Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
09/08/2017
Aprendei a fazer o bem
Quando estiveres com uma pessoa, tens de
ver nela uma alma: uma alma que é preciso ajudar, que é preciso compreender,
com quem é preciso conviver e que é preciso salvar. (Forja,
573)
Agrada-me citar umas palavras que o
Espírito Santo nos comunica pela boca do profeta Isaías: discite benefacere, aprendei a fazer o bem. (...)
A caridade para com o próximo é uma
manifestação do amor a Deus. Por isso, ao esforçarmo-nos por melhorar nesta virtude,
não podemos fixar nenhum limite. Com o Senhor, a única medida é amar sem
medida, pois, por um lado jamais chegaremos a agradecer suficientemente o que
Ele tem feito por nós e, por outro, assim se revela o mesmo amor de Deus às
suas criaturas: com excesso, sem cálculo, sem fronteiras.
A misericórdia não se limita a uma
simples atitude de compaixão; a misericórdia identifica-se com a
superabundância da caridade que, ao mesmo tempo, traz consigo a superabundância
da justiça. Misericórdia significa manter o coração em carne viva, humana e
divinamente repassado por um amor rijo, sacrificado e generoso. (Amigos
de Deus, 232)
Evangelho e comentário
Evangelho:
Mt 25, 1-13
1
«O Reino do Céu será semelhante a dez virgens que, tomando as suas candeias,
saíram ao encontro do noivo. 2 Ora, cinco delas eram insensatas e cinco
prudentes. 3 As insensatas, ao tomarem as suas candeias, não levaram azeite
consigo; 4enquanto as prudentes, com as suas candeias, levaram azeite nas
almotolias. 5 Como o noivo demorava, começaram a dormitar e adormeceram. 6 A
meio da noite, ouviu-se um brado: ‘Aí vem o noivo, ide ao seu encontro!’ 7 Todas
aquelas virgens despertaram, então, e aprontaram as candeias. 8 As insensatas
disseram às prudentes: ‘Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas candeias
estão a apagar-se.’ 9 Mas as prudentes responderam: ‘Não, talvez não chegue
para nós e para vós. Ide, antes, aos vendedores e comprai-o.’ 10 Mas, enquanto
foram comprá-lo, chegou o noivo; as que estavam prontas entraram com ele para a
sala das núpcias, e fechou-se a porta. 11 Mais tarde, chegaram as outras
virgens e disseram: ‘Senhor, senhor, abre-nos a porta!’ 12 Mas ele respondeu:
‘Em verdade vos digo: Não vos conheço.’ 13 Vigiai, pois, porque não sabeis o
dia nem a hora.»
Comentário:
Porque é que o Senhor não me
conhece?
Só por ter chegado um pouco
tarde ao encontro!
Bom, mas, eu, estive de
facto à espera, bastante tempo, tanto que se me acabou o azeite e tive de ir
comprá-lo!
O Senhor não tem isto em
conta?
Não se trata de o Senhor
querer ou não querer conhecer-me.
Eu é que me exclui do Seu
convívio porque abandonei a “espera” e, quando Ele entrou, não estava ali para
entrar com Ele.
Tive um motivo para o fazer,
de facto… mas, O Senhor não tem nada a ver com isso, ou tem?
Ele chega, abre-se a porta
e, quem está à espera, preparado, entra no gozo do seu Senhor.
Que não sei nem o dia nem a
hora!
Pois não, por isso tenho de
estar preparado SEMPRE!
(AMA, comentário sobre Mt
25, 1-13, 09.08.2010)
Cruz rasgada na pedra
..
Esta fotografia, tirada a
semana passada no Castelo da Sortelha, fez-me lembrar a perseverança e o
testemunho da fé.
“Rasgada” na pedra, ali está a
Cruz de Cristo ao longo de tantas centenas de anos a afirmar a cristandade, o
ser cristão, o dar testemunho de Cristo.
O meu coração não é de pedra,
e por isso tantas vezes a cruz nele inscrita pelo amor de Cristo, é esquecida
por mim próprio, e sobretudo, “esquece-se” o meu coração de dar testemunho desse mesmo amor.
