28/04/2019

El Reto del Amor








por El Reto del amor

Temas para reflectir e meditar.


Para que sirvo eu, Senhor?

Tantas vezes Te faço esta pergunta que me aperta o coração!
Para que Te sirvo eu?
Que préstimo tenho?
O que esperas de mim?

E, Tu, num silêncio ensurdecedor vais-me dizendo: VIVE!

Como?, pergunto com a desfaçatez de quem não sabe  a resposta.

Como sabes e podes, vencendo-te cada segundo do teu dia-a-dia, entregando-te nas minhas mãos que te amparam e guiam:

´Vive!`

E, eu, pobre de mim, faço o possível por… viver como queres…

Mas… sem Ti… como poderei?

AMA, reflexão, 27.02.2019)

Evangelho e comentário



TEMPO DE PÁSCOA



Domingo da Divina Misericórdia

Evangelho: Jo 20, 19-31

19 Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, com medo das autoridades judaicas, veio Jesus, pôs-se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco!» 20 Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o peito. Os discípulos encheram-se de alegria por verem o Senhor. 21 E Ele voltou a dizer-lhes: «A paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós.» 22 Em seguida, soprou sobre eles e disse-lhes: «Recebei o Espírito Santo. 23 Àqueles a quem perdoardes os pecados, ficarão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ficarão retidos.» 24 Tomé, um dos Doze, a quem chamavam o Gémeo, não estava com eles quando Jesus veio. 25 Diziam-lhe os outros discípulos: «Vimos o Senhor!» Mas ele respondeu-lhes: «Se eu não vir o sinal dos pregos nas suas mãos e não meter o meu dedo nesse sinal dos pregos e a minha mão no seu peito, não acredito.» 26 Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez dentro de casa e Tomé com eles. Estando as portas fechadas, Jesus veio, pôs-se no meio deles e disse: «A paz seja convosco!» 27 Depois, disse a Tomé: «Olha as minhas mãos: chega cá o teu dedo! Estende a tua mão e põe-na no meu peito. E não sejas incrédulo, mas fiel.» 28 Tomé respondeu-lhe: «Meu Senhor e meu Deus!» 29 Disse-lhe Jesus: «Porque me viste, acreditaste. Felizes os que crêem sem terem visto!» 30 Muitos outros sinais miraculosos realizou ainda Jesus, na presença dos seus discípulos, que não estão escritos neste livro. 31 Estes, porém, foram escritos para acreditardes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e, acreditando, terdes a vida nele.

Comentário:

O Evangelista São João termina o “seu” Evangelho com a descrição de uma cena entranhável: a confissão do Apóstolo Tomé:

«Meu Senhor e meu Deus!»

Não é uma confissão “qualquer” mas um “grito” que vem do fundo da alma do Apóstolo incrédulo.

Perante a evidência, o seu coração não pode mais que confessar a verdade que intimamente reconhece e podemos sem esforço adivinhar a reacção dos outros Apóstolos que estavam presentes: a necessidade concreta de repetirem cada um, a declaração de Tomé.

A partir deste momento, cessam todas as dúvidas, ficam liminarmente transparentes todas as questões.

Também nós, quando o Sacerdote eleva sobre o Altar a Hóstia Consagrada, repetimos com convicção e com toda a nossa alma:

«Meu Senhor e meu Deus!»

(AMA, comentário sobre Jo 20, 1-9, 14.01.2019)

Deus e Audácia!


Não sejais almas de via reduzida, homens ou mulheres menores de idade, de vistas curtas, incapazes de abrangerem o nosso horizonte sobrenatural cristão de filhos de Deus. Deus e Audácia! (Sulco, 96)

Ao longo dos anos, apresentar-se-ão – talvez mais depressa do que pensamos – situações particularmente custosas, que vão exigir de cada um muito espírito de sacrifício e um maior esquecimento de si mesmo. Fomenta então a virtude da esperança e, com audácia, faz teu o grito do Apóstolo: Eu estimo, efectivamente, que os sofrimentos do tempo presente não têm proporção alguma com a glória que há-de revelar-se em nós. Medita com segurança e com paz: como será o amor infinito derramado sobre esta pobre criatura?

