22/06/2017

Fátima: Centenário - Oração diária


Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.


AMA, Fevereiro, 2017

Fátima: Centenário - Oração jubilar de consagração


Salve, Mãe do Senhor,
Virgem Maria, Rainha do Rosário de Fátima!
Bendita entre todas as mulheres,
és a imagem da Igreja vestida da luz pascal,
és a honra do nosso povo,
és o triunfo sobre a marca do mal.

Profecia do Amor misericordioso do Pai,
Mestra do Anúncio da Boa-Nova do Filho,
Sinal do Fogo ardente do Espírito Santo,
ensina-nos, neste vale de alegrias e dores,
as verdades eternas que o Pai revela aos pequeninos.

Mostra-nos a força do teu manto protector.
No teu Imaculado Coração,
sê o refúgio dos pecadores
e o caminho que conduz até Deus.

Unido/a aos meus irmãos,
na Fé, na Esperança e no Amor,
a ti me entrego.
Unido/a aos meus irmãos, por ti, a Deus me consagro,
ó Virgem do Rosário de Fátima.

E, enfim, envolvido/a na Luz que das tuas mãos nos vem,
darei glória ao Senhor pelos séculos dos séculos.


Ámen.

Doutrina – 338

CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

Compêndio


PRIMEIRA PARTE: A PROFISSÃO DA FÉ

SEGUNDA SECÇÃO: A PROFISSÃO DA FÉ CRISTÃ

CAPÍTULO SEGUNDO

CREIO EM JESUS CRISTO, O FILHO UNIGÉNITO DE DEUS
«JESUS CRISTO PADECEU SOB PÔNCIO PILATOS, FOI CRUCIFICADO, MORTO E SEPULTADO»

116. Jesus contradisse a fé de Israel no Deus único e salvador?

Jesus nunca contradisse a fé num Deus único, nem sequer quando realizava a obra divina por excelência que cumpria as promessas messiânicas e o revelava igual a Deus: o perdão dos pecados.

A exigência feita por Jesus de fé na sua pessoa e de conversão permite compreender a trágica incompreensão do Sinédrio que considerou Jesus merecedor de morte porque blasfemo.

Fátima: Centenário - Vida de Maria - 3

Centenário das aparições da Santíssima 

Virgem em Fátima



Imaculada Conceição


A VOZ DOS SANTOS


«Este é um mistério de amor. A razão humana não o consegue compreender. Só a fé pode explicar como é que uma criatura foi elevada a tão grande dignidade, até se tornar o centro amoroso em que convergem as complacências da Trindade. Sabemos que é um segredo divino. Mas, por se tratar da nossa Mãe, sentimo-nos capazes de o compreender melhor – se é possível falar assim – do que outras verdades da fé.»

«Os teólogos formularam com frequência um argumento para tentar compreender de algum modo o significado desse cúmulo de graças de que Maria se encontra revestida, e que culmina com a Assunção aos Céus. Dizem: convinha; Deus podia fazê-lo; e por isso o fez. É a explicação mais clara das razões que levaram Cristo a conceder a sua Mãe todos os privilégios, desde o primeiro instante da sua Imaculada Conceição. Ficou livre do poder de Satanás; é formosa – tota pulchra! – limpa, pura na alma e no corpo».
(São Josemaria, Cristo que passa, n. 171)

«Como gostam os homens de que lhes recordem o seu parentesco com personagens da literatura, da política, do exército, da Igreja!... - Canta diante da Virgem Imaculada, recordando-Lhe: Ave, Maria, Filha de Deus Pai; Ave, Maria, Mãe de Deus Filho; Ave, Maria, Esposa de Deus Espírito Santo... Mais do que tu, só Deus!
(São Josemaria, Caminho, n. 496)

«Talvez agora algum de vós possa pensar que o dia normal, o habitual ir e vir da nossa vida, não se presta muito para manter o coração numa criatura tão pura como Nossa Senhora. Convidar-vos-ia a reflectir um pouco. Que procuramos sempre, mesmo sem dar especial atenção, em tudo o que fazemos? Quando nos move o amor de Deus e trabalhamos com rectidão de intenção, procuramos o que é bom, o que é limpo, o que dá paz à consciência e felicidade à alma. Também cometemos muitos erros? Sim, mas precisamente reconhecer esses erros é descobrir com maior clareza que a nossa meta é esta: uma felicidade que não seja passageira, mas sim profunda, serena, humana e sobrenatural.

