modéstia.


Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.


Lembrar-me:
Do meu Anjo da Guarda.


Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.

Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?







17/10/2017

Fátima: Centenário - Música


Centenário das aparições da Santíssima Virgem em Fátima

Louvando a Santíssima Virgem - Jessy Norman




Neste mês de Maio a ti excelsa Mãe de Deus e nossa Mãe, te repetiremos sem cessar:

Ave Maria, gratia plena, Dominus tecum, benedicta tu in mullieribus et benedictus fructis ventris tui, Jesus.

Santa Maria, Mater Dei, ora pro nobis pecatoribus, nunc et in hora mortis nostra. Ámen.








O trabalho, um sinal do amor de Deus

Está a ajudar-te muito, dizes-me, este pensamento: desde os primeiros cristãos, quantos comerciantes terão sido santos? E queres demonstrar que também agora isso é possível... O Senhor não te abandonará nesse empenho. (Sulco, 490)

O que sempre ensinei – desde há quarenta anos – é que todo o trabalho humano honesto, tanto intelectual como manual, deve ser realizado pelo cristão com a maior perfeição possível: com perfeição humana (competência profissional) e com perfeição cristã (por amor à vontade de Deus e em serviço dos homens). Porque, feito assim, esse trabalho humano, por humilde e insignificante que pareça, contribui para a ordenação cristã das realidades temporais – a manifestação da sua dimensão divina – e é assumido e integrado na obra prodigiosa da Criação e da Redenção do mundo: eleva-se assim o trabalho à ordem da graça, santifica-se, converte-se em obra de Deus, operatio Dei, opus Dei.


Ao recordar aos cristãos as palavras maravilhosas do Génesis – que Deus criou o homem para que trabalhasse –, fixámo-nos no exemplo de Cristo, que passou a quase totalidade da sua vida terrena trabalhando numa aldeia como artesão. Amamos esse trabalho humano que Ele abraçou como condição de vida, e cultivou e santificou. Vemos no trabalho – na nobre e criadora fadiga dos homens – não só um dos mais altos valores humanos, meio imprescindível para o progresso da sociedade e o ordenamento cada vez mais justo das relações entre os homens, mas também um sinal do amor de Deus para com as suas criaturas e do amor-dos-homens entre si e para com Deus: um meio de perfeição, um caminho de santificação. (Temas Actuais do Cristianismo, 10)

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Lc 11, 37-41

37 Mal Jesus tinha acabado de falar, um fariseu convidou-o para almoçar na sua casa; Ele entrou e pôs-se à mesa. 38 O fariseu admirou-se de que Ele não se tivesse lavado antes da refeição. 39 O Senhor disse-lhe: «Vós, os fariseus, limpais o exterior do copo e do prato, mas o vosso interior está cheio de rapina e de maldade. 40 Insensatos! Aquele que fez o exterior não fez também o interior? 41 Antes, dai esmola do que possuís, e para vós tudo ficará limpo».

Comentário:

Uma vez mais, o Senhor chama a atenção para a honestidade e a unidade de vida.

Os actos exteriores valem o que valem. Podem servir de exemplo, é certo, mas se não são acompanhados pelas disposições interiores, de pouco mais valem.

Fazer só, de facto, tem verdadeiro valor – aos olhos de Deus – se a vontade estiver na raiz da acção, vontade baseada no desejo de cumprir, em tudo, a Vontade de Deus.

Que podem interessar para a nossa salvação, os nossos actos exteriores se, por dentro, o nosso coração, a nossa alma, não os acompanham?

(AMA, comentário sobre Lc 11, 37-41, 10.07.2017)








Doutrina – 368

CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

Compêndio


PRIMEIRA PARTE: A PROFISSÃO DA FÉ
SEGUNDA SECÇÃO: A PROFISSÃO DA FÉ CRISTÃ
CAPÍTULO TERCEIRO

CREIO NO ESPÍRITO SANTO


145. Que faz o Espírito Santo na Igreja?



O Espírito edifica, anima e santifica a Igreja: Espírito de Amor, Ele torna a dar aos baptizados a semelhança divina perdida por causa do pecado e fá-los viver em Cristo da própria Vida da Santíssima Trindade. Envia-os a testemunhar a Verdade de Cristo e organiza-os nas suas mútuas funções, para que todos deem «o fruto do Espírito» (Gal 5,22).

