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07/03/2020

Temas para meditar e reflectir

Acções de Graças


Não há ninguém que, por pouco que reflicta, não encontre facilmente em si mesmo motivos que o brigam a ser agradecido a Deus (…). Ao conhecer o que Ele nos deu, encontraremos muitíssimos dons pelos quais dar graças continuamente.



(S. Bernardocomentário ao Salmo 50, 4, 1.)

10/02/2019

Temas para reflectir e meditar

Acções de graças


Estás ali (na acção de graças da Comunhão) com as mesmas disposições que a Virgem Santíssima no Calvário, tratando-se da presença de um mesmo Deus e da consumação de igual sacrifício?



(São joão maria vianneySermão sobre o pecado)


06/05/2018

Temas para reflectir e meditar

Sacerdotes


Ao celebrar a Eucaristia em tantos altares do mundo, agradecemos ao eterno Sacerdote o dom que nos deu no Sacramento do Sacerdócio. E que nesta acção de graças se possam escutar as palavras postas pelo evangelista na boca de Maria na ocasião da visita a sua prima Isabel: Fez em meu favor maravilha o Poderoso, santo é o Seu nome (Lc1, 49). Devemos também graças a Maria pelo inefável dom do Sacerdócio pelo qual podemos servir na Igreja cada homem. Que o agradecimento desperte também o nosso zelo (...)!
Demos graças incessantemente por isto; com toda a nossa vida; com tudo aquilo de que somos capazes. Juntos demos graças a Maria, Mãe dos sacerdotes. Como poderei pagar ao Senhor todo o bem que me fez? A taça da salvação levantarei e invocarei o nome do Senhor (Sal 115, 12-13)

(São João Paulo IICarta aos sacerdotes, 1988.03.25)


13/04/2017

Temas para meditar - 700

Acções de graças


Não há ninguém, que por pouco que reflicta, não encontre em si mesmo poderosos motivos que o obriguem a mostrar-se agradecido a Deus.

E especialmente nós, porque nos escolheu para Si e nos guardou para O servir só a Ele.


s. bernardo Sermão 2 para o VI Domingo depois de Pentecostes 1



16/04/2015

Testemunho

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No outro dia fui a uma Missa em Lisboa, numa capela cheia de gente nova. No fim da Missa, em vez de ir cada um para seu lado, ficaram todos a rezar em acção de graças durante longos minutos...de tal maneira que só se ouvia o silêncio.
Isto é o contrário do que estamos habituados nas nossas igrejas. O normal é ainda o Padre não beijou o altar já haver correria porta fora. Os que ficam para ver a procissão de saída depressa se apressam a abandonar o local ou ficam dentro da igreja à conversa, como se estivessem na esplanada.
Infelizmente, assim se perdem muitas graças que poderiam receber-se, apenas por não ter ficado uns minutos, no fim da Missa, a pedir ajuda a Nosso Senhor para as lutas do dia-a-dia e a contemplar a maravilha incrível que é receber Deus em nós, no nosso corpo e na nossa alma. E além disso perturba-se os que o querem fazer.


(João SilveiraPublicado no Facebook)

05/07/2014

Temas para meditar - 166

Acções de graças

Quan­do te sentares à mesa, reza. Quando comeres pão, fá-lo agradecendo a quem é generoso. Se beberes vinho, lembra-te de quem to concedeu para a alegria e alívio nas doenças. Quando te vestires, dá graças Àquele que benignamente te deu a roupa. Quando contemplares o céu e a beleza das estrelas, lança-te aos pés de Deus e adora aquele que com a sua Sabedoria dispôs todas estas coisas. De igual maneira, quando nasce o sol e quando se põe, enquanto dormires ou estiveres acordado, dá graças a Deus que criou e ordenou todas estas coisas para teu proveito, para que conheças, ames e louves o Criador.


