18/12/2019

Pequena agenda do cristão

Quarta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)






Propósito:

Simplicidade e modéstia.


Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.


Lembrar-me:
Do meu Anjo da Guarda.


Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.

Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?








17/12/2019

Nota de AMA

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NUNC COEPI (Agora começo), é um blog católico cujo único fim é o Apostolado.


Tem sempre publicações diárias fixas como:

Textos de São Josemaria Escrivá-Evangelho diário com comentário-Leitura Espiritual-Pequena Agenda do Cristão e ainda outras cujos temas variam.


Nesta data tem uns milhares de visitas diárias oriundas de vários Países: Portugal, Espanha, Polónia, EUA, México, Sri Lanka, Indonésia, Japão, Ucrânia. Rússia, Vietnam, Bélgica, Holanda, UK, Índia, Brasil, Colômbia, Irlanda e muitos outros.


As suas páginas no FACEBOOK e no Tweeter têm mais de 15.000 "amigos" e "seguidores" regulares.


É um blog de minha exclusiva responsabilidade. 


Assim, fica bem evidente - para todos e, principalmente para mim - que Deus Nosso Senhor Se serve dos instrumentos mais rudimentares para difundir a Sua Palavra e propagar o Seu Reino por toda a terra.

Oxalá te não falte a simplicidade


Repara: os apóstolos, com todas as suas misérias patentes e inegáveis, eram sinceros, simples... transparentes. Tu também tens misérias patentes e inegáveis. – Oxalá te não falte a simplicidade. (Caminho, 932)

Aqueles primeiros doze apóstolos – a quem tenho grande devoção e carinho – eram, segundo os critérios humanos, bem pouca coisa. Quanto à posição social, com excepção de Mateus – que com certeza ganhava bem a vida e deixou tudo quando Jesus lhe pediu – eram pescadores; viviam do dia-a-dia, trabalhando até de noite para poderem alcançar o seu sustento.
Mas a posição social é o de menos. Não eram cultos, nem sequer muito inteligentes, pelo menos no que diz respeito às realidades sobrenaturais. Até os exemplos e as comparações mais simples lhes eram incompreensíveis e pediam ao Mestre: Domine, edissere nobis parabolam, Senhor, explica-nos a parábola. Quando Jesus, com uma imagem, alude ao fermento dos fariseus, supõem que os está a recriminar por não terem comprado pão.
Pobres, ignorantes. E nem sequer eram simples, humildes. Dentro das suas limitações, eram ambiciosos. Muitas vezes discutem sobre quem seria o maior, quando – segundo a sua mentalidade – Cristo instaurasse na terra o reino definitivo de Israel. Discutem e excitam-se até naquela hora sublime em que Jesus está prestes a imolar-se pela humanidade, na intimidade do Cenáculo.
Fé? Pouca. O próprio Jesus Cristo o diz. Viram ressuscitar mortos, curar todo o tipo de doenças, multiplicar o pão e os peixes, acalmar tempestades, expulsar demónios. Pois S. Pedro, escolhido como cabeça, é o único que sabe responder com prontidão: Tu és o Cristo, Filho de Deus vivo. Mas é uma fé que ele interpreta à sua maneira; por isso atreve-se a enfrentar Jesus Cristo, a fim de que Ele não se entregue pela redenção dos homens. E Jesus tem de responder-lhe: Retira-te de mim, Satanás; tu serves-me de escândalo, porque não tens a sabedoria das coisas de Deus mas das coisas dos homens. Pedro raciocinava humanamente, comenta S. João Crisóstomo, e concluía que tudo aquilo (a Paixão e a Morte) era indigno de Cristo, reprovável. Por isso Jesus repreende-o e diz-lhe: não, sofrer não é coisa indigna de Mim; tu pensas assim porque raciocinas com ideias carnais, humanas.

