13/08/2017

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Mt 14, 22-33

22 Depois, Jesus obrigou os discípulos a embarcar e a ir adiante para a outra margem, enquanto Ele despedia as multidões. 23 Logo que as despediu, subiu a um monte para orar na solidão. E, chegada a noite, estava ali só. 24 O barco encontrava-se já a várias centenas de metros da terra, açoitado pelas ondas, pois o vento era contrário. 25 De madrugada, Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar. 26 Ao verem-no caminhar sobre o mar, os discípulos assustaram-se e disseram: «É um fantasma!» E gritaram com medo. 27 No mesmo instante, Jesus falou-lhes, dizendo: «Tranquilizai-vos! Sou Eu! Não temais!» 28 Pedro respondeu-lhe: «Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo sobre as águas.» 29 «Vem» - disse-lhe Jesus. E Pedro, descendo do barco, caminhou sobre as águas para ir ter com Jesus. 30 Mas, sentindo a violência do vento, teve medo e, começando a ir ao fundo, gritou: «Salva-me, Senhor!» 31 Imediatamente Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e disse-lhe: «Homem de pouca fé, porque duvidaste?» 32 E, quando entraram no barco, o vento amainou. 33 Os que se encontravam no barco prostraram-se diante de Jesus, dizendo: «Tu és, realmente, o Filho de Deus!»

Comentário:

Novamente o Senhor fala sobre a fé, desta vez para censurar Pedro.

A fé de Pedro, naquela altura, é como a nossa, quase sempre: acreditamos, fazemos, até, um esforço para acreditar, mas…

O resultado é, quase sempre, afundarmo-nos no meio das procelas da vida sentindo-nos perdidos e com medo.

Mas, o Senhor, conta com essa nossa debilidade e está ali, sempre pronto e atento a responder ao nosso apelo: «Salva-me, Senhor!».

E, como a Pedro, estende-nos a Sua mão e salva-nos porque nos quer, nos ama e sabe muito bem que precisamos dessas provas que a vida nos trás para robustecer a nossa fé e acreditarmos deveras que, Ele, pode tudo.

(AMA, comentário sobre Mt 14, 22-33, 09.05.2017)








Hoy el reto del amor es no dejar que la vida te atropelle.

NO SEAS UN PRIMERIZO

Ayer por la mañana tuve una gran aventura en la que me acordé muchísimo de los primerizos... o de los que coordinan proyectos sin pringarse las manos. Te cuento.

Por las mañanas, Sión es la encargada del perro: darle de comer, sacarle a hacer sus cosas y limpiar la sala de abajo, que es donde duerme. Y, cuando Sión no puede, como a todas les encanta estar con el perro, dejo que Celia, Israel o Joane se encarguen. Ellas tan contentas. Así, el perro lleva ya tres meses con nosotras... y yo ningún día me he visto envuelta en ese lío.

Pero ayer, no sé cómo, nadie podía hacerse cargo de Jubi. Yo, muy decidida, les dije:

-Tranquilas, que yo doy de desayunar al perro, le saco, limpio todo... ¡en diez minutos acabo!

Tenía el plan perfectamente diseñado. Todo bajo control. Bajo a donde el perro, entro y... como me he retrasado un rato, Jubi no podía más. Te puedes imaginar el charco que me ha montado en mitad de la habitación...

Nada más verme sólo quería jugar. Yo no sabía si sacarle, si darle el desayuno o limpiar. Opté por empezar a limpiar, pero mi sorpresa fue que no encontraba el papel con que lo hacen. Además, lo curioso fue que me habían dicho: "Usa el spray para limpiar bien"... y en el armario había un montón y todos distintos: uno para lavarle en seco; otro, ambientador; en otro me pareció leer colonia...

Total, que al final encuentro el que es y, con todo lo limpio, le abro la puerta... y el perro no quiere salir a la huerta, quiere desayunar. Vale...

