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19/04/2011

Combater a “mentalidade anticonceptiva” é “essencial” para a cultura da vida. 5

Medicina e Apostolado

Continuação
“Em geral, a liberdade individual e a liberdade da sociedade baseiam-se na educação fundamental na verdade sobre a sexualidade humana e o exercício dessa verdade numa vida pura e casta”, disse o Cardeal Burke.

Disse que quando enfrentamos resistências ao esforço de reafirmar a lei moral,   “devemos recordar que nós, viventes em Cristo, somos um sinal de contradição para a forma de pensar do mundo”.

Explicou que “as nossas vidas são uma reprovação à violação da lei moral, não com a finalidade de reprovar, mas de servir à salvação do nosso mundo”. “Devemos recordar que o nosso testemunho, tal como que o testemunho dos mártires, produzirá a transformação da nossa sociedade, que definitivamente, redundará na salvaguarda e estímulo de toda vida humana”.

patrick b. craine

SYDNEY, Australia, 28 de Março de 2011 (Notifam) trad ama

18/04/2011

Combater a “mentalidade anticonceptiva” é “essencial” para a cultura da vida. 4

Medicina e Apostolado

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Invocando a liminar encíclica Humanae Vitae de Pablo VI, que reafirmou a condenação pela Igreja da anti-concepção, o Cardeal refutou as afirmações que sustêm que o acto conjugal mantém a sua integridade, o seu carácter unitivo e amoroso enquanto à natureza procriativa dos actos à “violada radicalmente” mediante o uso de anticonceptivos.
Explicou que “efectivamente, não é unitivo, pois um ou ambos os cônjuges negam uma parte essencial da doação de si, a qual é a essência da união conjugal”.  


“A chamada ‘mentalidade anticonceptiva’ à essencialmente contrária à vida. Muitas formas do que se denomina anti-concepção são efectivamente abortivas, quer dizer, destroem uma vida que já foi concebida, que já começou”.


Também ressaltou a importância primordial de respeitar a vida humana nas actividades que a Igreja desenvolve, destacando o facto de o papa Bento XVI ter feito “especial referência” à encíclica Humane Vitae na sua encíclica Caritas in Veritate, sobre o desenvolvimento humano.


A “Humanae vitae assinala os fortes vínculos entre a ética da vida e a ética social”, escreveu o Papa.

patrick b. craine
SYDNEY, Australia, 28 de Março de 2011 (Notifam) trad ama

Cont/

17/04/2011

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Disse que “não sem razão, há um temor cada vez maior que a Igreja seja incapaz de manter nalgumas nações as suas obras educativas, de atenção à saúde e de caridade, porque a legislação civil requer que essas obras da Igreja cooperem com acções que são sempre e em qualquer lugar essencialmente más”.


O prelado pôs em relevo a relação entre “viver a verdade no que respeita à sexualidade humana e a vida humana” e a “prática da justiça”. “O ataque à vida inocente e indefesa dos não-nascidos, por exemplo, tem a sua origem numa visão errónea da sexualidade humana, que tenta eliminar, através de meios mecânicos ou químicos, a natureza essencialmente procriativa do acto conjugal”, explicou em particular.

patrick b. craine
SYDNEY, Australia, 28 de Março de 2011 (Notifam) trad ama

Cont/

16/04/2011

Combater a “mentalidade anticonceptiva” é “essencial” para a cultura da vida. 2

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Disse que o mundo de hoje enfrenta um “estado moral profundamente desordenado”, pondo ênfase na actual “praga do aborto procurado”. Da mesma maneira, condenou as “práticas aberrantes da geração artificial da vida humana e a sua destruição”, o “assassinato misericordioso” dos anciãos e dos débeis, e a “agenda sempre promovida” dos que procuram redefinir o matrimónio e a vida familiar para se adequar aos partidários do homossexualismo.
Lamentando o facto que hoje os cristãos enfrentarem perseguições por se oporem à “agenda sempre promovida contra a vida e a família”, disse que enfrentamos um “desafio similar à nossa fé” tal como o fez no século XVI o mártir São Tomás Moro.


Fez notar que “reconhecemos nalgumas nações chamadas livres e nalgumas das suas políticas e leis uma oposição à adesão à lei moral natural do cristianismo”. 


Citou em particular o facto de os farmacêuticos terem sido obrigados a preparar receitas para drogas abortivas, e que os sacerdotes foram acusados de pronunciar um “discurso de ódio”, ao pregar sobre o mal intrínseco das acções homossexuais.

patrick b. craine
SYDNEY, Australia, 28 de Março de 2011 (Notifam) trad ama

15/04/2011

Combater a “mentalidade anticonceptiva” é “essencial” para a cultura da vida.

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Cardinal_Burke-220x220Em princípios deste mês, o Cardeal Burke, prefeito da Comissão Apostólica do Vaticano, disse que restabelecer o “respeito pela integridade do acto conjugal” e corrigir a mentalidade anticonceptiva que “teme à procriação” é “fundamental” para a Nova Evangelização e para o seu esforço para transformar a cultura ocidental.





Num discurso pronunciado o 11 de Março à Associação Australiana de Alunos Católicos, o prelado ofereceu reflexões sobre a “crise da cultura cristã no ocidente” e sobre o esforço de edificar uma cultura católica “em fidelidade à nossa vocação de dar testemunho de Cristo e, em consequência, ser mártires da fé”.


patrick b. craine
SYDNEY, Australia, 28 de Março de 2011 (Notifam) trad ama