05/11/2011

Amor verdadeiro é sair de si mesmo

Textos de S. Josemaria

A alegria cristã não é fisiológica: o seu fundamento é sobrenatural, e está por cima da doença e da contradição. Alegria não é alvoroço de guizos ou de baile popular. A verdadeira alegria é algo mais íntimo: algo que nos faz estar serenos, transbordantes de gozo, mesmo que, às vezes, o rosto permaneça grave. (Forja, 520)


Há quem viva amargurado todo o dia. Tudo lhe causa desassossego. Dorme com uma obsessão física: a de que essa única evasão possível lhe vai durar pouco. Acorda com a impressão hostil e descorçoada de que já tem outra jornada pela frente...

Muitos esqueceram-se de que o Senhor nos colocou neste mundo de passagem para a felicidade eterna; e não pensam que só podem alcançá-la os que caminharem na Terra com a alegria dos filhos de Deus. (Sulco, 305)

Amor verdadeiro é sair de si mesmo, entregar-se. O amor traz consigo a alegria, mas é uma alegria que tem as suas raízes em forma de cruz. Enquanto estivermos na terra e não tivermos chegado à plenitude da vida futura, não pode haver amor verdadeiro sem a experiência do sacrifício, da dor. Uma dor de que se gosta, amável, fonte de íntimo gozo, mas dor real, porque significa vencer o nosso egoísmo e tomar o amor como regra de todas e cada uma das nossas acções.  (Cristo que passa, 43) 

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

Mito: Existe o cérebro gay?

04/11/2011

FECHO DA EMBAIXADA DA IRLANDA NA SANTA SÉ


CIDADE DO VATICANO, 4 NOV 2011 (VIS). 

Segue a declaração efectuada esta manhã pelo director do Gabinete de Imprensa da Santa Sé, padre Federico Lombardi, S.I., acerca da nota emitida ontem à tarde pelo Ministério de Exteriores da Irlanda, na qual se anuncia a decisão do governo dessa nação de encerrar por motivos económicos as suas embaixadas ante a Santa Sé e Irão, assim como o Gabinete de Representação em Timor Oriental:

"A Santa Sé toma conhecimento da decisão da Irlanda de encerrar a sua embaixada em Roma ante a Santa Sé. Naturalmente, qualquer Estado que tenha relações diplomáticas com a Santa Sé é livre de decidir, com base nas suas possibilidades e interesses, se deseja contar com um embaixador ante a Santa Sé, residente em Roma, ou noutro país. O que importa são as relações diplomáticas entre a Santa Sé e os Estados, e estas não estão em discussão no que respeita à Irlanda".
OP/ VIS 20111104 (180)

Novíssimos: A morte 2

O dia da Morte
William-Adolphe Bourgerau
O amor à vida, que é tão profundamente humano, é 
perfeitamente compatível com a reflexão sobre a morte.
O cristão sabe que o espera uma vida infinitamente melhor, sem comparação possível com a desta terra, conhece perfeitamente que foi esse o desígnio de Deus ao criá-lo: Deus criou-nos para Si, e não para nós. Deus criou-nos para sermos felizes e não para o sofrimento.

A felicidade, tal como Deus a concebe, é o próprio Deus, Ele mesmo.

Só na medida em que o homem se contemplar em Deus, como que em reflexo, é que alcança essa felicidade.

E, este estado de suprema e total felicidade, só acontece exactamente na vida eterna que é, nem mais nem menos, que a contemplação permanente de Deus cara a cara.

Comunhão dos santos

Reflectindo
Como membros da comunhão dos santos, nós que ainda estamos na terra devemos orar (...) pelas benditas almas do Purgatório (...) devemos rezar também uns pelos outros, se quisermos ser fiéis à nossa obrigação de membros da comunhão dos santos.
Devemos ter uns pelos outros um sincero amor sobrenatural, praticar a virtude da caridade fraterna por pensamentos, palavras e obras, especialmente mediante o exercício de obras de misericórdia corporais e espirituais. Se queremos assegurar a nossa permanente participação na comunhão dos santos, não podemos desprezar a nossa responsabilidade neste campo.