(s. basilioHomília in Julittam martirem, nr. 31-32)

04/05/2014

Temas para meditar 95

Acções de graças



Que coisa melhor podemos trazer no coração, pronunciar com a boca, escrever com a pena, que estas palavras 'graças a Deus'? Não há coisa que se possa dizer com maior brevidade, nem ouvir com maior alegria, nem sentir com maior elevação, nem fazer com maior utilidade.


(santo agostinhoEpístola 72)

05/04/2013

Comunhão Eucaristica



Nota de AMA: 

Estas “confidências” têm, obviamente, um autor, que não se revela; foram feitas em tempo indeterminado, por isso não se lhes atribui a data. O estilo discursivo revela, obviamente, que se tratam de meditações escritas ao correr da pena. A sua publicação deve-se a ter considerado que, nelas se encontram muitas situações e ocorrências que fazem parte do quotidiano que, qualquer um, pode viver.

Acabo de comungar!Regressado ao meu lugar, ajoelho-me, de cabeça levantada, com um sorriso calmo no rosto, porque o meu Deus é libertador e n’Ele reside toda a minha confiança, toda a minha esperança.

Sei que dentro em pouco não vai ser assim, porque vou novamente “mergulhar” no mundo, e fraco como sou, vou-me deixar envolver nas tristezas, nas provações, embora Ele continue comigo, dentro de mim, (não por meu mérito, mas pelo seu infinito amor), assim como no Sacrário, (pobre de mim), como dizia o Beato Francisco: «O Jesus escondido!», ou serei eu que O escondo, fraca testemunha que sou.

Mas nestes momentos, após a comunhão, a paz, a serenidade, a ternura, verdadeiramente a beleza, tomam conta de mim, e por esses momentos deixo-me sair de mim e gozo a sua presença real em mim, desejando que todos os outros sintam, vivam, os momentos que estou a viver.

Sinto a cara molhada e percebo que há lágrimas que choram dos meus olhos, mas são lágrimas de uma alegria indizível, de uma paz inebriante, de uma ternura incontrolável, porque o seu amor por mim, não tem dimensão, é maior do que tudo o que é maior que a minha humanidade conheça.

Perdoa-me, Senhor, mas neste momento não consigo pensar sequer nos que estão ao meu lado, nos que comigo são Igreja, porque, Senhor, talvez seja egoísta, mas quero gozar este momento em que Te dás inteiramente, e em que por tua graça, eu me abandono a Ti e em Ti.

Amor, beleza, paz, ternura, carinho, imensidão, totalidade, são palavras humanas e não podem descrever este momento divino, porque é um momento teu, que Tu concedes ao que de Ti se aproximou, pois Lhe foi dado por Ti, reconhecer-Te ao «partir do Pão».

Calmamente, mansamente, desço do Tabor, e regresso à minha condição de pecador!

Sou pecador, mas incomparavelmente maior do que o meu pecado, é o teu amor!

Nota:
Vivido na Missa de Quinta Feira Santa de 2013

10/12/2011

Acções de graças

Reflectindo
Que estes cegos eram dignos da cura bem o mostraram; primeiro pelos seus gritos e porque, depois de recebida a graça, não se afastaram do Senhor, que é o que fazem muitos, ingratos, depois de receber os benefícios. (Mt 9, 7-31) Não assim estes cegos. Eles antes da dádiva mostram-se constantes, e depois da dádiva, agradecidos, pois foram seguindo o Senhor.

(S. João crisóstomo, Homílias sobre o Evangelho de S. Mateus, 66) 

24/10/2011

A graça

Reflectindo




O Senhor quer conceder-nos graças mas quer que Lhas peçamos.

(santo Afonso Maria de Ligório, Sermão 46, para o 10º Domingo depois de Pentecostes.)

04/09/2011

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

“Senhor, tantas almas longe de Ti!”