Existe uma criatura que conseguiu nesta terra essa felicidade, porque é a obra-prima de Deus: a Nossa Mãe Santíssima, Maria. Ela vive e protege-nos; está junto do Pai e do Filho e do Espírito Santo, em corpo e alma. É a mesma que nasceu na Palestina, que se entregou ao Senhor desde menina, que recebeu a anunciação do Arcanjo Gabriel, que deu à luz o Nosso Salvador, que esteve junto d'Ele ao pé da Cruz.

N'Ela tornam-se realidade todos os ideais, mas não devemos concluir que a sua sublimidade e a sua grandeza a apresentem para nós inacessível e distante É a cheia de graça, a soma de todas as perfeições: e é Mãe. Com o seu poder diante de Deus alcançar-nos-á o que lhe pedirmos; como Mãe, quer-no-lo conceder. E, também como Mãe, entende e compreende as nossas fraquezas, anima-nos, desculpa-nos, facilita o caminho, tem sempre o remédio preparado, mesmo quando parece que já nada é possível».


(São Josemaria, Amigos de Deus, n. 292)

Epístolas de São Paulo – 100

Carta aos Hebreus - cap 7

1. CRISTO É SUPERIOR AOS SACERDOTES LEVITAS (7,1-28)

Melquisedec (Gn 14; Sl 110,4)

- 1Este Melquisedec, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, foi ao encontro de Abraão quando ele voltava da derrota infligida aos reis e abençoou-o; 2Abraão concedeu-lhe o dízimo de todas as coisas; o seu nome significa, em primeiro lugar, rei de justiça, e depois, «rei de Salém», que quer dizer «rei de paz». 3Sem pai, sem mãe, sem genealogia, sem princípio de dias nem fim de vida, assemelha-se ao Filho de Deus e permanece sacerdote para sempre. 4Considerai, portanto, como é grande aquele a quem o patriarca Abraão deu o dízimo dos despojos. 5Na verdade, também os filhos de Levi que recebem o sacerdócio, têm ordem, segundo a Lei, para cobrar o dízimo ao povo, isto é, aos seus irmãos, embora eles sejam também descendentes de Abraão. 6Mas aquele, que não era da sua descendência, cobrou o dízimo de Abraão e abençoou o detentor das promessas. 7Ora, sem dúvida, é o inferior que é abençoado pelo superior. 8Num caso, os que cobram o dízimo são homens mortais, mas no outro, é alguém que se afirma estar vivo. 9E, por assim dizer, Levi, que recebe o dízimo, pagava o dízimo, na pessoa de Abraão, 10pois ele ainda estava nas entranhas do seu antepassado quando Melquisedec veio ao seu encontro.

Sacerdote segundo a ordem de Melquisedec


- 11Ora, se a perfeição tivesse sido realizada pelo sacerdócio levítico - sob ele o povo recebeu a Lei - que necessidade havia de que surgisse um outro sacerdote segundo a ordem de Melquisedec, e não segundo a ordem de Aarão? 12De facto, quando muda o sacerdócio, dá-se também, necessariamente, a mudança da Lei. 13Aquele de quem isto se diz pertence a outra tribo, da qual nenhum membro fez o serviço do altar. 14É claro que Nosso Senhor procede de Judá, tribo acerca da qual Moisés nada disse a propósito dos sacerdotes. 15E isto é ainda mais evidente, quando aparece outro sacerdote à semelhança de Melquisedec, 16instituído, não segundo o mandamento de uma lei humana, mas segundo o poder de uma vida indestrutível. 17Na verdade, dele se testemunha: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec. 18Assim, dá-se, por um lado, a abolição do mandamento precedente, devido à sua fraqueza e inutilidade 19- pois a Lei nada levou à perfeição - e, por outro, a introdução de uma esperança melhor, mediante a qual nos aproximamos de Deus. 20E isso não foi feito sem juramento. Os outros tornavam-se sacerdotes sem juramento, 21mas este com um juramento daquele que lhe disse: O Senhor jurou e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre. 22Por isso mesmo, Jesus se tornou o garante de uma aliança superior. 23Além disso, aqueles sacerdotes eram numerosos porque a morte os impedia de continuar, 24mas este, porque permanece eternamente, possui um sacerdócio que não acaba. 25Sendo assim, Ele pode salvar de um modo definitivo, os que por meio dele se aproximam de Deus, pois Ele está vivo para sempre, a fim de interceder por eles. 26Tal é, com efeito, o Sumo Sacerdote que nos convinha: santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores e elevado acima dos céus, 27que não tem necessidade, como os outros sacerdotes, de oferecer vítimas todos os dias, primeiro pelos seus próprios pecados e depois pelos do povo, porque Ele o fez uma vez por todas, oferecendo-se a si mesmo. 28A Lei, com efeito, constitui sumos sacerdotes a homens sujeitos à debilidade; mas a palavra do juramento, posterior à Lei, constitui o Filho perfeito para sempre.

