08/11/2010

LITURGIA DAS HORAS

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III. LITURGIA DAS HORAS



Consagração do tempo

10. Cristo disse: «É preciso orar sempre, sem desfalecimento” (Lc 18,1). E a Igreja, seguindo fielmente esta recomendação, não cessa nunca de orar, ao mesmo tempo que nos exorta com estas palavras: «Por Ele (Jesus), ofereçamos continuamente a Deus o sacrifício de louvor» (Hebr 13,15).
Este preceito é cumprido, não apenas com a celebração da Eucaristia, mas também por outras formas, de modo particular com a Liturgia das Horas. Entre as demais acções litúrgicas, esta, segundo a antiga tradição cristã, tem como característica peculiar a de consagrar todo o ciclo do dia e da noite.56

11. Ora, uma vez que o fim da Liturgia das Horas é a santificação do dia e de toda a actividade humana, a sua estrutura teve que ser reformada, no sentido de repor cada uma das Horas, tanto quanto possível, no seu tempo verdadeiro, tendo em conta o condicionalismo da vida moderna.57
Por isso, «já para santificar realmente o dia, já para rezar as próprias Horas com fruto espiritual, importa recitá-las no momento próprio, quer dizer, naquele que mais se aproxime do tempo verdadeiro correspondente a cada Hora canónica”.58

Relação entre a Liturgia das Horas e a Eucaristia

12. A Liturgia das Horas alarga aos diferentes momentos do dia 59 o louvor e acção de graças, a memória dos mistérios da salvação, as súplicas, o antegozo da glória celeste, contidos no mistério eucarístico, «centro e vértice de toda a vida da comunidade cristã».60
A própria celebração eucarística tem na Liturgia das Horas a sua melhor preparação, porque esta suscita e nutre da melhor maneira as disposições necessárias para uma frutuosa celebração da Eucaristia, quais são a fé, a esperança, a caridade, a devoção, o espírito de sacrifício.

Exercício da função sacerdotal de Cristo na Liturgia das Horas

13. «A obra da redenção e da perfeita glorificação de Deus» 61 realiza-a Cristo no Espírito Santo por meio da Igreja. E isto, não somente na celebração da Eucaristia e na administração dos Sacramentos, mas também, e dum modo primacial, na Liturgia das Horas.62 Nela está Cristo presente, quando a assembleia está reunida, quando é proclamada a palavra de Deus, quando «ora e salmodia a Igreja».63

Santificação do homem

14. Na Liturgia das Horas, opera-se a santificação do homem 64 e presta-se culto a Deus, por forma a estabelecer uma espécie de intercâmbio, um diálogo entre Deus e o homem: «Deus fala ao seu povo, ... e o povo responde a Deus no canto e na oração».65
Aqueles que tomam parte na Liturgia das Horas podem colher dela abundantíssimos frutos de santificação, em virtude da palavra de Deus que nela ocupa lugar importantíssimo. Efectivamente, é da Escritura Sagrada que são tiradas as leituras; aos salmos se vão buscar as palavras de Deus cantadas na sua presença; duma forte inspiração bíblica estão repassadas todas as preces, orações e cânticos.66
Não só quando se lê «aquilo que foi escrito para nossa edificação» (Rom 15,4), mas também quando a Igreja ora e canta, é alimentada a fé dos participantes e os seus corações elevam-se para Deus, a fim de Lhe oferecerem a homenagem Espiritual e d’Ele receberem a graça em maior abundância.67

Louvor prestado a Deus, em união com a Igreja celeste

15. Na Liturgia das Horas, a Igreja exerce a função sacerdotal da sua Cabeça, «oferecendo ininterruptamente 68 a Deus o sacrifício de louvor, ou seja, o fruto dos lábios que glorificam o seu nome».69 Esta oração é «a voz da Esposa a falar ao Esposo, e também, a oração que o próprio Cristo, unido ao seu Corpo, eleva ao Pai”.70 Consequentemente, «todos os que assim rezam desempenham, por um lado, o ofício da própria Igreja, e, por outro, participam da excelsa honra da Esposa de Cristo, enquanto estão, em nome da Igreja, diante do trono de Deus, a cantar os divinos louvores».71