Chegou a hora de, no meio das tuas ocupações habituais, exercitares a fé, despertares a esperança, avivares o amor. Quer dizer: de activar as três virtudes teologais que nos impelem a desterrar imediatamente, sem dissimulações, sem rebuço, sem rodeios, os equívocos da nossa vida profissional e da nossa vida interior. (Amigos de Deus, 71)

Leitura espiritual


O JULGAMENTO PARTICULAR E FINAL


1. Qual é o julgamento particular?

- Imediatamente após a morte, o julgamento específico ocorre, onde cada alma recebe a recompensa ou punição que suas obras merecem. E vai para o céu ou para o inferno. Ou talvez ao purgatório por um tempo.


2. Sobre o que seremos julgados?

- Deus nosso Senhor nos julgará sobre:

As coisas boas que fizemos, incluindo bons votos.
As coisas boas que paramos de fazer (omissões).
As coisas más que fizemos, incluindo pensamentos maus.
As consequências de nossas acções.


3. Quais serão os critérios de medição?

- No seu julgamento, o Senhor, com sua infinita sabedoria, medirá nossas acções à medida que se adaptaram à vontade divina, levando em conta os dons que cada um recebeu.

4. Como será o julgamento particular?

- Sobre isso, muito pouco é conhecido. Pode ser algo assim: depois da morte, a alma ainda não vê a Deus, mas encontra a majestade divina, seu amor, justiça e misericórdia.

Então há três reacções possíveis:

Se alguém morre sem ter-se arrependido de seus pecados graves, ele é incapaz de aceitar o amor divino e é condenado ao inferno para sempre.
Quando alguém morre em graça, mas sem ter feito a penitência que seus pecados reivindicam, ele sente o chamado do amor divino e o aceita para sempre, mas ele vê a necessidade de se purificar antes de poder ver Deus, e ele vai temporariamente para o purgatório. Isso acontece com a maioria das pessoas.
Algumas pessoas muito santas são trazidas directamente para a visão de Deus para sempre.


5. Qual é o julgamento final?

- Quando o fim do mundo chegar, os corpos serão ressuscitados (ressurreição) unidos às suas almas para receber conjuntamente o mesmo prémio ou punição que a alma já havia assumido.


6. Por que deveria haver um julgamento final?

- Não é o particular o suficiente? A sentença é a mesma, mas um juízo final é necessário para que as sentenças sejam públicas, a justiça divina seja apreciada e a glória de Deus aumentada.


7. No julgamento final tudo será conhecido?

- No julgamento final, as boas e más acções de cada pessoa com as suas consequências virão à luz. Incluindo omissões ou boas obras que foram deixadas por fazer.

Os bons receberão a honra pública pelas suas boas obras, mesmo que na terra eles se escondam. 
Os seus pecados já confessados ​​e purificados não terão importância excepto aplaudir sua divina contrição e misericórdia. 
Por exemplo, São Pedro será muito celebrado por ser a pedra sobre a qual a Igreja foi construída; as suas negativas não têm ou terão qualquer relevância:  o seu arrependimento é o que conta.
Os condenados sofrerão a confusão e a desgraça pública que a sua obstinação merece.

Pequena agenda do cristão

DOMINGO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Viver a família.

Senhor, que a minha família seja um espelho da Tua Família em Nazareth, que cada um, absolutamente, contribua para a união de todos pondo de lado diferenças, azedumes, queixas que afastam e escurecem o ambiente. Que os lares de cada um sejam luminosos e alegres.