(leo j. trese, A Fé Explicada, Edições Quadrante, S. Paulo, 4ª Ed., nr. 136)

Evangelho do dia e comentário













T. Comum– XXXI Semana




Evangelho: Lc 16, 1-8

1 Disse também a Seus discípulos: «Um homem rico tinha um feitor, que foi acusado diante dele de ter dissipado os seus bens. 2 Chamou-o, e disse-lhe: Que é isto que eu oiço dizer de ti? Dá conta da tua administração; não mais poderás ser meu feitor. 3 Então o feitor disse consigo: Que farei, visto que o meu senhor me tira a administração? Cavar não posso, de mendigar tenho vergonha. 4 Já sei o que hei-de fazer, para que, quando for removido da administração, haja quem me receba em sua casa. 5 E, chamando cada um dos devedores do seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor? 6 Ele respondeu: Cem medidas de azeite. Então disse-lhe: Toma o teu recibo, senta-te e escreve depressa cinquenta. 7 Depois disse a outro: Tu quanto deves? Ele respondeu: Cem medidas de trigo. Disse-lhe o feitor: Toma o teu recibo e escreve oitenta. 8 E o senhor louvou o feitor desonesto, por ter procedido sagazmente. Porque os filhos deste mundo são mais hábeis no trato com os seus semelhantes que os filhos da luz».

Comentário:

Para 'bom entendedor' Jesus não gaba a infidelidade nem exalta a esperteza do administrador mas refere a sua previdência: preparar enquanto pode e tem tempo, um futuro incerto mas que adivinha.

Também nós não sabemos exactamente o que nos está reservado mas sabemos, pelo menos, que será uma de duas coisas:

A desventura ou a felicidade eternas.

Com esta certeza, mais vale preparar, com tempo, que é este de agora e não outro, a felicidade da vida eterna que é a única coisa que realmente nos deve interessar.

(ama, comentário sobre Lc 16, 1-8, 2010.11.05)

Maus governantes


O bom pastor não precisa atemorizar as suas ovelhas: 

semelhante comportamento é próprio dos maus governantes. Por isso, ninguém estranha que acabem odiados e sós.



(s. josemaria, Sulco, 404)

Mito: o estudo dos gémeos

03/11/2011

Pensamentos inspirados à procura de Deus

À procura de Deus




Nunca se é velho,

para nascer de novo,

em Cristo.







jma

Cordeiro

Reflectindo


Cordeiro, referindo-se a Cristo, diz três coisas: mansidão de condição, pureza e inocência de vida e satisfação de sacrifício e oferta. 









(frei luísde granada, Los nombres de Cristo, en Obras Completas Castellanas, BAC, Madrid 1957, I, pg. 806, trad ama)

Evangelho do dia e comentário













T. Comum– XXXI Semana




Evangelho: Lc 15, 1-10

1 Aproximavam-se d'Ele os publicanos e os pecadores para O ouvir. 2 Os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: «Este recebe os pecadores e come com eles». 3 Então propôs-lhes esta parábola: 4 «Qual de vós, tendo cem ovelhas, se perde uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, para ir procurar a que se tinha perdido, até que a encontre? 5 E, tendo-a encontrado, a põe sobre os ombros todo contente6 e, indo para casa, chama os seus amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque encontrei a minha ovelha que se tinha perdido. 7 Digo-vos que, do mesmo modo, haverá maior alegria no céu por um pecador que fizer penitência que por noventa e nove justos que não têm necessidade de penitência». 8 «Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, e perdendo uma, não acende a candeia, não varre a casa, e não procura diligentemente até que a encontre? 9 E que, depois de a achar, não convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque encontrei a dracma que tinha perdido. 10 Assim vos digo Eu que haverá alegria entre os anjos de Deus por um só pecador que faça penitência».

Comentário:

Nada nos dá maior tranquilidade que pertencer a este rebanho cujo Pastor nos cuida com um zelo inexcedível.
Andamos livremente por onde queremos ou a pastagem nos parece mais atractiva e apetecível.
Sentimo-nos bem e seguros porque, à distância, escutamos o seu silvo tranquilizador que nos guia e avisa dos perigos.
E, se na nossa tonta ambição nos afastamos demais e caímos nalgum barranco, Ele não descansará enquanto não nos encontrar e nos trouxer de volta ao aprisco acolhedor e seguro.
(ama, meditação sobre Lc 15, 1-10, 2010.11.04)