Temas para meditar 720

Riquezas


A riqueza não passa de um meio, jamais pode constituir o objectivo primordial da atenção do homem, antes deve ser utilizada de modo a que atinja o fim para o qual o homem está ordenado.


(FEDERICO SUAREZ, A Virgem Nossa Senhora, Éfeso, 4ª Ed. Nr. 194)



Senhor, com o teu auxílio lutarei.

O canto humilde e gozoso de Maria, no "Magnificat", recorda-nos a infinita generosidade de Nosso Senhor com os que se fazem como crianças, com os que se abaixam e sabem sinceramente que não são nada. (Forja, 608)

Não esqueçais que santo não é o que não cai, mas o que se levanta sempre, com humildade e com santa persistência. Se no livro dos Provérbios se comenta que o justo cai sete vezes ao dia, tu e eu – pobres criaturas – não nos devemos estranhar nem desalentar perante as misérias pessoais, perante os nossos tropeços, porque continuaremos em frente, se procurarmos a fortaleza n'Aquele que nos prometeu: Vinde a mim todos os que andais cansados e oprimidos, que eu vos aliviarei. Obrigado, Senhor, quia tu es, Deus, fortitudo mea, porque foste sempre Tu, e só Tu, meu Deus, a minha fortaleza, o meu refúgio, o meu apoio.


Se verdadeiramente desejas progredir na vida interior, sê humilde. Recorre constantemente, confiadamente, à ajuda do Senhor e de sua Mãe bendita, que é também a tua Mãe. Com serenidade, tranquilo, por muito que te doa a ferida ainda não sarada da tua última queda, abraça de novo a cruz e diz: Senhor, com o teu auxílio lutarei para não parar, responderei fielmente aos teus convites, sem temer as encostas íngremes, nem a aparente monotonia do trabalho habitual, nem os cardos e pedras do caminho. Sei que a tua misericórdia me assiste e que, no fim, acharei a felicidade eterna, a alegria e o amor pelos séculos sem fim. (Amigos de Deus, 131)

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Mt 6, 7-15

7Nas vossas orações, não sejais como os gentios, que usam de vãs repetições, porque pensam que, por muito falarem, serão atendidos. 8Não façais como eles, porque o vosso Pai celeste sabe do que necessitais antes de vós lho pedirdes.» 9: ‘Pai nosso, que estás no Céu, santificado seja o teu nome, 10venha o teu Reino; faça-se a tua vontade, como no Céu, assim também«Rezai, pois, assim na terra. 11Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia; 12perdoa as nossas ofensas, como nós perdoámos a quem nos tem ofendido; 13e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do Mal.’ 14Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará a vós. 15Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai vos não perdoará as vossas.»

Comentário:

Milhões de páginas escritas por eminentes pensadores, glosas e comentários sobre o “Pai Nosso” têm sido objecto da nossa admiração ao longo dos tempos.

Não admira, trata-se de uma oração divina ensinada pelo próprio Jesus Cristo e a única coisa que temos de fazer é ter bem presente que foi Ele mesmo que nos disse: «Rezai, pois, assim».

