17/07/2012

Mena


Lá foste, também, Mena
Para onde O Senhor há tempos te chamava.

Onde é? Como é?
Já estiveste com o Pai e a Mãe,
Com o Manel Zé e a Belinha e o Zézinho?

E o Zé Maria?
Calculo a alegria
Agora que estão juntos outra vez
e… para sempre… sempre…

E… eu?
Vou ficando por aqui a fazer o quê?

Será que o Senhor não vê
Que só estamos bem se estivermos juntos?

(Não, nas minhas palavras não há revolta
Mas apenas o sentimento à solta.)

Tenho, agora, e mais uma vez, este nó no peito
Que dói… dói…!

Mena: Diz-Lhe a Ele, que tudo sabe,
Que este é o meu jeito
De aceitar, em tudo, a Sua Vontade!

Porto, 2012.07.17








A Mena partiu para a Casa do Pai


O Senhor entendeu chamar esta noite a Mena para o pé de Si pondo fim a três meses e meio de sofrimento e agonia.

Bem-haja pelas vossa orações que foram de grande conforto para toda a família, certos que ganhámos mais uma intercessora junto de Deus Nosso Senhor.

p' AMA
JPR



"Pai, na Tua infinita bondade acolhe no Teu Reino a Tua filha Mena para assim poder gozar das Tuas Divinas consolações e protege toda a sua família. Ámen."

JPR

Leitura espiritual para 17 Jul 2012


Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.




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por Alejandro Campoy

Aproxima a tua mão

António Ferreira dos Santos 

Aproxima a tua mão


O trabalho é uma bênção de Deus

© Gabinete de Informação 
do Opus Dei na Internet
Textos de S. Josemaria Escrivá

O trabalho é a vocação original do homem; é uma bênção de Deus; e enganam-se lamentavelmente aqueles que o consideram um castigo. O Senhor, o melhor dos pais, colocou o primeiro homem no Paraíso – "ut operaretur", para trabalhar. (Sulco, 482)

O trabalho acompanha necessariamente a vida do homem sobre a terra. Com ele nascem o esforço, a fadiga, o cansaço, as manifestações de dor e de luta que fazem parte da nossa existência humana actual e que são sinais da realidade do pecado e da necessidade da redenção. Mas o trabalho, em si mesmo, não é uma pena nem uma maldição ou castigo: os que assim falam não leram bem a Sagrada Escritura.

É a hora de nós, os cristãos, dizermos bem alto que o trabalho é um dom de Deus e que não tem nenhum sentido dividir os homens em diversas categorias segundo os tipos de trabalho, considerando umas tarefas mais nobres do que outras. O trabalho, todo o trabalho, é testemunho da dignidade do homem, do seu domínio sobre a criação. É um meio de desenvolvimento da personalidade. É um vínculo de união com os outros seres; fonte de recursos para sustentar a família; meio de contribuir para o melhoramento da sociedade em que se vive e para o progresso de toda a Humanidade.

Para um cristão, essas perspectivas alargam-se e ampliam-se, porque o trabalho aparece como participação na obra criadora de Deus que, ao criar o homem, o abençoou dizendo-lhe: Procriai e multiplicai-vos e enchei a terra e subjugai-a, e dominai sobre todo o animal que se mova à superfície da terra. (Cristo que passa, 47)

Evangelho do dia e comentário









T. Comum – XV Semana



Btº Inácio de Azevedo

Evangelho: Mt 11, 20-24

20 Então começou a censurar as cidades em que tinham sido realizados muitos dos Seus milagres, por não terem feito penitência. 21 «Ai de ti, Corozain! Ai de ti, Betsaida! porque, se em Tiro e em Sidónia tivessem sido feitos os milagres que se realizaram em vós, há muito tempo que teriam feito penitência vestidos de saco e em cinza. 22 Por isso vos digo que haverá menor rigor para Tiro e Sidónia no dia do juízo, que para vós. 23 E tu, Cafarnaum, elevar-te-ás porventura até ao céu? Não, hás-de ser abatida até ao inferno. Se em Sodoma tivessem sido feitos os milagres que se fizeram em ti, ainda hoje existiria. 24 Por isso vos digo que no dia do juízo haverá menos rigor para a terra de Sodoma que para ti».

