28/12/2019

Leitura espiritual


1ª Carta aos Tessalonicenses

1Ts 1

Endereço e saudação –

1 Paulo, Silvano e Timóteo à igreja de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo, que está em Tessalónica. A vós, graça e paz.

I. ACÇÃO DE GRAÇAS E SEUS MOTIVOS (1,2-3,13)

Eleição e resposta –

2 Damos continuamente graças a Deus por todos vós, recordando-vos sem cessar nas nossas orações; 3 a vosso respeito, guardamos na memória a actividade da fé, o esforço da caridade e a constância da esperança, que vêm de Nosso Senhor Jesus Cristo, diante de Deus e nosso Pai, 4 conhecendo bem, irmãos amados de Deus, a vossa eleição, 5 pois o nosso Evangelho não se apresentou a vós apenas como uma simples palavra, mas também com poder e com muito êxito pela acção do Espírito Santo; vós sabeis como estivemos entre vós para vosso bem. 6 Vós fizestes-vos imitadores nossos e do Senhor, acolhendo a Palavra em plena tribulação, com a alegria do Espírito Santo, 7 tendo-vos, assim, tornado um modelo para todos os crentes na Macedónia e na Acaia. 8 Na verdade, partindo de vós, a palavra do Senhor não só ecoou na Macedónia e na Acaia, mas por toda a parte se propagou a fama da vossa fé em Deus, de tal modo que não temos necessidade de falar disso. 9 De facto, são eles próprios que contam o acolhimento que vós nos fizestes e como vos convertestes dos ídolos a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro 10 e para aguardardes do Céu o seu Filho, que Ele ressuscitou de entre os mortos, Jesus, que nos livra da ira que está para vir.




Pequena agendado cristão

SÁBADO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Honrar a Santíssima Virgem.

A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas, santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.

Lembrar-me:

Santíssima Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.

Minha querida Mãe: Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da salvação.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?




Doutrina – 516


CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA
Compêndio



SEGUNDA SECÇÃO

OS SETE SACRAMENTOS DA IGREJA

CAPÍTULO SEGUNDO

OS SACRAMENTOS DA CURA

O SACRAMENTO DA PENITÊNCIA E DA RECONCILIAÇÃO

299. Os baptizados têm ainda necessidade de conversão?


O apelo à conversão ressoa continuamente na vida dos baptizados. Esta conversão é um empenho contínuo para toda a Igreja, que é santa mas contém pecadores no seu seio.


27/12/2019

Nota de AMA

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Assim, fica bem evidente - para todos e, principalmente para mim - que Deus Nosso Senhor Se serve dos instrumentos mais rudimentares para difundir a Sua Palavra e propagar o Seu Reino por toda a terra.

Para obedecer, é preciso humildade


Quando tiveres de mandar, não humilhes: procede com delicadeza; respeita a inteligência e a vontade de quem obedece. (Forja, 727)

Muitas vezes fala-nos através doutros homens e pode acontecer que, à vista dos defeitos dessas pessoas ou pensando que não estão bem informadas ou que talvez não tenham entendido todos os dados do problema, surja uma espécie de convite a não obedecermos.
Tudo isso pode ter um significado divino, porque Deus não nos impõe uma obediência cega, mas uma obediência inteligente, e temos de sentir a responsabilidade de ajudar os outros com a luz do nosso entendimento. Mas sejamos sinceros connosco próprios: examinemos em cada caso se o que nos move é o amor à verdade ou o egoísmo e o apego ao nosso próprio juízo. Quando as nossas ideias nos separam dos outros, quando nos levam a quebrar a comunhão, a unidade com os nossos irmãos, é sinal certo que não estamos a actuar segundo o espírito de Deus.

