10/11/2017

Hoy el reto del Amor es volver a ser mensaje para los demás

LA FUERZA DEL IMÁN


Estos días hemos estado preparando un lote para un mercadillo con algunos de los artículos que hacemos personalizados: portalápices, imanes, baberos, peluches... Los diseñamos con dibujos y frases con mensaje cristiano, como "La medida del amor es amar sin medida" o "Apuesta por el Amor"... así, el mensaje se cuela en cada rincón de las casas.

Mientas preparábamos los imanes, estuve observando lo frágiles que son (pues están hechos de cerámica), y, sin embargo, con qué fuerza se agarran a las superficies metálicas. Y es que cada imán tiene dos caras: una cara es la parte que muestra el mensaje y otra es la parte imantada.

La parte imantada es la que sujeta toda la pieza, sin embargo, no se adhiere a cualquier superficie. Si pretendes sujetar un imán en un mueble de madera, no se sostendrá, sino que se caerá, y, si se cae, al ser de cerámica, se romperá. Pero, si lo acercas a la superficie adecuada, se agarrará con fuerza y será capaz de mostrar su mensaje.

Así nos pasa a nosotros: cuando nuestro corazón no está pegado a Cristo, nos rompemos, dejamos de saber quién somos, y nuestra vida deja de ser mensaje para los demás. Podemos intentar pegarnos a otras superficies, probando a vivir colgados de cosas o de personas, pero nuestro corazón sólo puede amar libremente cuando nos acercamos a Cristo. Él es nuestro descanso, sólo en Él se sostiene nuestra vida, y sólo Él hace de nosotros un mensaje para los demás.

Hoy el reto del Amor es volver a ser mensaje para los demás. Tu vida sólo recobrará el sentido cuando vuelvas a pegarte a Él. Cristo no anda lejos, está Vivo, ha Resucitado y permanece junto a ti para que puedas volver a apostar por el Amor. Si estás llamado a entregarte como padre de familia, con Él encontrarás la fuerza para amar sin límites; si el mensaje de tu vida es de entrega o de ser portador de la alegría, Él será tu sustento...

Tan sólo necesitas una cosa: acercarte a Él.


VIVE DE CRISTO        

Pequena agenda do cristão

Sexta-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Contenção; alguma privação; ser humilde.


Senhor: Ajuda-me a ser contido, a privar-me de algo por pouco que seja, a ser humilde. Sou formado por este barro duro e seco que é o meu carácter, mas não Te importes, Senhor, não Te importes com este barro que não vale nada. Parte-o, esfrangalha-o nas Tuas mãos amorosas e, estou certo, daí sairá algo que se possa - que Tu possas - aproveitar. Não dês importância à minha prosápia, à minha vaidade, ao meu desejo incontido de protagonismo e evidência. Não sei nada, não posso nada, não tenho nada, não valho nada, não sou absolutamente nada.

Lembrar-me:
Filiação divina.

Ser Teu filho Senhor! De tal modo desejo que esta realidade tome posse de mim, que me entrego totalmente nas Tuas mãos amorosas de Pai misericordioso, e embora não saiba bem para que me queres, para que queres como filho a alguém como eu, entrego-me confiante que me conheces profundamente, com todos os meus defeitos e pequenas virtudes e é assim, e não de outro modo, que me queres ao pé de Ti. Não me afastes, Senhor. Eu sei que Tu não me afastarás nunca. Peço-Te que não permitas que alguma vez, nem por breves instantes, seja eu a afastar-me de Ti.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





09/11/2017

A maior revolução de todos os tempos!

Se nós, os cristãos, vivêssemos realmente de acordo com a nossa fé, far-se-ia a maior revolução de todos os tempos! A eficácia da co-redenção depende também de cada um de nós! Pensa nisto. (Forja, 945)

Sentir-te-ás plenamente responsável quando compreenderes que, perante Deus, só tens deveres. Ele se encarrega de te conceder direitos! (Forja, 946)

Um pensamento te ajudará nos momentos difíceis: quanto mais aumente a minha fidelidade, melhor contribuirei para que os outros cresçam nesta virtude. E é tão atraente sentir-nos apoiados uns pelos outros! (Forja, 948)

Corres o grande perigo de te conformares com viver (ou pensar que deves viver...) como um "bom rapaz", que se hospeda numa casa arrumada, sem problemas, e que não conhece senão a felicidade.