Claro que não quero um coração
de pedra, um coração que não sinta, nem se deixe mover pelo amor, mas quero sim
um coração de carne, onde a Cruz de Cristo, prova constante do Seu eterno amor
por mim, por nós, esteja “rasgada” de tal forma, que nunca eu a possa esquecer,
e sobretudo que todos a possam ver como testemunho da fé e do amor que em mim o
Senhor derramou, para mim, mas sobretudo para dar e me dar aos outros.
Marinha Grande, 7 de Agosto de
2017
Joaquim Mexia Alves
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JMA - Cruz rasgada na pedra
«Mãe, ensina-me a ser nada, para que Cristo seja tudo em mim».
Oração que um dia o Espírito Santo quis colocar no meu coração e me esforço para que seja verdade na minha vida.
Hoy el reto del Amor es escuchar qué es lo que el otro necesita de mi
El otro día vi a una hermana
haciendo un escrito. Me acerqué a ella para darle ánimos, y, al mirar su
trabajo, vi que se podría maquetar el texto. Como estoy aprendiendo sobre
maquetación, me saltó en seguida, y pensé que podría quedar "más profesional".
Así que le dije que, si quería,
yo podía maquetarle el texto. Ella, muy amablemente, me dijo que no me
preocupara, que era una cosa sencilla y no hacía falta.
En un primer momento me surgió
pensar: "Pero, ¿por qué? Si quedaría mucho más bonito y con una buena
presentación..." Sin embargo, respondí que genial y me marché.
Pensé que lo mejor sería ir a
entregárselo al Señor y ya está. Así que me subí al Oratorio y, de rodillas, le
entregué mis razones. Muy pronto me vino esta frase: "No es lo que yo puedo
dar, sino lo que el otro necesite de mí". Es decir, no se trata de darme a
los demás con lo que yo sé hacer o según yo creo mejor, sino que se trata de
escuchar lo que ellos necesitan realmente.
Aquella frase me llenó de Paz,
me di cuenta de que era verdad, de que a mí me ocurre igual con los demás.
Un rato mas tarde, se me acercó
esta misma hermana diciéndome que las impresoras estaban locas, y que si, por
favor, podía ayudarla a imprimir el documento.
Desde dentro guiñé al Señor
dándole gracias, y me fui encantada a echarle una mano.
Cristo quiere que vivamos desde
el Amor, no del amor propio, sino de un Amor que respeta, que da libertad al
otro, que genera confianza y comunidad. Si la persona que tienes a tu lado
siente tu respeto, se acercará a ti con confianza, sabiendo que siempre la
acogerás.
Hoy el reto del Amor es
escuchar qué es lo que el otro necesita de mí. Pídele al Señor que ponga en
marcha unas campanillas que te avisen cuando el hermano necesite de ti. Déjate
llevar por Él, y no por tus razonamientos o por tu forma de hacer las cosas.
Descubrirás un mundo nuevo que lleva al amor desde un respeto profundo, desde
saber que todos somos necesarios aunque nadie es imprescindible.
VIVE DE CRISTO
Pequena agenda do cristão
Quarta-Feira
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Simplicidade e modéstia.
Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.
Lembrar-me:
Do meu Anjo da Guarda.
Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.
Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
Fátima: Centenário - Vida de Maria - 51
A
voz dos Padres
«Do mesmo modo que a Mãe de
Deus e Virgem intacta susteve nos seus braços a Luz verdadeira e a entregou aos
que jaziam nas trevas, também nós, iluminados com a Sua luz, e sustendo nas
nossas mãos a luz que a todos ilumina, apressemo-nos a sair ao encontro
d’Aquele que é a Luz verdadeira.
Assim, verdadeiramente veio
a luz ao mundo [i] e
iluminou este mundo rodeado de trevas; e visitou-nos o Sol que vem do alto e
iluminou os que se encontravam nas trevas [ii]. É
este o nosso mistério. Por isso caminhamos segurando os círios, para significar
a Luz que nos iluminou e o esplendor futuro que esperamos receber d’Ele.
Corramos todos juntos ao encontro de Deus.
