Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
02/04/2011
Temas para a Quaresma 25
Tempo de Quaresma |
Continuação
Jejum e abstinência (cont.)
3. A abstinência, por sua vez, consiste na escolha de uma alimentação simples e pobre. A sua concretização na disciplina tradicional da Igreja era a abstenção de carne. Será muito aconselhável manter esta forma de abstinência, particularmente nas sextas-feiras da Quaresma. Mas poderá ser substituída pela privação de outros alimentos e bebidas, sobretudo mais requintados e dispendiosos ou da especial preferência de cada um.
Cont./
snl, 2011.04.02
Pureza e sexualidade cont. 4
Mas nenhuma sensação é mais imanente que a nutrição; uma vez que a sensação é o conhecimento de singularidades materiais; o animal entende alguma coisa fora de si próprio sem deixar de ser o que é e sem mudar o objecto da sua percepção. Por exemplo, ver uma maçã não muda a maçã, ou ouvir um gato não muda o gato, e da mesma forma o cheiro de um ulmeiro, muda a árvore.
Cont./
(P. DOUGLAS MCMANAMAN, Knowledge and Purity, trad ama)
Doutrina - Como se exercita a castidade individualmente?
Conta, peso e medida |
Individualmente a castidade põe de lado qualquer prazer sexual, defendendo e educando o próprio coração.
A castidade é importante precisamente por isto:
porque protege o coração do egoísmo e capacita-o para o amor autêntico.
porque protege o coração do egoísmo e capacita-o para o amor autêntico.
(ideasrapidas, trad ama)
2011.04.02
Criação, Fé e Ciência 2
Numa obra publicada em 1985, afirmava o então arcebispo Ratzinger que em seguida apareceram novos conhecimentos, como a teoria da entropia que sustentam que a energia se consome; e logo surge a teoria da transformação da matéria em energia, com a qual se desvanecem as duas conservações tradicionais: matéria e energia. Depois virá a teoria da relatividade e outros conhecimentos que mostram que o universo tem um horário, que ainda na nebulosa de milhares de milhões de anos, fazem-lhe ver um princípio e um fim, o que, junto com a sua harmonia, vem colocar uma razão em tudo, de necessária consideração. Albert Einstein escreveu em "Mein Weltbild" - segundo cita Ratzinger - que nas leis da natureza "se manifesta uma razão tão considerável que, face a ela, qualquer engenho do pensamento ou da organização humana não é mais que um pálido reflexo".
Cont/
alfonso alguiló 2011.03.28, in conoZe.com, trad ama
Tema para breve reflexão - Leitura da Sagrada Escritura
Tema para breve reflexão |
A leitura da Sagrada Escritura, é cimento para edificar a esperança, meio para consolidar a fé, alimento da caridade, guia que indica o caminho...
(S. cipriano, Tratado sobre a oração.)
2011.04.02
Evangelho do dia e comentário
9 Disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos por se considerarem justos, e desprezavam os outros: 10 «Subiram dois homens ao templo a fazer oração: um era fariseu e o outro publicano. 11 O fariseu, de pé, orava no seu interior desta forma: Graças Te dou, ó Deus, porque não sou como os outros homens: ladrões, injustos, adúlteros, nem como este publicano. 12 Jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo de tudo o que possuo. 13 O publicano, porém, conservando-se a distância, não ousava nem sequer levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Meu Deus, tem piedade de mim, pecador. 14 Digo-vos que este voltou justificado para sua casa e o outro não; porque quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado».
Comentário:
A figura deste fariseu é lamentável em todos os aspectos.
É tão desagradável a sua postura, a personalidade que revela que não haverá ninguém que possa sentir-se atraído por ele.
Este tipo de pessoas anda pelo mundo solitariamente, não tem amigos, principalmente, porque não está interessado nisso porque a única pessoa que lhe interessa é ele próprio.
Mas, mesmo que quisesse ter amigos quem estaria disposto a dar a sua amizade, a conviver com alguém assim?
(ama, comentário sobre Lc 18, 9-17, 2010.10.24)
01/04/2011
Sobre a família 9
Mas na família também se deve pensar na forma de reforçar a amizade entre os cônjuges. Com frequência, as discussões no seio do casal costumam ter origem em problemas de comunicação. As causas podem ser muito variadas; uma diferente forma de ver as coisas, ter permitido que a rotina se apodere do dia-a-dia, deixar que saia de rompão um momento de mau humor… Em qualquer caso, perde-se o fio do diálogo.