16. Cantando os louvores de Deus nas Horas canónicas, a Igreja associa-se àquele hino de louvor que por toda a eternidade é cantado na celeste morada.72 Ao mesmo tempo antegoza as delícias daquele celestial louvor que João nos descreve no Apocalipse e que ressoa ininterruptamente diante do trono de Deus e do Cordeiro. Realiza-se a nossa estreita união com a Igreja celeste, quando «concelebramos em comum exultação os louvores da Divina Majestade, quando todos os que fomos resgatados no sangue de Cristo, de todas as tribos, línguas, povos e nações (cf. Ap 5, 9), congregados numa só Igreja, engrandecemos a Deus, uno e trino, no mesmo cântico de louvor».73
Esta liturgia celeste, já os profetas a anteviram na vitória do dia sem noite, da luz sem trevas: «Já não será o sol a tua luz durante o dia, nem a claridade da lua será a tua luz durante a noite, porque o Senhor será a tua luz eterna» (Is 60,19; cf. Ap 21,23.25). «Será um dia contínuo, conhecido somente do Senhor, sem alternância do dia e da noite; ao entardecer, brilhará a luz» (Zac 14,7). Ora, «a última fase dos tempos chegou já para nós (cf. 1 Cor 10,11); a restauração do mundo encontra-se irrevogavelmente realizada e, em certo sentido, antecipada já no tempo presente».74 Pela fé somos instruídos acerca do sentido da própria vida temporal, de tal modo que vivemos, com a criação inteira, na expectativa da manifestação dos filhos de Deus.75 Na Liturgia das Horas, proclamamos a nossa fé, exprimimos e fortalecemos a nossa esperança, e tomamos parte já, de certo modo, na alegria do louvor perene, do dia que não conhece ocaso.

Súplica e intercessão

17. Mas, na Liturgia das Horas, a par do louvor divino, a Igreja expressa igualmente os votos e anseios de todos os cristãos; mais ainda: roga a Cristo e, por Ele, ao Pai pela
salvação do mundo inteiro.76 E esta voz não é somente a voz da Igreja; é também a voz de Cristo, uma vez que todas as orações são proferidas em nome de Cristo – «por Nosso Senhor Jesus Cristo». Deste modo, a Igreja prolonga aquelas preces e súplicas que o mesmo Cristo fazia nos dias da sua vida mortal;77 daí, a sua particular eficácia. Não é, portanto, somente pela caridade, pelo exemplo, pelas obras de penitência, mas
também pela oração, que a comunidade eclesial exerce uma verdadeira maternidade para com as almas, no sentido de as conduzir a Cristo.78
Isto diz respeito principalmente a todos aqueles que receberam mandato especial de celebrar a Liturgia das Horas, isto é: os bispos e presbíteros, que têm por dever de ofício orar pela grei que lhes está confiada e por todo o povo de Deus,79 os outros ministros sagrados e os religiosos.80

Vértice e fonte da actividade pastoral

18. Aqueles que tomam parte na Liturgia das Horas contribuem, mercê duma misteriosa fecundidade apostólica, para o incremento do povo de Deus.81 Efectivamente, o objectivo do trabalho apostólico é conseguir que «todos aqueles que pela fé e pelo baptismo se tornaram filhos de Deus se reúnam em assembleia, louvem a Deus na Igreja, participem no sacrifício, comam a Ceia do Senhor».82
Por esta forma, os fiéis exprimem na sua vida e manifestam aos outros «o mistério de Cristo e a genuína natureza da verdadeira Igreja, que tem como característica peculiar o ser ... visível e dotada de riquezas invisíveis, ardorosa na acção e dedicada à contemplação, presente no mundo e, todavia, peregrina».83
Por outro lado, as leituras e as preces da Liturgia das Horas são fonte de vida cristã. Esta vida alimenta-se na mesa da Escritura Sagrada e nas palavras dos Santos e robustece-se na oração. O Senhor, sem o qual nada podemos fazer,84 quando O invocamos, dá eficácia e incremento às nossas obras;85 e assim, dia após dia, vamos sendo edificados como templo de Deus no Espírito,86 até atingirmos a medida da idade perfeita de Cristo;87 ao mesmo tempo, vamos robustecendo as nossas energias para podermos anunciar Cristo àqueles que estão fora.88

O espírito concorde com a voz

19. Para que esta oração seja própria de cada um daqueles que nela tomam parte, seja fonte de piedade e da multiforme graça divina e sirva também de alimento à oração pessoal e à actividade apostólica, importa celebrá-la com dignidade, atenção e devoção, e fazer com que o espírito concorde com a voz.89 É necessário que todos cooperem com a graça divina, para que não a recebam em vão. Buscando a Cristo e
esforçando-se por aprofundar o seu mistério na oração,90 louvem a Deus e elevem as suas súplicas com o mesmo espírito com que orava o Divino Salvador.