Todas as orações por belas e maravilhosas que possam ser não têm uma pálida semelhança com o “Pai Nosso”.

As nossas orações, fruto da nossa Fé e da nossa Piedade, são humanas e, sem dúvida, agradáveis a Deus.

O “Pai Nosso” é, - digamos -  como que o “remate” final que consubstancia em si mesmo quanto precisamos pedir, invocar, dizer.

Seja esta oração divina a oração cristã por excelência e estaremos, seguramente, no caminho certo para chegar ao íntimo de Deus Nosso Senhor.


(AMA, comentário sobre Mt 6, 7-15, 14.02.2017)






Pequena agenda do cristão


Quinta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Participar na Santa Missa.


Senhor, vendo-me tal como sou, nada, absolutamente, tenho esta percepção da grandeza que me está reservada dentro de momentos: Receber o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade do Rei e Senhor do Universo.
O meu coração palpita de alegria, confiança e amor. Alegria por ser convidado, confiança em que saberei esforçar-me por merecer o convite e amor sem limites pela caridade que me fazes. Aqui me tens, tal como sou e não como gostaria e deveria ser.
Não sou digno, não sou digno, não sou digno! Sei porém, que a uma palavra Tua a minha dignidade de filho e irmão me dará o direito a receber-te tal como Tu mesmo quiseste que fosse. Aqui me tens, Senhor. Convidaste-me e eu vim.


Lembrar-me:
Comunhões espirituais.


Senhor, eu quisera receber-vos com aquela pureza, humildade e devoção com que Vos recebeu Vossa Santíssima Mãe, com o espírito e fervor dos Santos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?






21/06/2017

Fátima: Centenário - Oração diária


Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.


AMA, Fevereiro, 2017

Hoy el reto del amor es amar desde dentro.

LA FUERZA DEL INTERIOR

"Me está pasando algo raro...", pensaba. Y no sólo me daba cuenta yo, sino que las demás también empezaron a percibirlo.

-Sión... ¿estás bien?

Generalmente salto de la cama con el pitido del despertador y llego la primera a la ducha. Sin embargo, ya llevaba varios días en que llegaba la última... y si llegaba.

-Debo de estar muy cansada... (explicación día 1)

-Estaba tan dormida que no he oído el despertador... (día 2)

-He debido de apagar el despertador sin darme cuenta... (día 3)

Finalmente, Lety me sugirió otra respuesta:

-Sión... ¿has probado a cambiar las pilas del despertador?

¡¡Oye, mano de santo!! El pobre aparato, aunque seguía mostrando la hora, ya no tenía fuerzas para cantar...

Y así nos puede pasar también a nosotros. A lo largo de los días, vamos perdiendo poco a poco la batería. Sí, seguimos cumpliendo con nuestras obligaciones, sacamos adelante nuestras tareas, seguimos marcando la hora... pero ya no hay fuerzas para cantar.

Sin embargo, a Cristo no le importa sólo "qué" haces... sino "cómo" lo haces. Puedes hacer muchas cosas buenas pero, ¿cómo estás por dentro?

Cristo sabe que toda batería se agota, pequeño despertador, ¡por eso siempre está disponible para recargarte, darte pilas nuevas! No dejes que te viva el día, o que te mueva la simple rutina: de la mano de Cristo, ¡encontrarás oportunidades para amar en miles de detalles!

Hoy el reto del amor es amar desde dentro. Para ello, ¡carga bien tus pilas! Siéntate un rato con Cristo, llénate de su amor y, a lo largo de tu jornada, haz una tarea en casa que no te corresponda. Hazlo por amor, con una sonrisa. Habrás cumplido el reto si, mientras realizas la tarea... ¡tu corazón canta! ¡Deja que el amor de Cristo sea tu batería! ¡Feliz día!


VIVE DE CRISTO

Fátima: Centenário - Vida de Maria - 2

Centenário das aparições da Santíssima 

Virgem em Fátima



Imaculada Conceição


A VOZ DOS PADRES


«Exulte hoje toda a criação e estremeça de gozo a natureza. Alegre-se o céu nas alturas e as nuvens derramem a justiça. Destilem os montes doçura de mel e júbilo as colinas, porque o Senhor teve misericórdia do Seu povo e nos suscitou um poderoso Salvador na casa de David Seu servo, ou seja, nesta imaculadíssima e puríssima Virgem, através de quem chega a saúde e a expectativa dos povos».

