Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
06/07/2020
Ele é bom..., e Ele ama-te
Penas? Contradições por aquele acontecimento ou outro qualquer?...
Não vês que é o que o teu Pai-Deus que o quer..., e Ele é bom..., e Ele ama-te
– a ti só! – mais que todas as mães do mundo juntas podem amar os seus filhos?
(Forja, 929)
Mas não esqueçamos que estar com Jesus é seguramente encontrar-se
com a sua Cruz. Quando nos abandonamos nas mãos de Deus, é frequente que Ele
permita que saboreemos a dor, a solidão, as contradições, as calúnias, as
difamações, os escárnios, por dentro e por fora: porque quer conformar-nos à
Sua imagem e semelhança e permite também que nos chamem loucos e que nos tomem
por néscios.
É a altura de amar a mortificação passiva que vem – oculta, ou
descarada e insolente – quando não a esperamos. Chegam a ferir as ovelhas com
as pedras que deviam atirar-se aos lobos: quem segue Cristo experimenta na
própria carne que aqueles que o deviam amar se comportam com ele de uma maneira
que vai da desconfiança à hostilidade, da suspeita ao ódio. Olham-no com
receio, como um mentiroso, porque não acreditam que possa haver relação pessoal
com Deus, vida interior; em contrapartida, com o ateu e com o indiferente,
geralmente rebeldes e desavergonhados, desfazem-se em amabilidades e
compreensão.
E talvez Nosso Senhor permita que o Seu discípulo se veja atacado
com a arma, que nunca é honrosa para aquele que a empunha, das injúrias
pessoais; com lugares comuns, fruto tendencioso e delituoso de uma propaganda
massificada e mentirosa... Porque o bom gosto e a cortesia não são coisas muito
comuns.
Assim vai Jesus esculpindo as almas dos Seus, sem deixar de lhes
dar interiormente serenidade e alegria, porque eles entendem muito bem que –
com cem mentiras juntas – os demónios não são capazes de fazer uma verdade: e
grava nas suas vidas a convicção de que só se sentirão bem quando renunciarem à
comodidade. (Amigos de Deus, 301)
Publicações 07 Jul
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NUNC COEPI
- LEITURA ESPIRITUAL
- El reto del amor
- Filosofia e religião
- Perguntas e respostas
- Pequena agenda do cristão
- O perigo é a rotina
- Temas para reflectir e meditar
Temas para reflectir e meditar
Um
camponês subiu à montanha e lá encontrou um ninho de águia no qual estava um
ovo. Pegando-Lhe cuidadosamente, trouxe-o para casa e foi pô-lo no galinheiro
debaixo de uma galinha que estava no choco.
Passado
o tempo devido, nasceram os pintos e juntamente nasceu também a pequena águia.
Seguindo e fazendo tudo o que faziam os seus “irmãos” pintos, a pequena águia,
embora muito diferente – uma águia é uma águia, um pinto é um pinto – em tudo
procedia como se pinto fosse.
Um
dia notou uma grande sombra projectada no chão e, levantando os olhos para o
céu viu uma águia, adulta, que voava majestosamente e perguntou a uma galinha
velha e experiente: Que é aquilo? A outra respondeu que era uma águia – Mas tu
– disse-Lhe – não olhes para ela pois nunca poderás voar como ela, a nós,
galinhas, cabe-nos andar por aqui, às bicadas no chão.
(P.
Manuel Martinez, citando Francisco F. Carvajal, Recolecção no Porto, Março de
2004)
LEITURA ESPIRITUAL
I.
A IGREJA DE JERUSALÉM
6 Instituição dos Sete –
1
Por esses dias, como o número de discípulos ia aumentando, houve queixas dos
helenistas contra os hebreus, porque as suas viúvas eram esquecidas no serviço
diário. 2 Os Doze convocaram, então, a assembleia dos discípulos e disseram:
«Não convém deixarmos a palavra de Deus, para servirmos às mesas. 3 Irmãos, é
melhor procurardes entre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e
de sabedoria; confiar-lhes-emos essa tarefa. 4 Quanto a nós, entregar-nos-emos
assiduamente à oração e ao serviço da Palavra.» 5 A proposta agradou a toda a
assembleia e escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe,
Prócuro, Nicanor, Timão, Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. 6 Foram
apresentados aos Apóstolos que, depois de orarem, lhes impuseram as mãos. 7 A
palavra de Deus ia-se espalhando cada vez mais; o número dos discípulos aumentava
consideravelmente em Jerusalém, e grande número de sacerdotes obedeciam à Fé.
