12/05/2019

El Reto del Amor






por El Reto del amor

Confissões – 12

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Confissões


Talentos

…/4

O uso que faço dos "meus" talentos:

Levanta-se um problema logo no início desta reflexão: "os meus talentos"!

Em boa verdade os talentos são meus porque me foram dados gratuitamente, sem qualquer mérito da minha parte, por Deus.

Talvez que alguém aduza que alguns deles fazem parte de herança genética o que se pode aceitar, mas, seja como for, continuam a ser dados, oferecidos.

Acho que os talentos não se adquirem, apenas se desenvolvem e é neste desenvolvimento -  que é sua aplicação prática - que se vão como que afinando e gerando talentos, digamos, paralelos.

Por aqui concluo a importância que realmente tem aplicar-me a fundo em usar os talentos sobretudo como serviço aos outros, á sociedade.


(AMA, reflexões, 2017)





Formação humana e cristã – 129


Meditação

2.1 - Temas de meditação

2.1.1 - A Cruz

É fundamental ter durante o dia uns momentos – poucos minutos de cada vez - de meditação sobre as realidades da Fé e da prática daminha vida cristã.

Talvez fixar a atenção na Cruz da Ressurreição na sua verdadeira di­mensão e, também, na minha união à Cruz de Cristo.

União que terá de ser - sempre - real e concreta, sem dramatismo nem zelo excessivos, mas com absoluta tranquilidade e pragmatismo sabendo, como sei, que a "minha cruz" ressalvando a infinita distância, tem um valor e uma importância que Cristo não despreza antes considera muito seriamente.

Não ter medo de comparações porque, se uma infinita distância - como disse, - as separa, tal se deve a quem as transporta e não me passa pela cabeça comparar-me a Cristo.

Mas, se não me comparo a Cristo porque e como pretendo imitá-lo?

Imitar não define comparar?

Não!

Imitar é tentar fazer o mesmo, quando comparar é, no fundo, avaliar.

Imitar Cristo na Cruz, por exemplo, não é resignar-se a aceitar a própria porque Jesus não se resignou, mas aceitou conscientemente a Vontade do Pai, não se resigna porque pede, pergunta porque não Lhe é poupado o sacrifício clamando por um abandono do Pai.

Jesus quer, deseja a Cruz e mostra-se até impaciente por ter de esperar pelo momento determinado.

Não é o meu caso, em primeiro lugar porque a minha cruz é, na sua maior parte, construída por mim próprio, fruto da minhas faltas e cedências, à minha ambição de ter, aos actos irreflectida ou precipitadamente levados a cabo. Ninguém a não ser eu próprio é responsável por ela.

Em segundo lugar porque resignar-me equivaleria a abandonar a luta por erradicar esses defeitos e deficiências que estão na sua origem.

E, em terceiro porque a resignação tiraria qualquer mérito que possa ter.

(cont)     
AMA, reflexões

Leitura espiritual


A CONSCIÊNCIA

1.           O que é consciência?

A consciência é um julgamento da razão pela qual o homem reconhece a bondade ou a maldade de um acto.
Por exemplo, ele diz: "Estou ciente de que esse detalhe com os meus pais é bom".

2.           O que é necessário para estar ciente?

Para emitir um juízo de consciência sobre o bem-mal de um acto, precisa de uma inteligência que julgue e um conhecimento prévio que é a base sobre a qual esse julgamento moral se baseia.
Algo semelhante acontece quando o entendimento determina a verdade de algo. Por exemplo, ao ouvir: "as vacas voam", a razão emite um julgamento imediato que diz: "falso".
Este julgamento é baseado no conhecimento prévio de vacas e fuga.

3.           Qual é a base do apoio à consciência?

O julgamento da consciência é baseado no conhecimento da natureza humana e no que é conveniente para ela.
Essa sabedoria é adquirida de duas fontes:

Por um lado, a própria natureza humana exige um modo de agir que é usualmente chamado de lei natural.
O Criador nos criou de certa maneira e está gravado no homem um conhecimento básico do que é certo ou errado.
Além disso, o Senhor quis manifestar claramente o que é conveniente para nós e temos os dez mandamentos e os ensinamentos de Jesus Cristo, que ajudam a formar a consciência.

4.           Como formar bem a consciência?

O juízo moral da inteligência torna-se mais certo se o homem obtiver mais conhecimento das duas fontes anteriores.
Para entender melhor a natureza humana, será bom encorajar o desejo de buscar a verdade e agir bem.
Também este último, porque com base em agir mal, a inteligência se torna mal usada e perde a clareza de julgamento.
Para aprender ou lembrar os ensinamentos de Jesus Cristo, teremos que recorrer aos meios de formação cristã: palestras, homilias, cursos, livros, etc.
Para a aplicação prática deste conhecimento, será bom ouvir o conselho de pessoas boas e conhecedoras.

5.           É apropriado ter uma consciência bem formada?

