Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
06/07/2017
Fátima: Centenário - Oração diária
Senhora de Fátima:
Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.
Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.
Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.
Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:
“Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.
Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.
AMA, Fevereiro, 2017
Fátima: Centenário - Oração Jubilar de Consagração
Salve, Mãe do Senhor,
Virgem Maria, Rainha do Rosário de Fátima!
Bendita entre todas as mulheres,
és a imagem da Igreja vestida da luz pascal,
és a honra do nosso povo,
és o triunfo sobre a marca do mal.
Profecia do Amor misericordioso do Pai,
Mestra do Anúncio da Boa-Nova do Filho,
Sinal do Fogo ardente do Espírito Santo,
ensina-nos, neste vale de alegrias e dores,
as verdades eternas que o Pai revela aos pequeninos.
Mostra-nos a força do teu manto protector.
No teu Imaculado Coração,
sê o refúgio dos pecadores
e o caminho que conduz até Deus.
Unido/a aos meus irmãos,
na Fé, na Esperança e no Amor,
a ti me entrego.
Unido/a aos meus irmãos, por ti, a Deus me consagro,
ó Virgem do Rosário de Fátima.
E, enfim, envolvido/a na Luz que das tuas mãos nos vem,
darei glória ao Senhor pelos séculos dos séculos.
Ámen.
Ele é bom..., e Ele ama-te
Penas? Contradições por aquele acontecimento ou outro qualquer?...
Não vês que é o que o teu Pai-Deus que o quer..., e Ele é bom..., e Ele ama-te
– a ti só! – mais que todas as mães do mundo juntas podem amar os seus filhos? (Forja, 929)
Mas não esqueçamos que estar com Jesus é seguramente encontrar-se
com a sua Cruz. Quando nos abandonamos nas mãos de Deus, é frequente que Ele
permita que saboreemos a dor, a solidão, as contradições, as calúnias, as
difamações, os escárnios, por dentro e por fora: porque quer conformar-nos à
Sua imagem e semelhança e permite também que nos chamem loucos e que nos tomem
por néscios.
É a altura de amar a mortificação passiva que vem – oculta, ou
descarada e insolente – quando não a esperamos. Chegam a ferir as ovelhas com
as pedras que deviam atirar-se aos lobos: quem segue Cristo experimenta na
própria carne que aqueles que o deviam amar se comportam com ele de uma maneira
que vai da desconfiança à hostilidade, da suspeita ao ódio. Olham-no com
receio, como um mentiroso, porque não acreditam que possa haver relação pessoal
com Deus, vida interior; em contrapartida, com o ateu e com o indiferente,
geralmente rebeldes e desavergonhados, desfazem-se em amabilidades e
compreensão.
E talvez Nosso Senhor permita que o Seu discípulo se veja atacado
com a arma, que nunca é honrosa para aquele que a empunha, das injúrias
pessoais; com lugares comuns, fruto tendencioso e delituoso de uma propaganda
massificada e mentirosa... Porque o bom gosto e a cortesia não são coisas muito
comuns.
Assim vai Jesus esculpindo as almas dos Seus, sem deixar de lhes
dar interiormente serenidade e alegria, porque eles entendem muito bem que –
com cem mentiras juntas – os demónios não são capazes de fazer uma verdade: e
grava nas suas vidas a convicção de que só se sentirão bem quando renunciarem à
comodidade. (Amigos de Deus, 301)
Pequena agenda do cristão
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Participar na Santa Missa.
Senhor, vendo-me tal como sou, nada, absolutamente, tenho esta percepção da grandeza que me está reservada dentro de momentos: Receber o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade do Rei e Senhor do Universo.
O meu coração palpita de alegria, confiança e amor. Alegria por ser convidado, confiança em que saberei esforçar-me por merecer o convite e amor sem limites pela caridade que me fazes. Aqui me tens, tal como sou e não como gostaria e deveria ser.
Não sou digno, não sou digno, não sou digno! Sei porém, que a uma palavra Tua a minha dignidade de filho e irmão me dará o direito a receber-te tal como Tu mesmo quiseste que fosse. Aqui me tens, Senhor. Convidaste-me e eu vim.
Lembrar-me:
Comunhões espirituais.
Senhor, eu quisera receber-vos com aquela pureza, humildade e devoção com que Vos recebeu Vossa Santíssima Mãe, com o espírito e fervor dos Santos.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
Fátima: Centenário - Vida de Maria - 17
A
VOZ DO MAGISTÉRIO
«Olhai para Maria, formosa
como a lua, pulchra ut luna. É uma
forma de expressar a sua excelsa beleza. Que formosa deve ser a Virgem! Quantas
vezes nos impressionaram a beleza de uma face de anjo, o encanto do sorriso de
uma criança, o fascínio de um olhar puro! Certamente, no rosto da Sua própria
Mãe, Deus recolheu todos os resplendores da sua arte divina. O olhar de Maria!