Comentário:

Os ‘avisos’ de Jesus Cristo são para serem levados muito a sério.

Ele não quer - não pode querer - a perdição de ninguém, bem pelo contrário por isso chama repetidamente a atenção para a necessidade e urgência de arrepiar caminho, de conversão.

Não fazendo caso destes "avisos" os homens colocam-se numa posição contrária à salvação e, o resultado, condenam-se irremediavelmente.

(ama, comentário sobre Mt 11, 20-24, 2011.07.11)

Tratado sobre o homem 14

Questão 76 Da alma em si mesma

16/07/2012

PENSAMENTOS INSPIRADOS À PROCURA DE DEUS 218


À procura de Deus

Já sentiste a paz que dá o perdão?
Então porque teimas em não perdoar?

jma

Leitura espiritual para 16 Jul 2012


Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.




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Adoramus te Christe

Giovanni Pierluigi da Palestrina - Adoramus te Christe


Primeira condição: trabalhar, e trabalhar bem!

© Gabinete de Informação 
do Opus Dei na Internet
Textos de S. Josemaria Escrivá

Se queremos de verdade santificar o trabalho, é preciso cumprir iniludivelmente a primeira condição: trabalhar, e trabalhar bem!, com seriedade humana e sobrenatural. (Forja, 698)

Na vossa ocupação profissional, corrente e ordinária, encontrareis a matéria – real, consciente, valiosa – para realizar toda a vida cristã, para corresponder à graça que nos vem de Cristo.

Nas vossas ocupações profissionais, realizadas face a Deus, pôr-se-ão em jogo a Fé, a Esperança e a Caridade. Os incidentes, as relações e os problemas que o vosso trabalho traz consigo alimentarão a vossa oração. O esforço por cumprirdes os vossos deveres correntes será o modo de viverdes a Cruz, que é essencial para o Cristão. A experiência da vossa debilidade e os fracassos que existem sempre em todo o esforço humano dar-vos-ão mais realismo, mais humildade, mais compreensão com os outros. Os êxitos e as alegrias convidar-vos-ão a dar graças e a pensar que não viveis para vós mesmos, mas para o serviço dos outros e de Deus.

Para viver assim, para santificar a profissão, é necessário, primeiro que tudo, trabalhar bem, com seriedade humana e sobrenatural. (…) O milagre que o Senhor vos pede é a perseverança na nossa vocação cristã e divina, a santificação do trabalho de cada dia: o milagre de converter a prosa diária em decassílabos, em verso heróico, pelo amor com que realizais a vossa ocupação habitual. Aí vos espera Deus para que sejais almas com sentido de responsabilidade, com zelo apostólico, com competência profissional. (Cristo que passa, nn. 49–50)

Evangelho do dia e comentário









T. Comum – XV Semana



Nossa Senhora do Carmo

Evangelho: Mt 10, 34; 11, 1

34 «Não julgueis que vim trazer a paz à terra; não vim trazer a paz, mas a espada. 1 Tendo Jesus acabado de dar estas instruções aos Seus doze discípulos, partiu dali para ir ensinar e pregar nas cidades deles.

Comentário:

O curtíssimo texto do Evangelho de hoje parece contraditório com o que Jesus disse – e tanto insistiu – a respeito da paz.

Mas… não é!

De facto a paz só se conquista com luta constante e perseverante.

A ‘espada’ é a nossa força de vontade aliada à oração persistente e confiante, que, com o auxílio do Senhor havemos de pôr em acção para vencermos na luta contra os defeitos pessoais que nos tiram a paz.

Porque, a paz interior, é a tranquilidade da alma que se sente e sabe na graça de Deus e que tudo quanto faz é cumprir a Sua vontade.

O contrário é o desassossego que sentimos e a fragilidade que se evidencia no comportamento pessoal e nas relações com os demais.

(ama, comentário sobre Mt 10, 34; 11, 1)