8 mentiras sobre Dios para minar la fe del católico en el momento actual: aquí tienes la respuesta

Respuestas


Teniendo en cuenta la complejidad de la teología católica acerca de la naturaleza de Dios, la siguiente lista, apoyada en las Sagradas Escrituras y el Magisterio de la Iglesia, contiene respuestas a 8 mentiras recurrentes que están al acecho de los católicos en el mundo actual. Diego López Marina, de la agencia ACI, lo ha preparado.

1. Jesús nunca asegura ser Dios en la Biblia
Cristo se refiere a sí mismo como Dios aproximadamente 50 veces en las Sagradas Escrituras.

Asimismo, los Evangelios muestran las reacciones de quienes se oponían a Jesús tras afirmar ser Dios o igual a Dios (por ejemplo en Marcos 14: 61-62).

Si Jesús nunca afirmó a Dios ¿por qué algunas personas se molestaron tanto con Él hace 2000 años hasta el punto de crucificarlo? Cristo fue condenado a muerte porque lo consideraban blasfemo al referirse a sí mismo como Dios.

2. Todos adoramos al mismo Dios
Solo existe un Dios único y verdadero porque Él mismo lo afirmó (Dt 4:39, Isaías 43:11, 45: 5), sin embargo, no todo el mundo lo reconoce. Debe también señalarse que ninguna deidad pagana ha hecho una afirmación así.

A pesar de que suena políticamente correcto que todas las personas adoran al mismo Dios, es teológica, histórica y antropológicamente incorrecto. Fuera de la tradición judeocristiana, las deidades son impotentes, celosas, caprichosas, comedidas, hedonistas, egoístas, tremendamente emocionales y tiene una débil preocupación por los asuntos humanos.

El Dios judeocristiano es el amor mismo. Ninguna otra religión describe su deidad de esta manera.

3. Todas las religiones son iguales
Esta creencia está conectada el punto anterior, y por lo tanto, es incorrecta. Algunas religiones son violentamente la antítesis de todas las demás expresiones religiosas. Algunos requieren el sacrificio humano, conductas inmorales a la que se consideran virtudes o proponen “textos sagrados” que son ilógicos y contradictorios. Es imposible sugerir que todas las religiones son iguales.

Cristo nos dice que Él es el Camino, la Verdad y la Vida (Juan 14: 6). El Dios judeocristiano se presentó a su pueblo y les enseña porque los ama (Hechos 4:12). Ninguna otra religión hace tales afirmaciones. La salvación solo viene de Cristo y no de Mahoma, Buda o Joseph Smith. El culto le pertenece por derecho solo a Yahvé, que es el gran YO SOY (Ap 4:11).

Existen diferencias irreductibles entre el cristianismo y el judaísmo como la encarnación, la pasión y resurrección. Podemos extender esta lista de incompatibilidades al considerar las religiones paganas. Sin embargo, muchas demandas éticas a través de las religiones pueden ser iguales o al menos compatibles. Esta no es una extraña coincidencia, por el contrario, si el único Dios está llamando a toda la humanidad, entonces Su marca será dejada sobre varias respuestas a la llamada.

4. La Eucaristía es un mero símbolo
Esta es una perniciosa herejía y es bastante frecuente. ¿Por qué el pan y el vino son ofrecidos en el altar por un sacerdote como Cuerpo y Sangre de Cristo? Porque Jesús lo dice (Lucas 16).

De hecho, lo reveló a las personas que lo acompañaban en la sinagoga de Cafarnaúm y un buen número hizo una rabieta. Jesús preguntó a sus discípulos si también querían dejarlo por hacer tal afirmación, y Pedro respondió: "Señor, ¿a quién iremos? Tú tienes palabras de vida eterna" (Juan 6:68).

Aparte de lo que Jesús dijo, debe considerarse cómo los primeros cristianos trataban a la Eucaristía. Para Pablo, es una celebración con la que se anuncia y actualiza la muerte del Señor hasta su regreso (1 Cor 11:26).

