jma, 2011.08.06
Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
06/08/2011
TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
– Porque não experimentas converter em serviço de Deus a tua vida inteira: o trabalho e o descanso, o pranto e o sorriso? Podes... e deves! (Forja, 679)
Não caias nessa doença do carácter que tem por sintomas a falta de firmeza para tudo, a leviandade no agir e no dizer, o atordoamento,...: a frivolidade, numa palavra.
Essa frivolidade, que – não o esqueças – torna os teus planos de cada dia tão vazios ("tão cheios de vazio"), se não reages a tempo – não amanhã; agora! – fará da tua vida um boneco morto e inútil. (Caminho, 17)
Esta é a tua tarefa de cidadão cristão: contribuir para que o amor e a liberdade de Cristo presidam a todas as manifestações da vida moderna: a cultura e a economia, o trabalho e o descanso, a vida de família e a convivência social. (Sulco, 302)
Assim como Cristo passou fazendo o bem , por todos os caminhos da Palestina, assim vós ireis por todos os caminhos humanos – da família, da sociedade civil, das relações profissionais de cada dia – semeando paz. E será esta a melhor prova de que o Reino de Deus chegou aos vossos corações. Nós sabemos que fomos trasladados da morte para a vida, – escreve o apóstolo S. João – porque amamos os nossos Irmãos. (Cristo que passa, 166)
© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet
http://www.opusdei.pt/art.php?p=13979
Música e entretenimento
Frank Sinatra – Sammy Davis Jr. – Dean
Martin & Johny Carson – Birth of The blues
Martin & Johny Carson – Birth of The blues
selecção ama
O meu corpo
Conta, peso e medida |
Coloca-se um problema: por um lado deve tratar-se o corpo com respeito, por outro convém sacrificar-se e tomar a Cruz.
Como acertar?
Procurando o bem da pessoa.
E qual é?
Coincide com a vontade de Deus pois o Senhor sempre deseja o melhor para nós.
Como orientação geral, melhor tratar o corpo com firmeza.
Ideasrapidas, trad ama
2011.08.06
Tema para breve reflexão
Vamos todos caminhando pela vida e, segundo passam os anos, são cada vez mais numerosos os entes queridos que nos aguardam "do outro lado" da barreira da morte. Esta converte-se em algo menos temeroso, inclusive em algo alegre, quando vamos sendo capazes de advertir que é a porta da nossa verdadeira "casa" no qual nos aguardam já os "que nos precederam no sinal da fé". A nossa "casa" comum não é a tumba fria; mas o seio de Deus.
(c. lópez-pardo, Sobre la vida y la muerte, Rialp, Madrid, 1973, nr. 358, trad ama)
Evangelho do dia e comentário
Transfiguração do Senhor
1 Seis dias depois, tomou Jesus consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e levou-os à parte a um monte alto, 2 e transfigurou-Se diante deles. O Seu rosto ficou refulgente como o sol, e as Suas vestes tornaram-se luminosas de brancas que estavam. 3 Eis que lhes apareceram Moisés e Elias falando com Ele. 4 Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: «Senhor, que bom é nós estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas, uma para Ti, uma para Moisés, e outra para Elias». 5 Estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem resplandecente os envolveu; e saiu da nuvem uma voz que dizia: «Este é o Meu Filho muito amado em Quem pus toda a Minha complacência; ouvi-O». 6 Ouvindo isto, os discípulos caíram de bruços, e tiveram grande medo. 7 Porém, Jesus aproximou-Se deles, tocou-os e disse-lhes: «Levantai-vos, não temais». 8 Eles, então, levantando os olhos, não viram ninguém, excepto só Jesus. 9 Quando desciam do monte, Jesus fez-lhes a seguinte proibição: «Não digais a ninguém o que vistes, até que o Filho do Homem ressuscite dos mortos».
Comentário:
Sei muito bem que Tu és Deus e basta-me a esperança de vir a contemplar a magnificência da Tua Divindade quando um dia estiver, finalmente na Tua presença no Céu.
Então, sim, os meus olhos verão a beleza, a claridade, o esplendor que quiseste mostrar aos três discípulos.
Estará então à vista de todos a maravilha da Tua essência divina.
E nada mais será necessário, essa visão preencherá os nossos corações por completo.
(ama, comentário sobre Mt 17, 1-9, 2011.03.20)
05/08/2011
O meu corpo
Conta, peso e medida |
Aparentemente não, pois precisamente o corpo sofre.
Mas na realidade o corpo nem sofre nem goza – veja-se um cadáver -; quem padece é a pessoa.
E a pessoa pode ser feliz no meio de dores físicas se sabe que está adquirindo um grande bem.
Por exemplo, um mártir sofre muito, mas ganha a felicidade.
A sua dor corporal momentânea é fonte de gozo eterno para ele - alma e corpo -.