Le preparo el desayuno. Me habían dicho que, entre las bolitas, tenía que picarle un poco de salchicha. En ello estaba cuando, en un segundo que me despisté, Jubi tiró del mantel, el paquete de salchichas cayó al suelo, lo pilló... y me dejó a cuadros. Se ha comido el paquete y sólo podía darle media salchicha. Total, que me senté en el suelo sintiéndome, a pesar de los tres meses de convivencia, una primeriza. El Señor me ha mostrado que, cuando hay algo nuevo, me tengo que implicar, que no puedo dejarlo para los demás. Que siempre hay un momento para comenzar.

Hoy el reto del amor es no dejar que la vida te atropelle. No seas primerizo, pringarte en lo que tienes entre manos, involúcrate, verás cómo la vida se ve de otra manera.

Hoy seguro que vas a vivir o vas a pasar junto a algo que todos los días intentas esquivar. Hoy es el día de afrontarlo, no tengas miedo, sé que te supera y que prefieres dejarlo para mañana. Hoy mira a Cristo y pídele que te dé su fuerza para empezar de nuevo, para luchar con eso que tienes clavado en el corazón. Sé valiente y no te rindas. La vida es para vivirla y vivirla en plenitud.


VIVE DE CRISTO 

Pequena agenda do cristão

DOMINGO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Viver a família.

Senhor, que a minha família seja um espelho da Tua Família em Nazareth, que cada um, absolutamente, contribua para a união de todos pondo de lado diferenças, azedumes, queixas que afastam e escurecem o ambiente. Que os lares de cada um sejam luminosos e alegres.

Lembrar-me:
Cultivar a Fé

São Tomé, prostrado a Teus pés, disse-te: Meu Senhor e meu Deus!
Não tenho pena nem inveja de não ter estado presente. Tu mesmo disseste: Bem-aventurados os que crêem sem terem visto.
E eu creio, Senhor.
Creio firmemente que Tu és o Cristo Redentor que me salvou para a vida eterna, o meu Deus e Senhor a quem quero amar com todas as minhas forças e, a quem ofereço a minha vida. Sou bem pouca coisa, não sei sequer para que me queres mas, se me crias-te é porque tens planos para mim. Quero cumpri-los com todo o meu coração.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?

Fátima: Centenário - Vida de Maria - 55



Centenário das aparições da Santíssima 

Virgem em Fátima


Fuga para o Egipto



A voz do Magistério

«Tal como o agir, também o sofrimento faz parte da existência humana. Este deriva, por um lado, da nossa finitude e, por outro, do volume de culpa que se acumulou ao longo da história e, mesmo actualmente, cresce de modo irreprimível.

Certamente é preciso fazer tudo o possível para diminuir o sofrimento: impedir, na medida do possível, o sofrimento dos inocentes; amenizar as dores; ajudar a superar os sofrimentos psíquicos. Todos estes são deveres tanto da justiça como da caridade, que se inserem nas exigências fundamentais da existência cristã e de cada vida verdadeiramente humana. Na luta contra a dor física conseguiu-se realizar grandes progressos; mas o sofrimento dos inocentes e inclusive os sofrimentos psíquicos aumentaram durante os últimos decénios.

Devemos – é verdade – fazer tudo por superar o sofrimento, mas eliminá-lo completamente do mundo não entra nas nossas possibilidades, simplesmente porque não podemos desfazer-nos da nossa finitude e porque nenhum de nós é capaz de eliminar o poder do mal, da culpa que – como constatámos – é fonte contínua de sofrimento. Isto só Deus o poderia fazer: só um Deus que pessoalmente entra na história fazendo-Se homem e sofre nela. Nós sabemos que este Deus existe e que por isso este poder que «tira os pecados do mundo» [i] está presente no mundo. Com a fé na existência deste poder, surgiu na história a esperança da cura do mundo».

Bento XVI (século XXI), Carta encíclica Spe salvi, 30-XI-2007, n. 36.