Veio a luz verdadeira que
ilumina todo o homem [iii];
portanto, irmãos, deixemo-nos iluminar. Que todos sejamos participantes do seu
resplendor; que ninguém, encobrindo o seu resplendor, permaneça na noite, mas
que todos, resplandecentes e iluminados, vamos ao seu encontro para receber,
juntamente com o velho Simeão, aquela Luz clara e sempiterna. E todos,
participando da alegria do ancião, entoemos um cântico de acção de graças ao
Pai da luz, que nos enviou a Luz verdadeira, eliminou as trevas e nos fez a
todos resplandecentes.
Também nós vimos por Ele o
teu Salvador, que apresentaste diante de todos os povos [iv], a
quem manifestaste para glória do novo Israel e sem dilação fomos libertados do
antigo pecado, do mesmo modo que Simeão, uma vez que tendo visto Cristo, foi
libertado das ataduras da vida presente.
Também nós abraçámos a
Cristo com a fé que nos vem de Belém; fomos constituídos Povo de Deus, os que
antes éramos gentios; vimos com os nossos olhos Deus feito carne e, aceite nos
braços do nosso espírito a presença visível de Deus, somos o novo Israel».
São
Sofrónio de Jerusalém (séc. VII), Discurso III na Apresentação do Senhor.
08/08/2017
Um grande Amor te espera no Céu
Cada vez estou mais persuadido: a
felicidade do Céu é para os que sabem ser felizes na terra. (Forja,
1005)
Escrevias: "'simile est regnum caelorum', o Reino dos Céus é semelhante a um
tesouro... Esta passagem do Santo Evangelho caiu na minha alma lançando raízes.
Tinha-a lido tantas vezes, sem captar o seu âmago, o seu sabor divino".
Tudo..., tudo há-de vender o homem
prudente, para conseguir o tesouro, a pérola preciosa da Glória! (Forja,
993)
Pensa quão grato é a Deus Nosso Senhor o
incenso que se queima em sua honra; pensa também no pouco que valem as coisas
da terra, que mal começam logo acabam...
Pelo contrário, um grande Amor te espera
no Céu: sem traições, sem enganos: todo o amor, toda a beleza, toda a grandeza,
toda a ciência...! E sem enfastiar: saciar-te-á sem saciar. (Forja,
995)
Não há melhor senhorio que saber-se ao
serviço: ao serviço voluntário de todas as almas!
É assim que se ganham as grandes honras:
as da terra e as do Céu. (Forja, 1045)
Evangelho e comentário
Evangelho:
Mt 14, 22-36
22 Depois, Jesus obrigou os discípulos a
embarcar e a ir adiante para a outra margem, enquanto Ele despedia as
multidões. 23 Logo que as despediu, subiu a um monte para orar na solidão. E,
chegada a noite, estava ali só. 24 O barco encontrava-se já a várias centenas
de metros da terra, açoitado pelas ondas, pois o vento era contrário. 25 De
madrugada, Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar. 26Ao verem-no
caminhar sobre o mar, os discípulos assustaram-se e disseram: «É um fantasma!»
E gritaram com medo. 27 No mesmo instante, Jesus falou-lhes, dizendo:
«Tranquilizai-vos! Sou Eu! Não temais!» 28 Pedro respondeu-lhe: «Se és Tu,
Senhor, manda-me ir ter contigo sobre as águas.» 29 «Vem» - disse-lhe Jesus. E
Pedro, descendo do barco, caminhou sobre as águas para ir ter com Jesus. 30 Mas,
sentindo a violência do vento, teve medo e, começando a ir ao fundo, gritou:
«Salva-me, Senhor!» 31 Imediatamente Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e
disse-lhe: «Homem de pouca fé, porque duvidaste?» 32 E, quando entraram no
barco, o vento amainou. 33 Os que se encontravam no barco prostraram-se diante
de Jesus, dizendo: «Tu és, realmente, o Filho de Deus!» 34 Após a travessia,
pisaram terra em Genesaré. 35 Ao reconhecerem-no, os habitantes daquele lugar
espalharam a notícia por toda a região. Trouxeram-lhe todos os doentes,
36suplicando-lhe que, ao menos, os deixasse tocar na orla do seu manto. E todos
aqueles que a tocaram, ficaram curados.
