24/02/2011

Breve História da Humanidade 23

Observando
Continuação

Quero dizer que algo tão único quando visto de fora deveria mesmo parecer universal quando visto de dentro. Não minimizei a dimensão do milagre, como alguns dos teólogos mais moderados julgam oportuno fazer. Em vez disso eu debrucei-me deliberadamente naquela incrível interrupção, que foi como um golpe que partiu a própria espinha dorsal da história. Tenho muita simpatia pelos monoteístas, pelos muçulmanos, ou os judeus, para quem isso parece uma blasfémia: uma blasfémia que poderia sacudir o mundo. Mas ela não sacudiu o mundo: ela consolidou-o. Quanto mais o consideramos esse facto, tanto mais parecerá sólido e estranho.

(G. K. Chesterton,  O Homem Eterno, Ed. Mundo Cristão, 1ª ed. colig. e adap. por ama)
Cont/

Diálogos apostólicos

Diálogos




Aqui vai a primeira:

Levanta-te da cama logo que o "despertador" tocar.

Achas que é fácil?

Então porque lhe chamam o "minuto heróico"?




AMA, 2011.02.24

Intervenção dos cristãos na sociedade

Duc in altum

A liberdade pessoal é essencial para a vida cristã. Mas não vos esqueçais, meus filhos, de que falo sempre de uma liberdade responsável.

Interpretai, portanto, as minhas palavras como o que são: um chamamento a exercerdes – diariamente!, não apenas em situações de emergência – os vossos direitos; e a cumprirdes nobremente as vossas obrigações como cidadãos – na vida política, na vida económica, na vida universitária, na vida profissional –, assumindo com coragem todas as consequências das vossas decisões, arcando com a independência pessoal que vos corresponde. E essa mentalidade laical cristã permitir-vos-á fugir de toda a intolerância, de todo o fanatismo. Di-lo-ei de um modo positivo: far-vos-á conviver em paz com todos os vossos concidadãos e fomentar também a convivência nos diversos sectores da vida social.



(S. Josemaria Escrivá, Temas Actuais do Cristianismo, n. 117)

Confutatis maledictis

Confuntatis maledectis:






Confutatis maledictis, flammis acribus addictis, voca me cum benedictis.
Oro supplex et acclinis, cor contritum quasi cinis, gere curam mei finis.

Intolerância religiosa

Observando
Os 27 Ministros de Assuntos Exteriores dos países membros da União Europeia, pediram neste fim-de-semana em Bruxelas que medidas concretas sejam adoptadas para promover a liberdade religiosa dos cristãos perseguidos, especialmente no Oriente Médio.
Os ministros solicitaram à alta representante de Política externa da UE, Catherine Ashton, que apresente "propostas concretas" com esse fim.
Por isso expressaram a sua "sua profunda preocupação pelo aumento de actos de intolerância e discriminação religiosa contra cristãos e seus lugares de 
oração, peregrinos muçulmanos e outras comunidades religiosas" e expressam seu firme condenação contra esses actos.
O texto emitido logo depois da reunião refere-se especificamente aos cristãos, tema que tinha sido motivo de polémica na reunião anterior de 31 de Janeiro na qual não foi possível chegar a um acordo e na que, devido à correcção política, evitou-se mencionar os que acreditam em Cristo para não "ofender" outros grupos.
O documento, assinala o jornal espanhol La Razón, indica também que "a UE se empenhará ainda mais em todos os foros multinacionais, especialmente na ONU, para unificar apoios em todas as regiões na luta contra a intolerância religiosa".

Madrid, 2011.02.22 (ACI)

Evangelho do dia e comentário

Tempo comum - VII Semana


EvangelhoMc 9, 41-50

41 «Quem vos der um copo de água, porque sois de Cristo, em verdade vos digo que não perderá a sua recompensa. 42 «Quem escandalizar um destes pequeninos que crêem em Mim, melhor fora que lhe atassem ao pescoço a mó que um asno faz girar, e que o lançassem ao mar. 43 Se a tua mão é para ti ocasião de pecado, corta-a; melhor te é entrar na vida eterna mutilado, do que, tendo as duas mãos, ir para a Geena, para o fogo inextinguível. 44 Omitido pela Neo-Vulgata. 45 Se o teu pé é para ti ocasião de pecado, corta-o; melhor te é entrar na vida eterna coxo, do que, tendo os dois pés, ser lançado na Geena.46 Omitido pela Neo-Vulgata. 47 Se o teu olho é para ti ocasião de pecado, lança-o fora; melhor te é entrar no reino de Deus sem um olho do que, tendo dois, ser lançado na Geena, 48 “onde o seu verme não morre e o seu fogo não se apaga”.49 Todo o homem será salgado no fogo. 50 O sal é uma coisa boa; porém, se se tornar insípido, com que haveis de lhe dar o sabor? Tende sal em vós, e tende paz uns com os outros».
Comentário:

Jesus Cristo raras vezes tem frases tão lapidares como as que se podem ler neste trecho do Evangelho a propósito do escândalo com os pequeninos.
“Pequeninos”, para Jesus são as crianças e os que são como as crianças, na sua inocência, ausência de malícia e de pecado.
O escândalo ([1]) cometido contra estes assume especial gravidade porque não sabem defender-se do mal e, não poucas vezes, são violentados na sua essência de seres humanos, filhos de Deus e dilectos do Coração de Jesus.

