17/02/2012

Evangelho do dia e comentário













T. Comum – VI Semana


Evangelho: Mc 8, 34; 9, 1

34 Depois, chamando a Si o povo com os Seus discípulos, disse-lhes: «Se alguém quer seguir-Me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me.
9 1E dizia-lhes: «Em verdade vos digo que alguns dos que aqui se encontram não morrerão sem terem visto antes o reino de Deus vir com poder».

Comentário:

Porque temos cruz?

Esta pergunta, que talvez nos façamos, tem a sua resposta neste trecho do Evangelho.

De facto, Jesus Cristo ao fazer-se igual a nós em tudo excepto no pecado, quis que a Cruz fizesse parte fundamental da Sua vida e, de facto, a que carregou aos ombros e na qual deu a própria vida, era a nossa cruz, a cruz de toda a humanidade.
Assim, homem e cruz são inseparáveis, porque, desde Adão, as consequências do pecado carregam os nossos ombros.

(ama, comentário sobre Mc 8, 34 - 9, 1, 2011.02.18)

Deus não aceita o que é mal feito

Textos de São Josemaria Escrivá

É difícil gritar ao ouvido de cada um, com um trabalho silencioso, através do pleno cumprimento das nossas obrigações de cidadãos, para depois exigir os nossos direitos e colocá-los ao serviço da Igreja e da sociedade. É difícil... mas é muito eficaz. (Sulco, 300)

Começar é de muitos; acabar, de poucos. Nós, que procuramos comportar-nos como filhos de Deus, temos de estar entre os segundos. não o esqueçais: só as tarefas terminadas com amor, bem acabadas, merecem aquele aplauso do Senhor, que se lê na Sagrada Escritura: é melhor o fim de uma obra do que o seu princípio.
Muitos cristãos perderam a convicção de que a integridade de Vida, pedida pelo Senhor aos seus filhos, exige um cuidado autêntico ao realizarem as tarefas pessoais, que têm de santificar, sem descurarem inclusivamente os pormenores mais pequenos.
Não podemos oferecer ao Senhor uma coisa que, dentro das pobres limitações humanas, não seja perfeita, sem defeitos e realizada com toda a atenção, mesmo nos aspectos mais insignificantes, porque Deus não aceita o que é mal feito. Não oferecereis nada que tenha defeito, porque não seria aceite favoravelmente, adverte-nos a Escritura Santa. Por isso, o trabalho de cada um de nós, esse trabalho que ocupa as nossas jornadas e as nossas energias, há-de ser uma oferenda digna do Criador, operatio Dei, trabalho de Deus e para Deus. Numa palavra, uma tarefa bem cumprida e impecável.
Se reparardes, entre os muitos elogios que fizeram de Jesus aqueles que puderam contemplar a sua vida, há um que, de certo modo, compreende todos os outros. Refiro-me àquela exclamação, cheia de sinais de assombro e de entusiasmo, que a multidão repetia espontaneamente ao presenciar, atónita, os seus milagres: bene omnia fecit, tudo tem feito admiravelmente bem: os grandes prodígios e as coisas comezinhas, quotidianas, que não deslumbraram ninguém, mas que Cristo realizou com a plenitude de quem é perfectus Deus, perfectus Homo, perfeito Deus e perfeito homem. (Amigos de Deus, 55–56)


© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

Quem perde sua vida

Quem perde sua vida a encontra - Adriana

selecção JMA

16/02/2012

Leitura Espiritual para 16 Fev 2012

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.



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Fenómenos sobrenaturais 8

Fenómenos de ordem corporal

Os estigmas.

Trata-se de chagas ou feridas, visíveis ou invisíveis, que concordam com as de Jesus Cristo na Paixão. Podem ser várias ou só uma. [1]



DIANA R. GARCIA B., trad AMA.


[1] Nota de ama: S. Francisco de Assis, S. Padre Pio

A dignidade humana 8

Conta, Peso e Medida
DIGNIDADE E UTILIZAÇÃO

O que é utilizar? 


Utilizar é empregar algo para conseguir um fim. 


Utiliza-se um martelo para pregar um prego. 


Usa-se um cão para vigiar uma casa, etc.





Ideasrapidas, trad AMA

Evangelho do dia e comentário













T. Comum – VI Semana


Evangelho: Mc 8, 27-33

27 Saiu Jesus com os Seus discípulos pelas aldeias de Cesareia de Filipe. Pelo caminho, interrogou os discípulos: «Quem dizem os homens que Eu sou?». 28 Eles responderam-Lhe: «Uns dizem que João Baptista, outros que Elias, e outros que algum dos profetas». 29 Então perguntou-lhes: «E vós quem dizeis que Eu sou?». Pedro respondeu: «Tu és o Cristo».30 Então Jesus ordenou-lhes severamente que não dissessem isto d'Ele a ninguém. 31 E começou a ensinar-lhes que era necessário que o Filho do Homem padecesse muito, que fosse rejeitado pelos anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas, que fosse morto, e que ressuscitasse depois de três dias. 32 E falava destas coisas claramente. Pedro, tomando-O à parte, começou a repreendê-l'O. 33 Mas Jesus, voltando-Se e olhando para os Seus discípulos, repreendeu Pedro, dizendo: «Retira-te daqui, Satanás, que não aprecias as coisas de Deus, mas sim as dos homens».

Comentário:

Estas palavras de Pedro, só possíveis pela inspiração do Espírito Santo, ressoam no coração de todos os que, um dia, se encontraram com Cristo e O reconheceram como o Filho Verdadeiro de Deus Verdadeiro.
Muitos destes não puderam mais que segui-lo conformando as suas vidas com a vida do próprio Cristo.