O sorriso de Maria! A doçura de Maria! A majestade de Maria, Rainha do Céu e da
terra! Do mesmo modo que a lua brilha no céu escuro, assim também a formosura
de Maria se distingue sobre todas as formosuras, que parecem sombras junto
d’Ela. Maria é a mais formosa de todas as criaturas. Não é apenas a beleza
natural que se reflecte naquele rosto. Deus revestiu a sua alma com a plenitude
das suas riquezas por um milagre da sua omnipotência e fez passar para o olhar
de Maria algo da sua dignidade sobrenatural e divina. Uma centelha da beleza de
Deus brilha nos olhos de sua Mãe».
«Mas a Igreja não compara
Maria apenas à lua; servindo-se também da Sagrada Escritura [i],
usa uma imagem mais intensa e exclama: Tu és, Maria, electa ut sol, eleita como o sol! A luz do sol tem uma grande
diferença da lua: é luz que aquece e vivifica. A lua brilha sobre os grandes
glaciares do Pólo, mas o glaciar permanece compacto e infecundo, como
permanecem as trevas e perdura o gelo nas noites lunares do Inverno. A luz da
lua não tem calor, não leva a vida. Fonte de luz e de calor e de vida é o sol.
Pois bem, Maria, que tem a beleza da lua, brilha também como um sol e irradia
um calor vivificante. Falando d’Ela, falando-lhe a Ela, não esqueçamos que é
verdadeiramente nossa Mãe; porque através d’Ela recebemos a vida divina. Ela
deu-nos Jesus e com Jesus a própria Fonte da graça. Maria é medianeira e
distribuidora de todas as graças».
«Electa ut sol. Sob a luz e o calor do sol as plantas florescem
sobre a terra e dão o seu fruto; Sob o influxo e a ajuda deste sol que é Maria,
os bons pensamentos frutificam nas almas. Talvez neste momento já estejais
inundados do encanto que emana da Virgem Imaculada, Mãe da divina graça,
medianeira de todas as graças, por ser Rainha do mundo».
«Voltai a percorrer,
queridos filhos e filhas, a história da vossa vida. Não vedes um tecido de
graças de Deus? Então podeis pensar: nestas graças entrou Maria. As flores
despontaram e os frutos amadureceram na minha vida graças ao calor desta
Senhora, eleita como o sol».
PIO
XII (século XX), Mensagem radiofónica na abertura do Ano Mariano, 8-XII-1953.
05/07/2017
Diálogos com o Senhor Deus (15)
.Senhor,
de dentro de mim vem esta vontade de escrever, de colocar no papel aquilo que
sinto por Ti, ou apenas conversar e ouvir-Te, mas parece que estou “seco”,
frio, sem pensamentos ordenados que expressem o que vivo.
Tens-Me
procurado na Eucaristia, Joaquim?
Oh,
Senhor, não tanto como preciso, não tanto como devo, não tanto como Te amo!
E,
no entanto, tens-me ali, a dois passos de tua casa, não é verdade?
Sim,
Senhor, é verdade! Conta-se por segundos o tempo que posso demorar a chegar a
Ti, na Eucaristia.
Lembras-te
do esforço, dos perigos que tantos correm, nos lugares onde são perseguidos,
para chegar até Mim na Eucaristia?
Mais
uma vez é verdade, Senhor! E eu sem nada que temer, nem caminhos de risco para
percorrer!
Meu
filho, aqueles que amam precisam de se procurar, de se encontrar, de se
entregar, para cada vez mais conhecerem e fortalecerem o amor que os une.
Eu,
meu filho, amo-te incondicionalmente, mas tu, fraco como és humanamente,
precisas de Me procurar, de Me encontrar, em todo o tempo e espaço, mas
sobretudo na Eucaristia, para melhor Me conheceres, sentires, viveres e assim
melhor Me amares, para com o meu amor melhor poderes amar os outros.
Baixo
a minha cabeça, o meu olhar para Ti, Senhor, porque a minha preguiça me
envergonha!
Hoje
recomeço, porque em Ti, tudo é sempre novo!
Obrigado,
Senhor!
Monte
Real, 30 de Junho de 2017
Joaquim Mexia Alves
.