[i] Jo 1,29

12/08/2017

Publicações 12 Agosto

Quis experimentar a fadiga e o cansaço

Não sabes se será fraqueza física ou uma espécie de cansaço interior que se apoderou de ti, ou as duas coisas ao mesmo tempo... Lutas sem luta, sem o empenho de uma autêntica melhoria positiva, para pegar a alegria e o amor de Cristo às almas. Quero lembrar-te as palavras claras do Espírito Santo: só será coroado quem tiver lutado "legitime" – deveras! –, apesar dos pesares. (Sulco, 163)

A alegria, o optimismo sobrenatural e humano, são compatíveis com o cansaço físico, com a dor, com as lágrimas – porque temos coração –, com as dificuldades na nossa vida interior ou na tarefa apostólica.

Ele, "perfectus Deus, perfectus homo", perfeito Deus e perfeito homem, que tinha toda a felicidade do Céu, quis experimentar a fadiga e o cansaço, o pranto e a dor..., para que percebermos que para ser sobrenaturais temos de ser muito humanos. (Forja, 290)


Sempre que nos cansemos – no trabalho, no estudo, na tarefa apostólica – sempre que no horizonte haja trevas, então é preciso olhar Cristo: Jesus bom, Jesus cansado, Jesus faminto e sedento. Como te fazes compreender bem, Senhor! Como te fazes amar! Mostras-te igual a nós em tudo, excepto no pecado, para que sintamos que contigo poderemos vencer as nossas más inclinações e as nossas culpas. Efectivamente, não têm importância o cansaço, a fome, a sede, as lágrimas... Cristo cansou-se, passou fome, teve sede, chorou. O que importa é a luta – uma luta amável, porque o Senhor permanece sempre a nosso lado – para cumprir a vontade do Pai que está nos céus. (Amigos de Deus, 201)

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Mt 17, 14-20

14 Quando eles chegaram perto da multidão, um homem aproximou-se de Jesus, ajoelhou-se a seus pés e 15 disse-lhe: «Senhor, tem piedade do meu filho. Ele tem ataques e está muito mal. Cai frequentemente no fogo e muitas vezes na água. 16 Apresentei-o aos teus discípulos, mas eles não puderam curá-lo.» 17 Disse Jesus: «Geração descrente e perversa! Até quando estarei convosco? Até quando vos hei-de suportar? Trazei-mo cá.» 18 Jesus falou severamente ao demónio, e este saiu do jovem que, a partir desse momento, ficou curado. 19 Então, os discípulos aproximaram- se de Jesus e perguntaram-lhe em particular: «Porque é que nós não fomos capazes de expulsá-lo?» 20 Disse-lhes Ele: «Pela vossa pouca fé. Em verdade vos digo: Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: ‘Muda-te daqui para acolá’, e ele há-de mudar-se; e nada vos será impossível.

Comentário:

A exclamação de Jesus é como que um grito da Sua alma dorida pela falta de fé mesmo daqueles que O seguem mais de perto.

E explica no versículo 20 o que é a verdadeira Fé.

A que move montanhas!

Como se chega a “esta fé”, perguntamo-nos inquietos porque bem sabemos como, a que temos, é imperfeita.

Pedindo, perseverantemente, que o Senhor nos aumente, consolide a fé, para podermos compreender, em primeiro lugar e, depois para podermos fazer tudo – sempre em Seu Nome – o que for necessário fazer para bem das almas e glória de Deus.

(AMA, comentário sobre Mt 17, 14-20, 09.05.2017)








El secreto de Juan Pablo II: así se mortificaba video




Fátima: Centenário - Oração Jubilar de Consagração

Fátima: Centenário 

Oração Jubilar de Consagração

Salve, Mãe do Senhor,
Virgem Maria, Rainha do Rosário de Fátima!
Bendita entre todas as mulheres,
és a imagem da Igreja vestida da luz pascal,
és a honra do nosso povo,
és o triunfo sobre a marca do mal.

Profecia do Amor misericordioso do Pai,
Mestra do Anúncio da Boa-Nova do Filho,
Sinal do Fogo ardente do Espírito Santo,
ensina-nos, neste vale de alegrias e dores,
as verdades eternas que o Pai revela aos pequeninos.

Mostra-nos a força do teu manto protector.
No teu Imaculado Coração,
sê o refúgio dos pecadores
e o caminho que conduz até Deus.

