27/04/2019

Leitura espiritual


EVOLUCIONISMO

A. EVOLUCIONISMO E A EXISTÊNCIA DE DEUS

1. O evolucionismo ajuda a conhecer a existência de Deus?

- Em síntese, o evolucionismo afirma que algumas espécies vêm de outras através de diversos processos que originam mudanças genéticas. Essa teoria fornece um bom argumento para mostrar a existência de Deus, porque é impossível que tais modificações esplêndidas sejam produto do acaso. Deve haver uma inteligência muito poderosa que tenha previsto e organizado esse processo.

2. Tudo não virá do assunto? 

– Se um processo inteligente é observado, alguém inteligente o projectou. Confrontado com um navio fenício ninguém pensa que é coincidentemente unida argila. Esse navio fala por si da existência de seres inteligentes que o construíram.

3. E a chance de milhões de anos?

- Há coisas impossíveis para muitos anos para passar: há reis nas cartas, você não pode obter um trio de reis por muitos milhões de cartões e anos empregadas. Uma caneta ou teclado não é auto-construída com base em milhões de anos. A existência de um teclado fala de um ser inteligente que o projectou. Se uma caneta estiver em um planeta, será um sinal claro de que há pessoas lá. O evolucionismo é um processo de fabricação muito mais complexo de uma caneta e manifesta a existência de um pensamento ser muito inteligente. Muito mais sábio e mais poderoso que o homem.

4. Poderia ser que a matéria é inteligente e natural?

- Não, não A matéria certamente não é inteligente e não pode ser o projectista do evolucionismo. Se um avião aparece em um planeta, todo mundo procura pelos habitantes do planeta. Ninguém pensa que o avião tenha surgido por coincidência da auto-modificação das rochas. E um avião pequeno é muito mais fácil de projectar do que um dedo ou um coelho. Entre os seres materiais só há razões de homem. O homem é o ser mais inteligente da natureza e o homem não organizou o evolucionismo.

5. E as grandes leis que observamos na natureza?

- Quem pensou na fotossíntese das plantas?
- Quem organizou o ciclo da água e a irrigação através das nuvens? –
- Quem projectou a própria água?
As criaturas seguem leis físicas e biológicas organizadas por um ser inteligente que pensa assim. Uma dessas leis é o evolucionismo, e assim o evolucionismo nos fala sobre Deus.

B. EVOLUCIONISMO E ORIGEM DO HOMEM

1. O homem vem do macaco?
- As ciências naturais chamam o homem moderno de homo sapiens sapiens, e o colocam dentro do género homo que tem parentesco antigo com primatas.

2. Como foi a evolução dos primatas?
- Há cerca de 15 milhões de anos, grandes primatas vêm se diversificando. Primeiro a linha separa o orangotango, depois o gorila e depois o chimpanzé há cerca de 5 milhões de anos. Finalmente, a separação entre homo e australopithecus (primata ereta que se tornou extinta) ocorre.

3. Como o género homo evoluiu?

- Várias espécies do género homo são conhecidas. Tudo extinto, excepto o actual. A ciência não é totalmente precisa nessas questões. Um esboço da evolução humana poderia ser este:

homo habilis.
- Ele viveu na África há 2 milhões de anos. Ele fez ferramentas de pedra.
homo ergaster.-
Ele viveu 1,5 milhões de anos atrás. Ele foi o primeiro a deixar a África para a Europa e a Ásia. Homo erectus (Java) e antecessor vêm disso.
homo antecessor.
- Ele viveu um milhão de anos atrás na África e na Europa. Na Europa, dá origem ao homo heidelbergensis do qual vem o Neanderthal. Na África, evolui para o atual homo sapiens sapiens.
homo neanderthalensis.
- Ele viveu na Europa há 150.000 anos. Eles usaram fogo e enterraram os mortos. Eles foram extintos com as glaciações de 35.000 anos atrás.
Homo sapiens sapiens.
- Surge na África há 200.000 anos e se espalhou pelo mundo. 20.000 anos atrás não há outras espécies de homo.