O escândalo é sempre grave e quanto mais inocente for o escandalizado mais grave é, porque as consequências podem ser – são quase sempre – gravíssimas.

Não se pense que se trata só da violência física, do abuso sexual e outras agressões do mesmo jaez; não!
Estes são muito graves, sem dúvida, mas existem outros de igual ou superior gravidade como, por exemplo, ensinar deliberadamente o erro a quem não tem capacidade para o distinguir da verdade.
As matérias constantes nalguns programas escolares, são, por vezes gravemente atentatórias da dignidade das crianças e do seu direito a serem respeitadas como pessoas.

A pretexto de uma “modernidade no ensino” aprovam-se leis e disposições que são o exemplo – refinado – do escândalo moral do indivíduo e da sociedade, pervertendo, deliberada e conscientemente, os princípios morais e éticos a que todos, principalmente os que detêm o poder de legislar, estamos obrigados.

(ama, comentário sobre Mc 9, 41-50, 2011.01.17)


[1] Escandalizar é fazer cair, ser causa de tropeço, de ruína espiritual de outro, com a palavra, com as obras, com as omissões. (S. Tomás de Aquino, Suma teológica, 2-2, q. 43, a. 1.)

Tema para breve reflexão - Fidelidade - 23

Tema para breve reflexão


No castelo de Deus trataremos de aceitar qualquer posto: cozinheiros ou serventes de cozinha, empregados de quarto, moços de cavalos, padeiros. Se ao Rei lhe agradar chamar-nos para o seu Conselho privado, ali iremos, mas sem nos entusiasmar-mos demasiado, sabendo que a recompensa não depende do posto, mas da fidelidade com sirvamos.

(A. Lucianni, Ilustrísimos señores p 128. Trad ama)

2011.02.24

Pensamentos inspirados

À procura de Deus



Senhor, porque me é tão fácil ver os defeitos dos meus irmãos, e tão difícil reconhecer os meus!

jma, 2011.02.24

Um olhar sobre a vida humana - Existem uniões para ter prazeres sexuais?


Doutrina






Estas uniões recebem vários nomes segundo o que se pretende realizar: concubinatos, adultérios, uniões sodomíticas (homossexuais), etc.

2011.02.23

23/02/2011

Breve História da Humanidade 22

Observando
Continuação

É algo novo no espírito como as mais novas escolas de pensamento; e está quase com certeza na véspera de novos triunfos. Pois esses homens servem uma mãe que parece ficar mais bonita à medida que novas gerações vão surgindo e chamam-na bendita. Às vezes poderíamos imaginar que a Igreja fica mais jovem à medida que o mundo fica mais velho.
Pois esta é a última prova do milagre: que algo sobrenatural se tenha tornado natural.

(G. K. Chesterton,  O Homem Eterno, Ed. Mundo Cristão, 1ª ed. colig. e adap. por ama)
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Diálogos apostólicos

Diálogos


Sim, claro, posso indicar-te algumas.

Têm vantagens:

Não precisas nem de "autorização" nem de te isolares para as pores em prática.











AMA, 2011.02.23

Exemplo de seriedade!


Observando




O ministro da Defesa alemão, Karl-Theodor zu Guttenberg, renunciou "definitivamente" ao título de doutor, reconhecendo a existência de "graves erros" na sua tese de doutoramento apresentada na Universidade de Bayreuth, depois de acusações de plágio.








DN 2011.02.22

Evangelho do dia e comentário

Tempo comum - VII Semana


EvangelhoMc 9, 38-40

38 João disse-lhe: «Mestre, vimos um homem, que não anda connosco, expulsar os demónios em Teu nome e nós lho proibimos porque não nos segue». 39 Jesus, porém, respondeu: «Não lho proibais, porque não há ninguém que faça um milagre em Meu nome e que possa logo dizer mal de Mim. 40 Porque quem não é contra nós, está connosco.

Comentário:

A primeira reflexão sobre este Trecho do Evangelho de S. Marcos é exactamente sobre a frequente atitude, diria, superioridade que alguns cristãos assumem perante outras pessoas que professam outras religiões ou que não têm nenhuma. Jesus Cristo, disse-o claramente, veio salvar toda a humanidade e converter todos, sem excepção, em Filhos de Deus, com todos os direitos que tal implica. Ou seja, os direitos são iguais embora as responsabilidades sejam diferentes. Quem mais recebe mais terá de dar, a quem mais se deu mais lhe será exigido.