«Que as almas boas e agradecidas entoem um cântico de alegria; que a natureza convoque todas as criaturas para lhes anunciar a boa nova da sua renovação e o início da sua reforma. Saltem as mães de alegria, pois a que carecia de descendência (Santa Ana) gerou uma Mãe virgem e imaculada. Alegrem-se as virgens, pois uma terra não semeada pelo homem trará como fruto Aquele que procede do Pai sem separação, segundo um modo mais admirável de quanto se possa imaginar. Aplaudam as mulheres, pois se noutros tempos uma mulher foi ocasião imprudente de pecado, também agora uma mulher nos traz as primícias da salvação; e a que antes foi ré, manifesta-se agora aprovada pelo juízo divino: Mãe que não conhece varão, escolhida pelo Seu Criador, restauradora do género humano».

«Que todas as coisas criadas cantem e dancem de alegria e contribuam adequadamente para este dia gozoso. Que hoje seja una e comum a celebração do Céu e da terra e que tudo o que há neste mundo e no outro faça festa de comum acordo. Porque hoje foi criado e erigido o santuário puríssimo do Criador de todas as coisas e a criatura preparou para o seu Autor uma hospedagem nova e apropriada».

«Hoje a natureza, antigamente desterrada do paraíso, recebe a divindade e corre com passo alegre para o cume supremo da glória. Hoje Adão oferece Maria a Deus em nosso nome, como as primícias da nossa natureza; e estas primícias, que não foram misturadas com o resto da massa, são transformadas em pão para a reparação do género humano.

«Hoje a humanidade, em todo o resplendor da sua nobreza imaculada, recebe o dom da sua primeira formação pelas mãos divinas e reencontra a sua antiga beleza. As vergonhas do pecado tinham obscurecido o esplendor e os encantos da natureza humana; mas nasce a Mãe do Formoso por excelência e esta natureza retoma n’Ela os seus antigos privilégios e é modelada seguindo um modelo perfeito e verdadeiramente digno de Deus. E esta formação é uma perfeita restauração; e esta restauração uma divinização; e esta, uma assimilação ao estado primitivo».

«Hoje apareceu o brilho da púrpura divina e a miserável natureza humana revestiu-se da dignidade real. Hoje, de acordo com a profecia, floresceu o ceptro de David, o ramo sempre verde de Aarão, que para nós produziu Cristo, ramo da força. Hoje, de Judá e de David saiu uma jovem virgem, com a marca do reino e do sacerdócio d’Aquele que, segundo a ordem de Melquisedec, recebeu o sacerdócio de Aarão. Hoje a graça, purificando o éfode místico do divino sacerdócio, teceu — à maneira de símbolo — a veste da semente levítica e Deus tingiu com púrpura real o sangue de David».

«Dizendo tudo numa palavra: hoje começa a reforma da nossa natureza e o mundo envelhecido, submetido agora a uma transformação totalmente divina, recebe as primícias da segunda criação»


Santo André de Creta, Homilia 1 na Natividade da Santíssima Mãe de Deus. 

Doutrina – 337

CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

Compêndio


PRIMEIRA PARTE: A PROFISSÃO DA FÉ

SEGUNDA SECÇÃO: A PROFISSÃO DA FÉ CRISTÃ

CAPÍTULO SEGUNDO

CREIO EM JESUS CRISTO, O FILHO UNIGÉNITO DE DEUS
«JESUS CRISTO PADECEU SOB PÔNCIO PILATOS, FOI CRUCIFICADO, MORTO E SEPULTADO»

115. Qual a atitude de Jesus em relação ao templo de Jerusalém?

Jesus foi acusado de hostilidade em relação ao Templo.
Contudo Ele venerou-o como «a morada do seu Pai» [i] e consagrou-lhe uma parte importante do seu ensino.
Mas predisse também a sua destruição, em relação com a sua própria morte, e Ele mesmo se apresentou como a morada definitiva de Deus entre os homens.