4. O que mais é a razão da origem do homem?

- A razão nos dá algumas ideias importantes:

O homem realiza acções espirituais, então - além do material - é um ser espiritual (ver alma ).
O conteúdo corporal do homem pode vir da evolução de outros seres corpóreos, uma vez que uma matéria treinada pode originar matéria mais aperfeiçoada. Mas nunca espírito, que por definição é ausência de matéria. A criação da alma humana requer um Criador espiritual.

5. A fé católica aceita que o homem vem do macaco?

- A fé não se pronuncia neste ponto. O que Deus revelou é que o homem foi criado por Ele. Mas nada é dito sobre o animal que o Senhor levou para respirar em seu espírito. A bíblia fala de lama, uma lama simbólica que poderia ter sido um australopiteco, um homo antecessor... ou simplesmente lama. Em todo caso, o Senhor tomou um ser material, modelou-o para que pudesse receber uma alma espiritual, criar a alma e uni-la a esse corpo.

Pequena agenda do cristão

SÁBADO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Honrar a Santíssima Virgem.

A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas, santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.

Lembrar-me:

Santíssima Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.

Minha querida Mãe: Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da salvação.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





Doutrina


CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA
Compêndio



SEGUNDA SECÇÃO

OS SETE SACRAMENTOS DA IGREJA


CAPÍTULO PRIMEIRO

OS SACRAMENTOS DA INICIAÇÃO CRISTÃ

O SACRAMENTO DO BAPTISMO


Pergunta:

264. Que significado assume o nome cristão recebido no Baptismo?

Resposta:

O nome é importante, porque Deus conhece cada um pelo nome, isto é, na sua unicidade. Com o Baptismo, o cristão recebe na Igreja o próprio nome, de preferência o de um santo, de maneira que este ofereça ao baptizado um modelo de santidade e lhe assegure a sua intercessão junto de Deus.

26/04/2019

Temas para reflectir meditar

Identificação com Deus


A criatura é mais autenticamente humana na medida em que aperfeiçoa a imagem e a semelhança de Deus. Nesta determinação o homem e a mulher encontram o sentido mais profundo e mais feliz da sua existência. 
Temos que rejeitar a ideia, desgraçadamente difundida, de que imitar Cristo supõe um nível de conduta que nos supera. 
Nada mais longe da verdade. 
Enquanto não nos persuadirmos de que, com a graça de Deus, podemos conseguir essa identificação, significa que continuamos a pactuar com a mediocridade, renunciando à incomparável aventura de tratar Cristo de perto, como Amigo, Irmão, Mestre, Médico.

(javier echevarría, Getsemani, Planeta, 3ª Ed. Pg. 157)


El Reto del Amor










por El Reto del amor

Temas para reflectir e meditar.


O amor de Deus

Valha-me Deus!

De que me serve este constante exame a que me dedico com uma espécie de autoflagelação como um “condenado” a não ser mais que um miserável.

Sim… de me serve?

Eu não sou nenhum miserável, sou um filho de Deus com enormes defeitos e algumas virtudes e, tenho a certeza, é assim, apesar de ser assim, que Ele me ama.
Amar-me-ia mais se fosse diferente, melhor, sem defeitos nenhuns, só com virtudes?

Julgo que não porque então eu seria como que um Anjo, um espírito puro e simples e não creio que Deus Meu Senhor e Criador ame mais um que outro.

Ambos, somos, por exemplo, o Anjo da Minha Guarda e eu, somos criação Sua, diferentes – quase infinitamente diferentes – mas frutos do Seu Amor Eterno e Inexcedível.

Logo, os frutos do Amor de Deus não hão de ter consideração diferente por parte de Quem os Criou.