É importante distinguir o bem do mal, estar certo no que deve ser feito.
Os grandes criminosos têm uma consciência distorcida e dizem que são homens sem consciência.

6. Qualidades da consciência?

A consciência não cria a lei, mas aplica a lei de Deus ao caso concreto - O homem não inventa o bem-mal, mas julga baseado na lei natural registrada em sua natureza.
Um carteirista pode convencer-se de que roubar é bom, mas não é.
Está simplesmente errado.
A consciência é inseparável dos actos humanos - os actos humanos são chamados de voluntários e livres e, portanto, conscientes.
Consciente da sua bondade sensível:
eu gosto disso;
e da sua bondade moral:
convém-me.
A consciência instrui o bem e move-se a agir.
O juízo de consciência é prático:
Eu posso isso ou devo fazer;
Eu devo evitar isso.
É a experiência é adquirida.
A consciência aprova ou repreende
O juízo de consciência é principalmente anterior à acção, agir ou não.
Mas uma pessoa continua a reflectir depois de agir, com uma opinião de aprovação e paz se foi bem feita, ou de rejeição inquieta se foi mal feita.
É por isso que o homem tem responsabilidade consigo mesmo.

6.           Liberdade de consciência?

A liberdade de consciência deve ser respeitada, mas isso não significa que a consciência seja independente da lei divina.
Neste campo, a liberdade consiste na ausência de coacção na busca da verdade, mas não na independência em relação à verdade.
Uma pessoa pode estar convencida de que roubar é bom ou que Pequim não existe.
Em ambos os casos, ele trabalha livremente, mas não consegue com a verdade - moral ou geográfica - (relativismo).

7.           Um terrorista assassina de acordo com sua consciência. Por que isso está errado?

Ele não faz mal em seguir a sua consciência, mas sim em deformá-la até esse ponto.

(Na verdade, em casos não naturais, a consciência continua a protestar e o terrorista deve dobrar o seu próprio pensamento sempre que age).

ID, revisão versão portuguesa por AMA



Evangelho e comentário



TEMPO DE PÁSCOA




Evangelho: Jo 10, 27-30

27 As minhas ovelhas escutam a minha voz: Eu conheço-as e elas seguem-me. 28 Dou-lhes a vida eterna, e nem elas hão-de perecer jamais, nem ninguém as arrancará da minha mão. 29 O que o meu Pai me deu vale mais que tudo e ninguém o pode arrancar da mão do Pai. 30 Eu e o Pai somos Um.»

Comentário:

A declaração de Jesus Cristo: «Eu e o Pai somos Um» é de tal forma clara e conclusiva não admite interpretações.
Da mesma forma se dissesse: ‘Eu sou Deus!’

Porém, deixa essa “conclusão” aos que O escutam pois quer evitar susceptibilidades que bem sabemos tal afirmação levantaria.

Fala das Suas ovelhas que Lhe pertencem porque são de Deus e têm a vida eterna assegurada exactamente por isso mesmo.

O Seu desejo – tantas vezes expresso – é que haja um só rebanho e um só Pastor – Ele próprio – porque todos, absolutamente, fomos e somos criados à imagem e semelhança de Deus.

Como nas famílias humanas também na Família Divina não pode haver dissensões porque, a existirem, nem umas nem Outra podem subsistir.

(AMA, comentário sobre Jo 10, 27-30, 15.02.2019)


Pequena agenda do cristão

DOMINGO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Viver a família.

Senhor, que a minha família seja um espelho da Tua Família em Nazareth, que cada um, absolutamente, contribua para a união de todos pondo de lado diferenças, azedumes, queixas que afastam e escurecem o ambiente. Que os lares de cada um sejam luminosos e alegres.

Lembrar-me:
Cultivar a Fé

São Tomé, prostrado a Teus pés, disse-te: Meu Senhor e meu Deus!
Não tenho pena nem inveja de não ter estado presente. Tu mesmo disseste: Bem-aventurados os que crêem sem terem visto.
E eu creio, Senhor.
Creio firmemente que Tu és o Cristo Redentor que me salvou para a vida eterna, o meu Deus e Senhor a quem quero amar com todas as minhas forças e, a quem ofereço a minha vida. Sou bem pouca coisa, não sei sequer para que me queres mas, se me crias-te é porque tens planos para mim. Quero cumpri-los com todo o meu coração.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?

11/05/2019

Nunc Coepi ajudas

Em reposta à "Nota pessoal de António Mexia Alves" publicada em 09/Mai,: NUNC COEPI recebeu hoje uma ajuda de 5,00 Eur.

Bem haja.

El Reto delAmor



por El Reto del amor

Nossa Senhora e Fátima e o próximo


Hoje, 11 de Maio fui à lavandaria buscar umas calças. Uma cliente que estava de saída disse à dona do estabelecimento:

'Amanhã vou a Fátima. Vou rezar por si'

'Muito obrigado' - respondeu aquela – ‘olhe que eu sempre que vou a Fátima, acendo uma vela por todos os meus clientes, sim porque são eles que me ajudam a ganhar a vida'

Fiquei comovido e disse-lhe:

'Pelo que me respeita fico-lhe muito grato'

O resto do dia não pensei noutra coisa.