Isso é uma caricatura do lar de Nazaré. Cristo, justamente porque trazia a felicidade e a ordem ao mundo, saiu a propagar esses tesouros entre os homens e mulheres de todos os tempos. (Forja, 952)

Evangelho e comentário

Tempo Comum

Dedicação da Basílica de São João de Latrão

Evangelho: Jo 2, 13-22

13 Estava próxima a Páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. 14 Encontrou no templo os vendedores de bois, ovelhas e pombas, e os cambistas nos seus postos. 15 Então, fazendo um chicote de cordas, expulsou-os a todos do templo com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas dos cambistas pelo chão e derrubou-lhes as mesas; 16 e aos que vendiam pombas, disse-lhes: «Tirai isso daqui. Não façais da Casa de meu Pai uma feira.»17 Os seus discípulos lembraram-se do que está escrito: O zelo da tua casa me devora. 18 Então os judeus intervieram e perguntaram-lhe: «Que sinal nos dás de poderes fazer isto?» 19 Declarou-lhes Jesus, em resposta: «Destruí este templo, e em três dias Eu o levantarei!» 20 Replicaram então os judeus: «Quarenta e seis anos levou este templo a construir, e Tu vais levantá-lo em três dias?» 21 Ele, porém, falava do templo que é o seu corpo. 22 Por isso, quando Jesus ressuscitou dos mortos, os seus discípulos recordaram-se de que Ele o tinha dito e creram na Escritura e nas palavras que tinha proferido.

Comentário:

A Basília de São João de Latrão é a Catedral da Diocese de Roma, portanto, a sede episcopal do Papa.

E precisamente neste dia, a Liturgia apresenta-nos este texto de São João com o objectivo claro se salientar o respeito que é devido à Casa de Deus.

Não interessa se o templo é grandioso – como é o caso – ou uma simples capela perdida num qualquer lugar. É a Casa de Deus!

Se tem reservado o Santíssimo Sacramento – o que é perceptível pela luz de presença acesa junto ao Sacrário – maior deve ser ainda a compostura e respeito.

Entrar num templo como quem entra num monumento qualquer é uma falta grave de ofensa ao “dono da casa”.

Mal comparando, suponhamos que alguém a quem franqueamos a porta da nossa casa, entrasse por ali dentro sem sequer nos cumprimentar!

Seguramente, acharíamos esse comportamento inadmissível e esse visitante não seria bem-vindo.


(AMA, comentário sobre Jo 2, 13-22, 18.07.2017)

Reflectindo

Confissões – 8 [i]

Agradecimento

Poucos ou muitos, notáveis ou de escasso relevo os talentos recebi-os todos - absolutamente - de Deus.

Deu-mos gratuitamente sem qualquer mérito da minha parte mas, na Sua Sabedoria Infinita, terá encontrado uma razão para o fazer.

Não me custa adivinhar essa razão: estes talentos são os que Ele acha que necessito para levar a cabo os Seus planos a meu respeito
.
Sem eles como faria, atreveria a fazer o que devo: cumprir em tudo a Sua Vontade Santa.

Por isso tenho de estar grato, muito grato e tudo fazer para não "desiludir" o meu Senhor.


(AMA, reflexões, 2017)




[i] [i] Completados setenta e sete anos de vida - duas semanas - resolvo-me a um exame tentando empenhadamente encontrar o que urge corrigir, alterar, emendar.
Sem fantasias, mas com humildade e sentido prático, não o que deveria e gostaria de fazer, mas, antes o que posso.
Sobretudo tendo a noção que por mim mesmo nada conseguirei, mas com a Tua ajuda sim. Então poderei amar-te mais é melhor.

Temas para meditar

A força do Silêncio, 27

(…)