AMA, reflexões, 20.06.2018


Evangelho e comentário



TEMPO DE PÁSCOA




Evangelho: Jo 21, 1-14

1 Algum tempo depois, Jesus apareceu outra vez aos discípulos, junto ao lago de Tiberíades, e manifestou-se deste modo: 2 estavam juntos Simão Pedro, Tomé, a quem chamavam o Gémeo, Natanael, de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos. 3 Disse-lhes Simão Pedro: «Vou pescar.» Eles responderam-lhe: «Nós também vamos contigo.» Saíram e subiram para o barco, mas naquela noite não apanharam nada. 4 Ao romper do dia, Jesus apresentou-se na margem, mas os discípulos não sabiam que era Ele. 5 Jesus disse-lhes, então: «Rapazes, tendes alguma coisa para comer?» Eles responderam-lhe: «Não.» 6 Disse-lhes Ele: «Lançai a rede para o lado direito do barco e haveis de encontrar.» Lançaram-na e, devido à grande quantidade de peixes, já não tinham forças para a arrastar. 7 Então, o discípulo que Jesus amava disse a Pedro: «É o Senhor!» Simão Pedro, ao ouvir que era o Senhor, apertou a capa, porque estava sem mais roupa, e lançou-se à água. 8 Os outros discípulos vieram no barco, puxando a rede com os peixes; com efeito, não estavam longe da terra, mas apenas a uns noventa metros. 9Ao saltarem para terra, viram umas brasas preparadas com peixe em cima e pão. 10 Jesus disse-lhes: «Trazei dos peixes que apanhastes agora.» 11 Simão Pedro subiu à barca e puxou a rede para terra, cheia de peixes grandes: cento e cinquenta e três. E, apesar de serem tantos, a rede não se rompeu. 12 Disse-lhes Jesus: «Vinde almoçar.» E nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar-lhe: «Quem és Tu?», porque bem sabiam que era o Senhor. 13 Jesus aproximou-se, tomou o pão e deu-lho, fazendo o mesmo com o peixe. 14 Esta já foi a terceira vez que Jesus apareceu aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado dos mortos.

Comentário:

No apostolado não há que temer a quantidade, o número de pessoas com quem desenvolvemos o nosso trabalho.

Cento e cinquenta e três ou apenas um ou dois.
Nem eles são “nossos” nem o que fazemos é por nós ou para nós.

O apostolado seja discreto ou espectacular, pleno de resultados ou vazio de êxitos é sempre - deve ser - obra divina dirigida por e para Cristo


(AMA, comentário sobre Jo 21, 1-14, 04.05.2013)


É preciso que sejas homem de vida interior


É preciso que sejas "homem de Deus", homem de vida interior, homem de oração e de sacrifício. – O teu apostolado deve ser uma superabundância da tua vida "para dentro". (Caminho, 961)

Vida interior. Santidade nas tarefas usuais, santidade nas coisas pequenas, santidade no trabalho profissional, nas canseiras de todos os dias...; santidade para santificar os outros. Numa certa ocasião, um meu conhecido – nunca hei-de chegar a conhecê-lo bem – sonhava que ia a voar num avião a uma grande altura, mas não dentro da cabine; ia montado nas asas. Coitado do desgraçado: como sofria e se angustiava! Parecia que Nosso Senhor lhe dava a conhecer que assim andam pelas alturas – inseguras, inquietas – as almas apostólicas que não têm vida interior ou que a descuidam: com o perigo constante de caírem, sofrendo, incertas.

E penso, efectivamente, que correm um sério risco de se extraviarem os que se lançam à acção – ao activismo – prescindindo da oração, do sacrifício e dos meios indispensáveis para conseguir uma piedade sólida: a frequência dos Sacramentos, a meditação, o exame de consciência, a leitura espiritual, a convivência assídua com a Virgem Santíssima e com os Anjos da Guarda... Tudo isto contribui, além disso, com uma eficácia insubstituível, para que o caminho do cristão seja tão agradável, porque da sua riqueza interior jorram a doçura e a felicidade de Deus como o mel do favo.