Em que sobressaem então aqueles homens de pouca fé? Talvez no amor a Cristo? Sem dúvida que O amavam, pelo menos de palavra. (…) São homens correntes, com defeitos, com debilidades, com palavras maiores do que as suas obras. E, contudo, Jesus chama-os para fazer deles pescadores de homens, corredentores, administradores da graça de Deus. (Cristo que passa, 2)


THALITA KUM 41


THALITA KUM 41

(Cfr. Lc 8, 49-56)


Estou convicto que, sabendo Ele o que sou e como sou, me compeliu a segui-Lo é porque me quer junto de Si, mais perto, como companheiro íntimo e incondicional e, portanto, eu não poderia ter feito outra coisa que segui-Lo.
Por isso, do mais fundo do meu coração Lhe digo: Eu, Senhor, sigo-Te mas, peço-Te: não me largues da Tua mão porque me perco no caminho e, depois, não saberia para onde ir.
Quero ser, tal como aqueles três discípulos, confidente de Jesus.
Desejo sinceramente ter com Ele uma atitude próxima, íntima de respeito e confiança, de uma abertura e transparência tais que não exista nada, absolutamente, que não Lhe diga ou revele.
As “minhas coisas” todas, aquilo que penso, e repudio, o que me agrada e o que me desgosta, tudo a que me sinto agarrado e o desejo de me “soltar” dessas prisões, desses laços pequenos e grandes que me têm prendido nas esquinas da vida diária.
Pedir-Lhe sempre que me ajude a ver o que é realmente importante, o que interessa e, sobretudo, a ter total confiança n’Ele e que tudo, quanto me sucede ou possa suceder, é para meu bem.

Chego a esta conclusão simples e claríssima:

‘Pois se Ele me conhece de que me vale não Lhe contar tudo?’

Se Ele sabe como sou e, mesmo assim, me quer, me ama, Se preocupa comigo, porque me aflijo tanto com as minhas falhas, as minhas deficiências e defeitos?

(AMA, reflexões sobre o Evangelho, 2006)

Temas para reflectir e meditar

Fé


Não será maior o que em mim crê; mas que Eu 
farei então coisas maiores que as que agora faço; realizarei mais por meio do que acredita em Mim, que o 
que agora realizo por Mim mesmo.




(Santo agostinho, Tratado sobre o Evangelho de S. João, 72, I)

Evangelho e comentário

          
Tempo do Advento



Evangelho: Mt 1, 1-17

Genealogia de Jesus Cristo, Filho de David, Filho de Abraão: Abraão gerou Isaac; Isaac gerou Jacob; Jacob gerou Judá e seus irmãos. Judá gerou, de Tamar, Farés e Zara; Farés gerou Esrom; Esrom gerou Arão; Arão gerou Aminadab; Aminadab gerou Naasson; Naasson gerou Salmon; Salmon gerou, de Raab, Booz; Booz gerou, de Rute, Obed; Obed gerou Jessé; Jessé gerou o rei David. David, da mulher de Urias, gerou Salomão; Salomão gerou Roboão; Roboão gerou Abias; Abias gerou Asa; Asa gerou Josafat; Josafat gerou Jorão; Jorão gerou Ozias; Ozias gerou Joatão; Joatão gerou Acaz; Acaz gerou Ezequias; Ezequias gerou Manassés; Manassés gerou Amon; Amon gerou Josias; Josias gerou Jeconias e seus irmãos, ao tempo do desterro de Babilónia. Depois do desterro de Babilónia, Jeconias gerou Salatiel; Salatiel gerou Zorobabel; Zorobabel gerou Abiud; Abiud gerou Eliacim; Eliacim gerou Azor; Azor gerou Sadoc; Sadoc gerou Aquim; Aquim gerou Eliud; Eliud gerou Eleazar; Eleazar gerou Matã; Matã gerou Jacob; Jacob gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, chamado Cristo. Assim, todas estas gerações são: de Abraão a David, catorze gerações; de David ao desterro de Babilónia, catorze gerações; do desterro de Babilónia até Cristo, catorze gerações.

Comentário:

Talvez seja escusado, podemos pensar, ler esta descrição pormenorizada da genealogia de Jesus Cristo. Basta-nos saber - e acreditar firmemente - que, Ele, é o Filho de Deus feito homem gerado por obra e graça do Espírito Santo no seio puríssimo da Virgem Maria.

Não! 


O Evangelho foi escrito para ser lido e meditado e nada do que nele consta é dispensável.

De facto, conhecemos o Evangelho e podemos citar de cor muitas das suas passagens, mas o que temos de considerar é que, ler e meditar as páginas do Evangelho - todas - é fazer oração e, nesta, não se omite ou "salta" o que já sabemos ou é repetitivo. 