Labels:
JMA (Diálogos com o Senhor Deus)
«Mãe, ensina-me a ser nada, para que Cristo seja tudo em mim».
Oração que um dia o Espírito Santo quis colocar no meu coração e me esforço para que seja verdade na minha vida.
Epístolas de São Paulo – 103
3. RECAPITULAÇÃO: O
SACRIFÍCIO DE CRISTO SUPERIOR AO DE MOISÉS (10,1-18)
Ineficácia dos
sacrifícios antigos
- 1 Possuindo apenas a sombra dos bens futuros e não a
expressão própria das coisas, a Lei nunca pode conduzir à perfeição aqueles que
participam nos sacrifícios que se oferecem constantemente cada ano. 2 Não se
teria porventura deixado de os oferecer, se os que prestam culto, purificados
de uma vez por todas, já não tivessem consciência de algum pecado? 3 Pelo
contrário, com esses sacrifícios, recordam-se anualmente os pecados, 4 uma vez
que é impossível que o sangue dos touros e dos bodes apague os pecados. 5 Por
isso, ao entrar no mundo, Cristo diz: Tu não quiseste sacrifício nem oferenda,
mas preparaste-me um corpo. 6 Não te agradaram holocaustos nem sacrifícios pelos
pecados. 7 Então, Eu disse: Eis que venho - como está escrito no livro a meu
respeito - para fazer, ó Deus, a tua vontade. 8 Disse primeiro: Não quiseste nem
te agradaram sacrifícios, oferendas e holocaustos pelos pecados - e, no
entanto, eram oferecidos segundo a Lei. 9 Disse em seguida: Eis que venho para
fazer a tua vontade. Suprime, assim, o primeiro culto, para instaurar o
segundo. 10 E foi por essa vontade que nós fomos santificados, pela oferta do
corpo de Jesus Cristo, feita uma vez para sempre.
Fátima: Centenário - Oração diária
Senhora de Fátima:
Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.
Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.
Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.
Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:
“Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.
Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.
AMA, Fevereiro, 2017
Evangelho e Comentário
Evangelho:
Mt 8, 28-34
28 Chegado à outra margem, à região dos
gadarenos, vieram ao seu encontro dois possessos, que habitavam nos sepulcros.
Eram tão ferozes que ninguém podia passar por aquele caminho. 29 Vendo-o,
disseram em alta voz: «Que tens a ver connosco, Filho de Deus? Vieste aqui
atormentar-nos antes do tempo?» 30 Ora, andava a pouca distância dali, a pastar,
uma grande vara de porcos. 31 E os demónios pediram-lhe: «Se nos expulsas,
manda-nos para a vara de porcos.» 32 Disse-lhes Jesus: «Ide!» Então, eles,
saindo, entraram nos porcos, que se despenharam por um precipício, no mar, e
morreram nas águas. 33 Os guardas fugiram e, indo à cidade, contaram tudo o que
se tinha passado com os possessos. 34 Toda a cidade saiu ao encontro de Jesus e,
vendo-o, rogaram-lhe que se retirasse daquela região.
Comentário:
O demónio não tem outro
objectivo senão fazer o mal.
Ao pedirem a Jesus que os
enviasse para a vara dos porcos, precipitando-se no mar, como que quiseram
demonstrar que os gadarenos não acreditavam em Jesus Cristo, dando maior
importância aos bens materiais que à vida humana.
E o Senhor não sabia o que
iria acontecer?
Evidentemente que sim, Ele
sabe tudo, mas não podia permitir que acreditassem nele pela confissão do
demónio que é o pai da mentira.
(AMA,
comentário sobre Mt 8, 28-34, 13.03.2017)
Reflectindo - 265
Que tema tão difícil e fácil, ao mesmo tempo!
Difícil porque não sei como descrever a alegria a não
ser a das pequenas coisas do dia a dia que enchem o coração e animam o
espírito.
Coisas de escassa importância, mas que juntas ganham
vulto.
Fácil porque para escrever esta reflexão tenho de
estar alegre.
Aqui temos, portanto, a alegria:
Um calor no coração, que não apaga a dor, mas a
arrefece, deixa para trás o ressentimento e traz o amor.
No fim e ao cabo, estar alegre é amar.
Alegria é Amor!