56 Cf. Conc. Vat. II, Const. Sacrosanctum Concilium, nn. 83-84.
57 Cf. Ibid., n. 88.
58 Cf. Ibid., n. 94.
59 Cf. Conc. Vat. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, n. 5.
60 Conc. Vat. II, Decr. Christus Dominus, n. 30.
61 Conc. Vat. II, Const. Sacrosanctum Concilium, n. 5.
62 Cf. Ibid., nn. 83 e 98.
63 Ibid., n. 7.
64 Ibid., n. 10.
65 Ibid., n. 33.
66 Ibid., n. 24.
67 Cf. Ibid., n. 33.
68 1 Tess. 5, 17.
69 Cf. Hebr 13, 15.
70 Conc. Vat. II, Const. Sacrosanctum Concilium, n. 84.
71 Ibid., n. 85.
72 Cf. Ibid., n. 83.
73 Conc. Vat. II, Const. Lumen gentium, n. 50; cf. Const. Sacrosanctum
Concilium, nn. 8 e 104.
74 Cf. Conc. Vat. II, Const. Lumen gentium, n. 48.
75 Cf. Rom. 8, 19.
76 Cf. Conc. Vat. II, Const. Sacrosanctum Concilium, n. 83.
77 Cf. Hebr 5, 7.
78 Cf. Conc. Vat. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, n. 6.
79 Cf. Conc. Vat. II, Const. Lumen gentium, n. 41.
80 Cf. infra, n. 24.
81 Cf. Conc. Vat. II, Decr. Perfectae Caritatis, n. 7.
82 Cf. Conc. Vat. II, Const. Sacrosanctam Concilium, n. 10.
83 Ibid., n. 2.
84 Cf. Jo 15, 5.
85 Cf. Conc. Vat. II, Const. Sacrosanctum Concilium, n. 86.
86 Cf. Ef 2, 21-22.
87 Cf. Ef 4, 13.
88 Cf. Conc. Vat. II, Sacrosanctum Concilium, n. 2.
89 Ibid., n. 90; cf. S. Bento, Regula Monasteriorum, c. 19.
90 Cf. Conc. Vat. II, Decr. Presbyterorum Ordinis, n. 14; Decr.
Optatam totius, n. 8.


Retirado do site do Secretariado Nacional de Liturgia
(continua)
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Bom Dia! 40



Também, nós, muitas vezes, esperamos por esses sinais que não sabemos muito bem o que sejam, para nos decidirmos a fazer o que devemos.

Desejamos como que, um “Deus particular”, muito próprio que nos indique a cada momento, de forma explícita o que quer que façamos e, o que acontece, é que quase sempre quando assim procedemos, o que bem no fundo desejamos é que esse “Deus particular” concorde com aquilo que fazemos ou nos apetece fazer.

Já vimos anteriormente o papel determinante que tem a consciência própria e o que determina na nossa vida. Pois é essa consciência, bem formada e bem informada, que nos deve dar os tais sinais que procuramos.
As informações que podemos dispor são em primeiro lugar o estudo da Lei de Deus, e a Sua Doutrina e, logo, o acervo extraordinário de documentação, referências, estudos, análises sobre os temas mais variados que interessam á religião, à sua prática e vivencia que, ao longo dos séculos Igreja foi elaborando.
Ninguém que tenha procurado informar-se poderá, seriamente, aduzir que não sabe, não conhece, nunca ouviu falar.
Tudo, na vida evolui e se adapta ou, mesmo, transforma. A Doutrina não! Permanece exactamente a mesma tal como a Revelação e Jesus Cristo a comunicou à humanidade. Nem poderia ser de outra forma porque, emanando de Deus que è imutável e perene.
A Igreja pertence, é efectivamente, de Jesus Cristo, seu fundador e sua cabeça e não cabe a ninguém, por mais alto cargo que ocupe, alterar uma vírgula que seja.
O que a Igreja faz, isso sim, é ir esclarecendo os homens da actualidade dessa Doutrina dando-lhe novas luzes que permitam a sua interpretação e o seu conhecimento mais acessível ou actual, se quisermos.
É evidente que, por exemplo, que a leitura do Evangelho, hoje em dia, é muito mais compreensível do que há mil anos atrás porque, mantendo o núcleo da mensagem os novos textos utilizam termos e sintaxe actuais.
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Textos de Reflexão para 08 de Novembro

Segunda 08 Nov


Evangelho: Lc 17, 1-6

1 Depois, Jesus disse a Seus discípulos: «É impossível que não haja escândalos, porém, ai daquele por quem eles vêm! 2 Seria melhor para ele que lhe pendurassem ao pescoço uma pedra de moinho, e que fosse precipitado no mar, do que ser causa de escândalo para um destes pequeninos. 3 «Estai com cuidado sobre vós. Se teu irmão pecar, repreende-o; e, se ele se arrepender, perdoa-lhe. 4 E, se pecar sete vezes ao dia contra ti, e sete vezes ao dia for ter contigo, dizendo: estou arrependido, perdoa-lhe». 5 Os apóstolos disseram ao Senhor: «Aumenta-nos a fé!». 6 O Senhor disse-lhes: «Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te para o mar, e ela vos obedecerá.