II.
EXPANSÃO DA IGREJA FORA DE JERUSALÉM
Prisão de Estêvão –
8
Cheio de graça e força, Estêvão fazia extraordinários milagres e prodígios
entre o povo. 9 Ora, alguns membros da sinagoga, chamada dos libertos, dos
cireneus, dos alexandrinos e dos da Cilícia e da Ásia, vieram para discutir com
Estêvão; 10 mas era-lhes impossível resistir à sabedoria e ao Espírito com que
ele falava. 11 Subornaram, então, uns homens para dizerem: «Ouvimo-lo proferir
palavras blasfemas contra Moisés e contra Deus.» 12 Provocaram, assim, a ira do
povo, dos anciãos e dos escribas; depois, surgindo-lhe na frente,
arrebataram-no e levaram-no ao Sinédrio. 13 Aí, apresentaram falsas testemunhas
que declararam: «Este homem não cessa de falar contra este Lugar Santo e contra
a Lei, 14 pois ouvimo-lo afirmar que Jesus, o Nazareno, destruiria este lugar e
mudaria as regras que Moisés nos legou.» 15 Todos os membros do Sinédrio tinham
os olhos fixos nele e viram que o seu rosto era como o rosto de um Anjo.
"Christus
vivit": Exortação Apostólica aos Jovens
1.
CRISTO VIVE: é Ele a nossa esperança e a mais bela juventude deste mundo! Tudo
o que toca torna-se jovem, fica novo, enche-se de vida. Por isso as primeiras
palavras, que quero dirigir a cada jovem cristão, são estas:
Ele
vive e quere-te vivo!
2.
Está em ti, está contigo e jamais te deixa. Por mais que te possas afastar,
junto de ti está o Ressuscitado, que te chama e espera por ti para recomeçar.
Quando
te sentires envelhecido pela tristeza, os rancores, os medos, as dúvidas ou os
fracassos, Jesus estará a teu lado para te devolver a força e a esperança.
3.
Com afecto, escrevo a todos os jovens cristãos esta Exortação Apostólica, ou
seja, uma carta que recorda algumas convicções da nossa fé e, ao mesmo tempo,
encoraja a crescer na santidade e no compromisso em prol da própria vocação.
Mas,
dado que é um marco dentro de um caminho sinodal, dirijo-me simultaneamente a
todo o Povo de Deus, aos pastores e aos fiéis, porque a reflexão sobre os
jovens e para os jovens nos interpela e estimula a todos nós.
Por
isso, nalguns parágrafos falarei directamente aos jovens, enquanto em outros
oferecerei abordagens mais gerais para o discernimento eclesial.
4.
Deixei-me inspirar pela riqueza das reflexões e diálogos do Sínodo do ano
passado. Aqui não poderei recolher todas as contribuições – podereis lê-las no
Documento Final –, mas procurei assumir, na redacção desta carta, as propostas
que me pareceram mais significativas.
Assim,
a minha palavra será enriquecida por milhares de vozes de fiéis de todo o
mundo, que fizeram chegar ao Sínodo as suas opiniões.
Mesmo
os jovens que não têm fé, que quiseram participar com as suas reflexões,
propuseram questões que fizeram nascer em mim novas interrogações.
Capítulo
I
O
QUE A PALAVRA DE DEUS DIZ SOBRE OS JOVENS?
5.
Resgatemos alguns tesouros da Sagrada Escritura, onde várias vezes se fala de
jovens e do modo como o Senhor vai ao seu encontro.
No
Antigo Testamento
6.