Vejo a tua Cruz, meu Jesus, e alegro-me com a tua graça, porque o prémio do teu Calvário foi para nós o Espírito Santo... E dás-te a mim, cada dia, amoroso – louco! – na Hóstia Santíssima... E fizeste-me filho de Deus e deste-me a tua Mãe! Não me basta a acção de graças; vai-se-me o pensamento: – Senhor, Senhor, tantas almas longe de Ti! Fomenta na tua vida as ânsias de apostolado, para que o conheçam..., e o amem..., e se sintam amados! (Forja, 27)

Que respeito, que veneração, que carinho temos de sentir por uma só alma, ante a realidade de que Deus a ama como algo seu! (Forja, 34)

Ante a aparente esterilidade do apostolado, assaltam-te as cristas de uma onda de desalento, que a tua fé repele com firmeza... Mas reparas que necessitas de mais fé, humilde, viva e operativa.
– Tu, que desejas a salvação das almas, grita como o pai daquele rapaz doente, possesso: "Domine, adiuva incredulitatem meam!" – Senhor, ajuda a minha incredulidade!
Não duvides: o milagre repetir-se-á. (Forja, 257)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

18/08/2011

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

“Aqui me tens, para o que quiseres”

– Como devo fazer para que o meu amor a Nosso Senhor continue, para que aumente? – perguntavas-me vibrante. – Filho, ir deixando o homem velho, também com a entrega alegre daquelas coisas, boas em si mesmas, mas que impedem o desprendimento do teu eu...; dizer a Nosso Senhor, com obras e continuamente: "aqui me tens, para o que quiseres". (Forja, 117)


Volto a levantar o meu coração em acção de graças ao meu Deus, ao meu Senhor, porque nada o impedia de nos criar impecáveis, com um impulso irresistível para o bem; mas julgou que seriam melhores os seus servidores se o servissem livremente . Que grande é o amor, a misericórdia do nosso Pai! Perante esta realidade das suas loucuras divinas pelos filhos, gostaria de ter mil bocas, mil corações mais, que me permitissem viver num contínuo louvor a Deus Pai, a Deus Filho, a Deus Espírito Santo. Reparem que o Todo-Poderoso, Aquele que governa o Universo com a sua Providência, não deseja servos forçados, prefere filhos livres. (…)

Responder negativamente a Deus, rejeitar esse princípio de felicidade nova e definitiva, ficou nas mãos da criatura. Mas, se agir assim, deixa de ser filho e torna-se escravo. (...)
Permitam-me que insista sobre este ponto; é muito claro e podemos comprová-lo com frequência à nossa volta ou no nosso próprio eu: nenhum homem escapa a algum tipo de servidão. Uns prostram-se diante do dinheiro; outros adoram o poder; outros a tranquilidade relativa do cepticismo; outros descobrem na sensualidade o seu bezerro de ouro. E acontece o mesmo com as coisas nobres. Empenhamo-nos num trabalho, numa actividade de maiores ou menores proporções, na realização de um trabalho científico, artístico, literário, espiritual. Se há empenho, se existe verdadeira paixão, quem a isso se entrega vive como escravo, dedica-se com prazer ao serviço da finalidade da sua tarefa. (Amigos de Deus, 33–34)    

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

11/01/2011

Diálogos apostólicos




Nunca me canso de admirar as maravilhas que se têm operado em mim!

Acredito que sim.

Mas preferia que nunca te cansasses de as agradecer a Quem as opera.

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 (ama, 2011.01.11)

13/11/2006

Graças 1

Agradece com todo o coração a Nosso Senhor as potências admiráveis... e terríveis, da inteligência e da vontade com que quis criar-te. Admiráveis, porque te fazem semelhante a Ele; terríveis, porque há homens que as põem contra o seu Criador.

A mim, como síntese do nosso agradecimento de filhos de Deus, ocorre-me dizer a este Pai nosso, agora e sempre: "Serviam!" – Servir-te-ei! (Forja, 891)