Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
30/01/2011
O segredo da minha vida
O segredo da vida:
Diálogos apostólicos
Está bem, é uma boa decisão, mas... não chega!
Tens que decidir em quê.
(ama, 2011.01.30)
Os últimos e os primeiros
Duc in altum |
Na maior parte das vezes Ele não nos pede, como o fez com os Apóstolos, que larguemos tudo para O seguir. Fá-lo-á apenas com alguns a quem encarrega expressamente de guiar o Seu rebanho. Estes são, de facto, os eleitos, os escolhidos para a sublime e extraordinária missão de continuar, na Sua Igreja, o trabalho da expansão do Reino de Deus por todo o mundo e a todas as gentes.
Às pessoas comuns, que somos em grande maioria, Jesus pede-nos o desprendimento necessário para poder-mos, com toda a liberdade, segui-lo pelos caminhos da terra, fazendo o que Ele quer que façamos, ou seja, cumprindo a Sua vontade em tudo.
Custa, não é fácil, já que haverá que abdicar de algumas coisas e ter uma visão muito concreta do que nos convém.
Abdicar significa pôr de lado e…concretamente o quê?
Preocupações excessivas com a saúde, o bem-estar, a moda, o clima, os incómodos da vida corrente; talvez a compra de outro telemóvel mais moderno, com mais “aplicações” que, na maior parte das vezes nem sabemos muito bem qual o préstimo ou, até, não utilizamos de todo; uma série de jornais e revistas aos fins-de-semana; o desafio de futebol que passa na televisão numa hora em que outros, em casa, desejam ver outra coisa qualquer; a curiosidade – excessiva e, até, mórbida – por notícias de última hora sobre assuntos de interesse muito relativo e que, na maior parte das vezes, são a repetição do que já se sabia – mudar de canal televisivo só para ver o que outra estação diz sobre o mesmo assunto -; não emitir opinião ou conceito sobre o que não se conhece bem e que, talvez, nem nos tenham sido solicitados; um relógio que até é “barato”; uma camisola verde-escuro só para condizer com as calças que acabámos de adquirir…
Sim, talvez a maior parte sejam coisas de importância muito relativa, “coisas pequenas”, mas…se não prescindimos destas como seremos capazes de prescindir de outras de maior vulto?
(ama, comentário sobre Mc 10, 28-31, 2011.01.26)
Como o ateu mais conhecido do mundo mudou de opinião
Em 1950, numa sessão do Oxford University Socratic Club, presidida por C. S. Lewis, Flew apresentara uma comunicação que ficou famosa: "Theology and Falsification". A tese era inspirada na teoria da refutação de Karl Popper e pretendia excluir a hipótese de existência de Deus com base no argumento de que essa hipótese não era susceptível de refutação (Popper, diga-se de passagem, nunca subscreveu esse argumento de Flew). Mais tarde, Flew desenvolveria o argumento em dois livros com bastante sucesso: "God and Philosophy" e "The Presumption of Atheism".
Durante mais de 50 anos, Anthony Flew foi sem dúvida um influente crítico da religião, bem como um filósofo respeitado, que ensinou em Oxford, Reading, Keele e Aberdeen. O anúncio público da sua conversão, em 2004, criou de facto um certo furor, sobretudo no mundo de língua inglesa. Embora muitos outros filósofos e cientistas tenham ultimamente escrito em defesa da existência de Deus, o caso de Flew assume no entanto um interesse especial. Tendo sido um reputado ateu com base na razão, agora defende que, precisamente com base na razão, foi levado a concluir que Deus existe.
Doutrina
Protecção do trabalho dos operários, das mulheres e das crianças
25. No que diz respeito aos bens naturais e exteriores, primeiro que tudo é um dever da autoridade pública subtrair o pobre operário à desumanidade de ávidos especuladores, que abusam, sem nenhuma descrição, tanto das pessoas como das coisas. Não é justo nem humano exigir do homem tanto trabalho a ponto de fazer pelo excesso da fadiga embrutecer o espírito e enfraquecer o corpo.