Lembrar-me:
Cultivar a Fé

São Tomé, prostrado a Teus pés, disse-te: Meu Senhor e meu Deus!
Não tenho pena nem inveja de não ter estado presente. Tu mesmo disseste: Bem-aventurados os que crêem sem terem visto.
E eu creio, Senhor.
Creio firmemente que Tu és o Cristo Redentor que me salvou para a vida eterna, o meu Deus e Senhor a quem quero amar com todas as minhas forças e, a quem ofereço a minha vida. Sou bem pouca coisa, não sei sequer para que me queres mas, se me crias-te é porque tens planos para mim. Quero cumpri-los com todo o meu coração.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?

27/04/2019

El Reto del Amor









por El Reto del amor

Reflexões ao Sábado


Fátima

Ao Sábado costumo fazer um “peregrinação) a Fátima.

Sem grande esforço – confesso – guardo uns momentos do dia para mentalmente visitar a Capelinha e olhar a querida imagem que conheço desde menino pequeno.

Ocorrem-me logo todas as memórias da infância em que com os meus oito irmãos ali passávamos o mês de Setembro, o Terço rezado na Capelinha depois do jantar – capelinha cuja arquitectura é sempre a mesma, com as muletas dos miraculados postas no travejamento do tecto de telha vã com ex-votos – memórias tão vivas e concretas que nunca deixo de me emocionar.

São muitos bons momentos, sinto-me novamente “filho pequeno” com uma confiança ilimitada na minha Mãe do Céu.

(AMA, reflexões ao Sábado, 2019)

Temas para reflectir e meditar

Liberdade

A liberdade das pessoas significa que estas podem amar Deus. Já que, sem liberdade, o amor não é possível. 

O sofrimento é, portanto, a consequência de uma escolha errada de liberdade.


(gisbert greshake, Der Preis der Liebe, Bestnnung uber das Leid, Freiburg, 1978, p. 31, trad ama)


Evangelho e comentário



TEMPO DE PÁSCOA




Evangelho: Mc 16, 9-15

9 Jesus, tendo ressuscitado de manhã, no primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demónios.10 Ela foi noticiá-lo aos que tinham andado com Ele, os quais estavam tristes e chorosos.11 Tendo eles ouvido dizer que Jesus estava vivo e que fora visto por ela, não acreditaram.12 Depois disto, mostrou-Se de outra forma a dois deles, enquanto iam para a aldeia; 13 os quais foram anunciar aos outros, que também a estes não deram crédito.14 Finalmente, apareceu aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a sua incredulidade e dureza de coração, por não terem dado crédito aos que O tinham visto ressuscitado.15 E disse-lhes: «Ide por todo o mundo, e pregai o Evangelho a toda a criatura.

Comentário:

São Marcos escreve os derradeiros versículos do “seu” Evan­gelho.

Com ênfase especial nas relações dos apóstolos com Jesus Cristo segue com evidente cuidado as longas conversas com Pedro não omitindo nem as fraquezas, dúvidas, negações e abandonos que pautaram o seu relacionamento com o Se­nhor.

É bem evidente que a enorme humildade do Príncipe dos Apóstolos e a rocha sobre a qual Jesus Cristo edificou a Sua Igreja quis que a hu­manidade ficasse a saber de fonte fide­digna que o cumprimento do mandato do Senhor não se fica a dever à capacidade de cada um e nem mesmo à sua en­trega devotada inteiramente à missão que lhes fora confiada – quase todos deram a vida por ela – mas à especialís­sima assistência do Espírito Santo que os converteu em pilares indes­trutíveis e inamovíveis da Igreja.

(AMA, comentário sobre Mc 16, 9-15, 15.01.2019)

Sabendo-me pescador de homens... não pesco?


