14/05/2019

Leitura espiritual


OS SACRAMENTOS

A.          QUAIS SÃO OS SACRAMENTOS?

1.           Que sinais restam da passagem de Cristo na terra?

Graças a ele agora temos óptimos produtos, que podemos encomendar em três tipos:

Bens espirituais:

Como a redenção, a graça santificante e a protecção materna de Maria, um verdadeiro tesouro a ser contado.

Presentes visíveis:

Como o papa, o sucessor de Pedro e garantia de segurança no caminho.

Dons parcialmente visíveis, em parte espirituais, como os sacramentos que conferem bens ou graças espirituais através de sinais visíveis.

2.           O que é graça?

Em geral, qualquer presente é a graça de Deus, no entanto, geralmente é assim chamada graça santificante, dom sobrenatural que diviniza o homem, transformando-o de um pecador em um filho de Deus.

3.           Há muita diferença entre estar em graça ou não?

A diferença é enorme.
De um lado, separação de Deus e jornada para o inferno.
Por outro lado, amizade e filiação divina, divinização e abertura do paraíso.

4.           Quais são os principais meios para adquirir graças?

As principais fontes são a oração e os sacramentos.
Alguns sacramentos dão graça santificante.
A maioria dos sacramentos aumenta essa graça e confere outra ajuda divina.

5.           Quais são os sacramentos?

Os sacramentos são sinais visíveis instituídos por Cristo para nos dar graça.
São sete e produzem bens espirituais comparáveis ​​à vida natural da maneira que veremos agora.

B. QUAIS SÃO OS SACRAMENTOS?

6. Quais são os dois primeiros sacramentos?

O primeiro dos sacramentos é o Baptismo, que cancela o pecado original dando graça santificante pela primeira vez.
É o nascimento da vida espiritual.
O segundo é a Confirmação, que aumenta os dons do Espírito Santo, fortalece-nos similarmente ao crescimento humano.

6.           Como conseguir que Deus perdoe os nossos pecados?

Para perdoar os pecados, Deus instituiu o sacramento da Confissão.
Para receber este sacramento, são necessárias duas condições:
Estar arrependido dos pecados, com a intenção ou intenção de não voltar a cometê-los.
Não há necessidade de adivinhar o futuro, mas de decidir firmemente não pecar mais.
É necessário dizer a um sacerdote os pecados, porque ele os perdoa em nome de Deus, é necessário dizer todos os pecados graves e o número aproximado de vezes que eles se cometeram.

7.           Que efeitos produz o sacramento da confissão?

Em certo sentido, eles parecem-se com medicamentos, que geralmente têm duas funções: curar e proteger.
A Confissão atinge estes efeitos: perdoa-nos os nossos pecados e dar graça para superar mais facilmente tentações futuras.

8.           Que aspectos o sacramento da Eucaristia abrange?

Este sacramento inclui três grandes aspectos:

Jesus Cristo está realmente na Eucaristia, com todas as consequências da adoração, respeito, o desejo de mantê-los em companhia nos Tabernáculos, cuidados materiais, etc.

Na missa o sacrifício da cruz é repetido, e é a maior coisa que os homens podem oferecer a Deus.

Na comunhão recebe-se o mesmo Jesus Cristo, e assim torna-se o alimento que restaura e repara as forças da alma, uma vez que nos une e nos transforma em Cristo.
Na refeição terrena, a comida é transformada em um corpo humano, mas aqui é o homem que se torna deificado.

9.           O que é necessário para receber a Comunhão?

Para receber a Comunhão, são necessárias três condições:
A fé:

Ser baptizado e saber que O recebe sob a aparência de pão.
Estar na graça de Deus, isto é, ter confessado todos os pecados graves que foram cometidos.
Isso é muito importante porque não se deve receber a Deus mal disposto.
Deve ter havido uma hora sem comida.

10.       Qual é a unção dos enfermos?

O sacramento da unção dos enfermos ajuda aqueles que estão em perigo de morte por doença ou velhice.
Torna-nos fortes para enfrentar os momentos em que a vida eterna é decidida.
É um sacramento importante e deve ser administrado sem esperar pelo último minuto.

