10/08/2017

Pequena agenda do cristão

Quinta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Participar na Santa Missa.


Senhor, vendo-me tal como sou, nada, absolutamente, tenho esta percepção da grandeza que me está reservada dentro de momentos: Receber o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade do Rei e Senhor do Universo.
O meu coração palpita de alegria, confiança e amor. Alegria por ser convidado, confiança em que saberei esforçar-me por merecer o convite e amor sem limites pela caridade que me fazes. Aqui me tens, tal como sou e não como gostaria e deveria ser.
Não sou digno, não sou digno, não sou digno! Sei porém, que a uma palavra Tua a minha dignidade de filho e irmão me dará o direito a receber-te tal como Tu mesmo quiseste que fosse. Aqui me tens, Senhor. Convidaste-me e eu vim.


Lembrar-me:
Comunhões espirituais.


Senhor, eu quisera receber-vos com aquela pureza, humildade e devoção com que Vos recebeu Vossa Santíssima Mãe, com o espírito e fervor dos Santos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?








Fátima: Centenário - Vida de Maria - 52



Centenário das aparições da Santíssima 

Virgem em Fátima


Apresentação de Jesus no Templo



A voz dos Padres

«Simeão não tinha ido ao templo por casualidade, mas movido pelo Espírito Santo: todos os que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus [i]. O Espírito Santo levou-o ao templo. Também tu, se queres abraçar Jesus e tê-lo entre as tuas mãos, se desejas tornar-te digno de ser libertado da prisão, põe todo o teu esforço em ser dirigido pelo Espírito e em vir ao templo de Deus. Agora encontras-te no templo do Senhor Jesus, ou seja, na Sua Igreja; é este o templo construído com pedras vivas [ii]. Mas tu estás no templo do Senhor quando a tua vida e os teus costumes são dignos do nome que designa a Igreja. Se vens ao templo movido pelo Espírito, encontrarás Jesus Menino, acolhê-Lo-ás nos teus braços e dirás: agora, Senhor, podes levar em paz deste mundo o teu servo, segundo a Tua palavra [iii]».

Orígenes (séc. III), Tratado sobre o Evangelho de São Lucas 15, 1-5.




[i] Rm 8, 14
[ii] 1 Pd 2, 5
[iii] Lc 2, 29

09/08/2017

Publicações em 09 Agosto

Aprendei a fazer o bem

Quando estiveres com uma pessoa, tens de ver nela uma alma: uma alma que é preciso ajudar, que é preciso compreender, com quem é preciso conviver e que é preciso salvar. (Forja, 573)

Agrada-me citar umas palavras que o Espírito Santo nos comunica pela boca do profeta Isaías: discite benefacere, aprendei a fazer o bem. (...)

A caridade para com o próximo é uma manifestação do amor a Deus. Por isso, ao esforçarmo-nos por melhorar nesta virtude, não podemos fixar nenhum limite. Com o Senhor, a única medida é amar sem medida, pois, por um lado jamais chegaremos a agradecer suficientemente o que Ele tem feito por nós e, por outro, assim se revela o mesmo amor de Deus às suas criaturas: com excesso, sem cálculo, sem fronteiras.


A misericórdia não se limita a uma simples atitude de compaixão; a misericórdia identifica-se com a superabundância da caridade que, ao mesmo tempo, traz consigo a superabundância da justiça. Misericórdia significa manter o coração em carne viva, humana e divinamente repassado por um amor rijo, sacrificado e generoso. (Amigos de Deus, 232)