Não o esqueçamos: para obedecer, repito, é preciso humildade. Vejamos de novo o exemplo de Cristo. Jesus obedece, e obedece a José e a Maria. Deus veio à Terra para obedecer, e para obedecer às criaturas. São duas criaturas perfeitíssimas – Santa Maria, Nossa Mãe; mais do que Ela só Deus; e aquele varão castíssimo, José. Mas criaturas. E Jesus, que é Deus, obedecia-lhes! Temos de amar a Deus, para amar assim a sua vontade, e ter desejos de responder aos chamamentos que nos dirige através das obrigações da nossa vida corrente: nos deveres de estado, na profissão, no trabalho, na família, no convívio social, no nosso próprio sofrimento e no sofrimento dos outros homens, na amizade, no empenho de realizar o que é bom e justo... (Cristo que passa, 17)


THALITA KUM 52


THALITA KUM 52 

(Cfr. Lc 8, 49-56)


Jesus tranquiliza os seus discípulos apavorados ao vê-lo caminhar sobre as águas: «Sou Eu, não temais» [1]

Este medo, contudo, não é cobardia, é temor genuíno perante o desconhecido, o insólito, o inexplicável. O Senhor mantém-se nesta atitude permanente: «Sou Eu, não temais». A cada passo diz-nos que, n’Ele, encontramos refúgio, segurança tranquilidade.

«Não conseguia deter a corrente. Caudaloso, o rio, levava-me no seu seio numa viagem rápida, vertiginosa para um destino que, pensava eu, só poderia ser o mar. Mal podia manter a cabeça fora de água e, quando o conseguia, quase sufocava com as golfadas que me entravam pela boca, pelo nariz... O que seria de mim se não conseguisse aproximar-me da margem, encontrar algo a que pudesse agarrar-me e sair daquele torvelinho? O que seria de mim se fosse assim, não sei por quanto tempo, até ao mar?

De profundis clamavit a Te Domine! [2] Da profundidade da minha aflição, clamei por Ti, meu Deus!

Ne timeas! Ouvi-te, claramente.

Senhor, eu confio em Ti, sei, tenho a certeza que tudo é para bem, mas ajuda a minha debilidade, a minha pouca fé, a minha confiança que vacila.» [3]


(AMA, reflexões sobre o Evangelho, 2006)



[1] Cfr. Mt 14, 22-36.
[2] Cfr. Slm 129.
[3] AMA, memórias do Hospital, Synesthesia,

Evangelho e comentário


TEMPO DE NATAL



São João – Apóstolo e Evangelista

Evangelho: Jo 20, 2-8

No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ter com Simão Pedro e com o discípulo predilecto de Jesus e disse-lhes: «Levaram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde O puseram». Pedro partiu com o outro discípulo e foram ambos ao sepulcro. Corriam os dois juntos, mas o outro discípulo antecipou-se, correndo mais depressa do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro. Debruçando-se, viu as ligaduras no chão, mas não entrou. Entretanto, chegou também Simão Pedro, que o seguira. Entrou no sepulcro e viu as ligaduras no chão e o sudário que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não com as ligaduras, mas enrolado à parte. Entrou também o outro discípulo que chegara primeiro ao sepulcro: viu e acreditou.

Comentário:

Conviria que este Apóstolo tão íntimo do Senhor fosse celebrado durante a oitava do Natal.

E, pela pena do próprio, relata como e porquê, acreditou em Jesus Cristo.

A humildade de São João é comovente porque, no final do versículo 8, parece querer dizer-nos que então – e só então – começou verdadeiramente a crer.

A intimidade que tinha pelo Mestre, que lhe retribuiria com especial carinho e confiança – entregou-lhe a Sua Mãe para que dela cuidasse – não o impedem, bem ao contrário, de se declarar um homem com dúvidas, hesitações, momentos de fraqueza.

São João: o Apóstolo da humildade! O Apóstolo do amor!

(AMA, comentário sobre Jo 20, 2-8, 16.09.2017)


Leitura espiritual


1ª Carta aos Tessalonicenses

É a partir da sinagoga (Act 17,2) que Paulo inicia, com bons frutos, a evangelização de Tessalónica; mas a hostilidade judaica obriga-o a interrompê-la bruscamente (Act 17,5-9). Por isso, o Apóstolo deixa uma comunidade apenas constituída, sujeita às seduções do paganismo de que proveio, na sua maioria (1,9) e à perseguição. Daí a inquietação que manifesta pela sorte dos crentes (2,17; 3,1.5).

