27/01/2019

El Reto de amor









por El Reto del amor

OS SETE DOMINGOS DE SÂO JOSÉ


Resultado de imagem para são joséDEVOÇÃO A S. JOSÉ

7 Dores e Alegrias de S. José

A devoção dos sete domingos, honra as sete alegrias e as sete dores de S. José.
Recolhem-se os textos do Evangelho correspondentes a cada uma delas e um breve comentário de São Josemaria Escrivá.

_____________________

"Como seria José, como teria actuado nele a graça, para ser capaz de levar a cabo a tarefa de desenvolver no aspecto humano o filho de Deus?

"Por isso Jesus devia parecer-se com José: no modo de trabalhar, nos traços do seu carácter, na maneira de falar. No realismo de Jesus, no seu espírito de observação, no seu modo de se sentar à mesa e de partir o pão, no seu gosto por falar dum modo concreto tomando como exemplo as coisas da vida corrente, reflecte-se o que foi a infância e a juventude de Jesus, e, portanto, o seu trato com José.

"Não é possível desconhecer a sublimidade do mistério. Esse Jesus que é homem, que fala com o sotaque de uma determinada região de Israel, que se parece com um artesão chamado José, esse é o Filho de Deus."[i]

I - A primeira dor e alegria de S. José

A sua dor quando decidiu repudiar a Virgem Santíssima; a sua alegria quando o anjo lhe revelou o mistério da Encarnação, que o filho de Maria é o Filho de Deus, o Messias desejado.

"José, filho de David, não temas receber Maria, tua esposa, pois o que nela se gerou, é obra do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, a Quem porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o seu povo dos seus pecados."[ii]

"Das narrações evangélicas depreende-se a grande personalidade humana de S. José: em nenhum momento nos aparece como um homem diminuído ou assustado perante a vida; pelo contrário, sabe enfrentar-se com os problemas, superar as situações difíceis, assumir com responsabilidade e iniciativa os trabalhos que lhe são encomendados."[iii]



[i] Josemaria Escrivá, "Na oficina de José", em “Cristo que passa”, n. 55
[ii] Mt 1,20-21
[iii] Ibid., n. 40

Temas para reflectir e meditar

Confiança



Se te surpreendes ou se desanimas com as tuas quedas, isso prova que, em lugar de te deixares levar nos braços de Jesus, puseste a tua confiança nas tuas próprias forças.

(Tadeus Dajczer, Meditações sobre a Fé, Paulus, 4ª Ed., pg. 90)


Pequena agenda do cristão

DOMINGO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Viver a família.

Senhor, que a minha família seja um espelho da Tua Família em Nazareth, que cada um, absolutamente, contribua para a união de todos pondo de lado diferenças, azedumes, queixas que afastam e escurecem o ambiente. Que os lares de cada um sejam luminosos e alegres.

Lembrar-me:
Cultivar a Fé

São Tomé, prostrado a Teus pés, disse-te: Meu Senhor e meu Deus!
Não tenho pena nem inveja de não ter estado presente. Tu mesmo disseste: Bem-aventurados os que crêem sem terem visto.
E eu creio, Senhor.
Creio firmemente que Tu és o Cristo Redentor que me salvou para a vida eterna, o meu Deus e Senhor a quem quero amar com todas as minhas forças e, a quem ofereço a minha vida. Sou bem pouca coisa, não sei sequer para que me queres mas, se me crias-te é porque tens planos para mim. Quero cumpri-los com todo o meu coração.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?

Nunca actueis por medo ou por rotina


Atravessas uma etapa crítica: um certo vago temor; dificuldade em adaptares o plano de vida; um trabalho angustiante, porque não te chegam as vinte e quatro horas do dia para cumprir todas as tuas obrigações... Já experimentaste seguir o conselho do Apóstolo: "Faça-se tudo com decoro e com ordem", quer dizer, na presença de Deus, com Ele, por Ele e só para Ele? (Sulco 512)


E como é que vou conseguir – parece que me perguntas – actuar sempre com esse espírito, que me leve a concluir com perfeição o meu trabalho profissional? A resposta não é minha. Vem de S. Paulo: Trabalhai varonilmente, sede fortes. Que tudo, entre vós, se realize na caridade. Fazei tudo por Amor e livremente. Nunca actueis por medo ou por rotina: servi ao Nosso Pai Deus.

