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31/01/2015

Temas para meditar - 351


Filiação divina 

Desde o momento em que se inteira destes desígnios, o homem começa a ver Deus com outros olhos, sabendo que Deus é Pai, o homem descobre-se, como filho e objecto das predilecções divinas. E é assim que na medida em que se eleva a ideia que se faz de Deus, se eleva também o conceito que do homem se deve fazer. Em primeiro lugar, por ser a esta luz que o homem descobre quanto vale, e, depois, porque, aprendendo que Deus é Pai, se descobre como filho, e se começa a compreender em que sentido Deus quer que nos consideremos irmãos.


(a. veloso, BROTÉRIA, Vol. LVI, Fasc. 4, 1953, pag. 287)

21/12/2014

Temas para meditar - 131


Filiação divina


O início da 'vida nova' realiza-se mediante 'o dom da filiação divina' ganho para todos por Cristo com a Redenção, e estendida a todos por obra do Espírito Santo que, na graça, refaz e quase 'recria' o homem à semelhança do Filho Unigénito do Pai. Desta maneira o Verbo Encarnado renova e consolida o 'dar-se' de Deus, oferecendo ao homem mediante a obra redentora aquela 'participação na natureza divina' e à qual se refere a segunda carta de Pedro (2 Ped. 1, 4); e também S. Paulo, na Carta aos Romanos, fala de Jesus Cristo como Aquele que foi "constituído Filho de Deus em todo o Seu poder, segundo o espírito de santidade, pela Sua Ressurreição dos mortos" (Rom 1, 4).
O fruto da Ressurreição, que realiza a plenitude do poder de Cristo Filho de Deus, é portanto participado àqueles que se abrem à acção do Seu Espírito como novo dom de filiação divina. S. João, no prólogo do seu Evangelho, depois de ter falado da palavra que se fez carne, diz que «a quantos O receberam deu-Lhes poder de se tornarem filhos de Deus, a eles que creem no Seu nome» (Jo 1, 12)
Os dois Apóstolos, João e Paulo, fixam o conceito da filiação divina como dom da vida ao homem, por obra de Cristo, mediante o Espírito Santo.

(São joão paulo ii Audiência geral 1989.07.26)

26/09/2014

Temas para meditar - 248


Filiação divina



A nossa filiação divina, iniciada já pela acção da graça na alma, será consumada pela glorificação do corpo (...), de forma que assim como a nossa alma foi redimida pelo pecado, assim o nosso corpo será redimido da corrupção da morte.



(s. tomás de aquinoComentário sobre à Carta aos Romanos, 8, 5)

02/04/2014

Temas para meditar 61


Filiação divina


A filiação divina engendra devoções simples, pequenas obras de obséquio a Deus Nosso Pai, porque uma alma cheia de amor não pode permanecer inactiva.



(santa teresinha do menino jesus, História de uma alma, X, 41)

03/11/2012

Sentir-me filho de Deus enche-me de esperança

                                                             
Textos de S. Josemaria Escrivá

 http://www.opusdei.pt/art.php?p=13979     © Gabinete de Inform. do Opus Dei na Internet

Talvez não exista nada mais trágico na vida dos homens do que os enganos padecidos pela corrupção ou pela falsificação da esperança, apresentada com uma perspectiva que não tem como objecto o amor que sacia sem saciar. (Amigos de Deus, 208)
Se transformarmos os projectos temporais em metas absolutas, suprimindo do horizonte a morada eterna e o fim para que fomos criados – amar e louvar o Senhor e possuí-lo depois no Céu – os intentos mais brilhantes transformam-se em traições e inclusive em instrumento para envilecer as criaturas. Recordai a sincera e famosa exclamação de Santo Agostinho, que tinha experimentado tantas amarguras enquanto não conhecia Deus e procurava fora d'Ele a felicidade: fizeste-nos, Senhor, para Ti, e o nosso coração está inquieto enquanto não descansa em Ti!. (…)