(AMA, comentário sobre Mt 1, 1-17, 2010.12.17)

Leitura espiritual


Carta aos Filipenses

Filipos era uma cidade situada ao norte da Grécia, que Filipe II da Macedónia, pai de Alexandre Magno, agregou ao seu reino, dando-lhe o seu próprio nome. Antes, chamava-se Krénides (ver Act 16,12). Paulo chegou a Filipos nos anos 49 ou 50, com Timóteo, Silvano e Lucas. O mesmo Lucas, nos Actos (Act 16,1-40), faz a narração do facto na primeira pessoa do plural, como um dos intervenientes nele.

COMUNIDADE

Foi em Filipos que começou a evangelização da Europa. Os judeus, sendo poucos, não possuíam aí uma sinagoga, mas apenas um lugar de oração. Lídia, que Paulo baptizou, fazia parte deste grupo. Formou-se aí uma pequena comunidade, sobretudo de origem pagã (Act 16,11-40; 1 Ts 2,2). Esta comunidade sentia-se particularmente unida a Paulo; dela recebera o Apóstolo dons (4,15; 2 Cor 11,8-9), não obstante insistir no trabalho gratuito (1 Cor 4,12; 9,15; 2 Cor 11,7-9; 1 Ts 2,9; 2 Ts 3,7-9). Quando soube que ele fora preso, em Éfeso ou em Roma, organizou uma colecta e enviou-lhe Epafrodito para a entregar a Paulo. Epafrodito, porém, caiu doente, o que causou preocupações em Filipos. Paulo, logo que a doença o permitiu, reenviou-o a Filipos, com esta Carta (2,25-30).

DATA E LOCAL

Esta é, pois, com Cl e Flm, uma das Cartas do Cativeiro. Parece ter sido escrita em Roma (Act 28,16.30-31); no entanto, poderá ter sido escrita num outro qualquer cativeiro (2 Cor 11,23; ver 1 Cor 15,32; 2 Cor 1,8). «O pretório», de 1,13, não prova que Paulo tenha escrito a Carta em Roma, pois esse termo designava também a residência dos governadores romanos (Mt 27,27 nota; Mc 15,16; Jo 18,28-31 nota). O mesmo se diga da «casa de César» (4,22). O cativeiro pode, pois, ter sido em Éfeso, onde passou dois anos (Act 19,8-10). Se foi escrita nesta cidade, a Carta seria dos anos 56-57; se foi escrita na prisão de Roma, teria sido nos primeiros meses de 63.

DIVISÃO E CONTEÚDO

O conteúdo da Carta é o seguinte:

Introdução: 1,1-11;
I. Prisão de Paulo: 1,12-26;
II. Deveres da comunidade: 1,27-2,18;
III. Solicitude pela comunidade: 2,19-3,1;
IV. O Apóstolo, modelo da comunidade: 3,2-4,1;
Conclusão: 4,2-23.

TEOLOGIA

Esta Carta não tem um pensamento teológico organizado. No entanto, sobressaem algumas doutrinas: a comunhão fraterna entre a comunidade e o Apóstolo. Apesar de estar preso, Paulo vê nestes acontecimentos dramáticos uma fonte de esperança para o anúncio do Evangelho.

Por seu lado, os Filipenses deverão ser fiéis a Cristo perante os falsos mestres, imitando Paulo (3,2-11). Para exortar os cristãos, o Apóstolo cita-lhes um hino a Cristo, servo sofredor (Is 53), mas que Deus fez Senhor de toda a Criação (2,6-11). Uma característica fundamental desta Carta é o tom afectuoso, que perpassa todo o texto.




Perguntas e respostas


A EUTANÁSIA
Suicídio

1.           Porque está mal suicidar-se?
(Falamos do suicídio normal, não de eutanásia).


Também aqui há várias razões, que coincidem com os motivos anteriores.


ID, (Tradução por AMA)

Conto de Natal



Pequena agenda do cristão


TeRÇa-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Aplicação no trabalho.

Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.

Lembrar-me:
Os que estão sem trabalho.

Senhor, lembra-te de tantos e tantas que procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes esperança e confiança.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?