Gosto muito de repetir – porque tenho experimentado bem a sua mensagem – aqueles versos pouco artísticos, mas muito gráficos: Minha vida é toda amor / Se em amor sou entendido, / Foi pela força da dor, / Pois ninguém ama melhor / Que quem muito haja sofrido.

Ocupa-te dos teus deveres profissionais por Amor. Faz tudo por Amor – insisto – e comprovarás as maravilhas que produz o teu trabalho, precisamente porque amas, embora tenhas de saborear a amargura da incompreensão, da injustiça, da ingratidão e até do próprio fracasso humano. Frutos saborosos, sementes de eternidade!

Acontece, porém, que algumas pessoas – são boas, bondosas – afirmam por palavras que aspiram a difundir o formoso ideal da nossa fé, mas se contentam na prática com uma conduta profissional superficial e descuidada, própria de cabeças-no-ar. Se nos encontrarmos com alguns destes cristãos de fachada, temos de ajudá-los com carinho e com clareza e recorrer, quando for necessário, a esse remédio evangélico da correcção fraterna: Irmãos, se porventura alguém for surpreendido nalguma falta, vós, os espirituais, corrigi-o com espírito de mansidão; e tu, acautela-te a ti mesmo, não venhas também a cair na tentação. Levai os fardos uns dos outros e desse modo cumprireis a lei de Cristo. (Amigos de Deus, nn. 68–69)

Leitura espiritual


Fortaleza
 
Os meios

Os meios para conseguir a fortaleza devem encaminhar-se em primeiro lugar para o robustecimento da fé

Não é a mesma coisa ter uma suspeita de fé ou uma certeza de fé.
É necessário que repassemos a vida de Cristo, que nos detenhamos nos Seus extraordinários milagres – garantias fidedignas da autenticidade da Sua vida divina -; que percorramos a história da Igreja, as maravilhas vividas ao longo dos séculos por esses homens de Deus que chamamos santos; que constatemos as misericórdias do Senhor e de Maria, Sua Mãe, estampadas em todas as épocas e em todos os lugares…

É necessário, em última instância, que aprofundemos nas verdades da fé, que nos deixemos impregnar por elas, para adquirir essa segurança e essa certeza que só uma fé inquebrantável pode comunicar.

É uma pena ver tantos cristãos vacilantes e indecisos na fé.
Talvez o estudo das verdades cristãs tenha ficado para eles estacionado num nível primário, enquanto a personalidade foi amadurecendo e os conhecimentos científicos e culturais se foram elevando até um nível superior, criando assim, porventura, um desequilíbrio entre a capacidade intelectual que atingiram e o carácter elementar da sua formação cristã.

Este fenómeno costuma provocar o que alguns chamam “dúvidas de fé” e que, na realidade, deveriam chamar-se dúvidas de ignorância.

A honestidade intelectual e a coerência de vida exigem um aprofundamento que revigore a fé.

O micróbio da dúvida não se pode instalar no núcleo das nossas convicções fundamentais.
A fé tem de se tornar inabalável.
E ela, por sua vez, tornará inabalável a nossa personalidade.

Mas uma fé isolada da vida não é suficiente.
A fé tem que ser operativa.
Mais ainda, a fé – como todas as virtudes – tem de se apoiar numa estrutura humana estável, consistente.

Um princípio fundamental da teologia católica diz-nos que a graça não destrói a natureza, antes a aperfeiçoa.

Isto é: Deus não dispensa o nosso esforço humano, mas complementa-o.

É frequente haver pessoas que se deixam enganar por um “espiritualismo”, beato.
Pensam: Deus ajudará, não temos razão para nos inquietarmos; vamos confiar, vamos deixar que a fé actue.


Esquecem-se da sabedoria do velho ditado cristão: “Ajuda-te e Deus te ajudará, que se fundamenta naquele princípio teológico enunciado por Santo Agostinho: “Deus que te criou sem ti não te salvará sem ti».

Não nos esqueçamos que existe uma profunda diferença entre o verdadeiro abandono à vontade de Deus e o “quietismo” herético que simplesmente canoniza a apatia e o desleixo.

É certo que muitos problemas humanos são problemas espirituais.

Quantas situações de depressão humana são uma falta de sentido espiritual para a vida!

Mas, com a mesma convicção, diríamos que muitos problemas espirituais são problemas humanos: não se progride na aquisição das virtudes próprias do cristão simplesmente porque falta carácter, porque falta empenho, luta verdadeira.