AMA, reflexões, 07.01.2017
Segui-lo-ás em tudo o que te pedir
Se de verdade desejas que o teu coração reaja de um modo seguro,
aconselho-te que te metas numa Chaga de Nosso Senhor: assim terás intimidade
com Ele, pegar-te-ás a Ele, sentirás palpitar o seu Coração... e segui-lo-ás em
tudo o que te pedir. (Forja,
755)
Quem cultiva uma teologia incerta e uma moral relaxada, sem
freios; quem pratica, a seu capricho, uma liturgia duvidosa, com uma disciplina
de hippies e um governo irresponsável, não é de admirar que propague contra os
que só falam de Jesus Cristo invejas, suspeitas, acusações falsas, ofensas,
maus tratos, humilhações, intrigas e vexames de todo o género.
Quando admiramos e amamos deveras a Santíssima Humanidade de
Jesus, descobrimos, uma a uma, as suas Chagas. E nesses tempos de expiação
passiva, penosos, fortes, de lágrimas doces e amargas que procuramos esconder,
sentiremos necessidade de nos meter dentro de cada uma daquelas Feridas
Santíssimas: para nos purificarmos, para nos enchermos de alegria com esse
Sangue redentor, para nos fortalecermos. Recorreremos a elas como as pombas
que, no dizer da Escritura, se escondem nos buracos das rochas na hora da
tempestade. Escondemo-nos nesse refúgio, para encontrar a intimidade de Cristo:
e veremos que o seu modo de conversar é aprazível e o seu rosto formoso, porque
os que sabem que a sua voz é suave e grata, são os que receberam a graça do
Evangelho, que os faz dizer: Tu tens palavras de vida eterna.
Não pensemos que, nesta senda da contemplação, as paixões se calam
definitivamente. Enganar-nos-íamos se supuséssemos que a ânsia de procurar
Cristo, a realidade do seu encontro e do seu convívio e a doçura do seu amor
nos tornavam pessoas impecáveis. Embora não lhes falte experiência disso,
deixem-me, no entanto, recordá-lo. O inimigo de Deus e do homem, Satanás, não
se dá por vencido, não descansa. E assedia-nos, mesmo quando a alma arde
inflamada no amor de Deus. Sabe que nessa altura a queda é mais difícil, mas
que – se conseguir que a criatura ofenda o seu Senhor, ainda que seja em pouco
– poderá lançar naquela consciência a grave tentação do desespero. (Amigos de Deus, nn. 301–303)
Pequena agenda do cristão
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Simplicidade e modéstia.
Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.
Lembrar-me:
Do meu Anjo da Guarda.
Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.
Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
Fátima: Centenário - Vida de Maria - 16
Centenário das aparições da Santíssima
Virgem em Fátima
Virgem em Fátima
Natividade
A VOZ DO MAGISTÉRIO
«A Sagrada Escritura do
Antigo e Novo Testamento e a venerável Tradição apresentam de modo progressivo,
até nos mostrarem claramente, o papel da Mãe do Salvador na economia da
salvação. Os livros do Antigo Testamento descrevem a história da salvação na
qual se vai preparando lentamente a vinda de Cristo ao mundo.
Esses antigos documentos,
tais como são lidos na Igreja e interpretados à luz da plena revelação
ulterior, vão pondo cada vez mais em evidência a figura duma mulher, a Mãe do
Redentor. A esta luz, Maria encontra-se já profeticamente presente na promessa
da vitória sobre a serpente [i],
feita aos nossos primeiros pais caídos no pecado.
Ela é, igualmente, a Virgem
que conceberá e dará à luz um Filho, cujo nome será Emanuel [ii]. É
a primeira entre os humildes e pobres do Senhor, que confiadamente esperam e
recebem a salvação de Deus. Com ela, enfim, Filha excelsa de Sião, passada a
longa espera da promessa, cumprem-se os tempos e inaugura-se a nova economia da
salvação, quando o Filho de Deus dela recebeu a natureza humana, para libertar
o homem do pecado pelo mistério da sua encarnação».
Concílio
Vaticano II, Const. dogm. Lumen gentium,
n. 55.
04/07/2017
Senhor, socorre-me.
Sinais inequívocos da verdadeira Cruz de Cristo: a serenidade, um
profundo sentimento de paz, um amor disposto a qualquer sacrifício, uma
eficácia grande, que dimana do próprio Lado de Jesus, e sempre – de modo
evidente – a alegria: uma alegria que procede de saber que, quem se entrega de
verdade, está junto da Cruz e, por conseguinte, junto de Nosso Senhor. (Forja, 772)
Aconselharei a quem quiser aprender com a experiência de um pobre
sacerdote que não pretende falar senão de Deus, que, quando a carne tentar
recobrar os seus foros perdidos, ou a soberba – que é pior – se revoltar e se
encabritar, correr a abrigar-se nessas divinas fendas abertas no Corpo de
Cristo pelos cravos que O seguraram à Cruz e pela lança que atravessou o Seu
peito. Vamos como nos comover mais; derramemos nas Chagas de Nosso Senhor todo
esse amor humano... e esse amor divino. Que isto é desejar a união, sentir-se
irmão de Cristo, ser seu consanguíneo, filho da mesma Mãe, porque foi Ela que
nos levou até Jesus.