O Senhor quer de ti um apostolado concreto, como o da pesca daqueles cento e cinquenta e três grandes peixes apanhados à direita da barca, e não outros. E perguntas-me: "Como é que, sabendo-me pescador de homens, vivendo em contacto com muitos companheiros e podendo discernir a quem deve ser dirigido o meu apostolado específico, afinal não pesco?... Falta-me amor? Falta-me vida interior?". Escuta a resposta dos lábios de Pedro, naquela outra pesca milagrosa: – "Mestre, cansámo-nos de trabalhar toda a noite, e não apanhámos nada; apesar disso, sob a Tua palavra, lançarei a rede". Em nome de Jesus, começa de novo. Revigorado. – Fora com essa moleza! (Sulco, 377)

O apostolado, essa ânsia que vibra no íntimo do cristão, não é coisa separada da vida de todos os dias; confunde-se com o próprio trabalho, convertido em ocasião de encontro pessoal com Cristo. Nesse trabalho, ombro a ombro com os nossos colegas, com os nossos amigos, com os nossos parentes, lutando pelos mesmos interesses, podemos ajudá-los a chegar a Cristo, que nos espera na margem do lago... Antes de ser apóstolo, pescador. Também, pescador depois de ser apóstolo. Antes e depois, a mesma profissão. (…)

Passa ao lado dos seus Apóstolos, junto daquelas almas que se lhe entregaram... E eles não se dão conta disso!. (…)Lançai a rede para o lado direito da barca e encontrareis. Lançaram a rede e já não a podiam tirar por causa da grande quantidade de peixes. Agora compreendem. Recordam o que tinham ouvido tantas vezes dos lábios do Mestre: pescadores de homens, apóstolos!... E compreendem que tudo é possível, porque é Ele quem dirige a pesca. (…)

Os outros discípulos foram com a barca, porque não estavam distantes de terra, senão duzentos côvados, tirando a rede cheia de peixes. Em seguida põem a pesca aos pés do Senhor, porque é sua, para que aprendamos que as almas são de Deus, que ninguém nesta terra pode atribuir a si mesmo essa propriedade, que o apostolado da Igreja – a palavra e a realidade da salvação – não se baseia no prestígio de algumas pessoas, mas na graça divina. (Amigos de Deus, nn. 264–267)

Leitura espiritual


EVOLUCIONISMO

A. EVOLUCIONISMO E A EXISTÊNCIA DE DEUS

1. O evolucionismo ajuda a conhecer a existência de Deus?

- Em síntese, o evolucionismo afirma que algumas espécies vêm de outras através de diversos processos que originam mudanças genéticas. Essa teoria fornece um bom argumento para mostrar a existência de Deus, porque é impossível que tais modificações esplêndidas sejam produto do acaso. Deve haver uma inteligência muito poderosa que tenha previsto e organizado esse processo.

2. Tudo não virá do assunto? 

– Se um processo inteligente é observado, alguém inteligente o projectou. Confrontado com um navio fenício ninguém pensa que é coincidentemente unida argila. Esse navio fala por si da existência de seres inteligentes que o construíram.

3. E a chance de milhões de anos?

- Há coisas impossíveis para muitos anos para passar: há reis nas cartas, você não pode obter um trio de reis por muitos milhões de cartões e anos empregadas. Uma caneta ou teclado não é auto-construída com base em milhões de anos. A existência de um teclado fala de um ser inteligente que o projectou. Se uma caneta estiver em um planeta, será um sinal claro de que há pessoas lá. O evolucionismo é um processo de fabricação muito mais complexo de uma caneta e manifesta a existência de um pensamento ser muito inteligente. Muito mais sábio e mais poderoso que o homem.

4. Poderia ser que a matéria é inteligente e natural?

- Não, não A matéria certamente não é inteligente e não pode ser o projectista do evolucionismo. Se um avião aparece em um planeta, todo mundo procura pelos habitantes do planeta. Ninguém pensa que o avião tenha surgido por coincidência da auto-modificação das rochas. E um avião pequeno é muito mais fácil de projectar do que um dedo ou um coelho. Entre os seres materiais só há razões de homem. O homem é o ser mais inteligente da natureza e o homem não organizou o evolucionismo.

5. E as grandes leis que observamos na natureza?

- Quem pensou na fotossíntese das plantas?
- Quem organizou o ciclo da água e a irrigação através das nuvens? –
- Quem projectou a própria água?
As criaturas seguem leis físicas e biológicas organizadas por um ser inteligente que pensa assim. Uma dessas leis é o evolucionismo, e assim o evolucionismo nos fala sobre Deus.