Numa época em que os jovens contavam pouco, alguns textos mostram que Deus vê
com olhos diferentes. Por exemplo, vemos José que era quase o mais novo da
família (cf. Gn 37, 2-3) e, todavia, Deus comunicou-lhe em sonho coisas grandes
e superou todos os seus irmãos em cargos importantes quando tinha cerca de
vinte anos (cf. Gn 37-47).
7.
Em Gedeão, reconhecemos a sinceridade dos jovens, que não costumam dulcificar a
realidade.
Quando
lhe foi dito que o Senhor estava com ele, retorquiu: «Se o Senhor está
connosco, então por que é que nos aconteceu tudo isto?» (Jz 6, 13). Mas Deus
não se aborreceu com esta censura e redobrou a aposta nele: «Vai com toda a tua
força, e salva Israel» (Jz 6, 14).
8.
Samuel era um adolescente inseguro, mas o Senhor comunicava com ele. Graças ao
conselho dum adulto, abriu o seu coração para escutar a chamada de Deus: «Fala,
Senhor; o teu servo escuta» (1 Sm 3, 9-10).
Por
isso, foi um grande profeta que interveio em momentos importantes da sua
pátria.
O
rei Saul também era um jovem, quando o Senhor o chamou para cumprir a sua
missão (cf. 1 Sm 9, 2).
9.
Quando o rei David foi escolhido, era ainda rapaz. O profeta Samuel procurava o
futuro rei de Israel, e um homem apresentou-lhe, como candidatos, os seus
filhos mais velhos e mais experientes. Mas o profeta disse que o escolhido era
David, o rapaz que cuidava das ovelhas (cf. 1 Sm16, 6-13), porque «o homem vê
as aparências, mas o Senhor olha o coração» (16, 7).
A
glória da juventude está mais no coração do que na força física ou na impressão
que provoca nos outros.
10.
Salomão, quando teve de suceder a seu pai, sentiu-se perdido e disse a Deus:
«Eu não passo de um jovem inexperiente que não sabe ainda como governar» (1 Re
3, 7). No entanto, a audácia da juventude impeliu-o a pedir a Deus a sabedoria e
entregou-se à sua missão.
Algo
parecido aconteceu com o profeta Jeremias, chamado a despertar o seu povo
quando era ainda muito jovem.
Temeroso,
disse: «Ah! Senhor Deus, eu não sei falar, pois ainda sou um jovem» (Jr 1, 6).
Mas o Senhor pediu-lhe para não falar assim (cf. Jr 1, 7), acrescentando: «Não
terás medo diante deles, pois Eu estou contigo para te livrar» (Jr 1, 8).
A
entrega do profeta Jeremias à sua missão mostra o que é possível fazer-se, se
se unem o frescor da juventude e a força de Deus.
11.
Uma donzela judia, que estava ao serviço do militar estrangeiro Naaman
interveio com fé para ajudá-lo a curar da sua doença (cf. 2 Re 5, 2-6).
A
jovem Rute foi um exemplo de generosidade ao ficar na companhia da sua sogra,
que ficara viúva e só (cf. Rt 1, 1-18), e mostrou também a sua audácia para
triunfar na vida (cf. Rt 4, 1-17).
Franciscus
(Revisão
da versão portuguesa por AMA)
Pequena agenda do cristão
PEQUENA AGENDA DO CRISTÃO
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Sorrir; ser amável; prestar serviço.
Senhor que eu faça "boa cara" que seja alegre e transmita aos outros, principalmente em minha casa, boa disposição.
Senhor que eu sirva sem reserva de intenção de ser recompensado; servir com naturalidade; prestar pequenos ou grandes serviços a todos mesmo àqueles que nada me são. Servir fazendo o que devo sem olhar à minha pretensa “dignidade” ou “importância” “feridas” em serviço discreto ou desprovido de relevo, dando graças pela oportunidade de ser útil.
Lembrar-me:
Papa, Bispos, Sacerdotes.
Que o Senhor assista e vivifique o Papa, santificando-o na terra e não consinta que seja vencido pelos seus inimigos.
Que os Bispos se mantenham firmes na Fé, apascentando a Igreja na fortaleza do Senhor.