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Mt 25, 1-13

1 «O Reino do Céu será semelhante a dez virgens que, tomando as suas candeias, saíram ao encontro do noivo. 2 Ora, cinco delas eram insensatas e cinco prudentes. 3 As insensatas, ao tomarem as suas candeias, não levaram azeite consigo; 4enquanto as prudentes, com as suas candeias, levaram azeite nas almotolias. 5 Como o noivo demorava, começaram a dormitar e adormeceram. 6 A meio da noite, ouviu-se um brado: ‘Aí vem o noivo, ide ao seu encontro!’ 7 Todas aquelas virgens despertaram, então, e aprontaram as candeias. 8 As insensatas disseram às prudentes: ‘Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas candeias estão a apagar-se.’ 9 Mas as prudentes responderam: ‘Não, talvez não chegue para nós e para vós. Ide, antes, aos vendedores e comprai-o.’ 10 Mas, enquanto foram comprá-lo, chegou o noivo; as que estavam prontas entraram com ele para a sala das núpcias, e fechou-se a porta. 11 Mais tarde, chegaram as outras virgens e disseram: ‘Senhor, senhor, abre-nos a porta!’ 12 Mas ele respondeu: ‘Em verdade vos digo: Não vos conheço.’ 13 Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora.»

Comentário:

Porque é que o Senhor não me conhece?
Só por ter chegado um pouco tarde ao encontro!
Bom, mas, eu, estive de facto à espera, bastante tempo, tanto que se me acabou o azeite e tive de ir comprá-lo!

O Senhor não tem isto em conta?

Não se trata de o Senhor querer ou não querer conhecer-me.
Eu é que me exclui do Seu convívio porque abandonei a “espera” e, quando Ele entrou, não estava ali para entrar com Ele.
Tive um motivo para o fazer, de facto… mas, O Senhor não tem nada a ver com isso, ou tem?
Ele chega, abre-se a porta e, quem está à espera, preparado, entra no gozo do seu Senhor.

Que não sei nem o dia nem a hora!

Pois não, por isso tenho de estar preparado SEMPRE!

(AMA, comentário sobre Mt 25, 1-13, 09.08.2010)









Cruz rasgada na pedra

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Esta fotografia, tirada a semana passada no Castelo da Sortelha, fez-me lembrar a perseverança e o testemunho da fé.

“Rasgada” na pedra, ali está a Cruz de Cristo ao longo de tantas centenas de anos a afirmar a cristandade, o ser cristão, o dar testemunho de Cristo.

O meu coração não é de pedra, e por isso tantas vezes a cruz nele inscrita pelo amor de Cristo, é esquecida por mim próprio, e sobretudo, “esquece-se” o meu coração  de dar testemunho desse mesmo amor.

Claro que não quero um coração de pedra, um coração que não sinta, nem se deixe mover pelo amor, mas quero sim um coração de carne, onde a Cruz de Cristo, prova constante do Seu eterno amor por mim, por nós, esteja “rasgada” de tal forma, que nunca eu a possa esquecer, e sobretudo que todos a possam ver como testemunho da fé e do amor que em mim o Senhor derramou, para mim, mas sobretudo para dar e me dar aos outros.


Marinha Grande, 7 de Agosto de 2017
Joaquim Mexia Alves
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Hoy el reto del Amor es escuchar qué es lo que el otro necesita de mi

LO QUE EL OTRO NECESITA

El otro día vi a una hermana haciendo un escrito. Me acerqué a ella para darle ánimos, y, al mirar su trabajo, vi que se podría maquetar el texto. Como estoy aprendiendo sobre maquetación, me saltó en seguida, y pensé que podría quedar "más profesional".

Así que le dije que, si quería, yo podía maquetarle el texto. Ella, muy amablemente, me dijo que no me preocupara, que era una cosa sencilla y no hacía falta.

En un primer momento me surgió pensar: "Pero, ¿por qué? Si quedaría mucho más bonito y con una buena presentación..." Sin embargo, respondí que genial y me marché.

Pensé que lo mejor sería ir a entregárselo al Señor y ya está. Así que me subí al Oratorio y, de rodillas, le entregué mis razones. Muy pronto me vino esta frase: "No es lo que yo puedo dar, sino lo que el otro necesite de mí". Es decir, no se trata de darme a los demás con lo que yo sé hacer o según yo creo mejor, sino que se trata de escuchar lo que ellos necesitan realmente.