Na intimidade pessoal, na conduta externa, no convívio com os outros, no trabalho, cada um há-de procurar manter-se numa contínua presença de Deus, com uma conversa – um diálogo – que não se manifesta exteriormente. Melhor dito, não se exprime normalmente com ruído de palavras, mas há-de notar-se pelo empenho e pela diligência amorosa com que acabamos bem as tarefas, tanto as importantes como as insignificantes. Se não procedêssemos com essa constância, seríamos pouco coerentes com a nossa condição de filhos de Deus, pois teríamos desperdiçado os recursos que Nosso Senhor colocou providencialmente ao nosso alcance, para chegarmos ao estado de homem perfeito, à medida da idade perfeita segundo Cristo. (Amigos de Deus, 18–19)

Leitura espiritual


BUDISMO

B. PRÁTICA BUDISTA

3. O caminho óctuplo.

- No budismo é chamado assim a estrada que leva à cessação do sofrimento através da elevação da mente. Isto é para purificar as opiniões, ideias, linguagem, acção, memória, meditação, etc. Resumindo: sabedoria, conduta ética e meditação pura.

4. O que é praticado no budismo?

- Um praticante budista é caracterizado por duas actividades: o estudo dos ensinamentos de Buda e o exercício do caminho óctuplo, a meditação principalmente.

5. Como é a meditação no budismo?

- É importante e peculiar. Às vezes é uma técnica de yoga, às vezes um esforço para não pensar em nada. Difere da oração ou meditação cristãs.

6. O que é o Nirvana?

- No budismo, o Nirvana é o objectivo final perseguido por um budista. Depois de anos de yoga, sacrifícios e meditação, o budista sai em cima dele, todo desejo, até mesmo da vida, e está entrando em um novo estado chamado Nirvana, que superou o sofrimento.

C. TEORIAS DO BUDISMO

1. Onde está a doutrina do budismo?

- Os 84.000 ensinamentos de Buda estão contidos nos textos chamados sutras ou suttas. A coleção pali está completa. Eles também são abundantes em textos sânscritos.

2. Como é a existência no budismo?

- No budismo nada é permanente, tudo flui. Não há Deus nem nada, nem indivíduos nem seres. Há apenas mudança, junto com o sofrimento que você quer mudar.

3. Como é o indivíduo no budismo?

- No budismo, todo homem é um composto de matéria, sensação e percepção, subconsciente e consciência. E essas coisas são removidas e se associam a cada momento sob a lei do karma, de modo que o indivíduo não permanece.

4. O que é karma?

- O karma é a lei de causa e efeito que rege a mudança. Se isso acontecer, a nova composição humana será aprimorada. Assim, a reencarnação é contínua sem morte para impedi-la.

5. A cadeia de doze causas.

- Além das quatro nobres verdades, esta cadeia de geração condicional ocupa um lugar central na teoria budista. Por isso, em alguns mosteiros budistas representou uma roda dividida em doze sectores. Essas causas ou condições se originam no homem interior: a ignorância, o inconsciente e a consciência, os sentidos e sensações e o desejo sexual. A saída para o exterior é bastante óbvia: do desejo sexual vem o casamento e, daí, a existência; da existência vem o nascimento, a velhice e a morte, com o sofrimento que os acompanha.

D. PERGUNTAS FREQUENTES

1. O budismo é uma religião ou filosofia?

- O budismo busca a perfeição da mente do homem e do amor pelos outros, mas não faz referência a Deus. Portanto, não é religião, mas filosofia. Pode ser confundido com uma religião porque abrange toda a vida e aponta um objectivo final do homem sem Deus. O budismo é uma escola de sabedoria que desenvolve métodos que levam ao nirvana seguindo caminhos de meditação e penitência.

2. O sofrimento e a morte no budismo.

- A morte e a dor são os maiores problemas que precisam ser resolvidos pelo budismo. E em ambos os casos, a solução é a eliminação do desejo.