CONTEXTO

Com os seus companheiros, Paulo parte para Bereia; e depois, sozinho, para Atenas e Corinto, onde se lhe vêm juntar Silas, ou Silvano, e Timóteo (Act 18,5). Timóteo, entretanto, tinha sido enviado a Tessalónica (3,1) e traz boas notícias. É neste contexto que é escrita a 1.ª Carta aos Tessalonicenses, provavelmente de Corinto e entre os anos 50 e 52.

TEOLOGIA

A nível cronológico, esta carta é o primeiro escrito do Novo Testamento, facto que lhe confere uma particular importância. É uma carta colegial, quanto ao remetente e às características gerais (veja-se o uso do plural), e eclesial, nos seus destinatários e na sua função (5,27); prolonga a obra da evangelização, que não é de um só, mas colectiva.

A tonalidade dominante é pastoral: não há polémica, nem erros a corrigir. Com profundo reconhecimento a Deus por tudo o que Ele realiza, Paulo encoraja os cristãos a progredir. Revela uma grande intensidade afectiva, que é recíproca entre os missionários e os crentes. Nela sobressaem a gratidão, o entusiasmo, a confiança, a solicitude como de mãe e pai (2,7-8.11). E comunica ao leitor a generosidade e a grandeza de alma dos tempos iniciais, de fundação.

DIVISÃO E CONTEÚDO

I. Acção de graças (1,2-3,13), em 3 secções:
Saudação inicial (1,1)
Acção de graças pelo trabalho dos missionários e pela resposta dos tessalonicenses (1,2-2,16).
Missão de Timóteo, cujo êxito suscita reconhecimento a Deus (2,17-3,10).
Voto final (3,11-13).
II. Prática cristã «no Senhor Jesus Cristo» (4,1-5,24), em 4 secções:
Dois aspectos fundamentais da vida cristã: santificação e caridade (4,1-12).
Dois aspectos da expectativa escatológica: os mortos antes da parusia e o Dia do Senhor (4,13-5,11).

Outros conselhos úteis à vida cristã (5,12-22).
Voto final (5,23-24).
Saudação final (5,25-28).




Pequena agenda do cristão

Sexta-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Contenção; alguma privação; ser humilde.


Senhor: Ajuda-me a ser contido, a privar-me de algo por pouco que seja, a ser humilde. Sou formado por este barro duro e seco que é o meu carácter, mas não Te importes, Senhor, não Te importes com este barro que não vale nada. Parte-o, esfrangalha-o nas Tuas mãos amorosas e, estou certo, daí sairá algo que se possa - que Tu possas - aproveitar. Não dês importância à minha prosápia, à minha vaidade, ao meu desejo incontido de protagonismo e evidência. Não sei nada, não posso nada, não tenho nada, não valho nada, não sou absolutamente nada.

Lembrar-me:
Filiação divina.

Ser Teu filho Senhor! De tal modo desejo que esta realidade tome posse de mim, que me entrego totalmente nas Tuas mãos amorosas de Pai misericordioso, e embora não saiba bem para que me queres, para que queres como filho a alguém como eu, entrego-me confiante que me conheces profundamente, com todos os meus defeitos e pequenas virtudes e é assim, e não de outro modo, que me queres ao pé de Ti. Não me afastes, Senhor. Eu sei que Tu não me afastarás nunca. Peço-Te que não permitas que alguma vez, nem por breves instantes, seja eu a afastar-me de Ti.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?




26/12/2019

Nota de AMA

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NUNC COEPI (Agora começo), é um blog católico cujo único fim é o Apostolado.


Tem sempre publicações diárias fixas como:

Textos de São Josemaria Escrivá-Evangelho diário com comentário-Leitura Espiritual-Pequena Agenda do Cristão e ainda outras cujos temas variam.


Nesta data tem uns milhares de visitas diárias oriundas de vários Países: Portugal, Espanha, Polónia, EUA, México, Sri Lanka, Indonésia, Japão, Ucrânia. Rússia, Vietnam, Bélgica, Holanda, UK, Índia, Brasil, Colômbia, Irlanda e muitos outros.


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É um blog de minha exclusiva responsabilidade. 


Assim, fica bem evidente - para todos e, principalmente para mim - que Deus Nosso Senhor Se serve dos instrumentos mais rudimentares para difundir a Sua Palavra e propagar o Seu Reino por toda a terra.