Aquella frase me llenó de Paz, me di cuenta de que era verdad, de que a mí me ocurre igual con los demás.

Un rato mas tarde, se me acercó esta misma hermana diciéndome que las impresoras estaban locas, y que si, por favor, podía ayudarla a imprimir el documento.

Desde dentro guiñé al Señor dándole gracias, y me fui encantada a echarle una mano.

Cristo quiere que vivamos desde el Amor, no del amor propio, sino de un Amor que respeta, que da libertad al otro, que genera confianza y comunidad. Si la persona que tienes a tu lado siente tu respeto, se acercará a ti con confianza, sabiendo que siempre la acogerás.

Hoy el reto del Amor es escuchar qué es lo que el otro necesita de mí. Pídele al Señor que ponga en marcha unas campanillas que te avisen cuando el hermano necesite de ti. Déjate llevar por Él, y no por tus razonamientos o por tu forma de hacer las cosas. Descubrirás un mundo nuevo que lleva al amor desde un respeto profundo, desde saber que todos somos necesarios aunque nadie es imprescindible.


VIVE DE CRISTO

Pequena agenda do cristão

Quarta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)






Propósito:

Simplicidade e modéstia.


Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.


Lembrar-me:
Do meu Anjo da Guarda.


Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.

Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?









Fátima: Centenário - Vida de Maria - 51



Centenário das aparições da Santíssima 

Virgem em Fátima


Apresentação de Jesus no Templo



A voz dos Padres

«Do mesmo modo que a Mãe de Deus e Virgem intacta susteve nos seus braços a Luz verdadeira e a entregou aos que jaziam nas trevas, também nós, iluminados com a Sua luz, e sustendo nas nossas mãos a luz que a todos ilumina, apressemo-nos a sair ao encontro d’Aquele que é a Luz verdadeira.

Assim, verdadeiramente veio a luz ao mundo [i] e iluminou este mundo rodeado de trevas; e visitou-nos o Sol que vem do alto e iluminou os que se encontravam nas trevas [ii]. É este o nosso mistério. Por isso caminhamos segurando os círios, para significar a Luz que nos iluminou e o esplendor futuro que esperamos receber d’Ele. Corramos todos juntos ao encontro de Deus.

Veio a luz verdadeira que ilumina todo o homem [iii]; portanto, irmãos, deixemo-nos iluminar. Que todos sejamos participantes do seu resplendor; que ninguém, encobrindo o seu resplendor, permaneça na noite, mas que todos, resplandecentes e iluminados, vamos ao seu encontro para receber, juntamente com o velho Simeão, aquela Luz clara e sempiterna. E todos, participando da alegria do ancião, entoemos um cântico de acção de graças ao Pai da luz, que nos enviou a Luz verdadeira, eliminou as trevas e nos fez a todos resplandecentes.

Também nós vimos por Ele o teu Salvador, que apresentaste diante de todos os povos [iv], a quem manifestaste para glória do novo Israel e sem dilação fomos libertados do antigo pecado, do mesmo modo que Simeão, uma vez que tendo visto Cristo, foi libertado das ataduras da vida presente.

Também nós abraçámos a Cristo com a fé que nos vem de Belém; fomos constituídos Povo de Deus, os que antes éramos gentios; vimos com os nossos olhos Deus feito carne e, aceite nos braços do nosso espírito a presença visível de Deus, somos o novo Israel».

São Sofrónio de Jerusalém (séc. VII), Discurso III na Apresentação do Senhor.