O caminho óctuplo é a meditação e técnicas de sacrifício que buscam alcançar a insensibilidade à dor, de modo que, mesmo que o sofrimento esteja presente, não há insatisfação em uma pessoa.

Para resolver o problema da morte, o budismo chega à teoria contínua da reencarnação, que termina quando se vai além do desejo de viver.

3. Alguns problemas do budismo.

- Há várias questões em que o budismo tem dificuldade:

A ausência do eu se obscurece na mudança contínua. A ausência de seres igualmente borrados em um fluxo sem fim. (As coisas e as pessoas estão determinadas a afirmar sua existência real contradizem essas teorias budistas).
A visão um tanto negativa do mundo e da perfeição humana: o mundo está cheio de dor e sua perfeição consiste, por sua vez, em desejos. O objectivo final também é um pouco pobre, não sofrer. (A realidade é que o mundo tem muitas coisas bonitas e muitos desejos nobres que não devem ser apagados).
A ausência de referências a Deus removeu a categoria em comparação com as religiões do budismo.

4. Escolas budistas.

- Desde os tempos antigos, o budismo foi dividido em muitas escolas, que são dois ramos principais: o budismo Hinayana e Mahayana. Este último introduziu importantes mudanças feitas em parte do hinduísmo. Aqui estão dois:
Para o Budismo Mahayana, o santo que consegue alcançar o nirvana não vai para lá, mas por compaixão, é deixado de fora ajudando os outros a serem libertados.
Esse budismo transformou o Buda em um deus e despertou Budas em salvadores. Para o Budismo Vajrayana, os Budas seriam seres sobrenaturais que criaram o mundo para os poderes mágicos de sua mente, como deuses em várias escalas.

Pequena agenda do cristão

Sexta-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Contenção; alguma privação; ser humilde.


Senhor: Ajuda-me a ser contido, a privar-me de algo por pouco que seja, a ser humilde. Sou formado por este barro duro e seco que é o meu carácter, mas não Te importes, Senhor, não Te importes com este barro que não vale nada. Parte-o, esfrangalha-o nas Tuas mãos amorosas e, estou certo, daí sairá algo que se possa - que Tu possas - aproveitar. Não dês importância à minha prosápia, à minha vaidade, ao meu desejo incontido de protagonismo e evidência. Não sei nada, não posso nada, não tenho nada, não valho nada, não sou absolutamente nada.

Lembrar-me:
Filiação divina.

Ser Teu filho Senhor! De tal modo desejo que esta realidade tome posse de mim, que me entrego totalmente nas Tuas mãos amorosas de Pai misericordioso, e embora não saiba bem para que me queres, para que queres como filho a alguém como eu, entrego-me confiante que me conheces profundamente, com todos os meus defeitos e pequenas virtudes e é assim, e não de outro modo, que me queres ao pé de Ti. Não me afastes, Senhor. Eu sei que Tu não me afastarás nunca. Peço-Te que não permitas que alguma vez, nem por breves instantes, seja eu a afastar-me de Ti.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





25/04/2019

Apostolado e NUNC COEPI


     NUNC COEPI é uma forma      fidedigna e segura de fazer apostolado.

Partilhe, reenvie para os seus amigos e conhecidos e posso garantir-lhe que fará um "bom trabalho".

Não para si, mas para Deus que tudo merece e tudo agradece.

Milhares de pessoas seguem NUNC COEPI em vários países do mundo inteiro.

O mérito - se houver - é de NUNC COEPI?

Não!

É um dos "misteriosos" e extraordinários modos que o Senhor usa para espalhar a palavra do Reino de Deus.

NUNC COEPI é apenas um pobre instrumento...