A fé necessita pois, de um forte hábito operativo, que reclama, por sua vez, uma luta séria, empenhada.

Veremos um possível roteiro dos principais pontos em torno dos quais se deve travar essa luta.



(Do Livro FORTALEZA (1991) de Rafael Llano Cifuentes)

(Revisão da versão portuguesa por AMA)





Evangelho e comentário


TEMPO COMUM




Evangelho: Lc 1, 1-4. 4, 14-21

1 Visto que muitos empreenderam compor uma narração dos factos que entre nós se consumaram, 2 como no-los transmitiram os que desde o princípio foram testemunhas oculares e se tornaram "Servidores da Palavra", 3 resolvi eu também, depois de tudo ter investigado cuidadosamente desde a origem, expô-los a ti por escrito e pela sua ordem, caríssimo Teófilo, 4 a fim de reconheceres a solidez da doutrina em que foste instruído.
14 Impelido pelo Espírito, Jesus voltou para a Galileia e a sua fama propagou-se por toda a região. 15 Ensinava nas sinagogas e todos o elogiavam. 16 Veio a Nazaré, onde tinha sido criado. Segundo o seu costume, entrou em dia de sábado na sinagoga e levantou-se para ler. 17 Entregaram-lhe o livro do profeta Isaías e, desenrolando-o, deparou com a passagem em que está escrito: 18 «O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-me a proclamar a libertação aos cativos e, aos cegos, a recuperação da vista; a mandar em liberdade os oprimidos, 19 a proclamar um ano favorável da parte do Senhor.» 20 Depois, enrolou o livro, entregou-o ao responsável e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. 21 Começou, então, a dizer-lhes: «Cumpriu-se hoje esta passagem da Escritura, que acabais de ouvir.»

Comentário:

A Liturgia propõe-nos hoje dois excertos do Evangelho escrito por São Lucas

Primeiro justifica a sua decisão afirmando que o que escreve foi visto e ouvido por testemunhas oculares pelo deve ser tomado com absoluto crédito.

Depois, descreve a passagem de Jesus pela Sinagoga de Nazaré sublinhando que, sem margens para dúvidas o próprio Jesus Cristo confirma Quem É e o que vem fazer a este mundo.

Não pode haver nem dúvidas nem opiniões: é assim tal como Escritura!

(AMA, comentário sobre Lc 1, 1-4. 4, 14-21, 14.11.2018)




26/01/2019

Reflexão em Fátima


Reflexão


Aqui estou a teus pés minha querida Mãe.

Quis vir para te ver e para que me vejas rendido de amor e ternura e, sobretudo gratidão por tantas graças que constantemente derramas sobre este teu filho.

Nada do que faço, faço como queria: por amor.

Tu, Senhora do Amor Formoso ensina-me a amar com o coração inteiro sem reservas nem condições.

Bem sei que nunca amarei bastante e muito menos de retribuição mas, mesmo assim sei que te agrada e sorris com estas coisas pequenas de um filho pequeno.

Apetece-me estar aqui. Sinto-me tão bem! Afinal… sou bem humano e tinha saudades tuas.

Capelinha, Fátima. 25.01. 04.26



El Reto de amor





por El Reto del amor

Temas para reflectir e meditar

Indiferença

Em Getsemani, quando a Sua oração pela humanidade chegava ao cume da Sua acção salvífica, sentiu pena pela indiferença dos Apóstolos, que afirmavam amá-lo, e O amavam realmente, mas não totalmente: essa indiferença acentuou-se entre os que, por ignorância ou pela maldade do pecado, nem sequer punham os olhos n’Ele.

(javier echevarríaGetsemaniPlaneta, 3ª Ed. Cap. I, 10)


Pequena agenda do cristão

SÁBADO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Honrar a Santíssima Virgem.

A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas, santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.

Lembrar-me:

Santíssima Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.

