12/11/2012

Leitura espiritual para 12 Nov 2012


Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.


Para ver, clicar SFF.

Música - 1988

agrad ALS

Evangelho do dia e comentário








T. Comum – XXXII Semana




Evangelho: Lc 17, 1-6

1 Depois, Jesus disse a Seus discípulos: «É impossível que não haja escândalos, porém, ai daquele por quem eles vêm! 2 Seria melhor para ele que lhe pendurassem ao pescoço uma pedra de moinho, e que fosse precipitado no mar, do que ser causa de escândalo para um destes pequeninos. 3 «Estai com cuidado sobre vós. Se teu irmão pecar, repreende-o; e, se ele se arrepender, perdoa-lhe. 4 E, se pecar sete vezes ao dia contra ti, e sete vezes ao dia for ter contigo, dizendo: estou arrependido, perdoa-lhe». 5 Os apóstolos disseram ao Senhor: «Aumenta-nos a fé!». 6 O Senhor disse-lhes: «Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te para o mar, e ela vos obedecerá.

Comentário:

Mais uma vez, Cristo, fala no grão de mostarda. Ressalta a evidência e a importância que têm para Deus as coisas pequenas.
O apostolado sereno, discreto, persistente dará sempre frutos; o comportamento e as atitudes inocentes como as das crianças, dos humildes agradam a Deus que tem um olhar benevolente para estes.
O que é pequeno, passa despercebido, quase insignificante como um grão de mostarda, tratado com amor e persistência acabará por se tornar grande, notório e importante em obras e em frutos.

(ama, comentário sobre Lc 17, 1-6, 2011.11.07)

ANO DA FÉ COM S. JOSEMARIA 4


A vida e o apostolado cristãos são um desporto sobrenatural

E S. Josemaria veio a veio ensinar-nos através da comparação com o desporto, e que é um desporto para todos e que se pode “pegar” a todos.
«Para ti, que és desportista, que boa razão a do Apóstolo (1 Cor 9, 24-25): - Não sabeis que, dos que correm no estádio, embora todos corram, um só obtém o prémio? Correi de tal maneira que o ganheis (Caminho, 318).
Dá muito bom resultado empreender as coisas sérias com espírito desportivo... Perdi várias jogadas? - Bem, mas - se perseverar - no fim ganho (Sulco, 169).
O bom desportista não luta para alcançar uma só vitória e à primeira tentativa. Prepara-se, treina-se durante muito tempo, com confiança e serenidade: tenta uma e outra vez e, mesmo que no princípio não triunfe, insiste tenazmente, até superar o obstáculo (Forja, 169).

Acelera o passo na piedade e no trabalho: fica-te ainda tanto por andar! Convive amavelmente com todos, também com os que te incomodam; e esforça-te por amar - por servir! - aqueles que antes desprezavas (Sulco, 167).
Para amar de verdade é preciso ser forte, leal, com o coração firmemente engastado na fé, na esperança e na caridade. Só a ligeireza insubstancial muda caprichosamente o objecto dos seus amores, que não são amores mas compensações egoístas. Quando há amor, há integridade: capacidade de entrega, de sacrifício, de renúncia. E, no meio da entrega, do sacrifício e da renúncia, juntamente com o suplício da contradição, a felicidade e a alegria. Uma alegria que nada nem ninguém nos poderá tirar (Cristo que Passa, 75)».

Homilia, Sé de Viseu, 26 de Junho de 2012

Oração constante, de manhã à noite

                                                             
Textos de S. Josemaria Escrivá

 http://www.opusdei.pt/art.php?p=13979     © Gabinete de Inform. do Opus Dei na Internet

A verdadeira oração, a que absorve todo o indivíduo, não a favorece tanto a solidão do deserto como o recolhimento interior. (Sulco, 460)





Eu, enquanto tiver alento, não cessarei de pregar a necessidade primordial de ser alma de oração – sempre! – em qualquer ocasião e nas circunstâncias mais díspares, porque Deus nunca nos abandona. Não é cristão pensar na amizade divina exclusivamente como um recurso extremo. Pode parecer-nos normal ignorar ou desprezar as pessoas que amamos? Evidentemente que não. Para os que amamos dirigimos constantemente as palavras, os desejos, os pensamentos: há como que uma presença contínua. Pois, o mesmo com Deus.

Com esta busca do Senhor, toda a nossa jornada se converte numa única conversa, íntima e confiada. Afirmei-o e escrevi-o tantas vezes, mas não me importo de o repetir, porque Nosso Senhor faz-nos ver – com o seu exemplo – que este é o comportamento certo: oração constante, de manhã à noite e da noite até de manhã. Quando tudo sai com facilidade: obrigado, meu Deus! Quando chega um momento difícil: Senhor, não me abandones! E esse Deus, manso e humilde de coração, não esquecerá os nossos rogos nem permanecerá indiferente, porque Ele afirmou: pedi e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. (Amigos de Deus, 247)

Mártires de Espanha 76

Rainha dos Mártires

Madrugada del 

12 de noviembre, 

PENSAMENTOS INSPIRADOS À PROCURA DE DEUS 276

À procura de Deus

Defendes os teus quando são atacados?
Porque não fazes o mesmo quando é atacado Deus!