Unido/a aos meus irmãos,
na Fé, na Esperança e no Amor,
a ti me entrego.
Unido/a aos meus irmãos, por ti, a Deus me consagro,
ó Virgem do Rosário de Fátima.

E, enfim, envolvido/a na Luz que das tuas mãos nos vem,
darei glória ao Senhor pelos séculos dos séculos.


Ámen.

Pequena agenda do cristão

SÁBADO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Honrar a Santíssima Virgem.

A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas, santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.

Lembrar-me:

Santíssima Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.

Minha querida Mãe: Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da salvação.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?







Fátima: Centenário - Vida de Maria - 54



Centenário das aparições da Santíssima 

Virgem em Fátima


Fuga para o Egipto



A voz do Magistério

«Depois de terem adorado o Senhor e terem satisfeito a sua devoção, os Magos, de acordo com o aviso recebido em sonhos, regressaram ao seu país por um caminho diferente daquele por onde tinham vindo. Acreditando já em Cristo, não tinham que ir, com efeito, pelo caminho da sua antiga vida, mas entrando na nova rota, abstêm-se dos erros que tinham abandonado. Era necessário invalidar as manobras de Herodes, que, sob o pretexto de zelo, preparava um engano ímpio sobre o Menino Jesus.

Por isso, ficando o seu plano desbaratado e a sua esperança iludida, a cólera do rei inflamou-se com ardor. Recordando a data que os Magos tinham indicado, derramou a raiva da sua crueldade sobre todas as crianças de Belém e numa matança geral fez perecer todos os recém-nascidos da cidade, fazendo-os passar para a glória eterna. Pensou que nenhuma criança tinha escapado da morte nesse lugar e, por isso, que Cristo tinha também morrido. Mas Ele, que reservava para outro tempo a efusão do Seu sangue para a redenção do mundo, tinha fugido para o Egipto, levado pelo cuidado dos Seus pais. Restaurava assim a antiga linhagem do povo hebreu e exercia o principado do verdadeiro José, usando de um poder e de uma providência muito maior que a sua, pois vinha libertar os corações dos egípcios de uma fome mais terrível do que toda a indigência, que eles sofriam pela ausência da verdade, já que Ele veio do Céu como verdadeiro pão de vida [i]. De modo que este país não seria já estranho à preparação do mistério da única vítima, onde, pela imolação do cordeiro, tinham sido prefigurados pela primeira vez o sinal salvador da cruz e a Páscoa do Senhor».

São Leão Magno, Papa (século V), Homilia 3 na solenidade da Epifania.




[i] cfr. Jo 6, 51

11/08/2017

Publicações em 11 Agosto

Pratica a caridade sem limites

Ama e pratica a caridade, sem limites e sem discriminações, porque é a virtude que caracteriza os discípulos do Mestre. Contudo essa caridade não pode levar-te – deixaria de ser virtude – a amortecer a fé, a tirar as arestas que a definem, a dulcificá-la até convertê-la, como alguns pretendem, em algo amorfo, que não tem a força e o poder de Deus. (Forja, 456)

O Senhor tomou a iniciativa, vindo ao nosso encontro. Deu-nos o exemplo para nos pormos com Ele ao serviço dos outros, para – gosto de repetir – pormos generosamente o nosso coração a servir de alcatifa, de modo que os outros caminhem suavemente e a sua luta resulte para eles mais amável. Devemos comportar-nos assim, porque somos filhos do mesmo Pai, que não hesitou em entregar-nos o seu Filho muito amado.

Não somos nós que construímos a caridade; é ela que nos invade com a graça de Deus: porque Ele nos amou primeiro. Convém que nos empapemos bem desta verdade formosíssima: se podemos amar a Deus é porque fomos amados por Deus. Tu e eu estamos em condições de derramar carinho sobre os que nos rodeiam, porque nascemos para a fé pelo amor do Pai. Pedi com ousadia ao Senhor este tesouro, esta virtude sobrenatural da caridade, para a exercitardes até ao último pormenor.