"El que, por lo tanto, coma el pan o beba la copa del Señor indignamente, será reo del cuerpo y la sangre del Señor. Por tanto, examínese cada uno a sí mismo, y coma así el pan y beba de la copa. Porque el que come y bebe sin discernir el cuerpo, come y bebe su propia condenación"(1 Cor 11: 27-29).

La Didajé o enseñanza de los dóce apóstoles refleja este sentimiento: "No permitan que coman o beban de su Eucaristía, a excepción de los bautizados en el nombre del Señor, porque el Señor ha hablado de esto: 'No den lo que es santo a los perros'" (Didajé 9: 5).

5. Cristo es insuficiente
No existen nuevas revelaciones y el canon bíblico está cerrado. Hay demasiadas personas que quieren "aumentar" las enseñanzas de Cristo sosteniendo que, como las Sagradas Escrituras fueron "escritas hace mucho tiempo", estas deberían ser "actualizadas".

Psíquicos y charlatanes de todo tipo difunden sus supuestas "habilidades proféticas" que al parecer, van en contra de lo que sabemos de Dios. Nada más lejos de la verdad.

Si estas personas están en lo correcto, ¿por qué el Espíritu Santo le da a cada uno diferentes mensajes? Cristo y su Iglesia no necesitan nada de simples humanos. El mensaje de Cristo es válido y auténtico ayer, hoy y siempre como afirma la cita de Hebreos 13,8.

6. Puede haber nuevas revelaciones del plan de salvación
No hay y nunca podrán existir nuevas revelaciones que se añadan a la economía de la salvación. Algunas revelaciones privadas están aprobadas por la piedad popular (por ejemplo, Sagrado Corazón, Lourdes, la Divina Misericordia) y otras no.

La clave es si van de acuerdo a las revelaciones originales de Cristo en las Sagradas Escrituras. La gente se coloca en una situación precaria cuando se atreven a juzgar no sólo la Biblia, sino a Dios mismo y Su Iglesia, negando así la Tradición y el Magisterio.

7. Todos somos hijos de Dios y, por lo tanto, Él debe amar todo lo que somos
Sí. Dios nos hizo a todos. Dios nos ama a todos. Todos somos Sus hijos. Sin embargo, Él nos llama hacia Sí mismo en un espíritu de amor y arrepentimiento, pero no todo el mundo está listo y dispuesto a hacer ese tipo de compromiso.

No se puede decir que somos Sus hijos y al mismo tiempo negarnos a reconocer nuestra relación con nuestro Padre Celestial. (1 Juan 3:10, Rm 8,15, Efesios 2: 1-16).

Dios es misericordioso, pero no todos nosotros queremos ser perdonados, o incluso, pensamos que no hemos hecho nada que deba ser perdonado (1 Juan 1: 8).

8. Dios usa a los hombres como "ratones de laboratorio"
Dios es omnisciente y sabe lo que vamos a hacer. Ama nuestra existencia y no nos trata como si fuéramos “ratones de laboratorio”.

Dios es amor (1 Juan 4: 8, 16) y por lo tanto nunca podría torturarnos para ver "lo que haríamos”. La tentación se encuentra dentro de nosotros mismos y es decisión nuestra seguir la ley de Dios o rechazarla (Dt 30:19).


REL

Pequena agenda do cristão


TeRÇa-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Aplicação no trabalho.

Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.

Lembrar-me:
Os que estão sem trabalho.

Senhor, lembra-te de tantos e tantas que procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes esperança e confiança.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





16/10/2017

Que a tua vida não seja uma vida estéril

S. Josemaria proclamou que a santidade está ao alcance de todo o cristão. Publicamos alguns textos nos que fala dessa chamada divina à qual ele respondeu.
Que a tua vida não seja uma vida estéril. – Sê útil. – Deixa rasto. – Ilumina, com o resplendor da tua fé e do teu amor.