[i] Jo 2, 16

Porque é que nós, homens, nos entristecemos?

"Bem-aventurada, porque acreditaste!", diz Isabel à nossa Mãe. A união com Deus, a vida sobrenatural, vai sempre unida à prática atraente das virtudes humanas: porque "leva" Cristo, Maria leva a alegria ao lar de sua prima. (Sulco, 566)

Não deis o mínimo crédito aos que apresentam a virtude da humildade como um amesquinhamento humano ou como uma condenação perpétua à tristeza. Sentir-se barro, recomposto com gatos, é fonte contínua de alegria; significa reconhecer-se pouca coisa diante de Deus: criança, filho. E haverá maior alegria do que a daquele que, sabendo-se pobre e débil, se sabe também filho de Deus? Porque é que nós, homens, nos entristecemos? Porque a vida na terra, não se passa como nós, pessoalmente, esperávamos e porque surgem obstáculos que impedem ou dificultam a satisfação do que pretendemos.


Nada disto acontece quando a alma vive essa realidade sobrenatural da sua filiação divina. Se Deus é por nós, quem será contra nós. Que estejam tristes os que se empenham em não se reconhecerem filhos de Deus, tenho eu repetido sempre. (Amigos de Deus, 108)

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Mt 6, 1-6. 16-18

1«Guardai-vos de fazer as vossas boas obras diante dos homens, para vos tornardes notados por eles; de outro modo, não tereis nenhuma recompensa do vosso Pai que está no Céu. 2Quando, pois, deres esmola, não permitas que toquem trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas, nas sinagogas e nas ruas, a fim de serem louvados pelos homens. Em verdade vos digo: Já receberam a sua recompensa. 3Quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua direita, 4a fim de que a tua esmola permaneça em segredo; e teu Pai, que vê o oculto, há-de premiar-te.» 5«Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar de pé nas sinagogas e nos cantos das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa. 6Tu, porém, quando orares, entra no quarto mais secreto e, fechada a porta, reza em segredo a teu Pai, pois Ele, que vê o oculto, há-de recompensar-te.
16«E, quando jejuardes, não mostreis um ar sombrio, como os hipócritas, que desfiguram o rosto para que os outros vejam que eles jejuam. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa. 17Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, 18para que o teu jejum não seja conhecido dos homens, mas apenas do teu Pai que está presente no oculto; e o teu Pai, que vê no oculto, há-de recompensar-te.»

Comentário:

A quem podem interessar as boas obras que fazemos?
Em primeiro lugar, a Deus Nosso Senhor que, de facto, não espera outra coisa de nós para nos dar o justo prémio.
E, depois, aos outros para que lhes sirvam de exemplo.

Qual será a nossa escolha?

Na verdade, devemos escolher as duas porque se precisamos de agradar a Deus também é nosso dever dar bom exemplo.

O que interessa é a intenção: obter um prémio divino ou uma consolação terrena?

(AMA, comentário sobre Mt 6, 1-6. 16-18, 13.02.2017)






Pequena agenda do cristão


Quarta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)






Propósito:

Simplicidade e modéstia.


Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.


Lembrar-me:
Do meu Anjo da Guarda.


Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.

Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?







20/06/2017

Fátima: Centenário - Oração diária


Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.


AMA, Fevereiro, 2017

Fátima: Centenário - Oração jubilar de consagração


Salve, Mãe do Senhor,
Virgem Maria, Rainha do Rosário de Fátima!
Bendita entre todas as mulheres,
és a imagem da Igreja vestida da luz pascal,
és a honra do nosso povo,
és o triunfo sobre a marca do mal.

Profecia do Amor misericordioso do Pai,
Mestra do Anúncio da Boa-Nova do Filho,
Sinal do Fogo ardente do Espírito Santo,
ensina-nos, neste vale de alegrias e dores,
as verdades eternas que o Pai revela aos pequeninos.

Mostra-nos a força do teu manto protector.
No teu Imaculado Coração,
sê o refúgio dos pecadores
e o caminho que conduz até Deus.

Unido/a aos meus irmãos,
na Fé, na Esperança e no Amor,
a ti me entrego.
Unido/a aos meus irmãos, por ti, a Deus me consagro,
ó Virgem do Rosário de Fátima.

