11/04/2012

Leitura Espiritual para 11 Abr 2012


Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.


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Evangelho do dia e comentário



Tempo de Páscoa

Oitava da Páscoa 
Evangelho: Lc 24, 13-35

13 No mesmo dia, caminhavam dois deles para uma aldeia, chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios. 14 Iam falando sobre tudo o que se tinha passado. 15 Sucedeu que, quando eles iam conversando e discorrendo entre si, aproximou-Se deles o próprio Jesus e caminhou com eles.16 Os seus olhos, porém, estavam como que fechados, de modo que não O reconheceram. 17 Ele disse-lhes: «Que palavras são essas que trocais entre vós pelo caminho?». Eles pararam cheios de tristeza.18 Um deles, chamado Cléofas, respondeu: «Serás tu o único forasteiro em Jerusalém que não sabe o que ali se passou nestes dias?». 19 Ele disse-lhes: «Que foi?». Responderam: «Sobre Jesus Nazareno, que foi um profeta, poderoso em obras e em palavras diante de Deus e de todo o povo; 20 e de que maneira os príncipes dos sacerdotes e os nossos chefes O entregaram para ser condenado à morte, e O crucificaram. 21 Ora nós esperávamos que Ele fosse o que havia de libertar Israel; depois de tudo isto, é já hoje o terceiro dia, depois que estas coisas sucederam. 22 É verdade que algumas mulheres, das que estavam entre nós, nos sobressaltaram porque, ao amanhecer, foram ao sepulcro 23 e, não tendo encontrado o Seu corpo, voltaram dizendo que tinham tido a aparição de anjos que disseram que Ele está vivo. 24 Alguns dos nossos foram ao sepulcro e acharam que era assim como as mulheres tinham dito; mas a Ele não O encontraram». 25 Então Jesus disse-lhes: «Ó estultos e lentos do coração para crer tudo o que anunciaram os profetas! 26 Porventura não era necessário que o Cristo sofresse tais coisas, para entrar na Sua glória?». 27 Em seguida, começando por Moisés e discorrendo por todos os profetas, explicava-lhes o que d'Ele se encontrava dito em todas as Escrituras. 28 Aproximaram-se da aldeia para onde caminhavam. Jesus fez menção de ir para mais longe. 29 Mas os outros insistiram com Ele, dizendo: «Fica connosco, porque faz-se tarde e o dia já declina». Entrou para ficar com eles. 30 Estando com eles à mesa, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o, e lho deu. 31 Abriram-se os seus olhos e reconheceram-n'O; mas Ele desapareceu da vista deles. 32 Disseram então um para o outro: «Não é verdade que nós sentíamos abrasar-se-nos o coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?». 33 Levantando-se no mesmo instante, voltaram para Jerusalém. Encontraram juntos os onze e os que estavam com eles, 34 que diziam: «Na verdade o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão». 35 E eles contaram também o que lhes tinha acontecido no caminho, e como O tinham reconhecido ao partir o pão.

Comentário:

Para que não restem dúvidas que este episódio realmente aconteceu o Evangelista identifica um deles: Cléofas.

Trata-se portanto de dois dos muitos discípulos de Jesus, que O seguiam com regularidade e conviviam entre si, como o deixa perceber quando um se refere aos ‘nossos’ para referir esse grupo se seguidores de Jesus.

Mas, se assim é, como não reconheceram a Sua voz durante a longa conversa que mantiveram no caminho!

Bom...tal como os seus olhos estavam «impedidos de O verem», também os seus ouvidos não perceberam quem era O companheiro que lhes explicava as Escrituras.

De facto, para ver e ouvir Jesus é preciso ter os olhos e os ouvidos limpos e desimpedidos de tudo quanto for supérfluo.

E, mais… que as preocupações, o desânimo, o desgosto não dominem, nem coração nem a mente, mergulhando o homem numa ‘escuridão’ que o impeça de ver a Luz.

(ama, comentário sobre Lc 24, 13-35, 2010.04.07)

As almas santas têm que ser felizes

Textos de S. Josemaria

Contava-te que até pessoas que não receberam o baptismo, me disseram comovidas: "É verdade, eu compreendo que as almas santas têm que ser felizes, porque olham os acontecimentos com uma visão que está por cima das coisas da terra, porque vêem as coisas com olhos de eternidade". – Oxalá não te falte esta visão! – acrescentei depois –, para que sejas consequente com o tratamento de predilecção que recebeste da Trindade. (Forja, 1017)

Asseguro-te que, se nós, os filhos de Deus, quisermos, contribuiremos poderosamente para iluminar o trabalho e a vida dos homens, com o resplendor divino – eterno! – que o Senhor quis depositar nas nossas almas.
– Mas "quem diz que mora em Jesus, deve seguir o caminho que Ele seguiu", como ensina S. João: caminho que conduz sempre à glória, passando – sempre também – através do sacrifício. (Forja, 1018)

– Meu Senhor Jesus: faz com que sinta, que secunde de tal modo a tua graça, que esvazie o meu coração..., para que o enchas Tu, meu Amigo, meu Irmão, meu Rei, meu Deus, meu Amor! (Forja, 913)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

10/04/2012

Leitura Espiritual para 10 Abr 2012

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.