Minha querida Mãe: Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da salvação.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





A raça dos filhos de Deus


Filhos de Deus. Portadores da única chama capaz de iluminar os caminhos terrenos das almas, do único fulgor, no qual nunca poderão dar-se escuridões, penumbras nem sombras. Nosso Senhor serve-se de nós como archotes, para que essa luz ilumine... De nós depende que muitos não permaneçam em trevas, mas que andem por sendas que levem até à vida eterna. (Forja, 1)


Jesus Christus, Deus Homo, Jesus Cristo, Deus-Homem! Eis uma magnalia Dei, uma das maravilhas de Deus em que temos de meditar e que temos de agradecer a este Senhor que veio trazer a paz na terra aos homens de boa vontade, a todos os homens que querem unir a sua vontade à Vontade boa de Deus. Não só aos ricos, nem só aos pobres! A todos os homens, a todos os irmãos! Pois irmãos somos todos em Jesus; filhos de Deus, irmãos de Cristo. Sua Mãe é nossa Mãe.
Na terra há apenas uma raça: a raça dos filhos de Deus. Todos devemos falar a mesma língua: a que o nosso Pai que está nos Céus nos ensina; a língua dos diálogos de Jesus com seu Pai; a língua que se fala com o coração e com a cabeça; a que estais a usar agora na vossa oração. É a língua das almas contemplativas, dos homens espirituais por se terem dado conta da sua filiação divina; uma língua que se manifesta em mil moções da vontade, em luzes vivas do entendimento, em afectos do coração, em decisões de rectidão de vida, de bem-fazer, de alegria, de paz. (Cristo que passa, 13)

Leitura espiritual


Os livres laços da Fidelidade

Há quem pense que ser fiel significa perder a liberdade, talvez porque confunda liberdade com independência.

Depender de alguma coisa ou de alguém – como o filho depende de sua mãe, ou a respiração do oxigénio, ou o peixe da água – não pode ser considerado como uma limitação da liberdade, mas antes como sua condição essencial.

Não se chega à existência se não se é concebido e dado à luz; morreríamos de asfixia se nos faltasse o ar, como o peixe que é tirado da água: são dependências que, em vez de nos escravizarem, nos dão a liberdade de viver.

Talvez se pudesse identificar liberdade e independência no reino animal, que só goza da chamada liberdade física.
Mas, no caso do homem, trata-se de uma liberdade racional, que se reveste de um carácter moral.
É algo de interior, caracterizado pela capacidade de orientar a própria existência para o bem e de poder escolher os melhores recursos em função do fim.
Por isso, apenas os seres dotados de inteligência podem chamar-se livres no seu pleno sentido.
E somente um ser livre está em condições de comprometer o seu tempo, os seus talentos, os seus bens, o seu amor e até a sua vida, quando encontra para isso uma razão proporcionada.

A fidelidade exige limites indestrutíveis, relações insubornáveis.

Há quem tema qualquer compromisso, seja de que natureza for, como se fosse um atentado à sua liberdade.

Não se percebe que o homem – como as árvores – para elevar-se tem impedimentos rumo às alturas, tem de mergulhar as suas raízes na terra, ser abraçado por ela e permanecer sujeito, vinculado!

Sim, vinculado.

Se a árvore pretendesse “libertar-se” da terra apenas encontraria a sua própria destruição.

Quando a liberdade não cria vínculos, em breve se converte em grilhão de morte.

Não podemos existir sem estar submetidos a umas normas.

Para não sermos expelidos para o espaço vazio, necessitamos da lei da gravidade; para que a ave possa remontar-se às alturas e o avião manter-se em pleno voo, carecem da resistência do ar; para que as estrelas subsistam, devem subordinar-se às suas órbitas.
E para que a sociedade possa permanecer como tal, deve ser fiel a umas leis morais, a umas normas éticas: quem pretendesse desprezá-las, como fossem coacção substituiria a liberdade pela libertinagem.

Se queremos a verdadeira liberdade, procuremo-la na fidelidade.

Se queremos a expressão de nós mesmos, a nossa espiritualidade, a nossa autonomia interior, a nossa paz, somente a fidelidade nos poderá dar esses bens.

A virtude da fidelidade lança raízes exclusivamente em homens livres.

Um escravo não pode chamar-se fiel, a não ser que resolva assumir interiormente – com liberdade pessoal- a sua servidão.

Somente as pessoas livres – que o sejam de verdade por saberem responsabilizar-se voluntariamente pelos seus compromissos – podem receber sem mentira o enaltecedor e belíssimo nome de fiéis.

