15/06/2011

Obediência

Conta, peso e medida
A OBEDIÊNCIA A DEUS



Como pode proceder de Deus uma autoridade malvada?



O que vem de Deus é a sociedade e a autoridade; mas se esta se exercita mal é problema do governante que usa mal a sua liberdade. 



Ideasrapidas, trad ama

2011.06.15

Sobre a família 83

Educar em liberdade
A confiança que se nos demonstra move-nos a agir; e, pelo contrário, paralisa-nos sentir que desconfiam de nós. Por isso, é muito vantajoso ajudar os filhos a administrar a sua liberdade.

Deus quis criar seres livres, com todas as suas consequências. Como um bom pai, deu-nos a pauta – a lei moral – para que possamos utilizar correctamente a liberdade, ou seja, de forma que reverta para o nosso próprio bem. A par disso,  quis correr o risco da nossa liberdade  [i]. 


De algum modo, pode-se dizer que o Todo-poderoso aceitou submeter os Seus próprios desígnios à aprovação do homem; que Deus condescende com a nossa liberdade, com a nossa imperfeição, com as nossas misérias  [ii], porque prefere o nosso amor livremente entregue à escravidão de uma marionete; prefere o aparente fracasso dos Seus planos a pôr condições à nossa resposta.


S. Josemaria cita em Caminho um “dito” atribuído a Santa Teresa: «Teresa, Eu quis... Mas os homens não quiseram» [iii]. O sacrifício de Cristo na Cruz é a demonstração mais eloquente de até que ponto Deus está disposto a respeitar a liberdade humana; e se Ele chega a esses extremos – pensará um pai cristão – quem sou eu para não o fazer?


j.m. barrio
© 2011, Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet


[i] S. Josemaria, Cristo que passa, n. 113.
[ii] S. Josemaria, Cristo que passa, n. 113.
[iii] Cfr. S. Josemaria, Caminho, n. 761.

Perguntas e respostas sobre Jesus de Nazaré. 15

Jesus de NazaréQue representa o bom ladrão?



“Converteu-se na imagem da esperança, na certeza consoladora de que a misericórdia de Deus pode chegar-nos também no último instante; a certeza de que, inclusive depois de uma vida equivocada, a oração que implora a sua bondade não é vã”





55 Preguntas y respuestas sobre Jesús de Nazaret, extraídas del libro de Joseph Ratzinger-Benedicto XVI: “Jesús de Nazaret. Desde la Entrada en Jerusalén hasta la Resurrección”, Madrid 2011, Ediciones Encuentro. Pag. 126, marc argemí, trad. ama

Tema para breve reflexão



Reflectindo
Unidade


A unidade não vem só de ouvir a mesma mensagem evangélica, que, aliás, nos é transmitida pela Igreja; reveste profundidade mística: é ao próprio corpo de Cristo que nós somos agregados, mediante a fé e o Baptismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; é o mesmo Espírito que nos justifica e anima a nossa vida cristã: «Há um só Corpo e um só Espírito, como existe uma só esperança no chamamento que recebestes. Há um único Senhor, uma única Fé um único Baptismo (Ef. 4, 4-5) tal é a fonte única que traz e requer, hoje como na aurora da Igreja, «a unidade na doutrina dos Apóstolos, na comunhão fraterna, na fracção do pão e nas orações (lg 13).

(joão Paulo II, Passai um ano comigo, Verbo, pg. 213)

Evangelho do dia e comentário








T. Comum– XI Semana






Evangelho: Mt 6, 1-6; 16-18

1 «Guardai-vos de fazer as boas obras diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles. De contrário não tereis direito à recompensa do vosso Pai que está nos céus. 2 «Quando, pois, dás esmola, não faças tocar a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa.3 Mas, quando dás esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita, 4 para que a tua esmola fique em segredo, e teu Pai, que vê o que fazes em segredo, te pagará. 5 «Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, a fim de serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa. 6 Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, e, fechada a porta, ora a teu Pai; e teu Pai, que vê o que se passa em segredo, te dará a recompensa. 16 «Quando jejuais, não vos mostreis tristes como os hipócritas que desfiguram o rosto para mostrar aos homens que jejuam. Na verdade vos digo que já receberam a sua recompensa. 17 Mas tu, quando jejuares, unge a tua cabeça e lava o teu rosto, 18 a fim de que não pareça aos homens que jejuas, mas sim a teu Pai, que está presente no oculto, e teu Pai, que vê no oculto, te dará a recompensa.

Comentário:

Jesus marca com insistente aviso a recompensa que Deus guarda para os que cumprem a Sua Vontade e satisfazem os Seus desejos.

E, também, declara a “recompensa” dos que o fazem não com a intenção de agradar a Deus – como deveria ser – mas por vã glória.

Entre uma e outra, parece não haver grandes dúvidas qual verdadeiramente interessa:

A recompensa de Deus é a segurança da Vida Eterna!

A recompensa dos homens é a fatuidade da vida terrena!

(ama, comentário sobre Mt 6,1-6.16-18, 2011.03.09)

14/06/2011

Vocações na China comunista!