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Nessun dorma

Turandot - Nessun dorma - Plácido Domingo



Liberdade Religiosa: De cinco em cinco minutos morre um cristão por causa da sua fé


A directora nacional da fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), Catarina Martins, afirmou esta terça-feira que os mais recentes números provam que os cristãos são os mais perseguidos e discriminados em todo o mundo.

"Há cerca de 200 milhões de cristãos que são perseguidos anualmente e de cinco em cinco minutos morre um cristão por causa da sua fé. A situação é dramática no mundo e nós assistimos a um agudizar das situações”, sublinhou esta responsável, em declarações à Renascença.

Um dos casos mais graves de perseguição atinge neste momento a minoria cristã na Síria, que já levou mais de mais de 50 mil cristãos a fugir para o Líbano.

“Esta ‘primavera árabe’ está a provocar muitas alterações políticas nestes países e os cristãos têm sido vítimas, uma vez que o regime ditatorial passa para um regime de ditadura religiosa”, diz a diretora da fundação AIS.

Lisboa, 04 abr 2012 (Ecclesia) - RR/OC

Malhadinha

Navegando pela minha cidade

– Ah, Liudmila, não quero que sejas jovem e bonita, quero apenas que o teu coração seja bondoso, e não apenas para os gatos e os cães! 

Agora, no convés do barco, recordava (pela primeira vez sem acusar os outros e sem gostar apenas de si própria) as palavras amargas que tinha ouvido durante a sua vida… Uma vez viu o marido ironizar, falando ao telefone: “Desde que arranjámos um gatinho, oiço a voz carinhosa da minha mulher.”
 A mãe disse-lhe uma vez: “ Liudmila, como é que podes recusar uma esmola aos pedintes, pensa só: um faminto está a pedir-te, a ti, uma pessoa farta…” ][1]

Há qualquer coisa de muito errado na – cada vez mais frequente – humanização dos animais. Sim, parece-me que há qualquer coisa civilizacionalmente perversa neste constante aumentar de clínicas; de alimentos; de hotéis e de “direitos” para animais.

Talvez a perversidade que intuo mais do que realizo seja, não uma causa mas sim uma consequência. Isto é, humanizam-se os animais porque o homens se desumanizam. Será isto?

Ou será simplesmente a expressão de sentimentos superficiais e, por esta mesma superficialidade, não ter real e efectiva substância? Uma expressão setimentaloide de uma classe pequeno-burguesa e urbano decadente que enquanto atira as crianças para creches e os pais para asilos, sacrifica-se, sofre e priva-se de muito para ter o seu cão ou o seu gato.

Vejamos. Ainda há cerca de duas semanas, vários postes de electricidade da nova variante que rodeia a Prelada e liga esta zona à Circunvalação tinham colados este aviso da Associação Animais da Quinta: Malhadinha – Esta cadelinha foi encontrada na rua. É novinha, meiguinha, brincalhona, de porte pequeno/médio. Alguém pode acolher esta menina tão bonita?
E mais abaixo, depois de vários retratos do bicho: Todos os nossos animais são entregues vacinados, desparasitados, esterilizados (adultos) e com micro-chip de identificação. As famílias interessadas em adoptar os nossos animais têm que assinar um Termo de Responsabilidade, comprometendo-se a prestar-lhes cuidados médicos, alimentação adequada e integração absoluta no seio familiar durante toda a sua longa vida. Reservamo-nos o direito de entregar o animal na sua futura morada, bem como a futuras visitas, com o objectivo de avaliar a evolução da adopção.

Sim, há qualquer coisa de muito perverso e obsceno nesta cultura: integração absoluta no seio familiar? O que é que isto significa verdadeiramente? O animal passa a ser uma espécie de irmão, de pai, de filho?

Mas há mais. Fui à NET, ao site desta Associação e li o seguinte debaixo da fotografia de um cão preto e branco: Já temos a realização da análise, o tumor é um sarcoma. Não há grande coisa a fazer, é esperar e dar o que for possível para ter qualidade de vida. Mas apesar de tudo o nosso Douro está super bem disposto, farta-se de correr atrás dos gatos da Fat com cara de “vou-te comer!!!”
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O nosso velhinho Douro foi operado de urgência ontem (20/03). Suspeitamos que algo estaria mal porque o encontramos muito apático, o que não era normal. Fomos ao veterinário, fez uma radiografia e ecografia que revelaram uma massa na zona do fígado. Para sabermos ao certo qual o problema do Dourinho tivemos que optar pela cirurgia. Ficamos a saber que era um tumor no fígado, foi extraído e mandado para análise. Aguardamos os resultados.