Que os Sacerdotes sejam fiéis à sua vocação e guias seguros do Povo de Deus.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
05/07/2020
05 Publicações
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NUNC COEPI
- Segui-lo-ás em tudo o que te pedir
- LEITURA ESPIRITUAL
- Temas para reflectir e meditar
- El ambientalismo
- El reto del amor
- Pequena agenda do cristão
Segui-lo-ás em tudo o que te pedir
Se de verdade desejas que o teu coração reaja de um modo seguro,
aconselho-te que te metas numa Chaga de Nosso Senhor: assim terás intimidade
com Ele, pegar-te-ás a Ele, sentirás palpitar o seu Coração... e segui-lo-ás em
tudo o que te pedir. (Forja,
755)
Quem cultiva uma teologia incerta e uma moral relaxada, sem
freios; quem pratica, a seu capricho, uma liturgia duvidosa, com uma disciplina
de hippies e um governo irresponsável, não é de admirar que propague contra os
que só falam de Jesus Cristo invejas, suspeitas, acusações falsas, ofensas,
maus tratos, humilhações, intrigas e vexames de todo o género.
Quando admiramos e amamos deveras a Santíssima Humanidade de
Jesus, descobrimos, uma a uma, as suas Chagas. E nesses tempos de expiação
passiva, penosos, fortes, de lágrimas doces e amargas que procuramos esconder,
sentiremos necessidade de nos meter dentro de cada uma daquelas Feridas
Santíssimas: para nos purificarmos, para nos enchermos de alegria com esse
Sangue redentor, para nos fortalecermos. Recorreremos a elas como as pombas
que, no dizer da Escritura, se escondem nos buracos das rochas na hora da
tempestade. Escondemo-nos nesse refúgio, para encontrar a intimidade de Cristo:
e veremos que o seu modo de conversar é aprazível e o seu rosto formoso, porque
os que sabem que a sua voz é suave e grata, são os que receberam a graça do
Evangelho, que os faz dizer: Tu tens palavras de vida eterna.
Não pensemos que, nesta senda da contemplação, as paixões se calam
definitivamente. Enganar-nos-íamos se supuséssemos que a ânsia de procurar
Cristo, a realidade do seu encontro e do seu convívio e a doçura do seu amor
nos tornavam pessoas impecáveis. Embora não lhes falte experiência disso,
deixem-me, no entanto, recordá-lo. O inimigo de Deus e do homem, Satanás, não
se dá por vencido, não descansa. E assedia-nos, mesmo quando a alma arde
inflamada no amor de Deus. Sabe que nessa altura a queda é mais difícil, mas
que – se conseguir que a criatura ofenda o seu Senhor, ainda que seja em pouco
– poderá lançar naquela consciência a grave tentação do desespero. (Amigos de Deus, 301–303)
LEITURA ESPIRITUAL
I.
A IGREJA DE JERUSALÉM
5 Fraude de Ananias e Safira –
1 Um
certo homem, chamado Ananias, com sua mulher, Safira, vendeu uma propriedade; 2
mas desviou parte do preço, de acordo com a mulher e, trazendo o restante, depositou-o
aos pés dos Apóstolos. 3 Então Pedro perguntou-lhe: «Ananias, porque é que
Satanás invadiu o teu coração, a ponto de te levar a mentir ao Espírito Santo e
subtraíres uma parte do preço do terreno? 4 Não podias tu conservá-lo sem o
vender? E, depois de o teres vendido, não podias dispor livremente do valor em
teu poder? Como pudeste conceber semelhante plano no teu coração? Não foi aos
homens que tu mentiste, mas a Deus.» 5 Ao ouvir tais palavras, Ananias caiu e
expirou, e um grande terror se apoderou de todos os assistentes. 6 Os mais
novos aproximaram-se para amortalhar o corpo e levaram-no a enterrar. 7 Cerca
de três horas depois, entrou sua mulher, ignorando o que se passara. 8 Pedro
perguntou-lhe: «Foi por tanto que vendestes o terreno?» Ela respondeu: «Sim,
foi por esse preço.» 9 Pedro insistiu: «Porque combinaste pôr à prova o
Espírito do Senhor? Aí estão à porta os pés daqueles que sepultaram o teu
marido, e te hão-de levar a ti.» 10 No mesmo instante, caiu aos pés do Apóstolo
e expirou. Os jovens, entrando, encontraram-na morta e, levando-a,
sepultaram-na ao lado do marido. 11 Então, um grande temor se apoderou de toda
a Igreja e de todos quantos ouviram contar estes acontecimentos.