(Cfr FIDELIDADE, de Javier Abad Gómez, 1989)

(Revisão da versão portuguesa por AMA)



Evangelho e comentário


TEMPO COMUM




Evangelho: Lc 10, 1-9

1 Depois disto, o Senhor designou outros setenta e dois discípulos e enviou-os dois a dois, à sua frente, a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir. 2 Disse-lhes: «A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe. 3 Ide! Envio-vos como cordeiros para o meio de lobos. 4 Não leveis bolsa, nem alforge, nem sandálias; e não vos detenhais a saudar ninguém pelo caminho. 5 Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘A paz esteja nesta casa!’ 6 E, se lá houver um homem de paz, sobre ele repousará a vossa paz; se não, voltará para vós. 7 Ficai nessa casa, comendo e bebendo do que lá houver, pois o trabalhador merece o seu salário. Não andeis de casa em casa. 8 Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei do que vos for servido, 9 curai os doentes que nela houver e dizei-lhes: ‘O Reino de Deus já está próximo de vós’

Comentário:

Os enviados de Cristo são, principalmente, os transportadores da paz.

Como se Ele, Príncipe da Paz, delegasse de alguma forma os Seus poderes nesses homens dedicados de simples de modo a atrair todos para o Seu Reino.

Mas apesar de tudo são sempre poucos porque a seara não para de crescer e os que desejam dedicar-se a essa tarefa extraordinária precisam de vontade firme e mente esclarecida.

Em boa verdade o Senhor deveria contar com todos os baptizados se estes assumissem, como deveriam, o seu papel de propagadores do Reino de Deus.

(AMA, comentário sobre Lc 10,1-9, 14.11.2018)


25/01/2019

la fulminante conversión en Medjugorje de un profesor universitario agnóstico

«Fui atravesado como por una corriente eléctrica»: la fulminante conversión en Medjugorje de un profesor universitario agnóstico