São Tiago compara a língua ao leme de um barco, um pequeno pedaço de madeira que permite dirigir toda a embarcação.
O homem que tem tento na língua controla a sua vida tal como o marinheiro controla o navio.
Pelo contrário, o homem que fala de mais é um barco à deriva.
Com efeito, a tagarelice, essa tendência doentia para exteriorizar todos os tesouros da alma expondo-os a propósito e a despropósito, é bastante nociva para a vida espiritual.
O seu movimento parte na direcção inversa da vida espiritual que se interioriza e aprofunda incessantemente para se aproximar de Deus.
Conduzido para o exterior por uma necessidade de dizer tudo, o falador fica longe de Deus e de qualquer actividade profunda.
A sua vida passa toda pelos seus lábios e corre em fluxos de palavras que transportam os frutos dada vez mais pobres do seu pensamento e da sua alma.
Porque ele já não tem tempo nem vontade para se recolher, pensar, viver profundamente.
Pela agitação que cria à sua volta, impede os outros no trabalho e o recolhimento fecundos.
Superficial e vão, o falador é um ser perigoso.
O hábito, tão difundido, de testemunhar em público as graças divinas concedidas nas profundezas mais secretas do homem, expõe à superficialidade, à autoavaliação da amizade interior de Deus, e à vaidade.


CARDEAL ROBERT SARAH

La lucha contra la pobreza

Pobreza

Uno no puede por menos de preguntarse dónde están las obras de caridad de esos partidos que tanto presumen de que están con el pueblo y con los pobres, y que en realidad, como se ha visto con el clamoroso fracaso económico de los países marxistas, para lo único que valen es para fabricar pobres.

Cuando cayó el Muro de Berlín, leí una frase que me impactó: “El hombre, ese maravilloso animal al que le gusta la libertad”. Leyendo Misericordia et Misera me encuentro con estas frases del Papa Francisco: “La nostalgia que muchos sienten de volver a la casa del Padre, que está esperando su regreso, está provocada también por el testimonio sincero y generoso que algunos dan de la ternura divina"... "Por su misma naturaleza, la misericordia se hace visible y tangible en una acción concreta y dinámica”, que “crece continuamente y transforma la vida”... “Aunque no lleguen a ser noticia, existen muchos signos concretos de bondad y ternura dirigidos a los más pequeños e indefensos, a los que están más solos y abandonados”, y es que, parafraseando la frase anterior, el hombre, es "ese maravilloso animal al que le gusta el Bien”, especialmente si cuenta con el fundamento de la fe en Cristo.

Efectivamente, los creyentes muchas veces vivimos acomplejados y ante tópicos como “muchas veces los que van a misa son peores que los que no van”. Creo que lo mejor es plantar directamente cara y no acobardarse. Así, ante esa afirmación, o esta otra “¿Qué hace la Iglesia por los pobres?”, respondo, como respondí a un individuo que me hizo esta pregunta en una charla: “Dirijo mi pregunta a Vd. y a todo el público: ‘Cíteme una institución que haga más por los pobres que la Iglesia Católica’”. La respuesta fue, como es lógico, un silencio clamoroso.

Y es que, en efecto, hay muchas personas que encarnan realmente la caridad y llevan continuamente la solidaridad a los más pobres y necesitados. Por supuesto, como católico, me siento tremendamente orgulloso de la labor en los países del Tercer Mundo de los misioneros católicos. Un amigo mío me comentó que estuvo visitando unas escuelas en una de las regiones más pobres del mundo, en el norte de Kenia, y que la religiosa ecuatoriana que las llevaba le dijo: “Si no fuese por las escuelas, que les damos dos comidas diarias, calculo que dos tercios de estos niños estarían muertos”. Y es que para salir de la pobreza el primer paso que hay que dar es dar de comer al hambriento y el segundo y más decisivo se llama educar y enseñar al ignorante.

Recuerdo en este punto una controversia que vi en la BBC entre una locutora empeñada en que para luchar contra la pobreza había que favorecer el aborto y una médico nigeriana que le decía que ella había salido de la pobreza gracias a la educación. Para salir de la pobreza se necesita, comida, educación, trabajo y buenos gobiernos. Con el aborto ciertamente no se ayuda a la víctima de él, pero tampoco a quien lo realiza, víctima también de sus efectos secundarios.

En este punto recuerdo que cuando los socialistas alemanes llegaron al poder por primera vez tras la guerra, se plantearon si seguir dejando la Beneficencia a cargo de las Iglesias católica y protestantes, o que se encargase el Estado. Como no eran tontos, pronto llegaron a un acuerdo e incluso publicaron una Nota que decía: “El Estado alemán no tiene dinero suficiente para hacer lo que con muy poco dinero hacen las Iglesias”. Y es que hay muchos que cooperan simplemente movidos por ideales cristianos y con frecuencia con mayor honradez que cuando son organismos públicos.