Afã de adoração, ânsias de desagravo com sossegada suavidade e com
sofrimento. Far-se-á vida na nossa vida a afirmação de Jesus: aquele que não
toma a sua cruz para me seguir, não é digno de mim. E Nosso Senhor
manifesta-se-nos cada vez mais exigente, pede-nos reparação e penitência, até
nos fazer experimentar o fervoroso desejo de querer viver para Deus, pregado na
cruz juntamente com Cristo. Mas guardamos este tesouro em vasos de barro frágil
e quebradiço, para que se reconheça que a grandeza do poder que se vê em nós é
de Deus e não nossa.
Vemo-nos acossados por toda a espécie de atribulações e nem por
isso perdemos o ânimo; encontramo-nos em grandes apuros, mas não desesperados,
ou sem recursos; somos perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não
inteiramente perdidos: trazemos sempre no nosso corpo por toda a parte a
mortificação de Jesus.
Parece-nos, além disso, que Nosso Senhor não nos escuta, que
andamos enganados, que só se ouve o monólogo da nossa voz. Encontramo-nos como
se não tivéssemos apoio na terra e fossemos abandonados pelo Céu. No entanto, é
verdadeiro e prático o nosso horror ao pecado, mesmo ao pecado venial. Com a
obstinação da Cananeia, prostramo-nos rendidamente como ela, que O adorou,
implorando: Senhor, socorre-me. E desaparece a obscuridade, superada pela luz
do Amor. (Amigos de Deus, nn. 303–304)
Fátima: Centenário - Oração Jubilar de Consagração
Salve, Mãe do Senhor,
Virgem Maria, Rainha do Rosário de Fátima!
Bendita entre todas as mulheres,
és a imagem da Igreja vestida da luz pascal,
és a honra do nosso povo,
és o triunfo sobre a marca do mal.
Profecia do Amor misericordioso do Pai,
Mestra do Anúncio da Boa-Nova do Filho,
Sinal do Fogo ardente do Espírito Santo,
ensina-nos, neste vale de alegrias e dores,
as verdades eternas que o Pai revela aos pequeninos.
Mostra-nos a força do teu manto protector.
No teu Imaculado Coração,
sê o refúgio dos pecadores
e o caminho que conduz até Deus.
Unido/a aos meus irmãos,
na Fé, na Esperança e no Amor,
a ti me entrego.
Unido/a aos meus irmãos, por ti, a Deus me consagro,
ó Virgem do Rosário de Fátima.
E, enfim, envolvido/a na Luz que das tuas mãos nos vem,
darei glória ao Senhor pelos séculos dos séculos.
Ámen.
Evangelho e Comentário
Santa Isabel – Rainha de Portugal
Evangelho:
Mt 8, 23-27
23 Depois
subiu para o barco e os discípulos seguiram-no. 24 Levantou-se, então, no mar,
uma tempestade tão violenta, que as ondas cobriam o barco; entretanto, Jesus
dormia. 25 Aproximando-se dele, os discípulos despertaram-no, dizendo-lhe:
«Senhor, salva-nos, que perecemos!» 26 Disse-lhes Ele: «Porque temeis, homens de
pouca fé?» Então, levantando-se, falou imperiosamente aos ventos e ao mar, e
sobreveio uma grande calma. 27 Os homens, admirados, diziam: «Quem é este, a
quem até o vento e o mar obedecem?»
Comentário:
A resposta de Jesus aos
discípulos aterrados com a procela tem toda a razão de ser.
Talvez pudesse acrescentar:
‘Eu não estou aqui convosco?
Como podeis temer?’
Mas, como se vê pelo texto
eles não tinham, ainda fé suficiente no Senhor.
Por isso ficam admirados com
o poder do Senhor.
Nós, também, não temos nada
a temer porque se o Senhor está connosco, na nossa alma em graça, nada –
absolutamente – nos poderá fazer mal.
Confiar na Sua Infinita
Misericórdia SEMPRE, mesmo quando parece que está ausente, desinteressado ou a
dormir.
(AMA,
comentário sobre Mt 8, 23-27, 13.03.2017)
Subscrever:
Mensagens (Atom)