Comentário:

Talvez que as palavras mais duras que Jesus Cristo terá pronunciado sejam estas que S. Lucas regista no seu Evangelho: «É impossível que não haja escândalos, porém, ai daquele por quem eles vêm! 2 Seria melhor para ele que lhe pendurassem ao pescoço uma pedra de moinho, e que fosse precipitado no mar, do que ser causa de escândalo para um destes pequeninos.» Não são unicamente palavras duras mas lapidares e, Jesus, não diz nada por dizer o que diz corresponde exactamente ao que pensa como sendo a observância da Lei de Deus. Deve dar-nos muito que pensar, nestes tempos de escândalos sucessivos que, pela sua gravidade e porque não dizer, bestialidade, nos deixam estupefactos, o que as palavras do Senhor realmente significam. Os cristãos não são juízes de ninguém mas têm, necessariamente, de rezar, muito, para que cessem tais escândalos, pelas vítimas e, também, pelos escandalosos. 

(ama, comentário sobre Lc 17, 1-6, 2010.10.19)

Tema: Novíssimos - Inferno 2

Porque existe o Inferno? Por uma questão de justiça. Se há seres humanos que não querem saber de Deus para nada, se não lhes interessa a salvação da sua alma, para onde iriam as suas almas depois da morte? A justiça divina que respeita a liberdade do homem, não iria impor a Sua visão eterna a essas almas. 

(ama, comentário sobre Inferno 2, 2010.10.19)

Doutrina: CCIC – 553:  Quais são as diversas formas da oração de petição?
                   CIC 2629- 2633; 2646

Pode ser um pedido de perdão ou mesmo uma súplica humilde e confiante em relação a todas as nossas necessidades espirituais ou materiais. Mas a primeira realidade a desejar é a vinda do Reino.

Tema para breve reflexão - 2010.11.08

Imperfeições

Muitas almas piedosas estão numa infidelidade quase contínua em "pequenas coisas"; são impacientes, pouco caritativas nos seus pensamentos, juízos e palavras, falsas na sua conversa e nas suas atitudes, lentas e relaxadas na sua piedade, não se dominam a si mesmas e são demasiado frívolas na sua linguagem, tratam com ligeireza a boa fama do próximo. Conhecem os seus defeitos e infidelidades e acusam-nos, talvez, em confissão, mas não se arrependem deles com seriedade nem empregam os meios com que poderiam preveni-los. Não pensam que cada uma destas imperfeições é como um peso de chumbo que as arrasta para baixo, não se dão conta que vão começando a pensar de forma puramente humana e a obrar unicamente por motivos naturais, nem de que resistem habitualmente ás inspirações da graça e abusam dela. A alma perde assim o esplendor da sua beleza, e Deus vai-Se retirando dela cada vez mais. Pouco a pouco a alma perde os seus pontos de contacto com Deus: n'Ele não vê o Pai amoroso e amado a quem se entregava com filial ternura; algo se interpôs entre os dois.

(B. Baur, En la intimidad con Dios, Herder, Madrid 1975, 10ª ed., nr. 74, trad ama)

07/11/2010

Bom Dia! 39



Tudo isto, posto desta forma, parece simplista e falho de base científica, e… ainda bem se assim for porque, o que se defende, é que não há nenhuma razão, motivo, ou sequer, autoridade, para que o homem interfira no que lhe está vedado por natureza: a Criação!

O homem não é capaz de criar coisa nenhuma.
Um pintor não cria um quadro, limita-se a aplicar um talento que Deus lhe deu, umas técnicas que adquiriu com o estudo e a experiência e uns materiais que estão à sua disposição: telas, tintas, pincéis, etc.
O escritor reproduz em papel aquilo que no seu íntimo imagina e constrói dando-lhe uma forma mais ou menos consistente.
O escultor arranca a golpes de cinzel do bloco de mármore, uma imagem magnífica que a sua arte e senso artístico vão descobrindo.
Nenhum destes pintou um quadro, escreveu um livro ou produziu uma escultura com um simples acto de vontade como que dando um estalido com os dedos. Tiveram de socorrer-se da sua imaginação, saber, técnica e, muito importante, de instrumentos e materiais que já existiam antes.

Criar, propriamente, é fazer algo de nada, onde nada existe passa a haver uma coisa, um ser e, isto, só por um simples acto de vontade.
Esta vontade, esta capacidade é única e exclusiva do Criador, de Deus.