António Mexia Alves

Temas para reflectir e meditar

Os olhos da testemunha

Há uns anos publicou-se um livro - que depois foi aproveitado para um filme - ambos de grande êxito - que tinha exactamente o título desta reflexão.
O tema era eminentemente policial: um crime, a investigação, a descoberta de quem tudo sabia por ter testemunhado os acontecimentos.
É um drama mas, o que acho interessante é que não é necessário procurar nos recônditos da imaginação, para compor obra semelhante.

Quantas pessoas se negam a dar testemunho porque pode ser um incómodo?

E quantas outras o não fazem porque ou não lhes diz directamente respeito e usam este subterfúgio para se eximirem de uma responsabilidade?

Sim... tão veĺho como o Evangelho!

Eu? Perguntas-me a mim que não vi nem ouvi?

Como podes pedir-me uma opinião sobre algo de que não sei nada?

Agora? Mas tenho de fazer isto (ou aquilo)!

Ah! Vou pensar no assunto!

E assim são muitas vezes as respostas às nossas iniciativas apostólicas.

As pessoas olham mas não querem ver, ouvem mas não desejam escutar.

É mais prático; poupa muitos incómodos assumir-se claramente como testemunha do que for.

Mas como não se trata de algo exclusivamente pessoal mas si trabalho de e para Deus continuamos sempre com o entusiasmo do primeiro dia.

Ele saberá muito bem o que nos convém fazer e dar-nos-à os meios que possam faltar-nos para o conseguir.


(AMA, reflexão, 28.01.2019)

Evangelho e comentário



TEMPO DE PÁSCOA




Evangelho: Lc 24, 35-48

35 E eles contaram o que lhes tinha acontecido pelo caminho e como Jesus se lhes dera a conhecer, ao partir o pão. 36 Enquanto isto diziam, Jesus apresentou-se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco!» 37 Dominados pelo espanto e cheios de temor, julgavam ver um espírito. 38 Disse-lhes, então: «Porque estais perturbados e porque surgem tais dúvidas nos vossos corações? 39 Vede as minhas mãos e os meus pés: sou Eu mesmo. Tocai-me e olhai que um espírito não tem carne nem ossos, como verificais que Eu tenho.» 40 Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. 41 E como, na sua alegria, não queriam acreditar de assombrados que estavam, Ele perguntou-lhes: «Tendes aí alguma coisa que se coma?» 42 Deram-lhe um bocado de peixe assado; 43 e, tomando-o, comeu diante deles. 44 Depois, disse-lhes: «Estas foram as palavras que vos disse, quando ainda estava convosco: que era necessário que se cumprisse tudo quanto a meu respeito está escrito em Moisés, nos Profetas e nos Salmos.» 45 Abriu-lhes então o entendimento para compreenderem as Escrituras 46 e disse-lhes: «Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e ressuscitar dentre os mortos, ao terceiro dia; 47 que havia de ser anunciada, em seu nome, a conversão para o perdão dos pecados a todos os povos, começando por Jerusalém. 48 Vós sois as testemunhas destas coisas.

Comentário:

Era esta a primeira vez que os discípulos de Jejus tinham contacto com o Corpo Glorioso do Ressuscitado. Ficaram a saber que a Ressurreição não se tratava de um mito, algo indefinido, misterioso.

A Ressurreição de Jesus aconteceu mesmo e, eles, são testemunhas desse facto.

Também puderam entrever as qualidades que todos teremos quando ressuscitarmos dos mortos. Não ocuparemos nem espaço nem lugar e, no entanto, teremos o corpo que tínhamos em vida.

Isto é importante para se perceber que, no Céu, a proximidade de Deus será única porque a Sua Visão encherá por completo toda as nossas capacidades e desejos.

(ama, comentário sobre Lc 24, 35-48, 22.04.2012)

Espírito de mortificação e penitência


O espírito de mortificação, mais do que manifestação de Amor, brota como uma das suas consequências. Se falhas nessas pequenas provas, reconhece-o, fraqueja o teu amor ao Amor. (Sulco, 981)

Penitência, para os pais e, em geral, para os que têm uma missão de dirigir ou de educar é corrigir quando é necessário fazê-lo, de acordo com a natureza do erro e com as condições de quem necessita dessa ajuda, superando subjectivismos néscios e sentimentais.