Nós, os cristãos, não temos sabido muitas vezes corresponder a esse dom; algumas vezes temo-lo rebaixado como se se limitasse a uma esmola dada sem alma, friamente; outras vezes temo-lo reduzido a uma atitude de beneficência mais ou menos convencional. Exprimia bem esta aberração a queixa resignada de uma doente: Aqui, tratam-me com caridade, mas a minha mãe cuidava de mim com carinho. O amor que nasce do Coração de Cristo não pode dar lugar a este tipo de distinções. (Amigos de Deus, nn. 228–229)

Evangelho e comentário

Tempo Comum

Santa Clara

Evangelho: Mt 16, 24-28

». 24 Então, Jesus disse aos Seus discípulos: «Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me. 25 Porque quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a sua vida por amor de Mim, acha-la-á.26 Pois, que aproveitará a um homem ganhar todo o mundo, se vier a perder a sua alma? Ou que dará um homem em troca da sua alma? 27 Porque o Filho do Homem há-de vir na glória de Seu Pai com os Seus anjos, e então dará a cada um segundo as suas obras.28 Em verdade vos digo que, entre aqueles que estão aqui presentes, há alguns que não morrerão antes que vejam vir o Filho do Homem com o Seu reino».

Comentário:

Perder a vida para ganhar a vida!

Que estranha forma de explicar em que consiste a salvação!

Aparentemente, falta algo nesta “sentença” de Cristo que melhor nos faça entender o que propõe.

Mas, de facto, o que de algum modo foi incompreensível para as pessoas da Sua época, inclusive os discípulos, é, hoje em dia, perfeitamente entendível para os cristãos.

Deve-se ao Espírito Santo e ao Seu Dom de Entendimento esse entender e compreender o alcance e significado das palavras do Senhor.

Assim, ficamos cientes que a vida, a verdadeira Vida, é a vida em Cristo, com Cristo e por Cristo.

(ama, comentário sobre Mt 16, 24-28, 05.08.2016)









Hoy el reto del amor es orar con acción de gracias por esa persona que tanto quieres

PARA SIEMPRE

El lunes recibí un WhatsApp de Carlos en el que me decía que su hermano Gaby se acababa de ir al Cielo. Y él estaba a su lado en el momento de partir a la casa del Padre.

En ese momento, dejé el ordenador, me fui al Oratorio, y me puse a orar por él y su familia. Estuve dando gracias por todo lo que ha supuesto la enfermedad y cómo al final todo le ha llevado al Señor.

He podido vivir de cerca estos momentos, y me daba cuenta de que el dolor y el peso estaban en el corazón, pero, por encima de todo, tenían una paz muy fuerte.

Al llegar a la oración, vino a mi cabeza la carta de San Pablo donde nos dice que el amor no pasa nunca. En estos momentos es el amor el que perdura. Si al amor se le puede decir que deje de amar, en realidad no es amor. El amor que viene de Jesucristo es interminable, imparable. El amar a las personas que nos han dejado es algo muy bueno, es expresión de nuestro afecto por ellas... es prueba de que el amor nunca acaba. Nunca. El amor que Jesús crea en ti es inalterable. Él nos lo dice: "el que cree en mí no morirá".

Hoy el reto del amor es orar con acción de gracias por esa persona que tanto quieres y que ya no está con nosotros. No dejes que la tristeza o la soledad gobiernen tu vida; que sea el amor el que dirija tu corazón. El amor a la persona amada nunca pasa y siempre perdurará.


VIVE DE CRISTO

Pequena agenda do cristão

Sexta-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Contenção; alguma privação; ser humilde.


Senhor: Ajuda-me a ser contido, a privar-me de algo por pouco que seja, a ser humilde. Sou formado por este barro duro e seco que é o meu carácter, mas não Te importes, Senhor, não Te importes com este barro que não vale nada. Parte-o, esfrangalha-o nas Tuas mãos amorosas e, estou certo, daí sairá algo que se possa - que Tu possas - aproveitar. Não dês importância à minha prosápia, à minha vaidade, ao meu desejo incontido de protagonismo e evidência. Não sei nada, não posso nada, não tenho nada, não valho nada, não sou absolutamente nada.

Lembrar-me:
Filiação divina.