Isto é uma autêntica lição de amor ao próximo!


AMA, 11.05.2018


Reflexão ao Sábado – 2


Neste Sábado desejo fazer algo especial pela minha Mãe do Céu.

O que poderia fazer que lhe fosse agradável e reflectisse o meu amor, carinho e veneração pela Excelsa Mãe de Deus e minha Mãe?

Ocorre-me, então, que, seguramente, o que lhe dará maior alegria, é participar na Santa Missa com todo o meu empenho, as minhas forças e potências para, assim, dar maior glória a Deus e receber as abundantes graças que me tem reservadas.

Santa Maria ajuda-me neste propósito.

Lapa, 2011.02.19

Leitura espiritual


OS VÍCIOS

1.           O que são vícios?

Chama-se vício ao conjunto de circunstâncias ou situações em que o ser humano se sente obrigado a agir de maneira a se prejudicar.
 Comentários:

Na realidade, o homem mantém sua liberdade e nunca é completamente obrigado a algo. No entanto, há casos em que parece o contrário, e é por isso que se diz que o homem se sente obrigado.
Se o comportamento é menos obrigatório, não se fala de dependência, mas de vício, má inclinação, etc.
Se você faz bem a si mesmo, não é chamado vício, mas bom hábito, qualidades, etc.

2.           Por que existe apenas vício quando o hábito é mau?

Fala-se de vícios quando maus hábitos e não quando eles são bons, porque entende-se que o vício é algo que o homem não quer, e obviamente queremos para fazer o bem e não o mal.
Boas qualidades e hábitos não são algo a ser rejeitado, mas ajudam a facilitar o desempenho como todos nós desejamos.

3.           Exemplos de vícios?

Segundo o objecto que escraviza o homem, existem vários tipos de dependência.

As drogas (maconha, cocaína...) causam muito dano.

Das drogas vem o vício em seu sentido original, do qual se generalizou para qualquer coisa que escravize o homem.
Comida.

Ansioso para comer ou beber excessivamente, impulso obsessivo para comer tal comida e não tal outro...

O sexo em suas várias formas muito escraviza os seres humanos.
Também pode haver cuidado excessivo com o corpo, com a própria figura, com a aparência.

Os objectos:

Acumulação de tecnologia, sapatos, roupas, champôs...
Há muitos objectos que prendem o homem.

A diversão.

Jogo e jogo e jogo.
Discoteca e discoteca.
Folia. O encadeamento do jogo é outro da escravidão que primeiro recebeu o nome de vício.
Eu - eu gosto, eu acho, eu prefiro, eu acho...
O egoísmo às vezes é um forte vício e difícil de reconhecer.

Os meus sentimentos.

Por exemplo, pessoas que querem sentir-se amadas como são e quem quer que sejam.
Outros querem ter sentimentos de autopiedade.
Outros querem sentir ódio, ou se sentir mal (hipocondríacos), etc.

4.           Como se originam os vícios?

Um vício se torna algo instintivo, uma tendência má que o homem não é capaz de dominar.
As formas usuais de surgimento dos vícios são:

A repetição de maus actos
Eles originam um mau hábito que acentuando-se se torna vicioso e escravizador.
Por outro lado, a repetição de bons actos origina virtudes e qualidades que tornam mais fácil agir bem, não mal.
Estes não são vícios, porque exigem que sejam acções prejudiciais ao homem.
Apenas se fala sobre vícios quando há vícios.
Dos vícios, há que libertar-se.

A aceitação repetida de sentimentos maus.

Se alguém aceita pensamentos frequentes de ódio, o ódio é ancorado no coração.
O mesmo acontece com sentimentos de amargura, pessimismo, até sentimentos de afeição pela pessoa errada.

5.           Como livrar-se de um vício?

Existem vícios e obsessões que requerem tratamento médico e você deve consultar o médico correspondente.
Além disso, existem várias maneiras de se livrar dos vícios:

A mortificação, o sacrifício.
O exercício de dominar os gostos de uma pessoa ajuda a dominar os apetites escravos.

A repetição de bons actos.

Origina boas qualidades e costumes que se opõem àqueles que querem suprimir.
(Também é evidente que acções más devem ser evitadas para não reforçar o vício).

A busca por ideais elevados.

Se tem grandes objectivos, que é mais fácil para o coração humano para prestar atenção e interesse em alcance, e assim é mais fácil de se livrar de tendências escravizantes.
O serviço aos outros seria um exemplo de um bom ideal.

O apoio de pessoas boas e Deus.

Não é bom estar sozinho.
O vício progride mais levemente se tiver a respiração de outras pessoas.
(Além disso, evitar ambientes que facilitem o vício).
E, claro, a ajuda do céu vai muito bem (oração, sacramentos...)

ID, revisão versão portuguesa por AMA