11.       Quem são os sacerdotes?

São cristãos que receberam de um bispo o sacramento da ordenação sacerdotal e, portanto, podem celebrar a missa, administrar os outros sacramentos e pregar o evangelho com autoridade.

12.       O casamento é um sacramento?

É chamado casamento a união estável entre um homem e uma mulher que formam uma família.
O casal (engajamento) ao casar compromete-se a amarem-se um ao outro para sempre e para receber e educar as crianças que Deus lhes enviar.
O Senhor queria dar um agradecimento especial aqueles que se casam porque cumprem bem esta missão, e instituiu o sacramento do Matrimónio.


ID, revisão versão portuguesa por AMA


Maria está ao pé de ti


Não estás só. – Aceita com alegria a tribulação. – É verdade, pobre menino, que não sentes na tua mão a mão de tua Mãe. – Mas... não tens visto as mães da terra, de braços estendidos, seguir os seus pequenos quando se aventuram, receosos, a dar os primeiros passos sem a ajuda de ninguém? – Não estás só; Maria está ao pé de ti. (Caminho, 900)

Dá alegria verificar que a devoção à Virgem está sempre viva, despertando nas almas cristãs um impulso sobrenatural para se comportarem como domestici Dei, como membros da família de Deus.

Nestes dias, vendo como tantos cristãos exprimem dos mais diversos modos o seu carinho à Virgem Santa Maria, também vós certamente vos sentis mais dentro da Igreja, mais irmãos de todos esses vossos irmãos.

É uma espécie de reunião de família, como quando os irmãos que a vida separou voltam a encontrar-se junto da Mãe, por ocasião de alguma festa. Ainda que alguma vez tenham discutido uns com os outros e se tenham tratado mal, naquele dia não; naquele dia sentem-se unidos, reencontram-se unidos, reencontram-se todos no afecto comum.

Maria, na verdade, edifica continuamente a Igreja, reúne-a, mantém-na coesa. É difícil ter autêntica devoção à Virgem sem nos sentirmos mais vinculados aos outros membros do Corpo Místico e também mais unidos à sua cabeça visível, o Papa. Por isso me agrada repetir: Omnes cum Petro ad Iesum per Mariam! – todos, com Pedro, a Jesus, por Maria! (Cristo que passa, 139)

Evangelho e comentário



TEMPO DE PÁSCOA



São Matias – Apóstolo

Evangelho: Jo 15, 9-17

9 «Assim como o Pai me tem amor, assim Eu vos amo a vós. Permanecei no meu amor. 10 Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu, que tenho guardado os mandamentos do meu Pai, também permaneço no seu amor. 11 Manifestei-vos estas coisas, para que esteja em vós a minha alegria, e a vossa alegria seja completa. 12 É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros como Eu vos amei. 13 Ninguém tem mais amor do que quem dá a vida pelos seus amigos. 14 Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando. 15 Já não vos chamo servos, visto que um servo não está ao corrente do que faz o seu senhor; mas a vós chamei-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi ao meu Pai. 16 Não fostes vós que me escolhestes; fui Eu que vos escolhi a vós e vos destinei a ir e a dar fruto, e fruto que permaneça; e assim, tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome Ele vo-lo concederá. 17 É isto o que vos mando: que vos ameis uns aos outros.»

Comentário:

Estas importantes declarações de Jesus unem indissoluvelmente o amor e a alegria.

Não é possível existir uma sem o outro e compreende-se bem porquê:
A alegria que o amor – verdadeiro, sincero, total – produz no ser humano é de tal forma visível, palpável que não há quem se atreva a negá-lo.

O inverso, infelizmente, é bem verdadeiro, sem amor o homem vive mergulhado na tristeza e não é, de modo nenhum, e um ser completo porque Deus criou-nos para amar.

Há quem aduza que todos os amores humanos por honestos, verdadeiros, puros, que possam existir não se podem comparar com o Amor de Deus porque Ele É O Amor!