Mas temos também de considerar que “dar a Deus o que é de Deus” é também dar aos outros porque, de facto, é um mandato explícito de Deus. Ao mandar-nos amar os outros como a nós mesmos tal como o fez no Decálogo, não faz uma “recomendação”, ou estabelece um principio, não, exerce o Seu Poder e Autoridade de Criador para ordenar de forma clara o que quer que façamos. E se, amar a Deus e ao próximo como a si mesmo (Lei Natural) é fazer a Vontade de Deus parece que poderíamos assumir que o que temos que dar a Deus é, resumidamente, fazer a Sua Vontade.

Mas como saber o que é a Vontade de Deus na vida corrente de cada um?
Cumprir os Mandamentos?
Claro… mas digamos que esta é uma forma global de apreciar as coisas e, nós homens, precisamos de detalhes, pormenores que se ajustem às pequenas ou grandes incidências da nossa vida.
Os contemporâneos de Jesus, numa tentativa de iludir a questão, pediam-lhe sinais, como se as obras, as palavras, a actuação, enfim, de Jesus Cristo, não fosse, ela própria um sinal mais que evidente da Sua Autoridade Messiânica.
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Textos de Reflexão para 07 de Novembro

Domingo 07 Nov
                                                                                                             
Evangelho: Lc 20, 27-38

27 Aproximaram-se depois alguns saduceus, que negam a ressurreição, e fizeram-Lhe a seguinte pergunta: 28 «Mestre, Moisés deixou-nos escrito: “Se morrer o irmão de algum homem, tendo mulher, e não deixar filhos, case-se com ela o seu irmão, para dar descendência ao irmão”. 29 Ora, havia sete irmãos. O primeiro casou, e morreu sem filhos. 30 Casou também o segundo com a viúva, e morreu sem filhos. 31 Casou depois com ela o terceiro. E assim sucessivamente todos os sete; e morreram sem deixar filhos. 32 Morreu enfim também a mulher. 33 Na ressurreição, de qual deles será ela mulher, pois que o foi de todos os sete?». 34 Jesus disse-lhes: «Os filhos deste mundo casam e são dados em casamento, 35 mas os que forem julgados dignos do mundo futuro e da ressurreição dos mortos, não desposarão mulheres, nem as mulheres homens, 36 porque não poderão jamais morrer; porquanto são semelhantes aos anjos e são filhos de Deus, visto serem filhos da ressurreição. 37 Que os mortos hajam de ressuscitar, o mostrou também Moisés no episódio da sarça, quando chamou ao Senhor o Deus de Abraão, o Deus de Isaac, e o Deus de Jacob. 38 Ora Deus não é Deus de mortos, mas de vivos, porque para Ele todos são vivos».

Comentário:

A pergunta não o é verdadeiramente, é antes, uma provocação porque revela uma intenção de pôr um problema complicado – sete irmãos casados sucessivamente com a mesma mulher – para dificultar uma resposta e, além disso, porque se quem pergunta não acredita no que questiona «os saduceus, negam a ressurreição» que lhe pode interessar a resposta? Mas Jesus não perde nunca uma oportunidade de dar e esclarecer de forma clara a doutrina e as verdades da Fé. Desta forma conclui dois pontos importantes: que, de facto há Ressurreição e que, perante Deus, não há mortos mas vivos. 

(ama, comentário sobre Lc 20, 27-38, 2010.10.19)

Tema: Novíssimos - Juízo 2

Ter medo do Juízo particular? Não, de modo nenhum! O Juiz é justíssimo e a Sua sentença é sempre a que, de facto merecemos. E é muito simples: se de facto fizemos um esforço sério por nos portarmos bem, isto é, cumprindo a Vontade de Deus em todos os momentos da nossa vida, se, quando tal não aconteceu, nos arrependemos e procurámos o perdão divino na Confissão Sacramental, não temos nada a temer. 

(ama, comentário sobre Juízo 2, 2010.10.19)

Doutrina: CCIC – 552:  Como se pode definir a adoração?
                   CIC 2628
A adoração é a prostração do homem que se reconhece criatura diante do seu Criador três vezes santo.

Tema para breve reflexão - 2010.11.07

Homem imagem de Deus

Entre tudo o criado, o homem é semelhante pela sua inteligência à sabedoria criadora – e se outras criaturas possuem qualquer reflexo da inteligência divina, unicamente o homem possui a noção do Bem, e por isso pertence a uma ordem da criação diferente de todas as outras, a ordem moral, onde pode encontrar Deus.

(Georges Chevrot, Jesus e a Samaritana, ÉFESO, Editorial Áster, Lada, Lisboa, 1956, pg. 22

06/11/2010

Bom Dia! 38



Porque as coisas da ciência constroem-se passo a passo, dizem.

É verdade, mas o Criador não fez experiências, não estabeleceu princípios nem métodos, regras ou calendários; dispôs que fosse assim e assim foi e tem sido.

