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30/07/2019

Temas para reflectir e meditar

Morte


Pensemos bem nisto: enquanto vivemos esta vida terrena, vivemos para morrer ou para viver? 

Se vivemos em Cristo, vivemos para viver, porque em Cristo não há morte, nem Ele nos deixa morrer.


(JMA, comentários sobre os Novíssimos - Morte, 2010.10.26) 

11/12/2015

Advento (II)

ADVENTO (II)

Começa agora o tempo da esperança,
no Céu já brilha a luz gloriosa
da estrela auspiciosa
que aponta o caminho
do Nascimento em Belém.

Abre-se o coração
vai nascer o Salvador
Aquele que um dia na Cruz,
vai transformar a dor
na eterna salvação.

Ao longe
e dentro de nós,
já se ouve dos anjos,
a doce e amorosa voz,
que nos enche de felicidade:
«Glória a Deus nas alturas,
e paz na terra aos homens,
de boa vontade!»


joaquim mexia alves, Marinha Grande, 28 de Novembro de 2015


17/12/2013

A "revolução" do Papa Francisco

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23/10/2013

Ministro Extraordinário da Comunhão

.Neste Domingo dia 20, na Paróquia da Marinha Grande, foi confirmada na Eucaristia das 19.00, pelo Ritual próprio, a minha nomeação como Ministro Extraordinário da Comunhão.
E o que senti eu nesses momentos?
Não sei muito bem como definir o que senti e como senti, essa graça a que o Senhor me chamou.
Confesso que tive muitas dúvidas sobre a “minha” Fé que afirmo professar, sobre a constância da minha entrega, sobre a minha conversão contínua, sobre tudo aquilo que sou e sinto, enfim, resumindo, sobre a minha falta de dignidade para assumir tal serviço em Igreja.
Obviamente que dignidade nunca a terei, (sou pecador), por isso só Ele ma pode conceder nos momentos em que se quiser servir de mim.
Mas existiam também em mim as dúvidas, os “medos”, de aceitar tal nomeação, conhecendo eu o meu orgulho, a minha, por vezes, ânsia de protagonismo.
Mas na Confissão e conversa tida como meu Pároco, pouco antes da Eucaristia, de uma “penada”, ele afastou de mim tais dúvidas e receios.
Perguntou-me se eu me tinha proposto, se eu tinha querido, se eu tinha feito algo para ser nomeado, e perante a minha resposta negativa, apenas me disse qualquer coisa como: «aceita porque a vontade não é tua.»
O que senti então naqueles momentos em que pela primeira vez foi colocada nas minhas a píxide contendo as hóstias consagradas, contendo realmente o Corpo e Sangue de Jesus Cristo?
Senti-me um nada útil, ou usando as palavras do próprio Cristo, um servo inútil!
Por uma imensa graça, (como é que Ele faz estas coisas?), pela primeira vez na minha vida senti-me o mais pequeno entre todos, e juro que se pudessem ver o meu coração, acredito que veriam o amor a verter-se sobre todos, não o meu pobre amor, mas o amor que Ele, o Senhor do Amor, colocava em mim.
As minhas mãos, tantas vezes trémulas, estavam firmes apesar do tremor, e parecia-me ouvir em cada momento a minha voz forte, mas sobretudo convicta, a afirmar: «O Corpo de Cristo!»
Não era eu que ali estava, mas o Joaquim que só Ele conhece e ao qual nem eu tenho acesso quando quero, mas apenas quando Ele quer.
No fim vieram dar-me os parabéns algumas pessoas amigas e outra vez me admirei.
Eu tão orgulhoso, eu que me julgo tantas vezes mais do que os outros, eu que me acho em tantos momentos mais importante do que os outros, senti-me uma criança “apanhada” num acto de ternura e ia jurar que até corei.
Que caminho, meu Deus, que caminho me fazes percorrer!
Desde o afastamento total de Ti e da Igreja, até à dependência total e voluntária de Ti, em Igreja!
“Apenas” Te posso dizer, com o coração repleto de amor: Glória a Ti, Senhor, glória a Ti!
  
Marinha Grande, 22 de Outubro de 2013
Joaquim Mexia Alves

Nota: (de AMA)
Vem a propósito o documento do Magistério que a seguir se publica:
“ACERCA DE ALGUMAS QUESTÕES SOBRE A COLABORAÇÃO DOS FIÉIS LEIGOS NO SAGRADO MINISTÉRIO DOS SACERDOTES”

21/02/2013

CRER NÃO É QUERER!

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NUNC COEPI recomenda vivamente a leitura do artigo (cujo link abaixo se detalha) e com o qual se identifica plenamente.


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24/05/2012

Espírito Santo




Em pleno Decenário do Espírito Santo, este escrito/ reflexão de JMA, vem muito a propósito e vale a pena ser lido e meditado



06/04/2012

Hoje, o meu irmão Joaquim Manuel, faz anos!


Parece algo ‘normal’, substancialmente sem grande importância a não ser para ele, a sua família e os seus amigos e, então, talvez não se entenda porque consta esta notícia aqui, em ‘NUNC COEPI’.

Como responsável de ‘NUNC COEPI’, poderei publicar o que me der na gana – o que é uma razão poderosíssima – mas o enormíssimo respeito que tenho pelos muitos que acorrem a este blogue leva-me a uma breve explicação.

Nos últimos tempos ‘NUNC COEPI’, secundado pela bondade amiga de JPR no seu ´SPE DEUS’, tem noticiado a agonia da Mena e a morte do Zézinho.

O visionamento e, certamente, as orações de muitíssimos destes visitantes, na sua grande maioria anónimos, merecem-me uma profunda gratidão e urgem-me uma necessidade de também comunicar a alegria, a esperança e as acções de graças por mais um ano de vida deste meu muito querido Irmão!

Sexta-Feira, 6 de Abril de 2012

30/03/2012

Zézinho


Meu querido Joaquim:

Não sei que te diga e muito menos que escrever comentando este teu belíssimo escrito sobre o nosso Irmão Zézinho.

Gostaria de o ter escrito eu, o que é vaidade da minha parte, bem sei, mas, também sei, que não te importas que faça minhas, as tuas palavras.

Falámos os dois tantas vezes nas semanas anteriores à morte do Zézinho com a preocupação sempre latente da sua saúde – que adivinhávamos irremediável – e, muito mais, com a sua alma.

Estou, como tu, muito feliz pelo que fizemos, que, acho, foi de uma importância fundamental para o ‘sossego’ que agora sinto de que morreu como devia: na Graça e Misericórdia de Deus.

O nó que insiste em fechar-se no meu peito está, assim, menos ‘apertado’, já que percebo com meridiana clareza, que somos cada vez mais felizes: ‘Diminui’ a nossa família na terra mas ‘aumenta’ a nossa família no Céu.

E, por isso mesmo, não me canso de repetir: OMNIA IN BONUM!

O Senhor sabe mais, e tudo, absolutamente, faz bem!

Peço-lhe que nós, os que ainda aqui estamos, saibamos merecer os que já partiram.

Um enormíssimo abraço