Comentário:
Este
como que lamento de Jesus «homem de pouca fé, porque duvidaste?» fica-nos
gravado na alma de forma indelével.
Este como que lamento de
Jesus «homem de pouca fé, porque duvidaste?» fica-nos gravado na alma de forma
indelével.
Também
nós, tantas vezes, duvidamos que Ele pode tudo e, se nos convida a segui-lo,
não obstante o “pouca coisa” que somos e as dificuldades que possamos
encontrar, a Sua assistência, nunca nos faltará.
Ele
convida quem quer para O seguir mais de perto e, quem é convidado não tem que
interrogar-se o porquê do convite porque não sabemos os planos que Ele terá a
nosso respeito.
Coisas
grandes ou de escasso relevo, mas, certamente, importantes ou não faria o
convite.
Não
sei, não sirvo, não sou digno, não tenho capacidade… tudo isto são razões sem
razão porque, Ele, se convida, sabe.
Aceitemos
sem medo, ouvindo-O dizer como neste episódio que o Evangelista relata «Tranquilizai-vos! Sou Eu! Não temais!».
E,
acrescentando, comigo estarás sempre a salvo, seguro e no caminho certo!
(AMA, comentário sobre Mt 14, 22-36, 09.05.2017)
Reflexão para férias
Ainda bem!
O pior e que, alguns, “deixam Cristo em casa”, isto é, também a prática da fé fica de férias.
Não pode ser!
Um cristão tem de dar o exemplo - sempre - e, considerar, que talvez as férias sejam uma ocasião soberana para o fazer e, também, apostolado a sério, consistente.
‘A que Missa vão no Domingo?’
Esta, uma pergunta apostólica que urge fazer e, claro, ter a informação pronta para dar:
‘As missas no Domingo, são em tal parte e a tais horas.
Eu vou esta, porque não vamos juntos?’
Fátima: Centenário - Vida de Maria - 50
A
voz do Magistério
«As palavras do velho
Simeão, anunciando a Maria a Sua participação na missão salvífica do Messias,
põem em evidência o papel da mulher no mistério da redenção. Com efeito, Maria
é não só uma pessoa individual, mas também a «filha de Sião», a mulher nova
que, ao lado do Redentor, partilha a Sua paixão e gera no Espírito os filhos de
Deus. Essa realidade é expressa pela imagem popular das «sete espadas» que
trespassam o coração de Maria. Essa representação evidencia o profundo vínculo
que existe entre a mãe, que se identifica com a filha de Sião e com a Igreja, e
o destino de sofrimento do Verbo encarnado.
Ao entregar o Filho, há
pouco recebido de Deus, para O consagrar à Sua missão de salvação, Maria
entrega-se também a si mesma a essa missão. Trata-se de um gesto de
participação interior, que não só é fruto do natural afecto materno, mas
exprime sobretudo o consentimento da mulher nova à obra redentora de Cristo.
Na sua intervenção, Simeão
indica a finalidade do sacrifício de Jesus e do sofrimento de Maria: estes
acontecerão «a fim de se revelarem os pensamentos de muitos corações» [i].
Jesus «sinal de contradição» [ii] que
envolve a mãe no Seu sofrimento, conduzirá os homens a tomar posição
relativamente a Ele, convidando-os a uma decisão fundamental. Ele, com efeito,
«está aqui para queda e ressurgimento de muitos em Israel» [iii].
Maria está, pois, unida ao
Seu divino Filho com vista à obra da salvação. Existe certamente o perigo de
queda para quem rejeita Cristo, mas um efeito maravilhoso da redenção é a
levantar de muitos. Este simples anúncio acende uma grande esperança nos
corações, aos quais já testemunha o fruto do sacrifício.
Pondo sob o olhar da Virgem
estas perspectivas da salvação antes da oferta ritual, Simeão parece sugerir a
Maria que ela cumpra este gesto para contribuir no resgate da humanidade. De
facto, ele não fala com José nem de José: as suas palavras dirigem-se a Maria,
que ele associa ao destino do Filho (…).