B. EVOLUCIONISMO E ORIGEM DO HOMEM

1. O homem vem do macaco?
- As ciências naturais chamam o homem moderno de homo sapiens sapiens, e o colocam dentro do género homo que tem parentesco antigo com primatas.

2. Como foi a evolução dos primatas?
- Há cerca de 15 milhões de anos, grandes primatas vêm se diversificando. Primeiro a linha separa o orangotango, depois o gorila e depois o chimpanzé há cerca de 5 milhões de anos. Finalmente, a separação entre homo e australopithecus (primata ereta que se tornou extinta) ocorre.

3. Como o género homo evoluiu?

- Várias espécies do género homo são conhecidas. Tudo extinto, excepto o actual. A ciência não é totalmente precisa nessas questões. Um esboço da evolução humana poderia ser este:

homo habilis.
- Ele viveu na África há 2 milhões de anos. Ele fez ferramentas de pedra.
homo ergaster.-
Ele viveu 1,5 milhões de anos atrás. Ele foi o primeiro a deixar a África para a Europa e a Ásia. Homo erectus (Java) e antecessor vêm disso.
homo antecessor.
- Ele viveu um milhão de anos atrás na África e na Europa. Na Europa, dá origem ao homo heidelbergensis do qual vem o Neanderthal. Na África, evolui para o atual homo sapiens sapiens.
homo neanderthalensis.
- Ele viveu na Europa há 150.000 anos. Eles usaram fogo e enterraram os mortos. Eles foram extintos com as glaciações de 35.000 anos atrás.
Homo sapiens sapiens.
- Surge na África há 200.000 anos e se espalhou pelo mundo. 20.000 anos atrás não há outras espécies de homo.

4. O que mais é a razão da origem do homem?

- A razão nos dá algumas ideias importantes:

O homem realiza acções espirituais, então - além do material - é um ser espiritual (ver alma ).
O conteúdo corporal do homem pode vir da evolução de outros seres corpóreos, uma vez que uma matéria treinada pode originar matéria mais aperfeiçoada. Mas nunca espírito, que por definição é ausência de matéria. A criação da alma humana requer um Criador espiritual.

5. A fé católica aceita que o homem vem do macaco?

- A fé não se pronuncia neste ponto. O que Deus revelou é que o homem foi criado por Ele. Mas nada é dito sobre o animal que o Senhor levou para respirar em seu espírito. A bíblia fala de lama, uma lama simbólica que poderia ter sido um australopiteco, um homo antecessor... ou simplesmente lama. Em todo caso, o Senhor tomou um ser material, modelou-o para que pudesse receber uma alma espiritual, criar a alma e uni-la a esse corpo.

Pequena agenda do cristão

SÁBADO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Honrar a Santíssima Virgem.

A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas, santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.

Lembrar-me:

Santíssima Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.

Minha querida Mãe: Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da salvação.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





Doutrina


CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA
Compêndio



SEGUNDA SECÇÃO

OS SETE SACRAMENTOS DA IGREJA


CAPÍTULO PRIMEIRO

OS SACRAMENTOS DA INICIAÇÃO CRISTÃ

O SACRAMENTO DO BAPTISMO


Pergunta:

264. Que significado assume o nome cristão recebido no Baptismo?

Resposta:

O nome é importante, porque Deus conhece cada um pelo nome, isto é, na sua unicidade. Com o Baptismo, o cristão recebe na Igreja o próprio nome, de preferência o de um santo, de maneira que este ofereça ao baptizado um modelo de santidade e lhe assegure a sua intercessão junto de Deus.

26/04/2019

Temas para reflectir meditar

Identificação com Deus


A criatura é mais autenticamente humana na medida em que aperfeiçoa a imagem e a semelhança de Deus. Nesta determinação o homem e a mulher encontram o sentido mais profundo e mais feliz da sua existência. 
Temos que rejeitar a ideia, desgraçadamente difundida, de que imitar Cristo supõe um nível de conduta que nos supera. 
Nada mais longe da verdade. 
Enquanto não nos persuadirmos de que, com a graça de Deus, podemos conseguir essa identificação, significa que continuamos a pactuar com a mediocridade, renunciando à incomparável aventura de tratar Cristo de perto, como Amigo, Irmão, Mestre, Médico.