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João Carlos da Silva es investigador y profesor de la Universidad Técnica de Lisboa
João Carlos Da Silva es un investigador portugués cuyo trabajo está centrando en la Ingenieria de Biosistemas y en la enseñanza en el Instituto Superior de Agrónomos, en la Universidad Técnica Lisboa. Con una vida alejada totalmente de la creencia religiosa acabó acompañando a su esposa, no sin antes tensar mucho la cuerda, a Medjugorje. Allí llegó incrédulo, pero a su vuelta a Portugal ya era creyente. En aquella aldea bosnia en la que supuestamente se aparece la Virgen experimentó una fuerte conversión y una extraña sensación que su mente de científico no podía explicar.
João nació el 22 de noviembre de 1958 en el seno de una familia católica no practicante, tanto que ni siquiera recordaba haber hecho la comunión. Así, creció y fue perfilando su formación científica, alejado completamente de Dios y de la Iglesia. Sin embargo, se enamoró de una joven que hoy es su esposa que era una católica devota y practicante. Este era su único contacto con la religión.
La excusa para que su mujer le dejara en paz
En su testimonio, contado en blog Santidade y recogido en Portaluz, afirma que tras la boda estaba tan presionado por el trabajo que esto “era una buena excusa para no acompañarla a la Santa Misa”, pues desde novio de vez en cuando iba con ella.
La única cesión que hacía a su católica esposa era el aceptar ir alguna vez a confesar como “una forma de devolverla el amor que ella me tenía”. Ella le pedía que fuera a confesarse y él alegaba que no tenía pecados así que João siempre decía: “dime uno de mis pecados”.Ella lo hacía y él iba al confesionario. Un minuto después estaba de vuelta contento sabiendo que en un tiempo no volvería a pedírselo.
La crisis nerviosa de su esposa
Así fueron pasando los años en los que fue creciendo en su trabajo y teniendo a sus dos hijas. Pero todo cambió en octubre de 2000 cuando su esposa sufrió una gran crisis nerviosa seguida de una depresión, dándose incluso de baja en el trabajo.
En aquel momento tan duro su mujer conoció un grupo de oración carismático que “milagrosamente” la ayudó a reponerse y volver al trabajo. Y además los jueves por la tarde los dedicó a la Adoración en otro grupo. Así llegó la revolución a la casa de João. Pese a todo este investigador seguía incrédulo.
“El primer día que ella fue allí le regalaron una imagen de la Virgen de Medjugorje, quedó encantada con su belleza y preguntó quién era. Le explicaron las apariciones que estaban teniendo lugar en una aldea de Bosnia Herzegovina y ese día volvió a casa entusiasmada.  Le dijo a mis dos hijas, de 9 y 11 años respectivamente: ‘chicas, la Virgen se aparace en Medjugorje, en Bosnia, desde hace 20 años, ¡y yo ni lo sabía! Tenemos que ir allí’. Luego se volvió hacía mí y me dijo que le gustaría ir. Le dije que sí. Ella me pregunt: ‘¿y tú?’. Yo le dije: ‘Tú adéntrate en tu vida y no en la mía. El lugar debe ser hermoso y veré la agricultura, las montañas, las playas…’”, cuenta.
El viaje a Medjugorje
Finalmente, fueron a Medjugorje coincidiendo con el festival de la juventud, que reúne en este lugar a miles de personas durante esos días. Pronto João quedó impactado con todo lo que veía. Pese a los casi 40 grados que había se veía a miles de jóvenes, numerosos testimonios, filas de cientos de personas para confesar, cantos, rosarios… Al regresar de noche al hostal en el que se alojaban la guía les informó que a primera hora de la mañana del día siguiente habría una aparición para los no creyentes.
“Pensé que ese era mí día y fui el primero en estar preparado. Esperando a la vidente cantaban canciones y rezaban el Rosario. De pronto la gente comenzó a escribir intenciones en pequeños papeles que los pasaban con fotos y botellas con agua hacia el lugar donde la aparición iba a tener lugar. Mi esposa tomó una hoja y la escribió por ambos lados. También mis dos hijas escribieron muchas intenciones”, recuerda João.
La petición a la Virgen
Sin embargo, él no había escrito nada ni sabía qué poner en aquel papel. Al final cedió a las peticiones de su familia y escribió: “La Virgen interceda por mí ante Dios para que me perdone mis pecados”.
Joao, con su mujer y sus dos hijas
Entonces algo le ocurrió a este científico hasta ese momento agnóstico. Tras escribir aquellas palabras en el papel tuvo conciencia de su realidad de pecado y lejanía de Dios. Y mientras se producía la supuesta aparición esa certeza se profundizó de tal manera que sentía un “gran arrepentimiento de mi vida pecaminosa pasada y pasé todo mi tiempo pidiendo perdón a Dios por mis pecados”.
“Una corriente eléctrica” por el cuerpo
A este sentimiento en su interior se sumaban otra seria de signos. João recuerda que “yo estaba como absorbido por una brisa fresca y simultáneamente todas las células de mi cuerpo, desde los pies a la cabeza, fueron atravesadas por algo como una corriente eléctrica. Este fenómeno duró unos segundos… La vidente Mirjana se estaba levantando y era una señal de que había terminado la Aparición. Mi primera reacción fue preguntarle a mi hija menor, que estaba delante de mí si había sentido esa brisa fresca. Me dijo que no y que se estaba muriendo de calor. Entonces miré a ambos lados y todos éramos como sardinas en una lata…”.
A partir de ese instante este profesor universitario se implicó en todas las actividades y se prestó para ayudar. Su mujer se había dado cuenta de lo que había pasado y le insistió para que fuera a confesar.
Al final su mujer insistió y él intentó su táctica de siempre: “para confesarme, tienes que decirme mis pecados”. Sin embargo, en aquella ocasión ella le respondió de otra manera: “vete con el sacerdote, tienes mucho que hacer”.  Entró al confesionario y salió dos horas más tarde. Había contado al confesor toda su vida pasada.
Al salir –cuenta João- “sólo cantaba, estaba en las nubes. Fui a misa ese día de la Transfiguración y desde entonces las misas han dejado de ser aburridas”.
Así volvió a Portugal, con ansias de “estar con Dios”. Necesitaba rezar el Rosario, ir a misa, adorar el Santísimo… “El fuego del Espíritu Santo descendió, se apoderó de mí y me quemó, provocándome una gran curación interior… durante dos días me sentí quemado por Ese Fuego… en la zona física de mi corazón que parecía estar ardiendo. No podía dormir, sólo recé, le pedí perdón a Dios y perdoné a todos los que en la vida me habían herido… Con mi mente muy limitada pienso que esta fue la culminación de la gran intercesión de la Virgen ante Dios que yo había pedido en Medjugorje.  Jesús está vivo y el Espíritu Santo está activo. Dios quiere salvar a todos y resucitar a todos los que están lejos de Él como yo lo estaba.  Finalmente, me gustaría agradecer a quienes oraron por mí y decir que todo esto sólo fue posible gracias al Amor, la Misericordia y la Gracia de Dios y porque muchos oraron e intercedieron por mí. Que Dios te bendiga.  Alabada y glorificada sea la Santísima Trinidad y la Santísima Virgen María, mi querida Madre en el Cielo”.
María, Puerta del Cielo, ruega por nosotros