[i] Jo 3, 19
[ii] cfr. Lc 1, 78-79
[iii] Jo 1, 9
[iv]  Lc 2, 30-31

08/08/2017

Publicações em 08 Agosto

Um grande Amor te espera no Céu

Cada vez estou mais persuadido: a felicidade do Céu é para os que sabem ser felizes na terra. (Forja, 1005)

Escrevias: "'simile est regnum caelorum', o Reino dos Céus é semelhante a um tesouro... Esta passagem do Santo Evangelho caiu na minha alma lançando raízes. Tinha-a lido tantas vezes, sem captar o seu âmago, o seu sabor divino".

Tudo..., tudo há-de vender o homem prudente, para conseguir o tesouro, a pérola preciosa da Glória! (Forja, 993)

Pensa quão grato é a Deus Nosso Senhor o incenso que se queima em sua honra; pensa também no pouco que valem as coisas da terra, que mal começam logo acabam...

Pelo contrário, um grande Amor te espera no Céu: sem traições, sem enganos: todo o amor, toda a beleza, toda a grandeza, toda a ciência...! E sem enfastiar: saciar-te-á sem saciar. (Forja, 995)

Não há melhor senhorio que saber-se ao serviço: ao serviço voluntário de todas as almas!


É assim que se ganham as grandes honras: as da terra e as do Céu. (Forja, 1045)

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Mt 14, 22-36

22 Depois, Jesus obrigou os discípulos a embarcar e a ir adiante para a outra margem, enquanto Ele despedia as multidões. 23 Logo que as despediu, subiu a um monte para orar na solidão. E, chegada a noite, estava ali só. 24 O barco encontrava-se já a várias centenas de metros da terra, açoitado pelas ondas, pois o vento era contrário. 25 De madrugada, Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar. 26Ao verem-no caminhar sobre o mar, os discípulos assustaram-se e disseram: «É um fantasma!» E gritaram com medo. 27 No mesmo instante, Jesus falou-lhes, dizendo: «Tranquilizai-vos! Sou Eu! Não temais!» 28 Pedro respondeu-lhe: «Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo sobre as águas.» 29 «Vem» - disse-lhe Jesus. E Pedro, descendo do barco, caminhou sobre as águas para ir ter com Jesus. 30 Mas, sentindo a violência do vento, teve medo e, começando a ir ao fundo, gritou: «Salva-me, Senhor!» 31 Imediatamente Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e disse-lhe: «Homem de pouca fé, porque duvidaste?» 32 E, quando entraram no barco, o vento amainou. 33 Os que se encontravam no barco prostraram-se diante de Jesus, dizendo: «Tu és, realmente, o Filho de Deus!» 34 Após a travessia, pisaram terra em Genesaré. 35 Ao reconhecerem-no, os habitantes daquele lugar espalharam a notícia por toda a região. Trouxeram-lhe todos os doentes, 36suplicando-lhe que, ao menos, os deixasse tocar na orla do seu manto. E todos aqueles que a tocaram, ficaram curados.


Comentário:

Este como que lamento de Jesus «homem de pouca fé, porque duvidaste?» fica-nos gravado na alma de forma indelével.

Este como que lamento de Jesus «homem de pouca fé, porque duvidaste?» fica-nos gravado na alma de forma indelével.
Também nós, tantas vezes, duvidamos que Ele pode tudo e, se nos convida a segui-lo, não obstante o “pouca coisa” que somos e as dificuldades que possamos encontrar, a Sua assistência, nunca nos faltará.

Ele convida quem quer para O seguir mais de perto e, quem é convidado não tem que interrogar-se o porquê do convite porque não sabemos os planos que Ele terá a nosso respeito.

Coisas grandes ou de escasso relevo, mas, certamente, importantes ou não faria o convite.

Não sei, não sirvo, não sou digno, não tenho capacidade… tudo isto são razões sem razão porque, Ele, se convida, sabe.

Aceitemos sem medo, ouvindo-O dizer como neste episódio que o Evangelista relata «Tranquilizai-vos! Sou Eu! Não temais!».

E, acrescentando, comigo estarás sempre a salvo, seguro e no caminho certo!