É preciso examinar-se, pedir desculpa e perdoar. Se eu tivesse de dar um conselho aos pais, dar-lhes-ia sobretudo este: que os vossos filhos vejam (não tenhais ilusões: desde crianças, vêem tudo e julgam-no) que procurais viver de acordo com a vossa fé, que Deus não está só nos vossos lábios, que está nas vossas obras; que vos esforçais por serdes sinceros e leias, que vos amais e os amais a eles realmente. [i]
Cont/
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Criação, Fé e Ciência
Observando
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Acerca das actuais relações Fé-Ciência, Giberson afirma que o avanço da ciência a facilita para uns, enquanto é dificulta para outros. Certos cristãos muito combativos tornam-no difícil com a teoria da evolução, e alguns cientistas que se proclamam os "novos ateus" porque – segundo dizem - a ciência substituiu a religião até tal ponto que é necessário aboli-la. Algo assim é o universo determinista de Laplace a respeito de Deus. Laplace faz desse universo um gigantesco maquinismo que opera eternamente e nela o movimento está prescrito para sempre. Por isso se atreveu a declarar: Já não necessito mais da hipótese de Deus.
Cont/
alfonso alguiló 2011.03.28, in conoZe.com, trad ama
Diálogos apostólicos
Vens falar comigo para ouvir o que te convém entender e não o que desejarias escutar.
Se queres ouvir louvores e aplausos sabes onde ir:
Àqueles que acham que vale tudo, que tudo é bom e o que é preciso é ser feliz seja lá como for.
Pois…mas, eu não sou desses…
AMA, 2011.04.01
Católicos complexados 3
Voltemos à pergunta: o que é ser cristão? E a primeira coisa que permanece clara é que não somos seguidores duma palavra morta, mas sim discípulos do Deus vivo, que por obra do Espírito Santo são identificados com esse Verbo encarnado, com Cristo, para ser e actuar como filhos de Deus. Escreve São Paulo aos romanos: "os que são guiados pelo Espírito de Deus, estes são filhos de Deus". E um pouco mais à frente acrescenta que a criação espera ansiosa a manifestação dos filhos de Deus. Tal pode não se entender ou não se acreditar por carecer do dom da fé, mas um cristão é outro Cristo - um filho de Deus em Cristo pela força do Espírito - que toda a criação espera com dores de parto - diz graficamente o Apóstolo - até ver Cristo formado e actuando em cada um, para que, sem complexos, viva com a maior honradez possível o que em verdade é, algo não realizável sem a graça de Deus e sem a liberdade humana. Com esta forte razão teológica, afirmou o fundador do Opus Dei: "o que não se sabe filho de Deus, desconhece a sua verdade más íntima". Aí radica a identidade cristã e daí deriva o nosso comportamento apropriado. O mesmo São Josemaria indicava numa entrevista - recolhida em "Conversaciones con Monseñor Escrivá de Balaguer" - que essa verdade de ser filho de Deus em Cristo há-de de penetrar a vida inteira, há-de dar sentido ao trabalho, ao descanso, à amizade, à diversão, a tudo. "Não podemos ser filhos de Deus só por momentos, ainda que haja uns momentos dedicados a considerá-lo, a penetrar-nos desse sentido da nossa filiação divina, que é a medula da piedade". Conhecer a verdade não tira a liberdade, dá-a. A liberdade perde-se na ignorância.
Cont/
pablo cabellos llorente, in ConoZe.com, trad ama
TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
A alegria é um bem cristão, que possuímos enquanto lutarmos, porque é consequência da paz. A paz é fruto de ter vencido a guerra, e a vida do homem sobre a terra, lemos na Escritura Santa, é luta. (Forja, 105)
A tradição da Igreja sempre se referiu aos cristãos como milites Christi, soldados de Cristo; soldados que dão serenidade aos outros enquanto combatem continuamente contra as suas próprias más inclinações. Às vezes, por falta de sentido sobrenatural, por uma descrença prática, não querem compreender de forma alguma como milícia a vida na Terra. Insinuam maliciosamente que, se nos consideramos milites Christi, há o perigo de utilizarmos a fé para fins temporais de violência, de sedições. Esse modo de pensar é um triste e pouco lógico simplismo, que costuma andar unido ao comodismo e à cobardia.
Nada há de mais estranho à fé católica do que o fanatismo. Este conduz a estranhas confusões, com os mais diversos matizes, entre o que é profano e o que é espiritual. Tal perigo não existe, se a luta se entende como Cristo no-la ensinou, isto é, como guerra de cada um consigo mesmo, como esforço sempre renovado por amar mais a Deus, por desterrar o egoísmo, por servir todos os homens. Renunciar a esta contenda, seja com que desculpa for, é declarar-se de antemão derrotado, aniquilado, sem fé, com a alma caída e dissipada em complacências mesquinhas.