A conclusão do episódio da
apresentação de Jesus no templo parece confirmar o significado e o valor da
presença feminina na economia da salvação. O encontro com uma mulher, Ana,
conclui estes momentos singulares, nos quais o Antigo Testamento quase se
entrega ao Novo».
João
Paulo II (séc. XX), Discurso na audiência geral, 8-I-1997
¿Somos «cristianos de salón» o «apóstoles»?
En el jueves en que la Iglesia celebra la solemnidad
de los apóstoles Pedro y Pablo por lo que el Papa Francisco ha presidido la
misa que se ha celebrado en la Plaza de San Pedro acompañado de los cinco
nuevos cardenales que creó este miércoles.
Como hace en muchas de sus homilías, el Santo Padre
centró su predicación a raíz de tres palabras, en este caso: confesión,
persecución y oración.
El Papa comenzó su homilía asegurando que “de poco
sirve conocer los artículos de la fe si no se confiesa a Jesús como Señor de la
propia vida”.
Tal y como recoge Aciprensa, Francisco añadió:
“Preguntémonos si somos cristianos de salón, de esos que comentan cómo van las
cosas en la Iglesia y en el mundo, o si somos apóstoles en camino, que
confiesan a Jesús con la vida porque lo llevan en el corazón”.
De este modo, explicó que “quien confiesa a Jesús
sabe que no ha de dar sólo opiniones, sino la vida; sabe que no puede creer con
tibieza, sino que está llamado a ‘arder’ por amor; sabe que en la vida no puede
conformarse con ‘vivir al día’ o acomodarse en el bienestar, sino que tiene que
correr el riesgo de ir mar adentro, renovando cada día el don de sí mismo”.
La persecución silenciada en la actualidad
Sobre la palabra persecución, el Papa dijo a los
miles de personas presentes en la celebración que “no fueron sólo Pedro y Pablo
los que derramaron su sangre por Cristo, sino que desde los comienzos toda la
comunidad fue perseguida, como nos lo ha recordado el libro de los Hechos de
los Apóstoles”.
“Incluso hoy en día, en varias partes del mundo, a
veces en un clima de silencio –un silencio con frecuencia cómplice–, muchos
cristianos son marginados, calumniados, discriminados, víctimas de una violencia
incluso mortal, a menudo sin que los que podrían hacer que se respetaran sus
sacrosantos derechos hagan nada para impedirlo”, agregó.
Francisco recordó que el cristiano está llamado a
“soportar el mal” que significa “no sólo tener paciencia y continuar con
resignación”, sino que “soportar es imitar a Jesús: es cargar el peso, cargarlo
sobre los hombros por él y por los demás”. “Es aceptar la cruz, avanzando con
confianza porque no estamos solos: el Señor crucificado y resucitado está con
nosotros”.
Pablo vivió "corriendo"
Sobre el apóstol San Pablo, el Papa comentó que “su
comportamiento en la noble batalla fue únicamente no vivir para sí mismo, sino
para Jesús y para los demás. Vivió ‘corriendo’, es decir, sin escatimar
esfuerzos, más bien consumándose. Una cosa dice que conservó: no la salud, sino
la fe, es decir la confesión de Cristo”.
“Por amor a Jesús experimentó las pruebas, las
humillaciones y los sufrimientos, que no se deben nunca buscar, sino aceptarse.
Y así, en el misterio del sufrimiento ofrecido por amor, en este misterio que
muchos hermanos perseguidos, pobres y enfermos encarnan también hoy, brilla el
poder salvador de la cruz de Jesús”.
La oración es el "agua indispensable"
Sobre la oración, dijo que “es el agua indispensable
que alimenta la esperanza y hace crecer la confianza”. “La oración nos hace
sentir amados y nos permite amar. Nos hace ir adelante en los momentos más
oscuros, porque enciende la luz de Dios. En la Iglesia, la oración es la que
nos sostiene a todos y nos ayuda a superar las pruebas”.
De esta manera, “una Iglesia que reza está protegida
por el Señor y camina acompañada por él. Orar es encomendarle el camino, para
que nos proteja. La oración es la fuerza que nos une y nos sostiene, es el
remedio contra el aislamiento y la autosuficiencia que llevan a la muerte
espiritual. Porque el Espíritu de vida no sopla si no se ora y sin oración no
se abrirán las cárceles interiores que nos mantienen prisioneros”.