16/12/2019

Nota de AMA

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O Advento


Olhai e levantai as vossas cabeças porque está próxima a vossa redenção (Lc 21, 28), lemos no Evangelho. O tempo do Advento é o tempo da esperança. Todo o panorama da nossa vocação cristã, a unidade de vida que tem como nervo a presença de Deus, Nosso Pai, pode e deve ser uma realidade diária. (Cristo que passa, 11, 4)

Procura a união com Deus e enche-te de esperança – virtude segura! –, porque Jesus te iluminará, mesmo na noite mais escura, com a luz da sua misericórdia. (Forja, 293)

Jesus Christus, Deus Homo, Jesus Cristo, Deus-Homem! Eis uma magnalia Dei (Act. II, 11), uma das maravilhas de Deus em que temos de meditar e que temos de agradecer a este Senhor que veio trazer a paz na terra aos homens de boa vontade (Lc 2, 14), a todos os homens que querem unir a sua vontade à Vontade boa de Deus. Não só aos ricos, nem só aos pobres! A todos os homens, a todos os irmãos! Pois irmãos somos todos em Jesus; filhos de Deus, irmãos de Cristo. Sua Mãe é nossa Mãe.

É preciso ver o Menino, nosso Amor, no seu berço. Olhar para Ele, sabendo que estamos perante um mistério. Precisamos de aceitar o mistério pela fé, aprofundar o seu conteúdo. Para isso necessitamos das disposições humildes da alma cristã: não pretender reduzir a grandeza de Deus aos nossos pobres conceitos, às nossas explicações humanas, mas compreender que esse mistério, na sua obscuridade, é uma luz que guia a vida dos homens. (Cristo que passa, 13)


THALITA KUM 40

THALITA KUM 40 

(Cfr. Lc 8, 49-56)


Acompanha-nos uma multidão enorme, a perder de vista e que vai engrossando constantemente como uma onda do mar, mas, embora eu tenha consciência dela, parece-me, ao mesmo tempo, que só existo eu, que só eu Lhe interesso, que só a mim dedica a Sua atenção.
Compreendo que também cada um, cada uma, dessa enorme multidão, ouviu as mesmas palavras: Tu! Vem e segue-me!

Uns nota-se bem, estão há muito na Sua companhia andando o Seu caminho, outros, como eu, chegaram mais recentemente e ainda olham, de vez em quando, para trás. Alguns, acabam por desistir, sentam-se à beira do caminho e vão-se deixando ficar. Parecem tristes, abatidos, talvez recordem com apego o que terão deixado e que, julgam, lhes faz falta.
O que estranho é que sendo eu tão decidido, tão senhor das minhas acções, tão categórico nas escolhas que faço, não me tenha ocorrido perguntar-lhe para onde vamos, onde me leva. Poderia pensar, por momentos, que estou a agir como um “zombie” sem vontade ou sem querer tê-la, ou, então, que não consegui resistir à Sua voz, senti que não teria alternativa.

Mas não!

Sinto-me bem vivo e cheio de força, algo estranho, assim como que um ímpeto que se foi transformando numa certeza.

A certa altura pensei dizer-Lhe: ‘não sei se sou capaz de Te acompanhar por muito mais tempo’!
Mas percebi, quase imediatamente, que Ele conhece esse meu temor, esta minha fragilidade e que, não obstante, me quer tal como no primeiro momento quando me disse:

‘Tu! Vem e segue-me!’

(AMA, reflexões sobre o Evangelho, 2006)

Temas para reflectir e meditar

Humildade

Um dia, regressava Padre Macário do pântano para a cela levando umas folhas de palmeira. No caminho o diabo veio ao seu encontro, com uma gadanha: quis feri-lo com ela, mas não conseguiu. Disse-lhe então: 

«Macário, por tua causa passo por muitos tormentos, pois não posso vencer-te. No entanto, faço tudo o que tu fazes: tu jejuas, e eu nunca como; fazes vigília, e eu nada durmo. Só me suplantas num aspecto». 

«Em qual?», perguntou Macário. 

«Na humildade, é ela que não me deixa vencer-te».