E, enfim, envolvido/a na Luz que das tuas mãos nos vem,
darei glória ao Senhor pelos séculos dos séculos.


Ámen.

Leitura espiritual

A CIDADE DE DEUS 

Vol. 2

LIVRO XV

CAPÍTULO XIX

Simbolismo do arrebatamento de Henoc.

Esta descendência cujo pai é Set, também tem o nome de dedicação na sétima geração desde Adão, incluindo este. Henoc, que significa dedicação, é, de facto, o sétimo descendente. Foi ele que foi arrebatado porque aprouve a Deus e com um número notável na ordem das gerações, isto é, o sétimo depois de Adão, número que foi santificado pelo sábado. Mas se se partir de Set, pai das gerações distintas das de Caim, ele é o sexto: foi no sexto dia que o homem foi feito e que Deus consumou todos os seus trabalhos. Mas o arrebatamento de Henoc prefigurou um retardar da nossa dedicação. Foi já cumprida, na verdade, em Cristo, nossa cabeça, que ressuscitou para não voltar a morrer e que também foi Ele mesmo arrebatado. Resta, porém, um a outra dedicação — a da casa toda de que Cristo é o fundamento — a qual se vai protelando até ao fim, quando tiver lugar a ressurreição de todos os que já não morrerão mais. Mas quer se diga «casa de Deus», quer se diga «templo de Deus» ou «Cidade de Deus», é tudo o mesmo e não contradiz as regras da língua latina. Realmente, Vergílio chama «Casa de Assáraco» a uma cidade de grande poderio para dar a entender que os Romanos descendem de Assáraco pelos Troianos, — e aos mesmos «Casa de Eneias» porque, depois da sua vinda para Itália, com Eneias com o chefe, os Troianos fundaram Roma. De facto, o poeta imitou as Sagradas Escrituras que chamaram «Casa de Jacob» ao povo já tão aumentado dos Hebreus.


CAPÍTULO XX

A série de gerações que, desde Adão até Caim, pára na oitava é que, desde o mesmo pai Adão até Noé, perfaz dez.

Alguém dirá: Se quem escreveu esta história pretendia, na enumeração das gerações desde Adão, através de seu filho Set, chegar por elas até Noé, em cujo tempo houve o Dilúvio, para em seguida retomar a ordem dos nascimentos até chegar a Abraão, pelo qual o evangelista Mateus começa a genealogia de Cristo, rei eterno da Cidade de Deus — qual era a sua intenção ao voltar às gerações de Caim e até onde pretendia ele levá-las? Pois responder-se-á: Até ao Dilúvio pelo qual foi devorada aquela raça toda da cidade terrestre, que se reconstitui com os filhos de Noé. Não pode desaparecer esta cidade terrestre e esta sociedade dos homens que vivem com o ao homem apraz até ao fim deste século de que fala o Senhor:


Os filhos deste século procriam e são procriados [i]


Mas a regeneração conduz a Cidade de Deus, que peregrina neste século até ao outro século, cujos filhos não geram nem são gerados. Cá é, pois, comum a uma e outra cidade gerar e ser gerada, embora a Cidade de Deus conte mesmo neste mundo com milhares e milhares de cidadãos que se abstêm de gerar — e a outra cidade também os tem, por uma espécie de imitação, embora estejam no erro. E a ela que, na verdade, pertencem aqueles que, desviando-se da fé da Cidade Celeste, fundaram diversas heresias: vivem com o apraz ao homem e não como apraz a Deus. E também os Gimnosofistas dos Indus que, diz-se, filosofam nus nas solidões da índia, são seus cidadãos e se abstêm de gerar. Mas isso não é bom se não se pratica em conformidade com a fé no Bem Supremo que é Deus. Todavia, não se sabe de ninguém que o tenha praticado antes do Dilúvio. O próprio Henoc, o sétimo descendente de Adão, de quem se conta que não morreu, mas que foi arrebatado, gerou antes filhos e filhas, entre eles Matusalém, através do qual prosseguiu a ordem das mencionadas gerações.


(cont)

(Revisão da versão portuguesa por ama)




[i] Lc., XX, 34.