Tratado sobre a conservação e o governo das coisas 51



Questão 114: Do ataque dos demónios.

Art. 2 — Se tentar é próprio do diabo.



(II Sent., dist. XXI, q. 1, a. 1, Opusc. VII, Exposit. Orat. Dom., petit. VI, in Math., cap. IV, I Thess., cap. I lect. Unic.: Hebr., cap. XI, lect. IV).

O segundo discute-se assim. — Parece que tentar não é próprio do diabo.


Demónio 3

Demónio, Exorcismo e Oração de Libertação: Questão 3

Satanás pode causar todos os males que quer?

Não. «O poder de Satanás não é infinito. Satanás é uma simples criatura, poderosa pelo facto de ser um puro espírito» [i], isto é, um anjo que tal como todos os anjos «excedem em perfeição todas as criaturas visíveis» [ii].





(Estas breves questões foram preparadas pelo P. Duarte Sousa Lara (www.santidade.net), exorcista e doutor em teologia. NUNC COEPI agradece ao P. Nuno Serras Pereira)



[i] Catecismo da Igreja Católica, n. 395.
[ii] Catecismo da Igreja Católica, n. 329.

11/11/2012

Leitura espiritual para 11 Nov 2012


Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.


Para ver, clicar SFF.

Evangelho do dia e comentário








   T. Comum – XXXII Semana





EVANGELHOMc 12, 38-44


38 Dizia-lhes ainda nos Seus ensinamentos: «Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com roupas largas, de serem saudados nas praças 39 e de ocuparem as primeiras cadeiras nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes, 40 que devoram as casas das viúvas, sob o pretexto de longas orações. Serão julgados com maior rigor». 41 Estando Jesus sentado defronte do cofre das esmolas, observava como o povo deitava ali dinheiro. Muitos ricos deitavam em abundância. 42 Tendo chegado uma pobre viúva, lançou duas pequenas moedas, que valem um quarto de um asse. 43 Chamando os Seus discípulos, disse-lhes: «Em verdade vos digo que esta pobre viúva deu mais que todos os outros que deitaram no cofre, 44 porque todos os outros deitaram do que lhes sobrava, ela porém deitou do seu necessário tudo o que possuía, tudo o que tinha para viver».

Comentário:

Duas moedas!
O amor!
O desprendimento!

Tudo quanto é necessário para dar ao Senhor o que Ele pede:

Amor total, completo, sem condições;

Desprendimento real, verdadeiro de tudo o que julgamos ter e, até, daquilo que gostaríamos de possuir.

Com este comportamento seremos alvo daquele ‘fulgor no olhar de Jesus’ com que contemplou a pobre viúva.

(AMA, comentário sobre Mc 12, 38-44, 2012.06.16)

ANO DA FÉ COM S. JOSEMARIA 3


O que significa vocação universal à santidade e ao apostolado
 
«Conhecendo um pouco a história dos santos, sabendo que nos processos de canonização se procura a virtude «heróica», temos quase inevitavelmente um conceito errado da santidade: «Não é para mim», somos tentados a pensar, «porque eu não me sinto capaz de realizar virtudes heróicas: é um ideal demasiado elevado para mim». Então a santidade torna-se uma coisa reservada a alguns «grandes», dos quais vemos as imagens nos altares, e que são muito diferentes de nós, que somos normais pecadores. Mas este é um conceito errado de santidade, uma percepção errónea que foi corrigida - e isto parece-me o ponto central - precisamente por Josemaria Escrivá.
Virtude heróica não significa que o santo faz uma espécie de «ginástica», de santidade, algo que as pessoas normais não conseguem fazer. Ao contrário, significa que na vida de um homem se revela a presença de Deus, isto é, se revela o que o homem por si só e para si não podia fazer. Virtude heróica propriamente não significa que alguém fez grandes coisas sozinho, mas que na sua vida aparecem realidades que ele não fez, porque foi transparente e disponível para a obra de Deus». (Card. Joseph Ratzinger, L’Osservatore Romano, 6-X-2002)

A luta por ser santos não é, portanto, algo negativo, mas afirmação alegre que se transforma necessariamente em testemunho apostólico, como ensinava S. Josemaria:
«A universalidade da caridade significa, por isso, universalidade do apostolado: tradução pela nossa parte, em obras e em verdade, do grande empenho de Deus, que quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade (Amigos de Deus, 230).
«O apostolado, essa ânsia que vibra no íntimo do cristão, não é coisa separada da vida de todos os dias; confunde-se com o próprio trabalho, convertido em ocasião de encontro pessoal com Cristo. Nesse trabalho, ombro a ombro com os nossos colegas, com os nossos amigos, com os nossos parentes, lutando pelos mesmos interesses, podemos ajudá-los a chegar a Cristo, que nos espera (ibid 264)».

 

Homilia, Sé de Viseu, 26 de Junho de 2012