(Máximas dos Padres do deserto sécs. IV e V, Macário 11 a partir da trad. Solesmes 1966, p.217)

Evangelho e comentário

          
Tempo do Advento


Evangelho: Mt 21, 23-27

Naquele tempo, Jesus foi ao templo e, enquanto ensinava, aproximaram-se d’Ele os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo, que Lhe perguntaram: «Com que autoridade fazes tudo isto? Quem Te deu tal direito?» Jesus respondeu-lhes: «Vou fazer-vos também uma pergunta e, se Me responderdes a ela, dir-vos-ei com que autoridade faço isto. Donde era o baptismo de João? Do Céu ou dos homens?» Mas eles começaram a deliberar, dizendo entre si: «Se respondermos que é do Céu, vai dizer-nos: ‘Porque não lhe destes crédito?’ E se respondermos que é dos homens, ficamos com receio da multidão, pois todos consideram João como profeta». E responderam a Jesus: «Não sabemos». Ele por sua vez disse-lhes: «Então não vos digo com que autoridade faço isto».

Comentário:

Não obstante a pergunta não ter razão de ser, Jesus não se escusa à resposta, mas, põe uma condição: quer que, publicamente, que pergunta se manifeste sobre o Baptista.

Fica, pois, a descoberto a duplicidade e falta de critério dos chefes do povo.

Perguntar, pôr em causa, sugerir abuso, malfeitoria, profanação da Lei… isto está ao seu alcance e usam-no com uma frequência só justificada pela inveja e mau carácter, mas… dar respostas que possam comprometer - nem que “fiquem mal” perante o povo – isso de maneira nenhuma!

(AMA comentário sobre Mt 21, 23-27, 02.10.2019)

Leitura espiritual


Carta aos Efésios

Ef 6

Cristo e Igreja: modelo de amor familiar e social –

1 Filhos, obedecei a vossos pais, no Senhor, pois é isso que é justo: 2 Honra teu pai e tua mãe - tal é o primeiro mandamento, com uma promessa: 3para que sejas feliz e gozes de longa vida sobre a terra. 4 E vós, pais, não exaspereis os vossos filhos, mas criai-os com a educação e correcção que vêm do Senhor. 5 Escravos, obedecei aos senhores terrenos, com o maior respeito, na simplicidade do vosso coração, como a Cristo: 6 não para dar nas vistas, como quem procura agradar aos homens, mas como escravos de Cristo, que fazem a vontade de Deus, do fundo do coração; 7 servi de boa vontade, como se servísseis ao Senhor e não a homens, 8 sabendo que cada um, escravo ou livre, será recompensado pelo Senhor, conforme o bem que fizer. 9 E vós, os senhores, fazei o mesmo para com eles: deixai-vos de ameaças, sabendo que o Senhor, que o é tanto deles como vosso, está nos Céus e diante dele não há acepção de pessoas.

As armas do cristão –

10 Finalmente, tornai-vos fortes no Senhor e na sua força poderosa. 11 Revesti-vos da armadura de Deus, para terdes a capacidade de vos manterdes de pé contra as maquinações do diabo. 12 Porque não é contra os seres humanos que temos de lutar, mas contra os Principados, as Autoridades, os Dominadores deste mundo de trevas, e contra os espíritos do mal que estão nos céus. 13 Por isso, tomai a armadura de Deus, para que tenhais a capacidade de resistir no dia mau e, depois de tudo terdes feito, de vos manterdes firmes. 14 Mantende-vos, portanto, firmes, tendo cingido os vossos rins com a verdade, vestido a couraça da justiça 15 e calçado os pés com a prontidão para anunciar o Evangelho da paz; 16 acima de tudo, tomai o escudo da fé, com o qual tereis a capacidade de apagar todas as setas incendiadas do maligno. 17 Recebei ainda o capacete da salvação e a espada do Espírito, isto é, a palavra de Deus. 18 Servindo-vos de toda a espécie de orações e preces, orai em todo o tempo no Espírito; e, para isso, vigiai com toda a perseverança e com preces por todos os santos, 19 e também por mim; que, quando abrir a minha boca, me seja dada a palavra, para que, corajosamente, dê a conhecer o mistério do Evangelho, 20 de que sou embaixador em cadeias; que, nele, eu possa falar aberta e corajosamente, tal como é meu dever.

Notícias e saudação final –

21 Mas, para que também vós, no que me diz respeito, saibais como vou, de tudo vos informará Tíquico, o irmão querido e servidor fiel no Senhor. 22 Foi para isso mesmo que eu vo-lo enviei: para que tomeis conhecimento do que é feito de nós e console os vossos corações. 23 Paz aos irmãos, bem como amor e fé da parte de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo. 24 A graça esteja com todos os que amam Nosso Senhor Jesus Cristo, com um amor inalterável.