A segunda detém-se sobre a última frase deste texto: «Quem não é contra nós é por nós».

Quem não se enfrenta com Cristo, não combate a Sua Igreja mas, por ignorância ou qualquer outra razão não segue os Seus passos ou obedece à Sua Doutrina, não é ostracizado, não pode, não deve ser impedido de praticar as boas obras que, é fundamental ter isto claro, não são monopólio dos cristãos.

(Pio XII, Encíclica Mystici Corporis Christi

Baptismo


Tema para breve reflexão





O dom divino do Baptismo é a base de toda a dignidade cristã, porque ele é a origem da incorporação em Cristo.

(joão Paulo II, Passai um ano comigo, Verbo, pg. 219)

2011.02.23

Doutrina





«RERUM NOVARUM»

Nós desejamos que compreendam isto, sobretudo aqueles cuja missão é velar pelo bem público. Empreguem neste ponto os Ministros do Santuário toda a energia da sua alma e generosidade do seu zelo, e guiados pela vossa autoridade e pelo vosso exemplo, Veneráveis Irmãos, não se cansem de inculcar a todas as classes da sociedade as máximas do Evangelho; façamos tudo quanto estiver ao nosso alcance para salvação dos povos, e, sobretudo, alimentem em si e acendam nos outros, nos grandes e nos pequenos a caridade, senhora e rainha de todas as virtudes. Portanto, a salvação desejada deve ser principalmente o fruto duma grande efusão de caridade, queremos dizer, daquela caridade que compendia em si todo o Evangelho, e que, sempre pronta a sacrificar-se pelo próximo, é o antídoto mais seguro contra o orgulho e o egoísmo do século. Desta virtude, descreveu S. Paulo as feições características com as seguintes palavras: «A caridade é paciente, é benigna, não cuida do seu interesse; tudo sofre; a tudo se resigna»(47).
Como sinal dos favores celestes e penhor da Nossa benevolência, a cada um de vós, Veneráveis Irmãos, ao vosso Clero e ao vosso Povo, com grande afecto no Senhor, concedemos a Bênção Apostólica.

 Dada em Roma, junto de S. Pedro, a 15 de Maio de 1891, no décimo quarto ano do Nosso Pontificado.

 PAPA LEÃO XIII

2011.02.22

22/02/2011

Morreu o homem que se arrependeu de praticar 75 mil abortos

Observando

Morreu ontem, aos 84 anos, vítima de cancro, o médico e activista pró-vida Bernard Nathanson. Nathanson dedicou a maior parte da sua vida a lutar pela questão do aborto: inicialmente, manifestou-se a favor da legalização do aborto; mais tarde, depois de um doloroso processo interior, manifestou-se contra. 
Formado em 1949, especializou-se em obstetrícia e ginecologia.
Testemunhou em primeira mão as complicações resultantes de abortos ilegais nas mulheres pobres que acorriam ao hospital de Manhattan e convenceu-se da necessidade de lutar pela legalização do aborto nos Estados Unidos. Uma vez legalizada a prática, Nathanson tornou-se director do Centro de Saúde Sexual e Reprodutiva em Nova Iorque. Durante a sua vigência, o centro praticou cerca de 60 mil abortos. A estes acrescentava cinco mil feitos directamente por ele e outros 10 mil por residentes sob as suas ordens.
Em  nais dos anos 70, começou a ter dúvidas sobre as suas práticas.
Numa conferência em Lisboa, em 1998, explicou que ele e os seus colegas apresentavam graves perturbações do sono, problemas no casamento e pesadelos.
“O Grito S “O Grito Silencioso” ilencioso” Com o avanço da tecnologia ecográca, Nathanson acabaria por mudar radicalmente de opinião. Dedicou a sua vida “a tentar desfazer o mal que tinha feito”, falando em todo o mundo, incluindo Portugal, e apresentando-se sempre em público como “responsável por mais de 75 mil abortos”, alertando para “as técnicas propagandísticas dos adeptos da despenalização”.
Em 1985, narrou um curto documentário, chamado “O Grito Silencioso”, que acompanha a gestação e mostra imagens reais de um aborto a ser praticado. No vídeo, vê-se o feto a recuar perante a agulha e a abrir a boca, no que aparenta ser um grito.
Apesar das suas origens judaicas e ateístas, baptizou-se na Igreja Católica em 1996.