Se nascer, criar um ser humano parece importante para alguns “iluminados” da dita ciência, porque não houve – que conste – um movimento ou compulsão científica de igual impacto que se dedique a evitar a morte?
Parece ser simples a resposta; porque se sabe que isso, não é possível, pode, talvez, prolongar-se artificialmente o tempo de vida mas, a morte, evitá-la, bani-la de vez, não!

Falamos de seres humanos mas podemos considerar qualquer ser vivo.
Não consigo encontrar nenhum cientista, laboratório ou comunidade interessada em decidir que, por exemplo, os cães de estimação não morram.
Bom, pode-se aduzir que se trata de um processo natural, o ser vivo nasce, cresce e acaba por morrer porque se desgasta.
É evidente!
Mas porque tem de ser assim?
Porque não se consegue construir uma base científica que estabeleça que todos os cães vivam, por exemplo, vinte anos?
Estas alegações parecem um disparate, porque a vida, não se comanda completamente, não se pode evitar o envelhecimento, determinadas doenças, acidentes e outros factores que intervêm no processo.
Pois não!
Mas, então, qual é  a legitimidade de  querer “fabricar” um ser vivo só porque se conhece – mais ou menos – o princípio que dá origem à vida?

Lembremo-nos da história do Dr. Frankenstein. Tudo parecia lógico e bem alicerçado cientificamente e, parece, até funcionou. Mas, conhece-se a saga: os resultados foram, pelo menos, inesperados.
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Tema para breve reflexão - 2010.11.06

Homem imagem de Deus

Entre tudo o criado, o homem é semelhante pela sua inteligência à sabedoria criadora – e se outras criaturas possuem qualquer reflexo da inteligência divina, unicamente o homem possui a noção do Bem, e por isso pertence a uma ordem da criação diferente de todas as outras, a ordem moral, onde pode encontrar Deus.

(Georges Chevrot, Jesus e a Samaritana, ÉFESO, Editorial Áster, Lada, Lisboa, 1956, pg. 22

Textos de Reflexão para 06 de Novembro

Sábado 06 Nov

Evangelho: Lc 16, 9-15

9 «Portanto, Eu vos digo: Fazei amigos com as riquezas da iniquidade, para que, quando vierdes a precisar, vos recebam nos tabernáculos eternos.10 Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito.11 Se, pois, não fostes fiéis nas riquezas iníquas, quem vos confiará as verdadeiras? 12 E se não fostes fiéis no alheio, quem vos dará o que é vosso? 13 Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque, ou odiará um e amará o outro, ou se afeiçoará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro». 14 Ora os fariseus, que eram amigos do dinheiro, ouviam todas estas coisas e troçavam d'Ele.15 Jesus disse-lhes: «Vós sois aqueles que pretendeis passar por justos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações; o que é excelente segundo os homens é abominação diante de Deus.

Comentário:

A verdadeira “chave” desta Parábola é a Fidelidade. O carácter firme e bem formado leva o homem a ser fiel a si mesmo, aos outros e a Deus. Não é possível merecer crédito algum quem não merece confiança e, só merece confiança quem é fiel. Aos seus princípios, à sua formação, àquilo que é como pessoa, como cristão, aos outros com quem se relaciona, sobretudo, com quem convive e assumiu compromissos e, finalmente, a Deus. As coisas pequenas como as grandes, o que escassa importância ou que tem muita, a pessoa fiel não faz acepções nem tem “variações” na sua conduta. Por isso mesmo se pode confiar nele sempre e sem reservas. 

(ama, comentário sobre Lc 16, 9-15, 2010.10.11)

Tema: Novíssimos - Morte 2
E se nós pensarmos que a morte nos leva à verdadeira vida? Fomos criados por Deus destinados a não morrermos. (CIC 1008) Então a verdadeira vida é aquela que não acaba, aquela que pela graça de Deus, estando preparados, alcançamos depois da morte.

(jma, sobre Morte 2, 2010.10.21)

Doutrina: CCIC – 451: Qual a atitude de Jesus em relação ao Sábado?                   
                   CIC – 2173

Jesus reconhece a santidade do Sábado e, com a sua autoridade divina, dá-lhe a sua interpretação autêntica: «O Sábado foi feito para o homem e não o homem para o Sábado» (Mc 2,27).

Festa: S. Nuno de Santa Maria

                                                                                                                                                              Nota Histórica 
Nuno Álvares Pereira, fundador da Casa de Bragança, nasceu em Santarém (Portugal) a 24 de Junho de 1360. Como Condestável do reino de Portugal, foi militar invencível; mas, vencendo se a si mesmo, pediu a admissão, como irmão leigo, na Ordem do Carmelo. Tinha uma admirável piedade e confiança para com a Santíssima Virgem Maria. Sentia grande satisfação em pedir esmolas pelas portas, desempenhar os ofícios mais humildes na casa de Deus, e mostrou sempre grande compaixão e liberalidade para com os pobres. Morreu no domingo da Ressurreição do ano 1431 (1 de Abril).