Observando
Uma povoação com apenas 400 católicos dá 14 vocações... na China comunista


A notícia chamou a atenção da agência Fides: uma pequena aldeia chinesa, em plena Rota da Seda, com uns 660 habitantes, dos quais uns 400 são católicos (umas 130 famílias), deu 14 vocações à Igreja nos últimos anos.


O povoadozinho, que se chama Zan Jia Cun, na diocese de Zhou Zhi, viu como das suas famílias surgiam 7 sacerdotes, 1 diácono, 3 religiosas, 2 seminaristas maiores e 1 menor. De facto, toda a diocese é famosa pelas suas muitas vocações.


O pároco de Zan Jia Cun comenta: “Muitos perguntam-nos qual é nosso segredo.  A verdade é que não sabemos se se trata de um segredo ou não. Vivemos a nossa fé intensamente. As famílias desta povoação rezam juntas todos os dias.  A Missa e reuniões de oração aos sábados e domingos são encontros fixos para todos. Inclusive aproxima-se gente de povoações vizinhas. Creio que estes pequenos testemunhos diários foram a base de uma evangelização forte e serviram para a formação de vocações."

Outra chave está na formação das crianças. "As crianças são educadas de acordo com princípios religiosos e de uma maneira simples desde o jardim-de-infância até à escola secundária.  As religiosas encarregam-se da formação ensinando o catecismo. Nunca há necessidade de preparar uma lista para a Adoração Eucarística na Semana Santa, ou noutras circunstâncias, pois a Igreja está sempre cheia, 24 horas por dia”, afirma o pároco.

Outras comunidades católicas visitam este povoado para trocar experiências de evangelização e de vocações. Também os não católicos assistem. Esta povoação é, além disso, modelo de desenvolvimento económico. “Alguns não católicos perguntam-nos como é que somos tão felizes, e dizemos-lhes que é pela nossa fé” conclui o pároco.
“Quando a gente teve mais dinheiro a primeira coisa que pensaram foi construir e renovar a casa de Deus. O nosso templo é o mais formoso em toda a região. Os sacerdotes e as religiosas que atendem esta povoação acordam às 4 da manhã com a reza do Rosário pelos fiéis”.

ReligionenLibertad, trad ama

Estuda-se a santidade de Don José Luís Muzquiz

Muzquiz.jpgNo passado 2 de Junho se iniciou-se em Boston (EE.UU.)  o processo de canonização de Don José Luis Muzquiz, um dos três primeiros sacerdotes do Opus Dei.
Presidiu à cerimónia o P. Bryan Parrish, vigário da arquidiocese de Boston, em representação do cardeal Sean P. O'Malley, que se encontrava de viajem.

O P. David Cavanagh foi nomeado postulador da causa, quer dizer, a pessoa que dirigirá os trabalhos necessários para investigar a santidade do sacerdote.   Don José Luis, disse, foi "seguramente uma dessas pessoas que viveu de modo heróico, perseverando no caminho da santidade".

Mais de 150 pessoas assistiram ao evento

INFORMAÇÕES MUITO BREVES   [De vez em quando] 2011.06.14

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

“Dóceis ao Espírito Santo”

É Jesus Nosso Senhor que o quer: é preciso segui-lo de perto. Não há outro caminho. Esta é a obra do Espírito Santo em cada alma – na tua – e tens de ser dócil, para não pôr obstáculos ao teu Deus. (Forja, 860)


Para pôr em prática, ainda que seja de um modo muito genérico, um estilo de vida que nos anime a conviver com o Espírito Santo – e, ao mesmo tempo com o Pai e o Filho – numa verdadeira intimidade com o Paráclito, devemos firmar-nos em três realidades fundamentais: docilidade – digo-o mais uma vez – vida de oração, união com a Cruz.

Em primeiro lugar, docilidade – porque é o Espírito Santo que, com as suas inspirações, vai dando tom sobrenatural aos nossos pensamentos, desejos e obras. É Ele que nos impele a aderir à doutrina de Cristo e a assimilá-a em profundidade; que nos dá luz para tomar consciência da nossa vocação pessoal e força para realizar tudo o que Deus espera de nós. Se formos dóceis ao Espírito Santo, a imagem de Cristo ir-se-á formando, cada vez mais nítida, em nós e assim nos iremos aproximando cada vez mais de Deus Pai.  Os que são conduzidos pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.


Se nos deixarmos guiar por esse princípio de vida, presente em nós, que é o Espírito Santo, a nossa vitalidade espiritual irá crescendo e abandonar-nos-emos nas mãos do nosso Pai Deus, com a mesma espontaneidade e confiança com que um menino se lança nos braços do pai.  Se não vos tornardes como meninos, não entrareis no Reino dos Céus,  disse o Senhor. É este o antigo e sempre actual caminho da infância espiritual, que não é sentimentalismo nem falta de maturidade humana, mas sim maioridade sobrenatural, que nos leva a aprofundar as maravilhas do amor divino, reconhecer a nossa pequenez e a identificar plenamente a nossa vontade com a de Deus. (Cristo que passa, 135)

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