A mim, e desejo que a vós suceda o mesmo, a segurança de me sentir – de me saber – filho de Deus enche-me de verdadeira esperança que, por ser virtude sobrenatural, ao ser infundida nas criaturas, se acomoda à nossa natureza e é também virtude muito humana. Sou feliz com a certeza do Céu que alcançaremos, se permanecermos fiéis até ao fim; com a felicidade que nos chegará, quoniam bonus, porque o meu Deus é bom e é infinita a sua misericórdia. Esta convicção incita-me a compreender que só o que está marcado com o selo de Deus revela o sinal indelével da eternidade e tem um valor imperecível. Por isso, a esperança não me separa das coisas desta terra, antes me aproxima dessas realidades de um modo novo, cristão, que procura descobrir em tudo a relação da natureza, caída, com Deus Criador e com Deus Redentor. (Amigos de Deus, 208)

28/10/2012

A crise laboral e os filhos de Deus


DESCOBRIR DEUS NO TRABALHO


Por ocasião de outros aniversários, já comentámos as leituras da Missa em honra deste santo sacerdote. Hoje desejo deter a minha atenção na mensagem que nos transmitiu o fundador do Opus Dei: a santificação da vida corrente, tal como a pregou Jesus Cristo e nos é apresentada nos textos do Génesis, da carta de São Paulo aos Romanos e na passagem do Evangelho da Missa de hoje.

Consideremos a parte final do texto do Génesis: o Senhor Deus tomou o homem e colocou-o no jardim do Éden para que o trabalhasse e o guardasse (Gn 2, 15). O convite a trabalhar, enquanto complemento da obra da criação, é a vocação original de cada mulher e de cada homem. Com razão, pois, São Josemaria podia afirmar que qualquer trabalho honrado é «um meio necessário que Deus nos confia aqui na terra, dilatando os nossos dias e fazendo-nos participantes do Seu poder criador, para que ganhemos o sustento e simultaneamente recolhamos frutos para a vida eterna (Jo 4, 36)» (Amigos de Deus 57). Deste modo convidava-nos a descobrir Deus de novo, tanto nos trabalhos importantes como nas ocupações quotidianas, que podem converter-se em sólido fundamento para a santidade pessoal.

Esta dimensão original do trabalho é a razão mais profunda do direito de todos a ter uma ocupação profissional que lhes permita viver e atender as necessidades da sua família. Infelizmente, nas circunstâncias actuais, muitos países sofrem a praga do desemprego, que causa tantas preocupações e incomodidades a inumeráveis famílias. Rezemos pelas autoridades civis e pelos responsáveis pela vida pública, a todos os níveis, para que, iluminados pela Sabedoria divina, saibam encontrar e pôr em prática as medidas idóneas para fazer sair da atual crise as suas respetivas nações, respeitando plenamente a dignidade da pessoa e o bem comum. Confiemos esta intenção a Deus por intercessão de São Josemaria, apóstolo da santificação do trabalho.

A segunda leitura recorda-nos, com palavras de São Paulo, que os cristãos são filhos de Deus, guiados pelo Espírito Santo. O Apóstolo retira desta afirmação, uma consequência imediata: não recebestes o espírito de escravidão para estar de novo com temor, mas recebestes o espírito de filhos de adoção, mercê do qual clamamos: «"Abba”, Pai!» (Rm 8, 15).

Paulo tem presente os meios e as angústias da sociedade do seu tempo, submetida a múltiplos poderes, malignos em grande parte, característicos do antigo paganismo. Por esta razão, como explica Bento XVI numa das suas encíclicas, aqueles povos viviam imersos no temor, ainda que tivessem muitos deuses; «mas os seus deuses — comenta o Papa — tinham-se mostrado incertos e dos seus mitos contraditórios não surgia esperança alguma. Apesar dos deuses, estavam "sem Deus" e, por conseguinte, encontravam-se num mundo obscuro, perante um futuro sombrio» (Spe salvi 2).

Os cristãos, pelo contrário, enquanto filhos de Deus, sabem que têm um futuro luminoso. «Não é que conheçam os pormenores do que os espera — prossegue o Santo Padre — mas sabem que a sua vida, em conjunto, não acaba no vazio. Só quando o futuro é certo como realidade positiva, se torna também suportável o presente» (Ibid.)