Apaga, com a tua vida de apóstolo, o rasto viscoso e sujo que deixaram os semeadores impuros do ódio. – E incendeia todos os caminhos da Terra com o fogo de Cristo que levas no coração. (Caminho, 1)

Todos os que aqui estamos fazemos parte da família de Cristo, porque Ele mesmo nos escolheu antes da criação do mundo, por amor, para sermos santos e imaculados diante dele, o qual nos predestinou para sermos seus filhos adoptivos por meio de Jesus Cristo para sua glória, por sua livre vontade. Esta escolha gratuita de que Nosso Senhor nos fez objecto, marca-nos um fim bem determinado: a santidade pessoal, como S. Paulo nos repete insistentemente: haec est voluntas Dei: sanctificatio vestra, esta é a vontade de Deus: a vossa santificação. Portanto, não nos esqueçamos: estamos no redil do Mestre, para alcançar esse fim. (Amigos de Deus, 2)

A meta que proponho – ou melhor, a que Deus indica a todos – não é uma miragem ou um ideal inatingível: podia contar-vos tantos exemplos concretos de mulheres e de homens correntes, como vocês e como eu, que encontraram Jesus que passa quasi in occulto pelas encruzilhadas aparentemente mais vulgares e decidiram segui-lo, abraçando com amor a cruz de cada dia. Nesta época de desmoronamento geral, de concessões e de desânimos, ou de libertinagem e de anarquia, parece-me ainda mais actual aquela convicção simples e profunda que, no princípio da minha actividade sacerdotal e sempre, me consumiu em desejos de comunicar à humanidade inteira: estas crises mundiais são crises de santos. (Amigos de Deus, 4)

Estamos decididos a procurar que a nossa vida sirva de modelo e de ensinamento aos nossos irmãos, aos nossos iguais, os homens? Estamos decididos a ser outros Cristos? Não basta dizê-lo com a boca. Tu – pergunto-o a cada um de vós e pergunto-o a mim mesmo – tu, que por seres cristão estás chamado a ser outro Cristo, mereces que se repita de ti que vieste facere et docere, fazer tudo como um filho de Deus, atento à vontade de seu Pai, para que deste modo possas levar todas as almas a participar das coisas boas, nobres, divinas e humanas, da Redenção? Estás a viver a vida de Cristo na tua vida de cada dia no meio do mundo?

Fazer as obras de Deus não é um bonito jogo de palavras, mas um convite a gastar-se por Amor. Temos de morrer para nós mesmos a fim de renascermos para uma vida nova. Porque assim obedeceu Jesus, até à morte de Cruz, mortem autem crucis. Propter quod et Deus exaltavit illum. Por isso Deus O exaltou. Se obedecermos à vontade de Deus, a Cruz será também Ressurreição, exaltação. Cumprir-se-á em nós, passo a passo, a vida de Cristo; poder-se-á afirmar que vivemos procurando ser bons filhos de Deus, que passamos fazendo o bem, apesar da nossa fraqueza e dos nossos erros pessoais, por mais numerosos que sejam. (Cristo que passa, 21)

Asseguro-vos, meus filhos, que, quando um cristão realiza com amor a mais intranscendente das acções diárias, ela transborda da transcendência de Deus. Por isso vos tenho repetido, com insistente martelar, que a vocação cristã consiste em fazer poesia heróica da prosa de cada dia. Na linha do horizonte, meus filhos, parecem unir-se o céu e a terra. Mas não; onde se juntam deveras é nos vossos corações, quando viveis santamente a vida de cada dia... (Temas actuais do cristianismo, 116)


Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Lc 11, 29-32

29 Como as multidões afluíssem em massa, começou a dizer: «Esta geração é uma geração perversa; pede um sinal, mas não lhe será dado sinal algum, a não ser o de Jonas. 30 Pois, assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, assim o será também o Filho do Homem para esta geração. 31 A rainha do Sul há-de levantar-se, na altura do juízo, contra os homens desta geração e há-de condená-los, porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão; ora, aqui está quem é maior do que Salomão! 32 Os ninivitas hão-de levantar-se, na altura do juízo, contra esta geração e hão-de condená-la, porque fizeram penitência ao ouvir a pregação de Jonas; ora, aqui está quem é maior do que Jonas.»

Comentário:

'Tenho procurado Deus e nunca o encontrei'

Esta afirmação feita por alguém de grande craveira intelectual - considerado um sábio no seu tempo - encerra o dramatismo da busca incessante de Deus pelo homem.