Recuerdo en este punto lo que decía un político izquierdista honrado cuando se hablaba de ayudar o no a las ONG, tanto religiosas como civiles y políticas: “Es que de las vuestras nos fiamos, de las nuestras no”. Y es que en este punto uno no puede por menos de preguntarse dónde están las obras de caridad de esos partidos que tanto presumen de que están con el pueblo y con los pobres, y que en realidad, como se ha visto con el clamoroso fracaso económico de los países marxistas, para lo único que valen es para fabricar pobres, pues son absolutamente inútiles para ayudar a la gente a salir de la pobreza, pero, eso sí, con una enorme capacidad para enriquecer a la clase dirigente. Nunca se me olvidará lo que nos dijo nuestra guía turística en Moscú: “Moscú es la tercera ciudad del mundo en multimillonarios”. Y es que sólo con valores humanos es muy difícil hacer algo por los demás.


Pedro Trevijano

Pequena agenda do cristão

Quinta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Participar na Santa Missa.


Senhor, vendo-me tal como sou, nada, absolutamente, tenho esta percepção da grandeza que me está reservada dentro de momentos: Receber o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade do Rei e Senhor do Universo.
O meu coração palpita de alegria, confiança e amor. Alegria por ser convidado, confiança em que saberei esforçar-me por merecer o convite e amor sem limites pela caridade que me fazes. Aqui me tens, tal como sou e não como gostaria e deveria ser.
Não sou digno, não sou digno, não sou digno! Sei porém, que a uma palavra Tua a minha dignidade de filho e irmão me dará o direito a receber-te tal como Tu mesmo quiseste que fosse. Aqui me tens, Senhor. Convidaste-me e eu vim.


Lembrar-me:
Comunhões espirituais.


Senhor, eu quisera receber-vos com aquela pureza, humildade e devoção com que Vos recebeu Vossa Santíssima Mãe, com o espírito e fervor dos Santos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?






08/11/2017

Temos de meditar na vida de Jesus

Esses minutos diários de leitura do Novo Testamento que te aconselhei (metendo-te e participando no conteúdo de cada cena, como um protagonista mais) são para que encarnes, para que "cumpras" o Evangelho na tua vida... e para "fazê-lo cumprir". (Sulco, 672)

Para ser ipse Christus é preciso mirar-se Nele. Não basta ter-se uma ideia geral do espírito que Jesus viveu; é preciso aprender com Ele pormenores e atitudes. É preciso contemplar a sua vida, sobretudo para daí tirar força, luz, serenidade, paz.


Quando se ama alguém, deseja-se conhecer toda a sua vida, o seu carácter, para nos identificarmos com essa pessoa. Por isso temos de meditar na vida de Jesus, desde o Seu nascimento num presépio até à Sua morte e à Sua Ressurreição. Nos primeiros anos do meu labor sacerdotal costumava oferecer exemplares do Evangelho ou livros onde se narra a vida de Jesus, porque é necessário que a conheçamos bem, que a tenhamos inteira na mente e no coração, de modo que, em qualquer momento, sem necessidade de nenhum livro, cerrando os olhos, possamos contemplá-la como um filme; de forma que, nas mais diversas situações da nossa vida, acudam à memória as palavras e os actos do Senhor. (Cristo que passa, 107)

Reflectindo

Confissões – 7 [i]


Espinho na carne 

Mas a minha falta paciência vai ao ponto de não a ter para comigo mesmo.

Parece um disparate - mas não é - pelo contrário é bem real de tal forma, que por vezes, penso como é possível, por exemplo, O Senhor ter paciência comigo quando eu próprio não a tenho.

São os defeitos e fraquezas que constantemente me assediam reduzindo a pó os meus esforços de melhoria; são os desejos de ter e a insatisfação de não conseguir o que quero ou desejo; a vontade de fazer outra coisa qualquer que não seja aquela que devo fazer.

São também os julgamentos íntimos, as "avaliações" do que os outros fazem ou dizem; são as "feridas" abertas na impecabilidade do meu comportamento.

É... tenho de viver com isto!

É, de facto, um espinho na minha carne.

(AMA, reflexões, 2017)




[i] [i] Completados setenta e sete anos de vida - duas semanas - resolvo-me a um exame tentando empenhadamente encontrar o que urge corrigir, alterar, emendar.
Sem fantasias, mas com humildade e sentido prático, não o que deveria e gostaria de fazer, mas, antes o que posso.
Sobretudo tendo a noção que por mim mesmo nada conseguirei, mas com a Tua ajuda sim. Então poderei amar-te mais é melhor.