Esta grande maravilha da nossa fé tem que nos encher de valentia, irmãs e irmãos queridíssimos, para enfrentar com confiança em Deus e serenidade as dificuldades que se vão apresentando na nossa existência; também as que derivam da actual crise económica e da falta de trabalho.

No Evangelho contemplámos, mais uma vez, o grande prodígio da primeira pesca milagrosa. Do ponto de vista humano, a ordem de Jesus — lançar as redes em pleno dia, após uma noite infrutífera — parecia inútil e absurda. Além disso, Pedro e os outros eram pescadores de profissão: conheciam bem o seu ofício e as zonas mais escondidas do lago de Tiberíades não guardavam segredos para eles. No entanto, obedecem: in verbo autem tuo laxabo retia (Lc 5, 5), sobre a Tua palavra, lançarei as redes. Não vos maravilha a fé de Simão Pedro? Também nós temos necessidade de fé para fazer frente às vicissitudes da nossa existência.

Dentro de poucos meses, em Outubro, começará o Ano da Fé convocado pelo Papa. Como nos estamos a preparar? Fazemos atos explícitos desta virtude antes de receber o sacramento da Confissão ou da Comunhão? Dirigimo-nos a Deus com fé na oração, perante as variadas obrigações próprias de uma vida cheia de ocupações profissionais? Procuramos aproximar do Senhor as pessoas queridas, os amigos, os companheiros de estudo ou de trabalho? Não esqueçamos — porque é verdade — que Deus deseja servir-se de cada uma e de cada um de nós para que os outros O conheçam, O tratem e O amem.

Reparai que a fé abre todas as portas de par em par e descobre horizontes que pareciam fechados. Este é o ensinamento da passagem evangélica. Obedecendo ao mandato do Senhor, Pedro e os seus companheiros lançaram as redes. Jesus Cristo convida-nos também a nós a santificarmo-nos em todas as circunstâncias correntes da vida e a lançar as redes do apostolado no mar do mundo.

(D. javier echevarría, Meditação na festa de S. Josemaria, L'Osservatore Romano 2012.06.26)

20/08/2012

Não queiras ser grande. – Criança, criança sempre

     http://www.opusdei.pt/art.php?p=13979

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Textos de S. Josemaria Escrivá


Não queiras ser grande. – Criança, criança sempre, ainda que morras de velho. – Quando um menino tropeça e cai, ninguém estranha...; seu pai apressa-se a levantá-lo. Quando quem tropeça e cai é adulto, o primeiro movimento é de riso. – Às vezes, passado esse primeiro ímpeto, o ridículo cede o lugar à piedade. – Mas os adultos têm de se levantar sozinhos. A tua triste experiência quotidiana está cheia de tropeços e de quedas. Que seria de ti se não fosses cada vez mais pequeno? Não queiras ser grande, mas menino. Para que, quando tropeçares, te levante a mão de teu Pai-Deus. (Caminho, 870)

A piedade que nasce da filiação divina é uma atitude profunda da alma, que acaba por informar toda a existência: está presente em todos os pensamentos, em todos os desejos, em todos os afectos. Não tendes visto como, nas famílias, os filhos, mesmo sem repararem, imitam os pais: repetem os seus gestos, seguem os seus costumes, se parecem com eles em tantos modos de comportar-se?

Pois o mesmo acontece na conduta de um bom filho de Deus. Chega-se também, sem se saber como nem por que caminho, a esse endeusamento maravilhoso que nos ajuda a olhar os acontecimentos com o relevo sobrenatural da fé; amam-se todos os homens como o nosso Pai do Céu os ama e – isto é o que mais importa – consegue-se um brio novo no esforço quotidiano para nos aproximarmos do Senhor. As misérias não têm importância, insisto, porque aí estão ao nosso lado os braços amorosos do nosso Pai Deus para nos levantar. (Amigos de Deus, 146).