05/11/2010

Legalização do "matrimônio" gay destrói a sociedade, afirma advogado argentino

O que procuram os grupos de pressão com a legalização do mal chamado "matrimônio" gay ou homossexual não é casar-se, mas sim ser obter que "uma conduta tolerada socialmente, passa a ser promovida publicamente" declarou à imprensa o advogado Jorge Scala, membro da ONG Portal de Belém.

O letrado explicou que "se eles conseguirem que se possam casar e que o Estado reconheça seu matrimônio, então deverá mudar todos os programas de estudo, porque deverá ensinar as crianças que quando cumprirem 18 podem se casar com um homem ou com uma mulher".

Scala acusou que o Instituto Nacional contra a Discriminação como "um tipo de Gestapo do Governo" pois está "modificando a lei anti-discriminatória, e qualquer um que diga que a homossexualidade não é uma boa conduta, irá ao cárcere". "Uma coisa é tolerar a homossexualidade como conduta privada, mas a lei que permite o matrimônio homossexual é a ponta de lança não só para legitimá-la, mas para promovê-la sob pena de cárcere". 

Legalizar o "matrimônio" homossexual, denuncia Scala, resultará em "uma sociedade destruída, porque a família é a célula básica da sociedade" e "se eu destruir a família ou vou minando-a, vou destruindo a sociedade".

Por isso também será prejudicial dar em adoção uma criança a um casal homossexual pois "estaremos dando crianças como troféu a um par de pessoas que não têm filhos, porque não quiseram tê-los, por seu estilo de vida"

BUENOS AIRES, 04 Nov. 10

Vaticano explica situação de associação ligada à devoção dos anjos

O Vaticano divulgou uma circular da Congregação para a Doutrina da Fé (CDF), na qual se informa os bispos de todo o mundo sobre a situação da associação «Opus angelorum» (Engelwerk), ligada à devoção dos anjos.
Em nota de imprensa, o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, assinala que o documento visa actualizar os responsáveis eclesiais sobre a situação “doutrinal e canónica” da referida associação.
Em 1983, os membros do "Opus Angelorum" tinham sido proibidos de utilizar “as teorias provenientes de alegadas revelações privadas” a Gabriele Bitterlich (1896-1978), sobre o “mundo dos anjos, seus nomes pessoais, seus agrupamentos e funções”.
Quase trinta anos depois, os responsáveis pela CDF consideram que “hoje, graças à obediência demonstrada pelos seus membros, o Opus Angelorum vive leal e serenamente em conformidade com a doutrina da Igreja e as normas litúrgicas e canónicas”.
A 31 de Maio de 2000, esta Congregação aprovou a fórmula de uma consagração aos Santos Anjos para o Opus Angelorum e, posteriormente, aprovou um estatuto onde, entre outras coisas, se definem as relações entre a associação e a Ordem dos Cónegos Regrantes da Santa Cruz.
“Tal como hoje se apresenta, o Opus Angelorum é, portanto, uma associação pública da Igreja em conformidade com a doutrina tradicional e as directivas da Suprema Autoridade”, pode ler-se na circular da CDF.
Apesar desta situação, a Congregação alerta para “ um certo número de membros do Opus Angelorum, entre os quais se encontram também diversos sacerdotes saídos ou expulsos da Ordem dos Cónegos Regrantes da Santa Cruz”, que “professa e pratica tudo o que foi proibido” pela Santa Sé.
“A Congregação para a Doutrina da Fé convida, portanto, os Ordinários a vigiar sobre tais actividades desagregadoras da comunhão eclesial, proibindo-as, quando aparecerem nas suas dioceses”, indica o documento, assinado pelo Cardeal William Levada, prefeito da CDF

(Ecclesia).

Bom Dia! 37



Interroguemo-nos por momentos, qual a “necessidade”, “vantagem” ou “proveito” que Deus poderia pensar ter ao criar o ser humano com estas características e desta forma?

A resposta parece evidente: Absolutamente nenhuma, Deus não precisa do ser humano para nada, não acrescenta nem, diminui coisa alguma à Sua Grandeza e Omnipotência, porque Deus, É, e, sendo, é completo, total, absoluto. Não precisa de nada, não Lhe faz falta coisa nenhuma.
A única explicação que encontramos, é, portanto, o Amor!
O Amor incomensurável de Deus levou-o, leva-o a criar seres capazes de serem felizes como Ele é feliz, a gozarem como Ele goza, a usufruírem de todo o bem por toda eternidade como Ele próprio usufrui e, nisto, está o Seu contentamento, o Seu Amor.
Imiscuir-nos neste plano magistral, nem que seja a título de curiosidade experimental, é um abuso inqualificável que não se pode admitir.

