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13/06/2011

Sobre a família 81

Matrimónio: Um com uma 15

Mas o casamento nem sempre foi definido como a união entre um homem e uma mulher. Como explica a poligamia?


Em tempos e culturas diferentes, a prática da poligamia (um home ter várias esposas) foi consentido, mas nem todos os indivíduos envolvidos se tornam esposos de cada um. Um homem casa sempre com uma mulher. Um homem pode ter várias esposas, mas as suas esposas não serão casadas umas com as outras. As duas pessoas que se casam serão sempre um homem e uma mulher – formando sempre uma união aberta à vida. Em nenhuma circunstância dois homens e duas mulheres poderão casar uns com os outros.
A Cristandade não criou a noção de casamento. Clarificou o que praticamente todas as principais culturas pensaram. Com a chegada do Cristianismo, o entendimento da lei do casamento como uma união de amor para a vida entre um homem e uma mulher, com exclusão de todos os outros, cresceu e enraizou-se.


mary joseph
, [1]  MercatorNet, 2011.03.09, trad ama


[1] Mary Joseph is a project officer at the Life, Marriage and Family Centre of the Catholic Archdiocese of Sydney.

12/06/2011

Sobre a família 80

Matrimónio: Um com uma 14

Porque permitir que o casamento homossexual enfraqueça a instituição do casamento como um todo? Dois homens que se casam não me ameaçam, nem ao meu casamento. 4


De facto, a sociedade não tem o poder de mudar o que o casamento é. Ainda que a lei mude a definição, não poderá alterar a realidade. A união entre um homem e um homem ou uma mulher e outra mulher não pode ser casamento. Seria o mesmo que dizer que combinar brócolos com batatas assadas produz um gelado de baunilha!

mary joseph, [i]  MercatorNet, 2011.03.09, trad ama





[i] Mary Joseph is a project officer at the Life, Marriage and Family Centre of the Catholic Archdiocese of Sydney.

11/06/2011

Sobre a família 79

Matrimónio: Um com uma 13

Porque permitir que o casamento homossexual enfraqueça a instituição do casamento como um todo? Dois homens que se casam não me ameaçam, nem ao meu casamento. 3


Homens e mulheres aspirarão sempre casar-se porque este desejo está enraizado na pessoa humana. Mas afectará profundamente a juventude no crescimento numa cultura que diz que o casamento não é mais o dar-se a si mesmo incondicionalmente ao outro e terem filhos juntos. A confusão cultural acerca do verdadeiro sentido de casamento tornar-lhes-á ainda mais difícil atingir o que aspiram.

mary joseph,[i]  MercatorNet, 2011.03.09, trad ama





[i] Mary Joseph is a project officer at the Life, Marriage and Family Centre of the Catholic Archdiocese of Sydney.

09/06/2011

Sobre a família 77

Matrimónio: Um com uma 11

Porque permitir que o casamento homossexual enfraqueça a instituição do casamento como um todo? Dois homens que se casam não me ameaçam, nem ao meu casamento.





Mudando a definição de casamento para remover os elementos de macho e fêmea mudará profundamente a nossa cultura. “Alargando” o significado de casamento para incluir casais do mesmo sexo ignora o que é único e belo na doação de uma mulher e na doação de um homem.
Homens e mulheres são criados com um propósito e específico desenho de amor, e somos chamados a lutar para conseguir preenchê-lo tanto quanto poder-mos, não obstante as nossas fraquezas físicas, emocionais e espirituais.
Consentir que dois homens ou duas mulheres se “casem” envolveria uma mudança fundamental na nossa compreensão sobre o casamento, de uma doação de vida e união sexual complementar para uma relação pessoal, romântica onde não existe uma comunicação verdadeira ou ligação relativamente à procriação.

mary joseph,[i]  MercatorNet, 2011.03.09, trad ama





[i] Mary Joseph is a project officer at the Life, Marriage and Family Centre of the Catholic Archdiocese of Sydney.

08/06/2011

Sobre a família 76

Matrimónio: Um com uma 10

Não estará a condenar os homossexuais a uma vida de solidão e miséria? 2





Infelizmente, o mundo está constantemente a dizer-nos que a intimidade sexual é a única intimidade que vale a pena ter – que se deve ter uma relação sexual para se ser feliz ou se estará condenado a uma vida miserável sem ninguém que nos ame. A experiência da vida real de pessoas solteiras por todo o mundo testemunha que isto é simplesmente falso! Milhões de pessoas solteiras em todo o mundo vivem vidas felizes, preenchidas – amando outros e sendo profundamente amados em troca – sem terem sexo. A nossa necessidade de amor é muito, muito maior que a nossa necessidade de praticar sexo.

mary joseph,[i] MercatorNet, 2011.03.09, trad ama





[i] Mary Joseph is a project officer at the Life, Marriage and Family Centre of the Catholic Archdiocese of Sydney.