Milagres dos Apóstolos –
12
Entretanto, pela intervenção dos Apóstolos, faziam-se muitos milagres e
prodígios no meio do povo. Reuniam-se todos no Pórtico de Salomão 13 e, dos
restantes, ninguém se atrevia a juntar-se a eles, mas o povo não cessava de os
enaltecer. 14 Sempre em maior número, juntavam-se, em massa, homens e mulheres,
acreditando no Senhor, 15 a tal ponto que traziam os doentes para as ruas e
colocavam-nos em enxergas e catres, a fim de que, à passagem de Pedro, ao menos
a sua sombra cobrisse alguns deles. 16 A multidão vinha também das cidades próximas
de Jerusalém, transportando enfermos e atormentados por espíritos malignos, e
todos eram curados.
Prisão e libertação dos Apóstolos –
17
Surgiu, então, o Sumo Sacerdote com todos os seus sequazes, isto é, o partido
dos saduceus; encheram-se de inveja 18 e deitaram as mãos aos Apóstolos,
metendo-os na prisão pública. 19 Mas, durante a noite, o Anjo do Senhor abriu
as portas da prisão e, depois de os ter conduzido para fora, disse-lhes: 20 «Ide
para o templo e anunciai ao povo a Palavra da Vida.» 21 Obedientes a essas ordens,
entraram no templo de manhã cedo e começaram a ensinar. Entretanto, chegou o
Sumo Sacerdote com os seus sequazes; convocaram o Sinédrio e todo o Senado dos
filhos de Israel e mandaram buscar os Apóstolos à cadeia. 22 Os guardas foram
lá, mas não os encontraram na prisão e voltaram, declarando: 23 «Encontrámos a
cadeia fechada com toda a segurança e os guardas de sentinela à porta, mas,
depois de a abrirmos, não encontrámos ninguém no interior.» 24 Esta notícia pôs
os sumos sacerdotes e o comandante do templo numa grande perplexidade acerca
dos Apóstolos, e perguntavam a si próprios o que poderia significar tudo
aquilo. 25 Veio, então, alguém comunicar-lhes: «Os homens que metestes na
prisão estão agora no templo a ensinar o povo.» 26 O comandante do templo
dirigiu-se imediatamente para lá com os guardas e trouxe os Apóstolos, mas não
à força, pois receavam ser apedrejados pelo povo. 27 Trouxeram-nos, pois, e
levaram-nos à presença do Sinédrio. O Sumo Sacerdote, interrogando-os, 28 disse:
«Proibimos-vos formalmente de ensinardes nesse nome, mas vós enchestes Jerusalém
com a vossa doutrina e quereis fazer recair sobre nós o sangue desse homem.» 29
Mas Pedro e os Apóstolos responderam: «Importa mais obedecer a Deus do que aos homens.
30 O Deus dos nossos pais ressuscitou Jesus, a quem matastes, suspendendo-o num
madeiro. 31 Foi a Ele que Deus elevou, com a sua direita, como Príncipe e
Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão dos pecados.
32 E nós somos testemunhas destas coisas, juntamente com o Espírito Santo, que
Deus tem concedido àqueles que lhe obedecem.»