25/07/2012

És filho de Deus

© Gabinete de Informação 
do Opus Dei na Internet
Textos de S. Josemaria Escrivá


O baptismo faz-nos "fideles", fiéis, palavra que, como aquela outra "sancti", santos, empregavam os primeiros seguidores de Jesus para se designarem entre si, e que ainda hoje se usa: fala-se dos "fiéis" da Igreja. – Pensa nisto! (Forja, 622)

Então foi Jesus da Galileia ao Jordão ter com João, para ser baptizado por ele. E eis uma voz do Céu, que dizia: Este é o meu Filho, o amado, no qual pus as minhas complacências (Mt 3, 13.17).

No Baptismo o Nosso Pai, Deus, tomou posse das nossas vidas, incorporou-nos na vida de Cristo e enviou-nos o Espírito Santo.

A força e o poder de Deus iluminam a face da Terra.

Faremos arder o mundo nas chamas do fogo que vieste trazer à terra!…E a luz da Tua verdade, ó nosso Jesus, iluminará as inteligências por dia sem fim!

Ouço-Te clamar, ó meu Rei, com a forte voz, que vibra: ignem veni mittere in terram, et quid volo nisi ut accendatur? – E respondo, com todo o meu ser, comos meus sentidos e as minhas potências: ecce ego: quia vocasti me!

Nosso Senhor pôs-te na alma um selo indelével, por meio do Baptismo: és filho de Deus.

Criança, não ardes em desejos de fazer com que todos O amem? (Santo Rosário, Iº mistério luminoso)

10/07/2012

Tu podes chamar-te filho de Deus

Textos de S. Josemaria


Dá muitas graças a Jesus, porque por Ele, com Ele e n'Ele, tu podes chamar-te filho de Deus. (Forja, 265)

Se nos sentimos filhos predilectos do nosso Pai dos Céus – é o que somos! –, como é que não estamos sempre alegres? Pensa bem nisto. (Forja, 266)

Que bonita é a nossa vocação de cristãos – de filhos de Deus! –, que nos dá na terra a alegria e a paz que o mundo não pode dar! (Forja, 269)

Ut in gratiarum semper actione maneamus! Meu Deus, obrigado, obrigado por tudo: pelo que me contraria, pelo que não entendo, pelo que me faz sofrer.
Os golpes são necessários, para arrancar o que sobra do grande bloco de mármore. Assim esculpe Deus nas almas a imagem do Seu Filho. Agradece ao Senhor essas delicadezas! (Via Sacra, Estação VI, n. 4)

Quando os cristãos passam maus bocados, é porque não dão a esta vida todo o seu sentido divino.
Onde a mão sente a picadela dos espinhos, os olhos descobrem um ramo de rosas esplêndidas, cheias de aroma. (Via Sacra, Estação VI, n. 5)



© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

24/06/2012

Maria, Rainha dos Apóstolos

Textos de S. Josemaria

Que lição tão extraordinária cada um dos ensinamentos do Novo Testamento! Depois de o Mestre lhes dizer, enquanto ascende para a dextra de Deus Pai, "ide e pregai a todas as gentes", os discípulos ficaram em paz. Mas ainda têm dúvidas: não sabem o que hão-de fazer; e reúnem-se com Maria, Rainha dos Apóstolos, para se converterem em zelosos pregoeiros da Verdade que há-de salvar o mundo. (Sulco, 232)

Se olharmos para a nossa vida com humildade, veremos claramente que o Senhor nos concedeu talentos e qualidades, além da graça da fé. Nenhum de nós é um ser repetido. O Nosso Pai criou-nos um a um, repartindo entre os seus filhos diverso número de bens. Pois temos de pôr esses talentos, essas qualidades, ao serviço de todos; temos de utilizar esses dons de Deus como instrumentos para ajudar os homens a descobrirem Cristo.

(…) É missão dos filhos de Deus conseguir que todos os homens entrem – com liberdade – dentro da rede divina, para que se amem. Se somos cristãos, temos de converter-nos nos pescadores de que fala o profeta Jeremias. Jesus Cristo também utilizou repetidamente essa metáfora: "Segui-me e Eu vos farei pescadores de homens", diz a Pedro e a André. (Amigos de Deus, 258–259)


© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

10/06/2012

Porque é que nós, homens, nos entristecemos?