Temas para meditar

A força do Silêncio, 26

O Rei Salomão pede a Deus para ser um homem silencioso, isto é um verdadeiro filho de Deus.
Ele não quer riqueza, nem glória, nem vitória sobre o inimigo, mas um coração que escute.
Num movimento inverso, o mundo moderno transforma aquele que escuta num ser inferior.
Com uma arrogância funesta, a modernidade exalta o ho embriagado de imagens slogans barulhentos, matando o homem interior.


CARDEAL ROBERT SARAH

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Lc 14, 25-33

25 Seguiam com ele grandes multidões; e Jesus, voltando-se para elas, disse-lhes: 26 «Se alguém vem ter comigo e não me tem mais amor que ao seu pai, à sua mãe, à sua esposa, aos seus filhos, aos seus irmãos, às suas irmãs e até à própria vida, não pode ser meu discípulo. 27 Quem não tomar a sua cruz para me seguir não pode ser meu discípulo. 28 Quem dentre vós, querendo construir uma torre, não se senta primeiro para calcular a despesa e ver se tem com que a concluir? 29 Não suceda que, depois de assentar os alicerces, não a podendo acabar, todos os que virem comecem a troçar dele, 30 dizendo: ‘Este homem começou a construir e não pôde acabar.’ 31 Ou qual é o rei que parte para a guerra contra outro rei e não se senta primeiro para examinar se lhe é possível com dez mil homens opor-se àquele que vem contra ele com vinte mil? 32 Se não pode, estando o outro ainda longe, manda-lhe embaixadores a pedir a paz. 33 Assim, qualquer de vós, que não renunciar a tudo o que possui, não pode ser meu discípulo.»

Comentário:

Jesus enumera as condições necessárias aos que O querem seguir.

Mas, podem resumir-se numa apenas:

Jesus Cristo está em primeiro lugar, em tudo, mas, sobretudo no amor.

Todos os outros amores, por honestos, belos, sinceros, naturais que possam ser, têm de subordinar-se ao amor por Cristo.

Não há outra opção.

Mas, atenção, o Senhor não faz comparações declara incompatibilidade com esses outros amores, bem ao contrário, eles tornam-nos mais dignos e capazes de poder amar mais e melhor, o Nosso Senhor Jesus Cristo.


(AMA, comentário sobre Lc 14, 25-33, 18.07.2017)

A Falta de Cultura Ética da Nossa Civilização

Creio que o exagero da atitude puramente intelectual, orientando, muitas vezes, a nossa educação, em ordem exclusiva ao real e à prática, contribuiu para pôr em perigo os valores éticos. Não penso propriamente nos perigos que o progresso técnico trouxe directamente aos homens, mas antes no excesso e confusão de considerações humanas recíprocas, assentes num pensamento essencialmente orientado pelos interesses práticos que vem embotando as relações humanas.
O aperfeiçoamento moral e estético é um objectivo a que a arte, mais do que a ciência, deve dedicar os seus esforços. É certo que a compreensão do próximo é de grande importância. Essa compreensão, porém, só pode ser fecunda quando acompanhada do sentimento de que é preciso saber compartilhar a alegria e a dor. Cultivar estes importantes motores de acção é o que compete à religião, depois de libertada da superstição. Nesse sentido, a religião toma um papel importante na educação, papel este que só em casos raros e pouco sistematicamente se tem tomado em consideração.
O terrível problema magno da situação política mundial é devido em grande parte àquela falta da nossa civilização. Sem «cultura ética», não há salvação para os homens.


Albert Einstein, in 'Como Vejo o Mundo'

Tratado da vida de Cristo 181

Questão 58: De Cristo sentado à direita do Pai

Art. 3 — Se estar sentado à direita do Pai convém a Cristo enquanto homem.

O terceiro discute-se assim. — Parece que estar sentado à direita do Pai não convém a Cristo enquanto homem.

1. — Pois, como diz Damasceno, chamamos direita do Pai à glória e às honras da divindade. Ora, a glória e as honras da divindade não convêm a Cristo enquanto homem. Logo parece que Cristo, enquanto homem, não está sentado à direita do Pai.