Tudo pode e deve levar-nos a Deus


É urgente difundir a luz da doutrina de Cristo. Entesoura formação, enche-te de clareza de ideias, de plenitude da mensagem cristã, para poder depois transmiti-la aos outros. Não esperes umas iluminações de Deus, que não tem porque dá-las, já que dispões de meios humanos concretos: o estudo, o trabalho. (Forja, 841)

O cristão precisa de ter fome de saber. Desde o estudo dos saberes mais abstractos até à habilidade do artesão, tudo pode e deve conduzir a Deus. Efectivamente não há tarefa humana que não seja santificável, motivo para a nossa própria santificação e oportunidade para colaborar com Deus na santificação dos que nos rodeiam. A luz dos seguidores de Jesus Cristo não deve estar no fundo do vale, mas no cume da montanha para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus.

Trabalhar assim é oração. Estudar assim é oração. Investigar assim é oração. Nunca saímos afinal do mesmo: tudo é oração, tudo pode e deve levar-nos a Deus, alimentar a nossa intimidade contínua com Ele, da manhã à noite. Todo o trabalho honrado pode ser oração e todo o trabalho que é oração é apostolado. Deste modo, a alma fortalece-se numa unidade de vida simples e forte.
Vimos a realidade da vocação cristã, ou seja, como o Senhor confiou em nós para levar as almas à santidade, para as aproximar d'Ele, para as unir à Igreja e estender o reino de Deus a todos os corações. O Senhor quer-nos entregues, fiéis, dedicados, com amor. Quer-nos santos, muito seus. (Cristo que passa, nn. 10–11)


THALITA KUM 51


THALITA KUM 51

(Cfr. Lc 8, 49-56)


Aproximava-se a Páscoa e Jesus sabe que essa será a Sua última Páscoa. Em Jerusalém irá sofrer todo o martírio da Paixão e Morte. Tudo o que irá acontecer nesses dias derradeiros, está bem patente no Seu espírito.

A Sua natureza divina conhece em pormenor os incríveis sofrimentos, o desprezo, os ultrajes, as mentiras, a violência, o abandono mais completo.

A Sua natureza humana “força-se” a empreender o caminho que O levará a Jerusalém para cumprir o plano salvífico.

Temos de admitir que teve de fazer um esforço enorme, inaudito, para tomar essa firme resolução, como nos diz S. Lucas. [1]

Também nós nos enfrentamos, muitas vezes, com situações de grande tensão. Temos pela frente um quadro negro e carregado de problemas, de dificuldades, de grande sofrimento. Sabemos que é inevitável enfrentar a situação e temos de nos dispor a fazer o que tem de ser feito. E, a nossa humanidade revolta-se firmemente contra isto, porque o sofrimento, é contrário à condição humana, porque Deus nos criou para sermos felizes.

«Bem-aventurado significa «feliz», «ditoso», e em cada uma das Bem-aventuranças Jesus começa prometendo a felicidade e assinalando os meios para a conseguir.

Porque começará Nosso Senhor falando da felicidade?
Porque em todos os homens existe uma tendência irresistível para ser felizes; este é o fim que todos os seus actos propõem; mas muitas vezes procuram a felicidade onde não se encontra, onde não acharão senão miséria.» [2]

Só que, a felicidade, pelo menos a felicidade autêntica, duradoura, não está na consolação e no bem-estar, na vida tranquila e sem incidentes.

A verdadeira felicidade está no cumprimento da Vontade de Deus, custe o que custar, doa o que doer.

«A Vontade de Deus é a bússola que em todo o momento nos indica o caminho que nos leva a Ele; é, ao mesmo tempo, o caminho da nossa própria felicidade. O cumprimento do querer divino dá-nos também uma grande fortaleza para superar os obstáculos.» [3]


(AMA, reflexões sobre o Evangelho, 2006)



[1] Cfr. Lc 9, 51.
[2] Cfr. j. garrigou lagrange, Las tres edades de la vida interior, Vol I, 188.
[3] Cfr. francisco fernández carvajal, Hablar com Dios, Advento, 1ª  Sem., 5ª F.