Intervenção de Gamaliel –
33
Enraivecidos com tal linguagem, pensaram a sério em matá-los. 34 Ergueu-se,
então, um homem no Sinédrio, um fariseu chamado Gamaliel, doutor da Lei,
respeitado por todo o povo. Mandou sair os acusados por alguns momentos 35 e,
tomando a palavra, disse: «Homens de Israel, tende cuidado com o que ides fazer
a esses homens! 36 Nos últimos tempos, apareceu Teudas, que se dizia alguém e
ao qual seguiram cerca de quatrocentos homens. Ele foi liquidado e todos os
seus partidários foram destroçados e reduzidos a nada. 37 Depois dele, apareceu
também Judas, o galileu, nos dias do recenseamento, e arrastou o povo atrás
dele. Morreu, igualmente, e todos os seus adeptos foram dispersos. 38 E, agora,
digo-vos: não vos metais com esses homens, deixai-os. Se o seu empreendimento é
dos homens, esta obra acabará por si própria; 39mas, se vem de Deus, não
conseguireis destruí-los, sem correrdes o risco de entrardes em guerra contra
Deus.» Concordaram, então, com as suas palavras. 40 Trouxeram novamente os
Apóstolos e, depois de os mandarem açoitar, proibiram-lhes de falar no nome de
Jesus e libertaram-nos. 41 Quanto a eles, saíram da sala do Sinédrio cheios de
alegria, por terem sido considerados dignos de sofrer vexames por causa do Nome
de Jesus. 42 E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar e
de anunciar a Boa-Nova de Jesus, o Messias.
CÉLULAS
MÃE
1. O
Que são as células mãe?
São células pluri-potenciais o multi-potenciais,
quer dizer, que podem originar diversos tipos de tecidos (muscular, nervoso,
ósseo, etc.). As células toti-potenciais podem gerar um ser vivo completo;
estas, em troca, só uma porção. Por exemplo, na cicatrização de uma ferida há
uma regeneração nova de alguns tecidos onde estas células intervêm.
2.
Onde se encontram as células mãe?
Podemos
reunir os lugares em três grupos:
No
embrião.- Aqui há duas possibilidades:
- No
embrião de 5 dias - com 150-200 células -. A maioria são multipotentes.
- Em
alguns órgãos do embrião mais desenvolvido: fígado, cérebro, medula óssea...
No
sangue do cordão umbilical.
Em
alguns tecidos do homem adulto, por exemplo, no sangue periférico. Chamam-se
células mãe adultas.
Também
se conseguiu reprogramar células normais convertendo-as em células mãe.
3.Que
utilidade podem ter as células mãe?
Pretende-se
conseguir que essas células originem tecidos que substituam outros lesionados
por diversas doenças (Parkinson, Alzheimer, esclerose, lesões espinais...). Com
a vantagem de que se procedem do mesmo paciente, não se produziriam rejeições.
4.
Conseguiu-se algo?
Usando
células mãe adultas lograram-se já alguns êxitos em vários doentes. Em troca,
as células mãe embrionárias têm dado problemas de tumores e cancro pois tendem
a gerar tecidos variados; enquanto que as adultas, depois de induzi-las,
limitam-se a reproduzir os tecidos previstos. Segundo isto, a linha de
investigação correcta deveria seguir o uso de células mãe adultas. Por outro
lado, as células mãe embrionárias apresentam graves problemas éticos
(consciência).
5.
Que problemas éticos?
Há
vários casos:
A
utilização de células mãe embrionárias é um grave erro, pois para obtê-las é
preciso matar o embrião.
As
células mãe adultas podem usar-se sem dificuldades éticas.
Tampouco
há problemas éticos em obter células mãe do cordão umbilical depois do parto.
Mas há a possibilidade de originar tumores como as células mãe embrionárias.
Mais
rejeitável seria empregar a clonagem terapêutica.
6. O
que é a clonagem terapêutica?
A
chamada clonagem terapêutica consiste no seguinte: se toma-se um ovócito de
qualquer mulher e mediante clonagem põe-se-lhe o núcleo pertencente a outro
individuo com o objectivo de obter um embrião igual ao do individuo. Em seguida
mata-se o embrião clónico obtendo dele células mãe para o outro.
Temas para reflectir e meditar
Jesus
retirava-se muitas vezes para locais ermos para estar sozinho, assim nos dizem
os Evangelhos.
Porque
o faz?
Obviamente
para procurar momentos e ambiente para orar mais detidamente sem interferências
ou interrupções.
O
que, me parece, é saudável e aconselhável.
Por
isso mesmo um assinalável número de cristãos procuram, pelo menos uma vez por
ano, fazer um retiro espiritual para com maior sossego e em ambiente mais
propício reflectirem sobre a sua vida e, claro, procurando fazer um exame que
os leve a encontrar pontos de correcção ou simples mudança de alguns detalhes
de comportamento.