Mais uma cirurgia para pagar … se nos quiser ajudar a liquidar esta despesa, p.f. envie o seu donativo para a nossa conta: 0033 0000 4531 2549 446 05 (Millennium BCP)

O Douro agradece e nós também!

Ah! Liudmilas! Ah! Liudmilas que encheis os corações com amores caninos e ignorais os humanos!

Ah! Liudmilas fartas.


Afonso Cabral


[1]  Vasili Crossman – Vida e Destino – Publicações Dom  Quixote, 2011 – pág. 137

Evangelho do dia e comentário



Tempo de Páscoa

Oitava da Páscoa 
Evangelho: Jo 20, 11-18

11 Entretanto, Maria estava da parte de fora do sepulcro a chorar. Enquanto chorava, inclinou-se para o sepulcro 12 e viu dois anjos vestidos de branco, sentados no lugar onde fora posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. 13 Eles disseram-lhe: «Mulher, porque choras?». Respondeu-lhes: «Porque levaram o meu Senhor e não sei onde O puseram». 14 Ditas estas palavras, voltou-se para trás e viu Jesus de pé, mas não sabia que era Jesus. 15 Jesus disse-lhe: «Mulher, porque choras? A quem procuras?». Ela, julgando que era o hortelão, disse-Lhe: «Senhor, se tu O levaste, diz-me onde O puseste; eu irei buscá-l'O». 16 Jesus disse-lhe: «Maria!». Ela, voltando-se, disse-Lhe em hebreu: «Rabboni!», 17 Jesus disse-lhe: «Não Me retenhas, porque ainda não subi para Meu Pai; mas vai a Meus irmãos e diz-lhes que subo para Meu Pai e vosso Pai, para Meu Deus e vosso Deus». 18 Foi Maria Madalena anunciar aos discípulos: «Vi o Senhor!», e as coisas que Ele lhe disse.

Meditação:

Percebe-se bem que para reconhecer Jesus é fundamental ter intimidade com Ele.
Madalena reconhece-o pela tonalidade da voz. A forma como Jesus pronuncia o seu nome jamais se varreu da sua memória.

Assim sucede connosco quando a nossa intimidade com o Senhor nos faz conhecer sem sombra de dúvida a Sua Vontade sobre o quer que se nos apresente.

Podemos então, como a Madalena, dizer-lhe: "Mestre!"

E acrescentar: "Docere me facere Voluntatem Tuam!" Ensina-me a fazer a Tua vontade porque, eu, só poderei ser feliz se viver como Tu queres, me comportar como Tu desejas e, mais, só me salvarei se, ao som inconfundível da Tua voz Te seguir para onde quer que fores.

(ama, meditação sobre Jo 20, 11-18, 2011.07.22)

Antropologia e critérios neurológicos da morte



Pensamentos inspirados à procura de Deus

À procura de Deus

A certeza de Te ter,

Senhor,

é a razão do meu viver.

jma

Quer que sejamos muito humano e muito divinos

Textos de S. Josemaria

Há muitos anos já que vi com clareza meridiana um critério que será sempre válido: o ambiente da sociedade, com o seu afastamento da fé e da moral cristãs, necessita de uma nova forma de viver e de propagar a verdade eterna do Evangelho. No próprio cerne da sociedade, do mundo, os filhos de Deus hão-de brilhar pelas suas virtudes como lanternas na escuridão, "quasi lucernae lucentes in caliginoso loco". (Sulco, 318)

Se aceitarmos a nossa responsabilidade de filhos de Deus, saberemos que Ele quer que sejamos muito humanos. A cabeça pode tocar o céu, mas os pés assentam na terra, com segurança. O preço de se viver cristãmente não é nem deixar de ser homem nem abdicar do esforço por adquirir essas virtudes que alguns têm, mesmo sem conhecerem Cristo. O preço de todo o cristão é o Sangue redentor de Nosso Senhor, que nos quer – insisto – muito humanos e muito divinos, com o empenho diário de O imitar, pois é perfectus Deus, perfectus homo.
Talvez não seja capaz de dizer qual é a principal virtude humana. Depende muito do ponto de vista de que se parta. Além disso, a questão torna-se ociosa, porque não se trata de praticar uma ou várias virtudes. É preciso lutar por adquiri-las e praticá-las todas. Cada uma de per si entrelaça-se com as outras e, assim, o esforço por sermos sinceros, por exemplo, torna-nos justos, alegres, prudentes, serenos.
Precisamos, ao mesmo tempo, de considerar que a decisão e a responsabilidade residem na liberdade pessoal de cada um e, por isso, as virtudes são também radicalmente pessoais, da pessoa. No entanto, nessa batalha de amor ninguém luta sozinho – ninguém é um verso solto, costumo repetir –: de certo modo, ou nos ajudamos ou nos prejudicamos. Todos somos elos de uma mesma cadeia. Pede agora comigo a Deus Nosso Senhor, que essa cadeia, nos prenda ao seu Coração, até chegar o dia de O contemplar face a face, no Céu, para sempre. (Amigos de Deus, 75–76).