A actividade do homem, restrita como a sua natureza, tem limites que se não podem ultrapassar. O exercício e o uso aperfeiçoam-na, mas é preciso que de quando em quando se suspenda para dar lugar ao repouso. Não deve, portanto, o trabalho prolongar-se por mais tempo do que as forças permitem. Assim, o número de horas de trabalho diário não deve exceder a força dos trabalhadores, e a quantidade de repouso deve ser proporcionada à qualidade do trabalho, às circunstâncias do tempo e do lugar, à compleição e saúde dos operários. O trabalho, por exemplo, de extrair pedra, ferro, chumbo e outros materiais escondidos debaixo da terra, sendo mais pesado e nocivo à saúde, deve ser compensado com uma duração mais curta. Deve-se também atender às estações, porque não poucas vezes um trabalho que facilmente se suportaria numa estação, noutra é de facto insuportável ou somente se vence com dificuldade.
2011.01.30
Silêncio de Nazaré
Tema para breve reflexão |
(paulo VI, Alocução em Nazaré, 1964.01.05)
Evangelho e comentário do dia
Tempo comum - IV Semana
Evangelho: Mt 5, 1-12
Evangelho: Mt 5, 1-12
1 Vendo Jesus aquelas multidões, subiu a um monte e, tendo-Se sentado, aproximaram-se d'Ele os discípulos. 2 E pôs-Se a falar e ensinava-os, dizendo: 3 «Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus. 4 «Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. 5 «Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra. 6 «Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. 7 «Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. 8 «Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. 9 «Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.10 «Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o Reino dos Céus.11 «Bem-aventurados sereis, quando vos insultarem, vos perseguirem, e disserem falsamente toda a espécie de mal contra vós por causa de Mim.12 Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois também assim perseguiram os profetas que viveram antes de vós.
Comentário:
29/01/2011
Vultos da Igreja que eu conheci
Nasceu em Ílhavo em 1898.09.28 e faleceu em Évora em 1965.09.20
Ordenado Sacerdote em 1921.02.19
Sagrado Bispo Auxiliar de Lisboa com o título de Bispo de Helenopolis
Nomeado Arcebispo de Mitilene em 1949.03.14
Nomeado Arcebispo de Évora em 1955.05.20
Padre Conciliar das sessões 1 e 3 do Concílio Vaticano II
Também frequentava a casa de meus Pais em Monte Real, aproveitando para fazer tratamento nas Termas.
Fiel às suas raízes (Ílhavo) fomentou e acarinhou muito especialmente o apostolado do mar. Naquele tempo a frota bacalhoeira portuguesa era muito importante e ficaram célebres os seus empolgados discursos e homílias nas despedidas dos marinheiros que partiam para a Terra Nova. A sua voz vibrante, algo aguda, galvanizava, prendia, empolgava.
O seu porte e serena postura faziam dele um autêntico Príncipe da Igreja.
AMA, 2011.01.29
Senado francês pronuncia-se contra a legalização da eutanásia
Observando |
A maioria dos senadores suprimiu o conjunto dos artigos do texto, apresentado por três dos seus colegas Jean-Pierre Godefroy (socialista), Alain Fouché (maioria governamental) e Guy Fischer (comunista).
Na véspera do debate, segunda-feira, o Primeiro-ministro François Fillon opôs-se à eutanásia, convidando a sua maioria no Senado a fazer o mesmo.
O essencial da proposta de lei estava no seu artigo primeiro, entretanto suprimido. “Qualquer pessoa capaz maior, em fase avançada ou terminal de uma doença acidental ou patológica grave e incurável, que lhe inflige um sofrimento físico ou psíquico, que não pode ser aliviado ou que julga insuportável, pode pedir para beneficiar (...) de uma assistência médica que permita, por um acto deliberado, uma morte rápida e sem dor”, referia o texto.
DR
r/com renascença comunicação multimédia, 2011
O milagre da vida
Duc in altum |
Quando começa a vida?
Os mistérios de tão extraordinário acontecimento têm, aqui uma resposta surpreendente!
Diálogos apostólicos
Diálogos
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Tens de te convencer:
A tua vontade não está primeiro.
Os teus desejos não são ordens.
A tua conveniência não é importante.
Quando, deveras, interiorizares isto estarás no bom caminho para seres o que Ele quer que sejas.
A tua opinião não é vinculativa.
A tua opinião não é vinculativa.
Descanso de Deus
Que significa o repouso do Criador, se Deus não se fatiga? Há o repouso do cansaço, e há o repouso da confiança. Deus descansou no homem, confiando-lhe a Criação, como um pai descansa nos filhos quando os vê preparados para a vida, mas continua sendo pai, amparando-os sempre nas suas necessidades e dificuldades. Na Redenção, Deus também descansou no Homem, no seu Filho, o Verbo encarnado, confiando-lhe a salvação do mundo.
Descansou na sua Morte por nós, que lhe mereceu a sua Ressurreição e a nossa, para toda a eternidade.