Ser Teu filho Senhor! De tal modo desejo que esta realidade tome posse de mim, que me entrego totalmente nas Tuas mãos amorosas de Pai misericordioso, e embora não saiba bem para que me queres, para que queres como filho a alguém como eu, entrego-me confiante que me conheces profundamente, com todos os meus defeitos e pequenas virtudes e é assim, e não de outro modo, que me queres ao pé de Ti. Não me afastes, Senhor. Eu sei que Tu não me afastarás nunca. Peço-Te que não permitas que alguma vez, nem por breves instantes, seja eu a afastar-me de Ti.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?







Fátima: Centenário - Vida de Maria - 53



Centenário das aparições da Santíssima 

Virgem em Fátima


Apresentação de Jesus no Templo


A voz dos santos

«A Lei antiga impunha dois preceitos, relativos ao nascimento dos filhos primogénitos: um obrigava a mãe, pois ficava impura, a permanecer retirada na sua casa por um período de quarenta dias, decorridos os quais ia purificar-se no templo; o outro impunha aos pais a obrigação de levar o primogénito ao templo para o oferecer ao Senhor. A Virgem Santíssima quis cumprir nesse dia um e outro preceito.

É verdade que Maria não estava obrigada à lei da purificação por ter permanecido sempre virgem puríssima; mas amava com tão entranhável amor a humildade e a obediência que, como as outras mães, quis apresentar-se no templo para se purificar. Cumpriu também o segundo mandamento da lei apresentando o seu Filho e oferecendo-o ao eterno Pai, como diz São Lucas: cumprido o tempo da purificação da Mãe, segundo a lei de Moisés, levaram o Menino a Jerusalém para O apresentar ao Senhor [i]. Mas a Virgem Maria ofereceu-O de modo muito diverso do que costumavam fazer as outras mães ao oferecerem os seus filhos.

As outras mães ofereciam os seus filhos, mas sabiam muito bem que esta oblação não passava de uma mera cerimónia legal; pois, uma vez resgatados, recuperavam o direito que tinham sobre eles, sem o temor de os terem depois que oferecer à morte. Maria, pelo contrário, ofereceu realmente o seu Filho à morte e sabia muito bem que o sacrifício que então fazia da vida de Jesus Cristo se havia de consumar um dia na ara da Cruz; de maneira que, oferecendo a vida do seu Filho pelo imenso amor que lhe tinha, Maria fez um perfeito holocausto de si mesma a Deus».

Santo Afonso Maria de Ligório (séc. XVIII), As glórias de Maria.




[i] Lc 2, 22

10/08/2017

Publicações em 10 de Agosto

S. Pedro e S. Paulo, apóstolos

Ânimo! Tu... podes. – Vês o que fez a graça de Deus com aquele Pedro dorminhoco negador e cobarde...; com aquele Paulo perseguidor, odiento e pertinaz? (Caminho, 483)

Pedro diz-Lhe: «Senhor, Tu lavares-me os pés, a mim?!». Responde Jesus: «O que Eu faço, não o compreendes agora; entendê-lo-ás depois". Insiste Pedro: «Tu nunca me lavarás os pés!». Replicou Jesus: «Se Eu não te lavar, não terás parte coMigo». Simão Pedro rende-se: «Senhor, não só os pés, mas também as mãos e a cabeça»!

Ao chamamento a uma entrega total, completa, sem vacilações, muitas vezes opomos uma falsa modéstia como a de Pedro... Oxalá fôssemos também homens de coração, como o Apóstolo! Pedro não admite que ninguém ame Jesus mais do que ele. Esse amor leva-o a reagir assim: – Aqui estou! Lava-me as mãos, a cabeça, os pés! Purifica-me de todo, que eu quero entregar-me a Ti sem reservas! (Sulco, 266)


«Pesa sobre mim a solicitude por todas as igrejas», escrevia S. Paulo; e este suspiro do Apóstolo recorda a todos os cristãos – também a ti! – a responsabilidade de pôr aos pés da Esposa de Jesus Cristo, da Igreja Santa, o que somos e o que podemos, amando-a muito fielmente, mesmo à custa de bens, da honra e da vida. (Forja, 584)