Ao contemplar a obra de Deus na criação do ser humano, na complexidade da sua construção física e psíquica o homem capaz de ver mais longe que a sua própria ambição de conhecimento, deveria ficar-se pela descoberta das causas e efeitos das perturbações dessa construção.
Parece inadmissível que, sem conseguir respostas cabais e completas para as alterações físicas a que o homem está sujeito – as chamadas doenças -, sem ter ainda conseguido um conhecimento completo, profundo, credível, da constituição humana e das suas variadíssimas especificidades, alguns, em nome de uma ciência que não conhecem nem dominam totalmente, se dêem ao desplante de tentar interferir naquilo que parece mais fácil: dar origem a um ser humano.
E, o que hoje, parece um avanço notável neste campo, passado pouco tempo ficará irremediavelmente ultrapassado e sem nenhum interesse. 

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Tema para breve reflexão - 2010.11.05

Egoísmo - Efeitos

Muitas vezes o nosso egoísmo leva-nos a tratar o Senhor com extraordinária inconsciência, como se fosse um servo ás ordens, incumbido exclusivamente de resolver os problemas levantados por nós mesmos ou de nos tirar de becos sem saída em que nos metemos totalmente. Não temos demasiado interesse em pedir pelos outros, em esquecer-nos de nós mesmos em proveito dos mais necessitados; reduzimos frequentemente a nossa oração de súplica à resolução de minúsculas questões puramente terrenas, como se disso dependesse a nossa vida, e desinteressamo-nos facilmente da única coisa verdadeiramente importante.

(Federico Suarez, A Virgem Nossa Senhora, Éfeso, 4ª Ed. nr. 246)

Textos de Reflexão para 05 de Novembro

Sexta 05 Nov

Evangelho: Lc 16, 1-8

1 Disse também a Seus discípulos: «Um homem rico tinha um feitor, que foi acusado diante dele de ter dissipado os seus bens. 2 Chamou-o, e disse-lhe: Que é isto que eu oiço dizer de ti? Dá conta da tua administração; não mais poderás ser meu feitor. 3 Então o feitor disse consigo: Que farei, visto que o meu senhor me tira a administração? Cavar não posso, de mendigar tenho vergonha. 4 Já sei o que hei-de fazer, para que, quando for removido da administração, haja quem me receba em sua casa. 5 E, chamando cada um dos devedores do seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor ?6 Ele respondeu: Cem medidas de azeite. Então disse-lhe: Toma o teu recibo, senta-te e escreve depressa cinquenta. 7 Depois disse a outro: Tu quanto deves? Ele respondeu: Cem medidas de trigo. Disse-lhe o feitor: Toma o teu recibo e escreve oitenta. 8 E o senhor louvou o feitor desonesto, por ter procedido sagazmente. Porque os filhos deste mundo são mais hábeis no trato com os seus semelhantes que os filhos da luz».

Comentário:

Esta é uma daquelas Parábolas de Jesus que tem ser interpretada com o espírito são e sem preconceitos, com o olhar puro e limpo de quem pretende, de facto, entender o que o Mestre quer ensinar.
Normalmente, depois de considerar a Parábola chega-se à conclusão que o que Jesus pretende é dar-nos a entender a importância de preparar cuidadosamente o futuro enquanto dispomos de tempo para isso. Esperar pelo último momento é uma atitude de “alto risco” pois pode acontecer que nesse “último momento” não disponhamos da possibilidade de o fazer. Preparar-se para o inevitável – a morte – deve ser uma preocupação de agora, de hoje, sem adiamentos nem hesitações. O que está em causa – como na Parábola – é que quem nos receber depois da morte seja Aquele que nos convém, o nosso Pai, Deus. 

(ama, comentário sobre Lc 16, 1-8, 2010.10.11)

Tema: Novíssimos - Paraíso 1

É o fim último do homem: a visão, para sempre, da face de Deus. Estar na Sua presença, gozar como Ele goza, usufruir de todo o Amor, toda a Beleza do próprio Deus. Não há ventura maior que esta.                                                                              

(ama, sobre Paraíso 1, 2010.10.18)


Doutrina: CCIC – 450: Porque é que Deus «abençoou o dia de Sábado e o
                                     declarou sagrado» (Ex 20,11)?
                   CIC – 2168-2172; 2189

Porque o dia de Sábado recorda o repouso de Deus no sétimo dia da criação e também a libertação de Israel da escravidão do Egipto e a Aliança que Deus estabeleceu com o povo.