(javier echevarría, Getsemani, Planeta, 3ª Ed. Pg. 157)


El Reto del Amor










por El Reto del amor

Temas para reflectir e meditar.


O amor de Deus

Valha-me Deus!

De que me serve este constante exame a que me dedico com uma espécie de autoflagelação como um “condenado” a não ser mais que um miserável.

Sim… de me serve?

Eu não sou nenhum miserável, sou um filho de Deus com enormes defeitos e algumas virtudes e, tenho a certeza, é assim, apesar de ser assim, que Ele me ama.
Amar-me-ia mais se fosse diferente, melhor, sem defeitos nenhuns, só com virtudes?

Julgo que não porque então eu seria como que um Anjo, um espírito puro e simples e não creio que Deus Meu Senhor e Criador ame mais um que outro.

Ambos, somos, por exemplo, o Anjo da Minha Guarda e eu, somos criação Sua, diferentes – quase infinitamente diferentes – mas frutos do Seu Amor Eterno e Inexcedível.

Logo, os frutos do Amor de Deus não hão de ter consideração diferente por parte de Quem os Criou.

AMA, reflexões, 20.06.2018


Evangelho e comentário



TEMPO DE PÁSCOA




Evangelho: Jo 21, 1-14

1 Algum tempo depois, Jesus apareceu outra vez aos discípulos, junto ao lago de Tiberíades, e manifestou-se deste modo: 2 estavam juntos Simão Pedro, Tomé, a quem chamavam o Gémeo, Natanael, de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos. 3 Disse-lhes Simão Pedro: «Vou pescar.» Eles responderam-lhe: «Nós também vamos contigo.» Saíram e subiram para o barco, mas naquela noite não apanharam nada. 4 Ao romper do dia, Jesus apresentou-se na margem, mas os discípulos não sabiam que era Ele. 5 Jesus disse-lhes, então: «Rapazes, tendes alguma coisa para comer?» Eles responderam-lhe: «Não.» 6 Disse-lhes Ele: «Lançai a rede para o lado direito do barco e haveis de encontrar.» Lançaram-na e, devido à grande quantidade de peixes, já não tinham forças para a arrastar. 7 Então, o discípulo que Jesus amava disse a Pedro: «É o Senhor!» Simão Pedro, ao ouvir que era o Senhor, apertou a capa, porque estava sem mais roupa, e lançou-se à água. 8 Os outros discípulos vieram no barco, puxando a rede com os peixes; com efeito, não estavam longe da terra, mas apenas a uns noventa metros. 9Ao saltarem para terra, viram umas brasas preparadas com peixe em cima e pão. 10 Jesus disse-lhes: «Trazei dos peixes que apanhastes agora.» 11 Simão Pedro subiu à barca e puxou a rede para terra, cheia de peixes grandes: cento e cinquenta e três. E, apesar de serem tantos, a rede não se rompeu. 12 Disse-lhes Jesus: «Vinde almoçar.» E nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar-lhe: «Quem és Tu?», porque bem sabiam que era o Senhor. 13 Jesus aproximou-se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com o peixe. 14 Esta já foi a terceira vez que Jesus apareceu aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado dos mortos.

Comentário:

No apostolado não há que temer a quantidade, o número de pessoas com quem desenvolvemos o nosso trabalho.

Cento e cinquenta e três ou apenas um ou dois.
Nem eles são “nossos” nem o que fazemos é por nós ou para nós.

O apostolado seja discreto ou espectacular, pleno de resultados ou vazio de êxitos é sempre - deve ser - obra divina dirigida por e para Cristo


(AMA, comentário sobre Jo 21, 1-14, 04.05.2013)