Textos de S. Josemaria


"Bem-aventurada, porque acreditaste!", diz Isabel à nossa Mãe. A união com Deus, a vida sobrenatural, vai sempre unida à prática atraente das virtudes humanas: porque "leva" Cristo, Maria leva a alegria ao lar de sua prima. (Sulco, 566)

Não deis o mínimo crédito aos que apresentam a virtude da humildade como um amesquinhamento humano ou como uma condenação perpétua à tristeza. Sentir-se barro, recomposto com gatos, é fonte contínua de alegria; significa reconhecer-se pouca coisa diante de Deus: criança, filho. E haverá maior alegria do que a daquele que, sabendo-se pobre e débil, se sabe também filho de Deus? Porque é que nós, homens, nos entristecemos? Porque a vida na terra, não se passa como nós, pessoalmente, esperávamos e porque surgem obstáculos que impedem ou dificultam a satisfação do que pretendemos.
Nada disto acontece quando a alma vive essa realidade sobrenatural da sua filiação divina. Se Deus é por nós, quem será contra nós. Que estejam tristes os que se empenham em não se reconhecerem filhos de Deus, tenho eu repetido sempre. (Amigos de Deus, 108)


© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

13/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos


Voltando ao que falámos ontem, o facto de os pais não terem fé não os exime de considerar seriamente o Baptismo do seu filho.

Uma coisa é não ter fé, outra, é negar-se a admitir o que outros possam – e devem – informá-los.

Deste modo, o verdadeiro mal não consistirá em não ter fé – que pode não ser culpa sua – mas em negar-se à abundantíssima informação disponível.

ama , 2011.05.13

12/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos



E se os pais não têm fé?

Haverá sempre alguém que os possa aconselhar e, se mesmo assim, se negarem a proporcionar ao seu filho o Sacramento, este não tem, evidentemente, culpa alguma e, o Senhor, tem tudo isso muito em conta porque, a Sua Justiça, julgará sempre  as verdadeiras responsabilidades de cada um.  



ama , 2011.05.12

11/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos



Quando os pais baptizam o seu filho aos poucos dias de vida estão, de certo modo, a "devolvê-lo" a Deus e, de modo concreto, a integrá-lo na Igreja de Cristo com todos os direitos que tal implica.

Demorar o Baptismo ou, pior, privar a jovem criatura deste Sacramento, é uma grave omissão da qual serão exigidas estreitas responsabilidades.

ama , 2011.05.11

10/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos



Por isso o Baptismo é importante, dizes!

Pois é porque sela essa “dependência” do Criador e restabelece o vínculo perdido com o pecado original.

O Baptismo é para sempre, imprime carácter indelével, ou seja, não pode ser apagado nunca!

ama , 2011.05.10

09/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos



Sim, por isso se diz que Ele é o Senhor da vida!

Com toda a propriedade, de resto, que tal afirmação implica: 


Se é o Senhor, é o Dono e, se o é, somos coisa Sua independentemente da nossa vontade.



ama , 2011.05.09

08/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos



É como dizes!

A conversão não é mais que o reconhecimento que Deus é o Criador e Senhor de tudo quanto existe.

E, sendo assim, nós, homens, pertencemos-lhe quer queiramos quer não.



ama , 2011.05.08

07/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos



Mesmo aqueles que O negam?

Sim mesmo a esses. 

A misericórdia divina não tem limites e espera sempre a conversão de todos os homens que precisam converter-se.




ama , 2011.05.07

06/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos



Perguntas-me se é necessário ser cristão para ser filho de Deus e ter a Virgem Santíssima como Mãe?

Repara: 


o Baptismo faz-nos cristãos, isto é, pertencentes à Igreja que Jesus fundou e de que é cabeça e um dos efeitos do Baptismo é exactamente recuperar a nossa condição de filhos de Deus.

Mas Deus quer a todos os homens como Seus filhos, uma vez que assim os criou.

ama , 2011.05.06

05/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos



Evidentemente que qualquer ser humano pode invocar a Santíssima Virgem como sua Mãe!

É um direito adquirido, uma maternidade que o próprio Filho de Deus tornou real e concreta.





ama , 2011.05.05