O espírito de penitência leva a não nos apegarmos desordenadamente a esse esboço monumental dos projectos futuros, no qual já previmos quais serão os nossos traços e pinceladas mestras. Que alegria damos a Deus quando sabemos renunciar aos nossos gatafunhos e pinceladas, e permitimos que seja Ele a acrescentar os traços e cores que mais lhe agradam! (Amigos de Deus, 138)

Leitura espiritual


BUDISMO

A. HISTÓRIA DO BUDA

1. O que é o budismo?

- A palavra budismo vem do buddhi, que significa acordar nesse sentido, o budismo é a filosofia do despertar. O budismo é assim chamado porque o seu fundador era um homem que em algum momento da suas vida se iluminou. – woke - e foi nomeado Buda (que acordou). Os budistas são seguidores de Buda.

2. História de Buda.

- Buda foi um homem nascido em 563 aC. O seu nome era Siddhartha Gautama. Desde tenra idade ele mostrou grande inteligência. De acordo com os costumes da época, ele se casou aos 16 anos. Tinha uma esposa e um filho. Morava no norte da Índia em um ambiente luxuoso. Mas ele viu o sofrimento dos outros, teve uma crise e decidiu sair em busca da verdade. Deixou a sua família e sentou-se aos pés de professores religiosos na sua região. Foi o grande começo. Tinha 29 anos.

Esses professores ensinaram-lhe muitas coisas, mas ninguém sabia a causa do sofrimento e como superar. Após seis anos de estudo, meditação e forte asceta, teve uma experiência em que a ignorância desapareceu e subitamente entendeu. A partir daquele dia foi chamado Buda, o Iluminado. Esta iluminação ocorreu ao pé de uma figueira, que se tornou árvore sagrada do budismo.

Desde então, viajou pelo norte da Índia, ensinando o que havia descoberto. A sua compaixão e paciência eram lendárias e tinha milhares de seguidores. Morreu em 483 AEC, aos oitenta anos de idade, doente, mas feliz e em paz.

3. Buda era um deus?

- Não foi um deus. Buda, não proclamou Deus ou o mensageiro de Deus. Ele foi um homem que aperfeiçoou e ensinou que, se seguirmos seu exemplo, podemos alcançar a perfeição. Antes da iluminação era um iogue e praticava ioga, e então insistia em meditação.

4. Eles adoram Buda no budismo?

- Os budistas não adoram ou fazem oferendas a Buda. Eles não dão adoração, mas admiração e respeito. Como exemplo, considere o significado de alguns símbolos usados ​​no budismo: as estátuas de Buda convidadas a desenvolver paz e amor em nós, o perfume do incenso lembra a influência generalizada da virtude. A lâmpada indica a luz do conhecimento, as flores murcham simbolizam a impermanência, uma reverência expressa gratidão ao Buda por seus ensinamentos. Essa é a natureza do culto budista.


B. PRÁTICA BUDISTA

(Nós começamos a falar sobre prática, porque a teoria é mais complicada).

1. Como é a ética do budismo?

- A ética budista baseia-se nos cinco preceitos: respeito pela vida, não aceita o que não me é dado, corrige o comportamento sexual (que não é prejudicial para os outros nem para mim), não fala de maneira prejudicial (mentira, grosseria, exibição, fofoca, conversa fiada), e não tomar intoxicantes (alterar a mente e ameaçar quebrar os outros preceitos).

2. As Quatro Nobres Verdades.

- No Budismo são nomeadas as seguintes declarações:

Tudo o que existe está sujeito a dor, sofrimento.
A origem do sofrimento é o desejo. (sede, luxúria, ansiedade pela vida).
A dor pode ser excluída (fora desses desejos).
Para extinguir o sofrimento, deve-se seguir a estrada das oito trilhas.