(AMA, comentário sobre Mt 14, 22-36, 09.05.2017)

Reflexão para férias

No Verão, muitos partem para outros locais em busca de descanso e recuperação.

Ainda bem!

O pior e que, alguns, “deixam Cristo em casa”, isto é, também a prática da fé fica de férias.

Não pode ser!

Um cristão tem de dar o exemplo - sempre - e, considerar, que talvez as férias sejam uma ocasião soberana para o fazer e, também, apostolado a sério, consistente.

‘A que Missa vão no Domingo?’

Esta, uma pergunta apostólica que urge fazer e, claro, ter a informação pronta para dar:

‘As missas no Domingo, são em tal parte e a tais horas.

Eu vou esta, porque não vamos juntos?’



Fátima: Centenário - Vida de Maria - 50



Centenário das aparições da Santíssima 

Virgem em Fátima


Apresentação de Jesus no Templo



A voz do Magistério

«As palavras do velho Simeão, anunciando a Maria a Sua participação na missão salvífica do Messias, põem em evidência o papel da mulher no mistério da redenção. Com efeito, Maria é não só uma pessoa individual, mas também a «filha de Sião», a mulher nova que, ao lado do Redentor, partilha a Sua paixão e gera no Espírito os filhos de Deus. Essa realidade é expressa pela imagem popular das «sete espadas» que trespassam o coração de Maria. Essa representação evidencia o profundo vínculo que existe entre a mãe, que se identifica com a filha de Sião e com a Igreja, e o destino de sofrimento do Verbo encarnado.

Ao entregar o Filho, há pouco recebido de Deus, para O consagrar à Sua missão de salvação, Maria entrega-se também a si mesma a essa missão. Trata-se de um gesto de participação interior, que não só é fruto do natural afecto materno, mas exprime sobretudo o consentimento da mulher nova à obra redentora de Cristo.

Na sua intervenção, Simeão indica a finalidade do sacrifício de Jesus e do sofrimento de Maria: estes acontecerão «a fim de se revelarem os pensamentos de muitos corações» [i]. Jesus «sinal de contradição» [ii] que envolve a mãe no Seu sofrimento, conduzirá os homens a tomar posição relativamente a Ele, convidando-os a uma decisão fundamental. Ele, com efeito, «está aqui para queda e ressurgimento de muitos em Israel» [iii].

Maria está, pois, unida ao Seu divino Filho com vista à obra da salvação. Existe certamente o perigo de queda para quem rejeita Cristo, mas um efeito maravilhoso da redenção é a levantar de muitos. Este simples anúncio acende uma grande esperança nos corações, aos quais já testemunha o fruto do sacrifício.

Pondo sob o olhar da Virgem estas perspectivas da salvação antes da oferta ritual, Simeão parece sugerir a Maria que ela cumpra este gesto para contribuir no resgate da humanidade. De facto, ele não fala com José nem de José: as suas palavras dirigem-se a Maria, que ele associa ao destino do Filho (…).

A conclusão do episódio da apresentação de Jesus no templo parece confirmar o significado e o valor da presença feminina na economia da salvação. O encontro com uma mulher, Ana, conclui estes momentos singulares, nos quais o Antigo Testamento quase se entrega ao Novo».

João Paulo II (séc. XX), Discurso na audiência geral, 8-I-1997




[i] Lc . 2, 35
[ii] Lc 2, 34
[iii] Lc 2, 34

¿Somos «cristianos de salón» o «apóstoles»?

Dar la vida, no sólo opiniones

En el jueves en que la Iglesia celebra la solemnidad de los apóstoles Pedro y Pablo por lo que el Papa Francisco ha presidido la misa que se ha celebrado en la Plaza de San Pedro acompañado de los cinco nuevos cardenales que creó este miércoles.

Como hace en muchas de sus homilías, el Santo Padre centró su predicación a raíz de tres palabras, en este caso: confesión, persecución y oración.