“Qué urgente es que en la Iglesia haya maestros de
oración, pero que sean ante todo hombres y mujeres de oración, que viven la
oración”, indicó.
REL
Pequena agenda do cristão
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Aplicação no trabalho.
Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.
Lembrar-me:
Os que estão sem trabalho.
Senhor, lembra-te de tantos e tantas que procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes esperança e confiança.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
07/08/2017
A messe é grande e poucos os operários
A messe é grande e poucos os operários.
– "Rogate ergo!". – Rogai,
pois, ao Senhor da messe que envie operários para o seu campo. A oração é o
meio mais eficaz do proselitismo. (Caminho, 800)
Ainda ressoa no mundo aquele clamor
divino: "Vim trazer fogo à Terra, e que quero senão que se ateie?". –
E bem vês: quase tudo está apagado...
Não te animas a propagar o incêndio? (Caminho,
801)
Querias atrair ao teu apostolado aquele
homem sábio, aquele poderoso, e aquele cheio de prudência e virtudes.
Pede por eles, oferece sacrifícios e
prepara-os com o teu exemplo e com a tua palavra. – Não: vêm? – Não percas a
paz; é que não são precisos.
Julgas que não havia contemporâneos de
Pedro sábios e poderosos, e prudentes, e virtuosos, fora do apostolado dos
primeiros doze? (Caminho, 802)
Corta o coração aquele clamor – sempre
actual! – do Filho de Deus, que se lamenta porque a messe é grande e os
operários são poucos.
- Esse grito saiu da boca de Cristo,
para que também tu o ouvisses: como lhe respondeste até agora? Rezas, pelo
menos diariamente, por essa intenção? (Forja, 906)
Para seguir o Senhor, é preciso dar-se
de uma vez, sem reservas e com fortaleza: queimar as naves com decisão, para
que não haja possibilidades de retroceder. (Forja, 907)
Evangelho e comentário
Evangelho:
Mt 14, 13-21
Naquele
tempo, quando Jesus ouviu dizer que João Baptista tinha sido morto, retirou-Se
num barco para um local deserto e afastado. Mas logo que as multidões o
souberam, deixando as suas cidades, seguiram-n’O por terra. Ao desembarcar,
Jesus viu uma grande multidão e, cheio de compaixão, curou os seus doentes. Ao
cair da tarde, os discípulos aproximaram-se de Jesus e disseram-Lhe: «Este
local é deserto e a hora avançada. Manda embora toda esta gente, para que vá às
aldeias comprar alimento». Mas Jesus respondeu-lhes: «Não precisam de se ir
embora; dai-lhes vós de comer». Disseram-Lhe eles: «Não temos aqui senão cinco
pães e dois peixes». Disse Jesus: «Trazei-mos cá». Ordenou então à multidão que
se sentasse na relva. Tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao
Céu e recitou a bênção. Depois partiu os pães e deu-os aos discípulos e os
discípulos deram-nos à multidão. Todos comeram e ficaram saciados. E, dos
pedaços que sobraram, encheram doze cestos. Ora, os que comeram eram cerca de
cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.
Comentário:
Desta vez é São Mateus quem nos relata este portentoso milagre deJesus.
Não
poderia deixar de o fazer já que – embora não haja milagres menores e outros
maiores – as consequências e o ambiente têm uma importância enorme.
Uma
multidão de gente saciada com uns poucos de pães e de peixes!
Os
doze cestos que sobraram depois de todos terem comido!
Mas,
talvez, o mais relevante foi a surpreendente “ordem” de Cristo:
«dai-lhes vós de comer»
Esta
“ordem” é-nos dada também a nós, cristãos sem distinção de categorias ou
importância; como se dissesse:
‘Tu,
não deixes ninguém afastar-se porque tem fome e sede, dá-lhes o que precisam
realmente: o alimento para o corpo e para a alma. Dá o que tens, não importa se
muito ou pouco, porque, se o fizeres em Meu Nome, Eu providenciarei o que te
possa faltar’.
(AMA, comentário sobre Mt 14, 13-21, 05.05.2017)
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