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

09/04/2012

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Leitura Espiritual para 09 Abr 2012


Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.




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Leitura Espiritual para 09 Abr 2012


Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.




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Nessun Dorma


Beniamino Gigli - Nessun Dorma (Studio Recording)



Evangelho do dia e comentário





                 Tempo de Páscoa



Evangelho: Jo 6, 22-29

22 No dia seguinte, a multidão, que tinha ficado do outro lado do mar, advertiu que não havia ali mais que uma barca e que Jesus não tinha entrado nela com os Seus discípulos, mas que os Seus discípulos tinham partido sós. 23 Entretanto, arribaram de Tiberíades outras barcas perto do lugar onde haviam comido o pão, depois de o Senhor ter dado graças. 24 Tendo, pois, a multidão visto que lá não estava nem Jesus nem os Seus discípulos, entrou naquelas barcas e foi a Cafarnaum em busca de Jesus. 25 Tendo-O encontrado do outro lado do mar, disseram-lhe: «Mestre, quando chegaste aqui?». 26 Jesus respondeu-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: Vós buscais-Me não porque vistes os milagres, mas porque comestes dos pães e ficastes saciados. 27 Trabalhai não pela comida que perece, mas pela que dura até à vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará. Porque n'Ele imprimiu Deus Pai o Seu selo». 28 Eles, então, disseram-Lhe: «Que devemos fazer para praticar as obras de Deus?». 29 Jesus respondeu: «A obra de Deus é esta: Que acrediteis n'Aquele que Ele enviou».

Comentário:

Eu, Senhor, também Te procuro não para ver nenhum milagre mas para tomar o meu alimento que és Tu.

Milagres?

Vejo-os todos os dias, sem ter de olhar à minha volta, mergulho em mim e constato as maravilhas que operas em mim.

(ama, meditação sobre Jo 6, 22-29, 2010.04.20)

Evangelho do dia e comentário



Tempo de Páscoa

Oitava da Páscoa
Evangelho: Mt 28, 8-15

8 Saíram logo do sepulcro com medo e grande alegria e correram para dar a notícia aos discípulos. 9 E eis que Jesus lhes saiu ao encontro e lhes disse: «Deus vos salve». Elas aproximaram-se, abraçaram os Seus pés e prostraram-se diante d'Ele. 10 Então disse-lhes Jesus: «Não temais; ide dizer aos Meus irmãos que vão para a Galileia; lá Me verão». 11 Enquanto elas iam a caminho, alguns dos guardas foram à cidade e noticiaram aos príncipes dos sacerdotes tudo o que tinha sucedido. 12 Tendo-se eles reunido com os anciãos, depois de tomarem conselho, deram uma grande soma de dinheiro aos soldados, 13 dizendo-lhes: «Dizei: “Os Seus discípulos vieram de noite e, enquanto nós estávamos a dormir, roubaram-n'O”. 14 Se chegar isto aos ouvidos do governador, nós o convenceremos e estareis seguros». 15 Eles, recebido o dinheiro, fizeram como lhes tinha sido indicado. E esta notícia divulgou-se entre os Judeus e dura até ao dia de hoje.

Comentário:

De facto é muito estranha esta reacção dos príncipes dos sacerdotes. Seria de prever que ficassem alarmados com a notícia e procurassem averiguar com minúcia o que lhes era relatado. Mas… não! Aceitam sem mais os factos.

Terão sido ‘apanhados’ de surpresa?

Seja como for, encontram a uma ‘solução’ para o problema, ‘solução’ esta, tão estranha que merece a Santo Agostinho o seguinte comentário:

Astúcia miserável, apresentas testemunhas adormecidas! Verdadeiramente estás a dormir tu mesmo ao imaginar semelhante explicação!” (Stº agostinho, Enarrationes in Psalmos, 63, 15)

O Evangelista não o refere mas, terá havido entre eles, alguns que tenham acreditado que Jesus ressuscitara e, por isso, recorreram a tal expediente?

(ama, comentário sobre Mt 28, 8-15, 2012.03.15)