2. Demais. — O facto de estar sentado à direita de quem reina parece que exclui a sujeição; porque o sentado à direita de quem reina de certo modo reina com ele. Ora, Cristo enquanto homem, está sujeito ao Pai, segundo o Apóstolo. Logo, parece que Cristo, enquanto homem, não está sentado à direita do Pai.

3. Demais. — O sobre que disse o Apóstolo - Que está à mão direita de Deus, diz a Glosa: isto é, igual ao Pai pela honra em virtude da qual o Pai é Deus; ou, à direita do Pai, isto é, participante dos mais elevados dons de Deus. E àquele outro lugar: Está sentado à direita da majestade nas alturas, comenta: isto é, como tendo a igualdade com o Pai. acima de todos os seres, pelo lugar e pela dignidade. Ora, ser igual a Deus não convém a Cristo enquanto homem, pois nessa qualidade, ele próprio o disse: O Pai é maior do que eu. Logo, parece que estar sentado à direita do Pai não convém a Cristo enquanto homem.

Mas, em contrário, diz Agostinho: Pela direita entendei o poder que tinha Cristo, recebido de Deus, pelo qual virá a julgar, ele que viera para ser julgado.

Como dissemos pela direita do Pai entende-se ou a própria glória de Cristo, ou a sua bem-aventurança eterna, ou o seu poder judiciário e real. Pois a preposição - a - designa de certo modo o acesso à direita, o que implica a conveniência com uma certa distinção, como se disse. O que pode ser de três modos. — Primeiro, sendo a conveniência da natureza e a distinção da pessoa. E assim, Cristo, como Filho de Deus está sentado à direita do Pai porque tem a mesma natureza que ele. Donde, a conveniência e a distinção referidas cabem essencialmente tanto ao Filho como ao Pai. E isso é o Filho ter a igualdade com o Pai. — De outro modo, pela graça da união; e esta implica, ao inverso, a distinção de natureza e a unidade de pessoa. E, por aí, Cristo, enquanto homem, é o Filho de Deus e, por consequência, está sentado à direita do Pai; mas de modo que a expressão enquanto não designe a condição da natureza, mas a unidade do suposto como já expusemos. — Em terceiro sentido, o referido acesso pode ser entendido segundo a graça habitual, mais abundante em Cristo que em todas as demais criaturas por a humana de Cristo natureza, ter em si mesma maior beatitude que a das outras criaturas: e por ter ainda sobre todas o poder real e judiciário.

Assim, pois, a expressão enquanto, designando a condição da natureza, Cristo, enquanto Deus, está sentado à direita do Pai, isto é, tem igualdade com o Pai. Mas, enquanto homem, está sentado à direita do Pai, isto é, participa dos bens paternos mais elevados que os de todas as criaturas, isto é, tem uma beatitude maior e exerce o poder judiciário. Se, porém — enquanto — designa a unidade de suposto, então também, enquanto homem, está sentado à direita do Pai, pela igualdade de honras, isto é, enquanto que na nossa veneração atribuímos as mesmas honras ao Filho de Deus e à natureza assumida como dissemos.

DONDE A RESPOSTA À PRIMEIRA OBJECÇÃO. — A humanidade de Cristo, segundo as condições da sua natureza, não tem a glória ou as honras da divindade; tem-nas, porém, em razão da pessoa a que está unida. Por isso Damasceno acrescenta no mesmo lugar: Dela, isto é, da glória da divindade, o Filho de Deus frui, antes de todos os séculos, enquanto Deus; e, com a sua carne glorificada, está sentado à dextra do Pai com quem é consubstancial. Assim, todas as criaturas lhe atribuem a mesma adoração, como Deus e homem.

RESPOSTA À SEGUNDA. — Cristo, enquanto homem está sujeito ao Pai, designando - enquanto - a condição da natureza. E, assim não lhe cabe estar sentado à direita do Pai, por uma razão de igualdade que, como homem, não lhe assiste. Mas, cabe-lhe estar sentado à direita do Pai, entendendo-se por isso a excelência de beatitude e o seu poder judiciário sobre todas as criaturas.

RESPOSTA À TERCEIRA. — Fruir da igualdade com o Pai não convém à natureza humana de Cristo em si mesma, senão só à pessoa assumente. Mas, participar dos dons mais elevados de Deus, enquanto excedentes às demais criaturas, isso pode-o a natureza assumida, em si
mesma.

