12/06/2011

Confidências de alguém

Confidências de Alguém
Nota de AMA: 
Estas “confidências” têm, obviamente, um autor, que não se revela; foram feitas em tempo indeterminado, por isso não se lhes atribui a data. O estilo discursivo revela, obviamente, que se tratam de meditações escritas ao correr da pena. A sua publicação deve-se a ter considerado que, nelas se encontram muitas situações e ocorrências que fazem parte do quotidiano que, qualquer um, pode viver.


Divino Espírito Santo: ilumina o meu entendimento.

Para que eu possa conhecer melhor as verdadeiras razões que movem a minha vida.
A minha íntima ligação a Cristo e à Sua Igreja.
A minha filiação ao Pai.
A minha vinculação a Ti.
Com esta claridade no meu espírito, não poderei fazer outra coisa que aprofundar a minha oração, a minha união à Trindade Santíssima e, assim, ser mais correcto, mais justo, mais casto, mais mortificado, mais santo.

Divino Espírito Santo, fica comigo todos os instantes da minha vida, guiando os meus passos, iluminando a minha inteligência, dando-me força para fazer, sem demora, o que deve ser feito no momento devido.

A resposta mais adequada
A pergunta que for necessária
O comentário a propósito
A atenção merecida
A acção indispensável
A correcção que se impuser
A intervenção atempada.

Todas estas qualidades eu Te peço para poder cumprir os três principais objectivos da minha vida:

Santificação Pessoal
Santificação dos outros
Glória do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


Educação, Fé e Ciência

Caminho e Luz
A debilidade do relativismo


11. O relativismo socava a liberdade


Para o relativismo não existem valores absolutos. Quem crê que a liberdade humana é um direito universal, tem tanta razão como o que pensa que essa liberdade não existe.
O relativismo, portanto, vai contra as noções de dignidade humana, propriedade privada, liberdade, estado de direito e outras que servem de contrapeso ao despotismo.
Para o relativismo nenhum princípio é digno de ser defendido (excepto o de que tudo é relativo). Como consequência, sob uma mentalidade relativista, o totalitarismo é perfeitamente aceitável e nenhum princípio poderia opor-se-lhe.
Tal é o efeito da tese que defende, por exemplo, que a moralidade é um simples produto da classe social a que se pertence.
Escolas de pensamento como o marxismo, o fascismo e o nazismo justificam dessa formas acções dos seus governos às quais não põem limites. Igualmente, as formas de pensar que tornam flexíveis princípios que deviam ser absolutos, facilitam praticas que os violam, como no caso do aborto.
O relativismo cria uma impressão paradoxal. Quem o defende pretende estar sendo libertado da tirania dos absolutos, que considera como opressores de sua liberdade.
Sem esses absolutos, pensa-se, chegará a real e total liberdade. Daqui surgem os conceitos de tolerância, pluralismo, diversidade e que em última instância solicitam que se suspenda a emissão de juízos, pois nada é mal nem nada é falso.
O resultado dessa mentalidade é a perda de um eixo moral, cujo vazio é cheio pelas decisões de governo, as que forem, quando, então, essa liberdade que se julgava ter conquistado se perde.
Crendo que todo o juízo moral é uma imposição indevida na pessoa, perde-se a defesa moral da liberdade e o governante fica como árbitro do que é bom e certo.

eduardo garcía gaspar, conoZe, 2011.04.13, trad ama


Perguntas e respostas sobre Jesus de Nazaré. 12

Jesus de NazaréQuem eram exactamente os acusadores de Jesus? Os judeus?

“Nas respostas que os Evangelhos dão há diferenças sobre as quais temos de reflectir. Segundo João, são simplesmente ‘os judeus’. Mas esta expressão de João não indica de modo algum o povo de Israel como tal - como quiçá poderia pensar o leitor moderno -, e muito menos ainda comporta um tom ‘racista’ Afinal de contas, o próprio João pertencia ao povo israelita, como Jesus e todos os seus. A comunidade cristã primitiva era inteiramente formada por judeus. Esta expressão tem em João um significado bem preciso e rigorosamente delimitado: com ela designa a aristocracia do templo”



55 Preguntas y respuestas sobre Jesús de Nazaret, extraídas del libro de Joseph Ratzinger-Benedicto XVI: “Jesús de Nazaret. Desde la Entrada en Jerusalén hasta la Resurrección, Madrid 2011, Ediciones Encuentro. Pag. 126, marc argemí, trad. ama

Sobre a família 80

Matrimónio: Um com uma 14

Porque permitir que o casamento homossexual enfraqueça a instituição do casamento como um todo? Dois homens que se casam não me ameaçam, nem ao meu casamento. 4


De facto, a sociedade não tem o poder de mudar o que o casamento é. Ainda que a lei mude a definição, não poderá alterar a realidade. A união entre um homem e um homem ou uma mulher e outra mulher não pode ser casamento. Seria o mesmo que dizer que combinar brócolos com batatas assadas produz um gelado de baunilha!

mary joseph, [i]  MercatorNet, 2011.03.09, trad ama





[i] Mary Joseph is a project officer at the Life, Marriage and Family Centre of the Catholic Archdiocese of Sydney.

Tema para breve reflexão - Médico omnipotente


Reflectindo
Médico Omnipotente


O género humano jaz enfermo; não de doença corporal, mas pelos seus pecados. Jaz como um grande enfermo em todo o orbe da terra, de Oriente a Ocidente. Para curar este moribundo desceu o médico omnipotente. Humilhou-se até tomar carne mortal, quer dizer, até se aproximar do leito do enfermo.

(Stº agostinho, Sermão 87, 13)

Evangelho do dia e comentário

Pentecostes







T. Comum– XI Semana






Evangelho: Jo 20, 19-23

19 Chegada a tarde daquele mesmo dia, que era o primeiro da semana, e estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam juntos, por medo dos judeus, foi Jesus, colocou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco!». 20 Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se muito ao ver o Senhor. 21 Ele disse-lhes novamente: «A paz esteja convosco. Assim como o Pai Me enviou, também vos envio a vós». 22 Tendo dito esta palavras, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo.23 Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos».

Comentário:

"Ver para crer" seria, já, muito bom se todos os que vêm acreditassem mas, infelizmente, não é assim.
O pior é que muitos não querem, de facto, ver. Alguns por indiferença, outros, muitos infelizmente, porque temem ver o que pode mudar-lhes a vida, preferindo ficar na ignorância da evidência.

"O pior cego é o que não quer ver"!

Como é, cada vez mais frequente, esta postura comodista, cobarde, falsa!

É sempre tempo de "ver" - verdadeiramente ver - o que está tão patente aos olhos dos "homens de boa vontade".

(ama, comentário sobre Jo 20, 19-31, 2011.05.01)