Pagina 1  Filipe d’Avillez

Breve História da Humanidade 21

Observando
Continuação

Aqueles mensageiros ganham impulso à medida que vão correndo. Séculos mais tarde, ainda falam como se alguma coisa houvesse acabado de acontecer. Não perderam a velocidade nem a sua energia de mensageiros; mas perderam, por assim dizer, o olhar esbugalhado de testemunhas. Na Igreja Católica, que é a corte da mensagem, ainda acontecem aqueles gestos precipitados da santidade que fala de algo rápido e recente: um sacrifício de si mesmo que assusta o mundo como um suicídio. Mas não é um suicídio: não é nada pessimista; é ainda optimista como o são Francisco das flores e dos pássaros.

(G. K. Chesterton,  O Homem Eterno, Ed. Mundo Cristão, 1ª ed. colig. e adap. por ama)

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Diálogos apostólicos

Diálogos




Mas, e a propósito desses teus desejos, posso adiantar-te o seguinte:

A melhor mortificação consiste, a maior parte das vezes, fazer o que devemos quando devemos.











AMA, 2011.02.22

LITURGIA DAS HORAS

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II. ANTÍFONAS E OUTROS ELEMENTOS SUBSIDIÁRIOS
DA ORAÇÃO DOS SALMOS

110. Três elementos, dentro da tradição latina, muito contribuem para a inteligência dos salmos ou para fazer deles oração cristã: os títulos, as colectas salmódicas e principalmente
as antífonas.

111. No Saltério da Liturgia das Horas, cada salmo é precedido dum título, a indicar o sentido do mesmo salmo e o seu valor para a vida humana do crente. Estes títulos, no livro da Liturgia das Horas, visam unicamente à utilidade de quem salmodia. Para facilitar a oração à luz da Revelação nova, acrescenta-se uma sentença tirada do Novo Testamento ou dos Santos Padres, a qual serve como de convite a rezar o salmo no sentido cristológico.

112. As colectas salmódicas ajudam a quem recita os salmos os entendê-los num sentido predominantemente cristão. Estas colectas vêm no Suplemento ao livro da Liturgia das Horas, uma para cada salmo. Podem-se utilizar livremente, de acordo com a antiga tradição, da seguinte maneira: terminado o salmo, após uns momentos de silêncio, reza-se a colecta, como que a resumir os afectos de quem salmodia e a concluir a oração.

113. Cada salmo é acompanhado da respectiva antífona, mesmo quando a Liturgia das Horas se celebre sem canto, inclusive na recitação individual. As antífonas servem para tornar mais claro o género literário do salmo; transformam o salmo em oração pessoal; põem em relevo esta ou aquela sentença digna de particular atenção e que doutro modo passaria despercebida; dão ao salmo um colorido especial, em harmonia com as circunstâncias em que é utilizado; ajudam muito a interpretar o salmo num sentido tipológico conforme as festas, desde que se excluam acomodações arbitrárias; finalmente, contribuem para tornar a recitação dos salmos mais agradável e variada.

114. As antífonas do Saltério foram compostas de modo a poderem ser traduzidas em língua vernácula e poderem também repetir-se após cada estrofe, segundo o que se diz no n. 125. No Ofício do Tempo Comum, quando não for cantado, as antífonas podem-se substituir pelas sentenças antepostas aos salmos (cf. n. 111).

115. Quando, pela sua extensão, um salmo se dividir em várias secções, dentro da mesma Hora canónica, cada uma destas secções é acompanhada da respectiva antífona, para dar uma nota de variedade, principalmente na celebração com canto, e também para ajudar a apreender melhor as riquezas do salmo. Todavia pode-se recitar o salmo todo seguido sem interrupção, só com a primeira antífona.

116. O Tríduo Pascal, os dias dentro das oitavas da Páscoa e do Natal, os domingos do tempo do Advento, do Natal, da Quaresma e da Páscoa, as férias da Semana Santa e do Tempo Pascal e os dias 17 a 24 de Dezembro têm antífonas próprias para cada salmo em Laudes e Vésperas.

117. Nas solenidades, propõem-se antífonas próprias para o Ofício de Leitura, Laudes, Tércia, Sexta, Noa e Vésperas; na sua falta tomam-se do respectivo Comum. Nas festas, o mesmo acontece para o Ofício de Leitura, Laudes e Vésperas.

118. Se alguma memória dos Santos tiver antífonas próprias, observam-se (cf. n. 235).

119. As antífonas do Benedictus e do Magnificat, no Ofício do Tempo, tomam-se do Próprio do Tempo, se as tiver; aliás, do Saltério corrente. Nas solenidades e festas, tomam-se do Próprio, se as tiver; aliás, do respectivo Comum. Nas memórias que não tiverem antífona própria, diz-se, à escolha, ou a do Comum ou a da féria ocorrente.

120. No Tempo Pascal, junta-se Aleluia a todas as antífonas, salvo se não se harmonizar com o sentido das mesmas.


Retirado do site do Secretariado Nacional de Liturgia
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Quando eu quero falar com Deus

Cantar é rezar duas vezes