Para o cristão, o combate espiritual diante de Deus e de todos os irmãos na fé é uma necessidade, uma consequência da sua condição. Por isso, se alguém não luta, está a trair Jesus Cristo e todo o Corpo Místico, que é a Igreja. (Cristo que passa, 74)
© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet
Temas para a Quaresma 24
Tempo de Quaresma |
Continuação
Jejum e abstinência
2. O jejum é a forma de penitência que consiste na privação de alimentos. Na disciplina tradicional da Igreja, a concretização do jejum fazia-se limitando a alimentação diária a uma refeição, embora não se excluísse que se pudesse tomar alimentos ligeiros às horas das outras refeições.
Ainda que convenha manter-se esta forma tradicional de jejuar, contudo os fiéis poderão cumprir o preceito do jejum privando-se de uma quantidade ou qualidade de alimentos ou bebidas que constituam verdadeira privação ou penitência.
Cont./
snl, 2011.04.01
Sejam mártires na construção de uma Cultura da Vida
Duc in altum |
Dirigindo-se recentemente ao laicado da diocese de Fargo no North Dakota, o Arcebispo Charles Chaput, da Arquidiocese de Denver, propôs um desafio aos defensores da vida – pró-lifers – a serem mártires pela causa de construção de uma cultura da vida.
«Disse que seria simples, não disse que seria fácil»
LifeSiteNews, FARGO, North Dakota, March 2, 2011 (trad ama)
Cardeal visitou José Alencar várias vezes
SÃO PAULO, quarta-feira, 30 de Março de 2011 (ZENIT.org) - O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, destacou a coragem e perseverança do ex-vice-presidente do Brasil José Alencar e afirmou que ele deixa ao povo um grande exemplo de valorização da vida.
“Sua figura edifica o povo brasileiro”, disse o cardeal, em entrevista colectiva na Cúria Metropolitana, no início da noite dessa terça-feira, momentos depois da notícia da morte do político e empresário brasileiro.
Segundo informa a arquidiocese de São Paulo, Dom Odilo falou por telefone com a esposa de Alencar, Mariza Campos Gomes da Silva, e com um dos três filhos do casal, Josué Christiano, transmitindo seu pesar e solidariedade. Eles pediram que Dom Odilo celebre a missa de sétimo dia, que foi marcada para o dia 9 de Abril, às 12h, na Catedral da Sé.
Ao falar com os jornalistas, o cardeal contou que visitou várias vezes o ex-vice-presidente durante seu longo tratamento. “Sempre foram visitas religiosas, nas quais ele recebia os sacramentos da Igreja”.
O arcebispo recordou a última visita que fez a Alencar, em Fevereiro, ressaltando a frase dita por ele várias vezes, “se eu morrer agora, está bom demais”.
Dois grandes aspectos destacados por Dom Odilo como exemplares no ex-vice-presidente eram o gosto pelo trabalho e o amor à família.
“Ele [José Alencar] foi um grande trabalhador e empreendedor”. O cardeal contou que testemunhou seu amor à família, sobretudo quando celebrou, há dois anos, no hospital, a bodas de ouro do casal José Alencar e Mariza.
INFORMAÇÕES MUITO BREVES [De vez em quando] 31.03.2011
Oração de S. Francisco
The Prayer (of St. Francis of Assisi) – Sara MacLachlan
Pureza e sexualidade cont. 3
Mas mais elevado está o nível vegetal, ou seja, o nível das coisas vivas. A actividade mais fundamental a este nível é a nutrição, noa qual a coisa viva tomará para si matéria não viva, transformando-a a matéria viva. Como resultado, a coisa viva cresce. O que é diferente nesta actividade nutritiva das primeiras, ou seja, mudança química no nível mineral, consiste em que a planta continua a ser o que é, enquanto os minerais cessam de ser o que eram. Água e sais do solo, por exemplo, os quais são matéria não viva, uma vez incorporados na planta são transformados em partes vivas de um todo vivo. A planta tem uma maior estabilidade e a sua actividade é imanente, como oposta à actividade meramente transitória das coisas não vivas.
Cont./
(P. DOUGLAS MCMANAMAN, Knowledge and Purity, trad ama)
Doutrina - O que é a castidade?
Conta, peso e medida |
A virtude da pureza ou castidade é o hábito de usar o sexo correctamente.
A castidade modera as apetências sexuais para que sejam razoáveis.
É uma virtude importante que capacita para amar.
Se se deteriora, surgem graves consequências para a dignidade humana e para a família.
A castidade pode viver-se em três situações:
individualmente, no noivado e no matrimónio.
(ideasrapidas, trad ama)
2011.04.01
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