Ideasrapidas, trad ama
2011.08.05
TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
Trabalhemos, e trabalhemos muito e bem, sem esquecer que a nossa melhor arma é a oração. Por isso, não me canso de repetir que havemos de ser almas contemplativas no meio do mundo que procuram converter o seu trabalho em oração. (Sulco, 497)
Convencei-vos de que não se torna difícil converter o trabalho num diálogo de oração. Basta oferecê-lo a Deus e meter mãos à obra, pois Ele já nos está a ouvir e a alentar. Assim, nós, no meio do trabalho quotidiano, conquistamos o modo de ser das almas contemplativas, porque nos invade a certeza de que Deus nos olha, sempre que nos pede uma nova e pequena vitória: um pequeno sacrifício, um sorriso à pessoa importuna, começar pela tarefa menos agradável e mais urgente, ter cuidado com os pormenores de ordem, ser perseverante no dever quando era tão fácil abandoná-lo, não deixar para amanhã o que temos de terminar hoje... E tudo isto para dar gosto ao Nosso Pai Deus! Entretanto, talvez sobre a tua mesa ou num lugar discreto que não chame a atenção, para te servir de despertador do espírito contemplativo, pões o crucifixo, que já se tornou para a tua alma e para a tua mente o manual onde aprendes as lições de serviço.
Se te decidires – sem fazer coisas esquisitas, sem abandonar o mundo, no meio das tuas ocupações habituais – a entrar por estes caminhos de contemplação, sentir-te-ás imediatamente amigo do Mestre e com o encargo divino de abrir os caminhos divinos da terra a toda a humanidade. Sim, com esse teu trabalho contribuirás para que se estenda o reinado de Cristo em todos os continentes e seguir-se-ão, uma atrás da outra, as horas de trabalho oferecidas pelas longínquas nações que nascem para a fé, pelos povos do leste barbaramente impedidos de professar com liberdade as suas crenças, pelos países de antiga tradição cristã onde parece que se obscureceu a luz do Evangelho e as almas se debatem nas sombras da ignorância...
Que valor adquire então essa hora de trabalho, esse continuar com o mesmo empenho durante um pouco mais de tempo, alguns minutos mais, até rematar a tarefa. Convertes assim, de um modo prático e simples, a contemplação em apostolado, como necessidade imperiosa do coração, que pulsa em uníssono com o dulcíssimo e misericordioso Coração de Jesus, Nosso Senhor. (Amigos de Deus, 67)
© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet
Tema para breve reflexão
Existe a esperança humana do lavrador quando semeia, do marinheiro que empreende uma travessia, do comerciante quando inicia um negócio... Pretende-se chegar a um bem, a um fim humano: uma boa colheita, chegar ao porto a que se tomou rumo, uns bons ganhos... E existe a esperança cristã, que é essencialmente sobrenatural e, portanto, está muito acima do desejo humano de ser ditoso e da natural confiança em Deus. Por esta virtude tendemos para a vida eterna, para uma dita sobrenatural, que não é outra coisa que aposse de Deus: ver a Deus como Ele próprio se vê, amá-Lo como Ele Se ama. E ao tender para Deus fazemo-lo com os meios que Ele nos prometeu, e que nunca nos faltarão se nós não os rejeitarmos. O motivo fundamental pelo qual esperamos alcançar este bem infinito é que Deus nos dá a Sua mão, segundo a Sua misericórdia e o Seu infinito amor, ao qual nós correspondemos com o nosso querer, aceitando com amor essa mão que Ele nos estende.
(R. garrigou-lagrange, Las tres edades de la vida interior, Palabra, 2ª ed., Madrid 1975, vol. II, pg. 738, trad ama)
Evangelho do dia e comentário
24 Então, Jesus disse aos Seus discípulos: «Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me. 25 Porque quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a sua vida por amor de Mim, acha-la-á. 26 Pois, que aproveitará a um homem ganhar todo o mundo, se vier a perder a sua alma? Ou que dará um homem em troca da sua alma? 27 Porque o Filho do Homem há-de vir na glória de Seu Pai com os Seus anjos, e então dará a cada um segundo as suas obras. 28 Em verdade vos digo que, entre aqueles que estão aqui presentes, há alguns que não morrerão antes que vejam vir o Filho do Homem com o Seu reino».
Comentário:
Ah a cruz! A cruz de cada dia que é de cada um, pesada, leve, é, quase sempre, feita por nós. Como dizia São Filipe de Néri «os homens são frequentemente os carpinteiros das suas próprias cruzes».
O que tem o Senhor a ver com a nossa cruz?
Tem muito a ver porque Ele próprio carregou com ela ou, pelo menos com a parte mais pesada, mais penosa de transportar.
A Cruz que levou às costas para o monte Calvário tinha o peso de todos os pecados, faltas, omissões e desvarios de todos os homens e de todos os tempos. A nossa cruz do dia-a-dia tem só o peso das faltas que fomos acrescentando pela nossa fragilidade; são muitas as faltas…o peso é maior, são poucas e sem grande relevo…é mais levadeira.
A nossa cruz e a Cruz da Redenção têm em comum que para serem levadas precisam do Senhor, dos Seus ombros fortes, da Sua ajuda preciosa.
Sozinhos, não a moveremos um milímetro!
(AMA, comentário sobre Mt 16, 24-28, 2077.06.20)
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