El Papa comenzó su homilía asegurando que “de poco sirve conocer los artículos de la fe si no se confiesa a Jesús como Señor de la propia vida”.

Tal y como recoge Aciprensa, Francisco añadió: “Preguntémonos si somos cristianos de salón, de esos que comentan cómo van las cosas en la Iglesia y en el mundo, o si somos apóstoles en camino, que confiesan a Jesús con la vida porque lo llevan en el corazón”.

De este modo, explicó que “quien confiesa a Jesús sabe que no ha de dar sólo opiniones, sino la vida; sabe que no puede creer con tibieza, sino que está llamado a ‘arder’ por amor; sabe que en la vida no puede conformarse con ‘vivir al día’ o acomodarse en el bienestar, sino que tiene que correr el riesgo de ir mar adentro, renovando cada día el don de sí mismo”.

La persecución silenciada en la actualidad
Sobre la palabra persecución, el Papa dijo a los miles de personas presentes en la celebración que “no fueron sólo Pedro y Pablo los que derramaron su sangre por Cristo, sino que desde los comienzos toda la comunidad fue perseguida, como nos lo ha recordado el libro de los Hechos de los Apóstoles”.

“Incluso hoy en día, en varias partes del mundo, a veces en un clima de silencio –un silencio con frecuencia cómplice–, muchos cristianos son marginados, calumniados, discriminados, víctimas de una violencia incluso mortal, a menudo sin que los que podrían hacer que se respetaran sus sacrosantos derechos hagan nada para impedirlo”, agregó.

Francisco recordó que el cristiano está llamado a “soportar el mal” que significa “no sólo tener paciencia y continuar con resignación”, sino que “soportar es imitar a Jesús: es cargar el peso, cargarlo sobre los hombros por él y por los demás”. “Es aceptar la cruz, avanzando con confianza porque no estamos solos: el Señor crucificado y resucitado está con nosotros”.

Pablo vivió "corriendo"
Sobre el apóstol San Pablo, el Papa comentó que “su comportamiento en la noble batalla fue únicamente no vivir para sí mismo, sino para Jesús y para los demás. Vivió ‘corriendo’, es decir, sin escatimar esfuerzos, más bien consumándose. Una cosa dice que conservó: no la salud, sino la fe, es decir la confesión de Cristo”.

“Por amor a Jesús experimentó las pruebas, las humillaciones y los sufrimientos, que no se deben nunca buscar, sino aceptarse. Y así, en el misterio del sufrimiento ofrecido por amor, en este misterio que muchos hermanos perseguidos, pobres y enfermos encarnan también hoy, brilla el poder salvador de la cruz de Jesús”.

La oración es el "agua indispensable"
Sobre la oración, dijo que “es el agua indispensable que alimenta la esperanza y hace crecer la confianza”. “La oración nos hace sentir amados y nos permite amar. Nos hace ir adelante en los momentos más oscuros, porque enciende la luz de Dios. En la Iglesia, la oración es la que nos sostiene a todos y nos ayuda a superar las pruebas”.

De esta manera, “una Iglesia que reza está protegida por el Señor y camina acompañada por él. Orar es encomendarle el camino, para que nos proteja. La oración es la fuerza que nos une y nos sostiene, es el remedio contra el aislamiento y la autosuficiencia que llevan a la muerte espiritual. Porque el Espíritu de vida no sopla si no se ora y sin oración no se abrirán las cárceles interiores que nos mantienen prisioneros”.

“Qué urgente es que en la Iglesia haya maestros de oración, pero que sean ante todo hombres y mujeres de oración, que viven la oración”, indicó.


REL

Pequena agenda do cristão


TeRÇa-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Aplicação no trabalho.

Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.

Lembrar-me:
Os que estão sem trabalho.

Senhor, lembra-te de tantos e tantas que procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes esperança e confiança.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?