Evangelho e comentário


TEMPO DE NATAL


Santo Estevão – Primeiro Mártir

Evangelho: Mt 10, 17-22

Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: «Tende cuidado com os homens: hão-de entregar-vos aos tribunais e açoitar-vos nas sinagogas. Por minha causa, sereis levados à presença de governadores e reis, para dar testemunho diante deles e das nações. Quando vos entregarem, não vos preocupeis em saber como falar nem com o que dizer, porque nessa altura vos será sugerido o que deveis dizer; porque não sereis vós a falar, mas é o Espírito do vosso Pai que falará em vós. O irmão entregará à morte o irmão e o pai entregará o filho. Os filhos hão-de erguer-se contra os pais e causar-lhes a morte. E sereis odiados por todos por causa do meu nome. Mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo».

Comentário:

Pode parecer estranho que a Liturgia tenha escolhido este trecho do Evangelho escrito por São Mateus para o dia logo a seguir à celebração do Nascimento do Salvador.

No início da Oitava do Natal – tempo de festa, portanto – é-nos chamada a atenção para o que implica seguir esse Menino acabado de nascer.

Mais nos admiramos com esta decisão do nosso Deus e Senhor de Se encarnar num corpo humano para nos salvar a todos e ganhar-nos a vida eterna.

Desde a manjedoura de Belém, este Menino Deus sorri para o mundo que veio salvar e, nós, cristãos, prostramo-nos admirados e agradecidos e no mais íntimo dos nossos corações comprometemo-nos segui-lo sempre, custe o que custar.

(AMA, comentário sobre Mt 10, 17-22, 16.09.2017)


Leitura espiritual


Carta aos Colossenses

Cl 4

1 Senhores, dai aos escravos o que for justo e equitativo, sabendo que também vós tendes um Senhor no Céu.

Oração e testemunho cristão –

2 Perseverai na oração e mantende-vos, por ela, em vigilante acção de graças. 3 Ao mesmo tempo, orai também por nós, para que Deus abra uma porta à nossa pregação, a fim de que eu anuncie o mistério de Cristo - é por ele que estou preso – 4 para que o dê a conhecer, falando como devo. 5 Procedei com sabedoria para com os que estão de fora, aproveitando as ocasiões. 6 Que a vossa palavra seja sempre amável, temperada de sal, para que saibais responder a cada um como deveis.

CONCLUSÃO (4,7-18)

Os enviados do Apóstolo –

7 De tudo o que me diz respeito informar-vos-á Tíquico, o irmão querido, servidor fiel e meu companheiro no serviço do Senhor. 8 Foi para isso mesmo que eu vo-lo enviei: para que saibais o que se passa connosco e consolar os vossos corações. 9 Vai juntamente com Onésimo, o irmão fiel e querido, que é um dos vossos. Eles informar-vos-ão de tudo o que aqui se passa.

Saudações –


10 Saúda-vos Aristarco, meu companheiro de prisão, bem como Marcos, primo de Barnabé. Recebestes instruções a respeito dele; se for ter convosco, recebei-o bem. 11 Também Jesus, chamado Justo, vos saúda. São os únicos judeus circuncisos que colaboram comigo no reino de Deus; têm sido uma consolação para mim. 12 Saúda-vos Epafras, que é um dos vossos, um servo de Cristo Jesus, que continuamente luta por vós nas suas orações, para que vos mantenhais no aperfeiçoamento e no pleno cumprimento da vontade de Deus. 13 Com efeito, dele posso testemunhar que trabalha muito por vós, assim como pelos que estão em Laodiceia e em Hierápoles. 14 Saúda-vos Lucas, o caríssimo médico, bem como Demas. 15 Saudai os irmãos de Laodiceia, assim como Ninfa e a igreja que se reúne em casa dela. 16 E quando esta carta tiver sido lida entre vós, fazei com que seja lida também na igreja de Laodiceia. Lede também a que receberdes da igreja de Laodiceia. 17 E dizei a Arquipo: «Presta atenção ao serviço que recebeste do Senhor, a fim de o realizares bem.» 18 A saudação é da minha mão, Paulo. Lembrai-vos das minhas cadeias. A graça esteja convosco!