Este
comportamento revela-se sempre muito saudável, como se costuma dizer: “fica-se
com a alma lavada”, pronto para recomeçar com novo ímpeto e coragem.
Pequena agenda do cristão
PEQUENA AGENDA DO CRISTÃO
(Coisas muito simples, curtas, objectivas)
Propósito:
Viver a família.
Senhor, que a minha família seja um espelho da Tua Família em Nazareth, que cada um, absolutamente, contribua para a união de todos pondo de lado diferenças, azedumes, queixas que afastam e escurecem o ambiente. Que os lares de cada um sejam luminosos e alegres.
Lembrar-me:
Cultivar a Fé
São Tomé, prostrado a Teus pés, disse-te: Meu Senhor e meu Deus!
Não tenho pena nem inveja de não ter estado presente. Tu mesmo disseste: Bem-aventurados os que crêem sem terem visto.
E eu creio, Senhor.
Creio firmemente que Tu és o Cristo Redentor que me salvou para a vida eterna, o meu Deus e Senhor a quem quero amar com todas as minhas forças e, a quem ofereço a minha vida. Sou bem pouca coisa, não sei sequer para que me queres mas, se me crias-te é porque tens planos para mim. Quero cumpri-los com todo o meu coração.
Pequeno exame:
Cumpri o propósito que me propus ontem?
04/07/2020
Senhor, socorre-me.
Sinais inequívocos da verdadeira Cruz de Cristo: a serenidade, um
profundo sentimento de paz, um amor disposto a qualquer sacrifício, uma
eficácia grande, que dimana do próprio Lado de Jesus, e sempre – de modo evidente
– a alegria: uma alegria que procede de saber que, quem se entrega de verdade,
está junto da Cruz e, por conseguinte, junto de Nosso Senhor. (Forja, 772)
Aconselharei a quem quiser aprender com a experiência de um pobre
sacerdote que não pretende falar senão de Deus, que, quando a carne tentar
recobrar os seus foros perdidos, ou a soberba – que é pior – se revoltar e se
encabritar, correr a abrigar-se nessas divinas fendas abertas no Corpo de
Cristo pelos cravos que O seguraram à Cruz e pela lança que atravessou o Seu
peito. Vamos como nos comover mais; derramemos nas Chagas de Nosso Senhor todo
esse amor humano... e esse amor divino. Que isto é desejar a união, sentir-se
irmão de Cristo, ser seu consanguíneo, filho da mesma Mãe, porque foi Ela que
nos levou até Jesus.
Afã de adoração, ânsias de desagravo com sossegada suavidade e com
sofrimento. Far-se-á vida na nossa vida a afirmação de Jesus: aquele que não
toma a sua cruz para me seguir, não é digno de mim. E Nosso Senhor
manifesta-se-nos cada vez mais exigente, pede-nos reparação e penitência, até
nos fazer experimentar o fervoroso desejo de querer viver para Deus, pregado na
cruz juntamente com Cristo. Mas guardamos este tesouro em vasos de barro frágil
e quebradiço, para que se reconheça que a grandeza do poder que se vê em nós é
de Deus e não nossa.
Vemo-nos acossados por toda a espécie de atribulações e nem por
isso perdemos o ânimo; encontramo-nos em grandes apuros, mas não desesperados,
ou sem recursos; somos perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não
inteiramente perdidos: trazemos sempre no nosso corpo por toda a parte a
mortificação de Jesus.
Parece-nos, além disso, que Nosso Senhor não nos escuta, que
andamos enganados, que só se ouve o monólogo da nossa voz. Encontramo-nos como
se não tivéssemos apoio na terra e fossemos abandonados pelo Céu. No entanto, é
verdadeiro e prático o nosso horror ao pecado, mesmo ao pecado venial. Com a
obstinação da Cananeia, prostramo-nos rendidamente como ela, que O adorou,
implorando: Senhor, socorre-me. E desaparece a obscuridade, superada pela luz
do Amor. (Amigos de Deus, 303–304)
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