Quem dera fossem a maior parte porque, alguns, infelizmente, acharam o caminho, difícil, incómodo, agreste e desistiram.

São dignos de pena porque por três ou quatro coisas de escassa importância, rejeitaram a alegria e consolação que, verdadeiramente sentem, os que se abrem a Cristo e O seguem de perto.

Sim...de perto que é a única forma de O seguir e a garantia de não O perder.

(ama, Meditação sobre Mc 8, 27-33, 2011.02.17)

Renova a alegria de lutar

Textos de São Josemaria Escrivá

Em certos momentos angustia-te um princípio de desânimo, que mata todo o teu entusiasmo, e que mal consegues vencer à força de actos de esperança. Não importa; é a melhor hora de pedir mais graça a Deus, e avante! Renova a alegria de lutar, ainda que percas uma escaramuça. (Sulco, 77)

Com monótona cadência sai da boca de muitos o ritornello já tão vulgar, de que a esperança é a última coisa que se perde; como se a esperança fosse um apoio para continuarmos a deambular sem complicações, sem inquietações de consciência; ou como se fosse um expediente que permite adiar sine die a oportuna rectificação do procedimento, a luta para alcançar metas nobres e, sobretudo, o fim supremo de nos unirmos com Deus.
Eu diria que esse é o caminho para confundir a esperança com a comodidade. No fundo, não há ânsias de conseguir um verdadeiro bem, nem espiritual, nem material legítimo; a mais alta pretensão de alguns reduz-se a evitar o que poderia alterar a tranquilidade – aparente – de uma existência medíocre. Com uma alma tímida, acanhada, preguiçosa, a criatura enche-se de egoísmos subtis e conforma-se com o facto de os dias, os anos decorrerem sine spe nec metu, sem aspirações que exijam esforço, sem os perigos da peleja: o que importa é evitar o risco do desaire e das lágrimas. Que longe se está de obter uma coisa, se se malogrou o desejo de a possuir, por temor das exigências que a sua conquista comporta! (Amigos de Deus, n. 207)


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Tratado sobre a Obra dos Seis Dias 19

Questão 45: Do modo da emanação das coisas, do primeiro princípio.

Em seguida discute-se sobre o modo da emanação das coisas, do primeiro princípio, que se chama criação.

Sobre o que oito artigos se discutem:

Art. 1 – Se criar é fazer alguma coisa do nada.
Art. 2 – Se Deus pode criar alguma coisa.
Art. 3 – Se a criação é alguma coisa na criatura.
Art. 4 – Se ser criado é próprio dos seres compostos e subsistentes.
Art. 5 – Se só Deus pode criar.
Art. 6 – Se criar é próprio de uma das Pessoas.
Art. 7 – Se necessariamente se encontra nas criaturas o vestígio da Trindade.
Art. 8 – Se há criação nas obras da natureza e da arte.

Art. 1 – Se criar é fazer alguma coisa do nada.

(II Sent., dist. I, q. 1, a. 2).

O primeiro discute-se assim. – Parece que criar não é fazer alguma coisa do nada.

1. – Pois, diz Agostinho: fazer é produzir o que antes de nenhum modo existia; ao passo que criar é constituir alguma coisa, tirando-a do que já existia [1].

2. Demais. – A nobreza da acção e do movimento depende do seu termo. Por onde, mais nobre é a acção que parte de um bem para outro e de um para outro ser, do que a transitiva do nada para alguma coisa. Ora, a criação é a nobilíssima das acções e a primeira de entre todas. Logo, não é a passagem do nada para o ser, mas antes, de um ser para outro.

3. Demais. – Esta preposição – de (ex) – implica relação de alguma causa, e sobretudo da causa material, como quando falamos de uma estátua feita de bronze. Ora, não pode o nada ser matéria do ser, nem de nenhum modo causa dele. Logo, criar não é fazer alguma coisa, do nada.

Mas em contrário, àquilo da Escritura (Gn 1) – no princípio criou Deus o céu, etc. – diz a Glossa; criar é fazer alguma coisa, do nada.

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Ave Virgo Sanctissima

Francisco Guerrero - Ave Virgo Sanctissima

15/02/2012

Leitura Espiritual para 15 Fev 2012

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.



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Estai alegres, sempre alegres

Textos de São Josemaria Escrivá

Ninguém é feliz na Terra enquanto não se decidir a não o ser. Este é o caminho: dor, que em cristão se diz Cruz, Vontade de Deus, Amor; felicidade agora e depois – eternamente! (Sulco, 52)

«Servite Domino in laetitia!» Hei-de servir a Deus com alegria! Uma alegria que há-de ser consequência da minha Fé, da minha Esperança e do meu Amor...; que há-de durar sempre, porque, como nos assegura o Apóstolo, "Dominus prope est!", o Senhor segue-me de perto. Hei-de caminhar com Ele, portanto, bem seguro, já que o Senhor é meu Pai...; e com a sua ajuda hei-de cumprir a sua amável Vontade, ainda que me custe. (Sulco, 53)

Um conselho, que vos tenho repetido teimosamente: estai alegres, sempre alegres! Que estejam tristes os que não se consideram filhos de Deus! (Sulco, 54)

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Pensamentos inspirados à procura de Deus

O teu nome Jesus,
é bálsamo para as minhas feridas.

jma

Fenómenos sobrenaturais 7

Fenómenos de ordem cognoscitiva

Ciência infusa universal.

Tem lugar quando, sem estudo algum se possui um vastíssimo conhecimento da Sagrada Escritura, dos princípios da vida espiritual ou da teologia.



DIANA R. GARCIA B., trad AMA.