(Mons. Hugo de Azevedo – Homilia da Vigília Pascal de 2008 no Oratório São Josemaria em Lisboa)
Evangelho e comentário do dia
Tempo comum - III Semana
Evangelho: Mc 4, 35-41
35 Naquele mesmo dia, ao cair da tarde, disse-lhes: «Passemos à outra margem». 36 Eles, deixando a multidão, levaram-n'O consigo, assim como estava, na barca. Outras embarcações O seguiram. 37 Então levantou-se uma grande tempestade de vento, e as ondas lançavam-se sobre a barca, de tal modo que a barca se enchia de água.38 Jesus estava na popa a dormir sobre um travesseiro. Acordaram-n'O e disseram-Lhe: «Mestre, não Te importas que pereçamos?». 39 Ele levantou-Se, ameaçou o vento e disse para o mar: «Cala-te, emudece». O vento amainou e seguiu-se uma grande bonança. 40 Depois disse-lhes: «Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?». Ficaram cheios de grande temor, e diziam uns para os outros: 41 «Quem será Este, que até o vento e o mar Lhe obedecem?».
Meditação:
Doutrina
Os homens que, pelo contrário, se aplicam às coisas da indústria, não podem concorrer para este bem comum nem na mesma medida, nem pelas mesmas vias; mas, entretanto, também eles, ainda que de maneira menos directa, servem muitíssimo os interesses da sociedade. Sem dúvida alguma, o bem comum, cuja aquisição deve ter por efeito aperfeiçoar os homens, é principalmente um bem moral.
Mas numa sociedade regularmente constituída deve encontrar-se ainda uma certa abundância de bens exteriores «cujo uso é reclamado para exercício da virtude» (S. Tomás, De regimine princ. I, 15). Ora, a fonte fecunda e necessária de todos estes bens é principalmente o trabalho do operário, o trabalho dos campos ou da oficina. Mais ainda: nesta ordem de coisas, o trabalho tem uma tal fecundidade e tal eficácia, que se pode afirmar, sem receio de engano, que ele é a fonte única de onde procede a riqueza das nações. A equidade manda, pois, que o Estado se preocupe com os trabalhadores, e proceda de modo que, de todos os bens que eles proporcionam à sociedade, lhes seja dada uma parte razoável, como habitação e vestuário, e que possam viver à custa de menos trabalho e privações (Veja-se o n. 12 desta Encíclica: Posse e uso das riquezas ). De onde resulta que o Estado deve favorecer tudo o que, de perto ou de longe, pareça de natureza a melhorar-lhes a sorte. Esta solicitude, longe de prejudicar alguém, tornar-se-á, ao contrário, em proveito de todos, porque importa soberanamente à nação que homens, que são para ela o princípio de bens tão indispensáveis, não se encontrem continuamente a braços com os horrores da miséria.
28/01/2011
Diálogos apostólicos
Diálogos
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Lembra-te hoje de São Tomás de Aquino uma das inteligências mais profundas da Santa Igreja para que te ensine o que precisas saber para amar mais e melhor a Deus.
Sim… não basta amar… é preciso saber como amar e, já sabes, amar verdadeiramente, amar a sério, só com obras!
Que obras?
O que te comprometes-te no teu plano de vida.
Que obras?
O que te comprometes-te no teu plano de vida.
(ama, 2011.01.28)
Evangelho e comentário do dia
Tempo comum - III Semana
Evangelho: Mc 4, 26-34
26 Dizia também: «O reino de Deus é como um homem que lança a semente à terra. 27 Dorme e se levanta, noite e dia, e a semente germina e cresce sem ele saber como. 28 Porque a terra por si mesma produz, primeiramente a haste, depois a espiga, e por último a espiga cheia de grãos. 29 E, quando o fruto está maduro, mete logo a foice, porque chegou o tempo da ceifa». 30 Dizia mais: «A que coisa compararemos nós o reino de Deus? Com que parábola o representaremos? 31 É como um grão de mostarda que, quando se semeia no campo, é a menor de todas as sementes que há na terra; 32 mas, depois que é semeado, cresce e torna-se maior que todas as hortaliças, e cria ramos tão grandes que “as aves do céu podem vir abrigar-se à sua sombra”». 33 Assim lhes propunha a palavra com muitas parábolas como estas, conforme eram capazes de compreender. 34 Não lhes falava sem parábolas; porém, em particular explicava tudo aos Seus discípulos.
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