Digo "dramatismo" porque o princípio está profundamente errado, porque não é preciso procurar Deus porque só se procura o que está escondido, oculto e, Deus, está presente - sempre presente - nas nossas vidas, no ambiente  que nos rodeia, nos outros com quem nos cruzamos nos caminhos da vida.

Não! Não precisamos de procurar Deus... necessitamos encontrá-lo o que é diferente.

O problema, o drama, é que muitos não sabem como O procurar e esperam que Ele Se manifeste de uma forma qualquer que não sabem nem imaginam.

E, ainda o drama, é que se tal acontecer, como O reconhecerão?


(AMA, comentário sobre Lc 11, 29-32, 08.03.2017)







Bento XVI – Pensamentos espirituais 160

Sacramentum exercitii



Não podemos levar ao mundo a boa nova, que é o próprio Cristo em pessoa, se não estivermos em profunda união com Ele, se não O conhecermos profunda e pessoalmente, se não vivermos da sua palavra.


Discurso por ocasião da conclusão dos Exercícios Espirituais, (11.Mar. 06)

 (in “Bento XVI, Pensamentos Espirituais”, Lucerna 2006)

Diálogos apostólicos

Diálogos apostólicos II Parte

O BIG BANG

A. O BIG BANG 1

Pergunto:

Como foi o big bang no começo?

Respondo:


O universo começou como um ponto muito pesado e ardente. Um volume mínimo com uma energia enorme. 

Falamos de cem quintiliões de graus de temperatura numa densidade de triliões de triliões de Kg/l.

Hoy el reto del amor es que le pidas al Señor sentirle muy fuerte en la misión que Él te pone

FELIZ EN LA MISIÓN QUE ÉL ME HA PUESTO


Hace un tiempo vino una chica con un grupo y nos contó que, cada mañana, envía lo que llaman "pildoritas", una pequeña reflexión sobre el Evangelio. Todas nosotras le hicimos las mismas preguntas: "¿Tú sola? ¿Todos los días?" Con el reto hemos experimentado que lo más difícil es la constancia.

¡Nosotras somos 5 para escribir!, valoramos muchísimo la misión que está haciendo. Yo me imaginé en la situación: fuera, con estudios, trabajo, con lo rápido que va la vida... y lo vi complicadísimo, pero el Señor me hizo ver que Él te da la gracia para la misión que te pone.

Puede que sientas que ya no puedes más, que esa "misión" te queda muy grande, te sientes incapaz de llevarla a cabo. A veces esa constancia es difícil, te desanimas y, cuando se pone todo en contra, ¡ya ni te cuento! Te cuesta cuidar al enfermo que tienes en casa, te cuesta hacer de chófer de tus hijos llevándoles de un lado a otro cuando estás cansada, en el trabajo...

Y es verdad, tú sola no puedes. Es Él quien te da la gracia para realizar la misión que te ha encomendado y ser feliz haciéndolo. Es en Cristo en quien encuentras sentido ahí donde tú razón te dice que no lo tiene.

Te digo que, si estás así, estás en el mejor punto, porque te estás convenciendo de que tú sola no puedes. Es entonces cuando le necesitas a Él. Te empiezas a convencer de que Él es el que te da la fuerza para llevar a cabo esa misión, ya sea mandar un mensaje cada mañana, ya sea cuidar de tus hijos, ya sea estudiar, cuidar algún enfermo... hagas lo que hagas, lo harás feliz, pues lo harás desde Él. Cuando lo haces desde Él y para Él, todo cambia: tu sonrisa será diferente, las personas de tu alrededor lo notarán y la manera de llevar a cabo tu misión cambiará.

Los discípulos sentían muy fuerte que el Señor les guiaba a cada paso que daban para anunciar el Evangelio por los pueblos; si no hubiese sido por Su Resurrección, todavía seguirían con las puertas cerradas y con miedo.

Hoy el reto del amor es que le pidas al Señor sentirle muy fuerte en la misión que Él te pone. No puede ser que Él te encargue una misión y te abandone a mitad de camino, Él permanece siempre. ¡Pídeselo!


VIVE DE CRISTO