Nota: Revisão da versão portuguesa por ama.



Perguntas e respostas

A CONFISSÃO

1. Que efeitos produz o pecado?

Resumindo o que se diz no tema sobre o pecado, os efeitos do pecado são dois:
Inclinação da vontade para o mal cometido.


Afastamento de Deus. 

Esta separação do Senhor pode ser menor - pecados veniais ou leves -ou chegar à perda da vida sobrenatural e da graça - pecados graves ou mortais-.

Hoy el reto del amor es que valores los dones que Él te regala

PLANIFICACIÓN NOCTURNA


Hoy es un día muy especial: ¡¡es el cumpleaños de Joane!!

En todas las fiestas, ella siempre organiza juegos con los que nos habla del Señor y nos hace reír a todas.

Hoy queríamos que fuese ella la que disfrutase de un juego. Como la inspiración nos esquivaba y se acercaba la hora de ir a dormir, quedamos en volver a reunirnos en unos minutos.

Me fui a lavarme los dientes. ¡No se me ocurría nada que se pudiese organizar en tan poco tiempo!

Justo entonces Joane se puso en el otro lavabo.

"¡Perfecto!", pensé, "¡Seguro que a ella se le ocurre un juego, voy a preguntarle!"

Menos mal que el Señor me frenó a tiempo...

-Es que... ¡cada uno tiene sus dones! -comentó Israel cuando después le compartí lo que me había pasado.

Entonces caímos en la cuenta.

Efectivamente, a cada uno Cristo nos ha regalado unos dones particulares. Son dones que no son para nosotros, sino para poner al servicio de la comunidad. Y, si todos ponemos los dones al común, ¡se multiplican!

Pero, ¡ay!, el problema está cuando, en vez de potenciar nuestros dones... queremos tener los dones del hermano. Requiere mucho esfuerzo, perdemos energías... y es posible que no salga, como nos pasó a nosotras con el juego.

Vimos que el Señor nos estaba indicando el camino: ¡poner a trabajar cada uno sus dones!

Israel ha preparado una canción con la guitarra, Lety ha hecho una pintura, y yo... ¡me he puesto a escribir! (Y, por supuesto, contamos con tu oración 😉

Cada uno con sus dones, pero todos con un mismo mensaje: ¡felicidades, Joane! ¡Eres un regalo del Señor!

Hoy el reto del amor es que valores los dones que Él te regala y regala a los que tienes a tu alrededor. Te invito a que, en tu oración, le des gracias por los dones que admiras en los demás, y que le pidas a Cristo que te ilumine para descubrir los dones que ha puesto en ti. Y, con tu don en las manos, ¡ponlo al servicio de los demás! Escuchar, hacer reír, cocinar... puestos al común, ¡los dones se multiplican! ¡Feliz día!


VIVE DE CRISTO

Pequena agenda do cristão

Quarta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)






Propósito:

Simplicidade e modéstia.


Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.


Lembrar-me:
Do meu Anjo da Guarda.


Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.

Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?







07/11/2017

Orar é o caminho para atalhar todos os males.

Orar é o caminho para atalhar todos os males que padecemos. (Forja, 76)

A oração – recorda-o – não consiste em fazer discursos bonitos, frases grandiloquentes ou que consolem...
Oração é, às vezes, um olhar a uma imagem de Nosso Senhor ou de sua Mãe; outras, um pedido com palavras; outras, o oferecimento das boas obras, dos resultados da fidelidade...
Como o soldado que está de guarda, assim temos de estar nós à porta de Deus Nosso Senhor: e isso é oração. Ou como se deita o cãozinho aos pés do seu dono.
Não te importes de lho dizer: Senhor, aqui me tens como um cão fiel; ou melhor, como um burrinho que não dá coices a quem lhe quer bem. (Forja, 73)

A tua oração não pode ficar em meras palavras: há-de ter realidades e consequências práticas. (Forja, 75)

Como o soldado que está de guarda, assim temos de estar nós à porta de Deus Nosso Senhor: e isso é oração. Ou como se deita o cãozinho aos pés do seu dono.

A heroicidade, a santidade, a audácia requerem uma constante preparação espiritual. Darás sempre, aos outros, só aquilo que tiveres; e, para dares Deus, hás-de ter intimidade com Ele, viver a sua Vida, servi-Lo. (Forja, 78)