Mas Cristo diz o contrário, que o amor é só um, o que vale, o que interessa: O Amor do Pai pelo Filho e, sendo assim, é este Amor que devemos perseguir com afinco para atingirmos aquela alegria de Cristo, sumo bem e consolação.

Por isso mesmo nos diz categoricamente: «o que vos mando: que vos ameis uns aos outros»

(AMA, comentário sobre Jo 15, 9-17, 15,02,2019)

Pequena agenda do cristão


TeRÇa-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Aplicação no trabalho.

Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.

Lembrar-me:
Os que estão sem trabalho.

Senhor, lembra-te de tantos e tantas que procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes esperança e confiança.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





13/05/2019

Estás obrigado a dar exemplo


Tens necessidade de vida interior e de formação doutrinal. Exige-te! – Tu, cavalheiro cristão, mulher cristã, tens de ser sal da terra e luz do mundo, porque estás obrigado a dar exemplo com um santo descaramento. Há-de urgir-te a caridade de Cristo e, ao sentires-te e saberes-te outro Cristo a partir do momento em que lhe disseste que o seguias, não te separarás dos teus semelhantes – os teus parentes, os teus amigos, os teus colegas –, da mesma maneira que o sal não se separa do alimento que condimenta. A tua vida interior e a tua formação abrangem a piedade e o critério que deve ter um filho de Deus, para temperar tudo com a sua presença activa. Pede ao Senhor para seres sempre esse bom condimento na vida dos outros. (Forja, 450)

Olhai que o Senhor anseia por nos conduzir com passos maravilhosos, divinos e humanos, que se traduzem numa abnegação feliz, de alegria com dor, de esquecimento de nós mesmos. Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo. Um conselho que já todos ouvimos. Temos de nos decidir a segui-lo de verdade: que o Senhor se sirva de nós para que, metidos em todas as encruzilhadas do mundo – e estando nós metidos em Deus – sejamos sal, levedura, luz. Tu, em Deus, para iluminar, para dar sabor, para aumentar, para fermentar.

Mas não te esqueças de que não somos nós quem cria essa luz; apenas a reflectimos. Não somos nós quem salva as almas, levando-as a praticar o bem. Somos apenas um instrumento, mais ou menos digno, para os desígnios salvíficos de Deus. Se alguma vez pensássemos que o bem que fazemos é obra nossa, voltaria a soberba, ainda mais retorcida; o sal perderia o sabor, a levedura apodreceria, a luz converter-se-ia em trevas. (Amigos de Deus, 250)

Memória


Sinto o coração tão pequeno tão vibrante que parece saltar-me para fora do peito, estou em Malta mas na verdade estive todo o dia em Fátima, não me afastei nunca daquele local abençoado, deixei que as memórias corressem livremente e a verdade é que me senti muito bem.

Não pude mais que partilhar esta alegria com o Pároco de St Bartholomew antes da Missa das 16,15.

Sinto-me muito mais obrigado a portar-me como O Senhor quer.

Minha querida Mãe ajuda-me.

Malta, 13 de Maio 2016


Como um raio
Cai sobre mim a realidade:
A Senhora veio uma vez mais
"Reclamar" os seus foros
De Rainha e Mãe.

Rainha de Portugal.
Mãe de todos os homens.

Eu, que não sou nada
Estou tão feliz!

Sei que ela quis
Que fosse assim:
Simples, amorosa e terna,
Reunir os seus filhos numa festa
Que, sei-o bem, é eterna
É nunca, absolutamente
Deixará de ser.

Tanta gente,
E o Papa com todos juntos
Numa prece, invocação e esperança
Que não fenece
Antes ganha vigor
E estremece
O seu amor
De Mãe amorosa e atenta.

Minha Nossa Senhora
Uma vez mais,
Te repito as palavras que mais valem:

Monstra te esse matrem!


AMA, 13.05.3017

El Reto del Amor









por El Reto del amor

Temas para reflectir e meditar

Ciência

Como se alguém que sem ter aprendido nem trabalhado nada para saber ler nem tão pouco tivesse estudado nada, achasse que já sabia toda a ciência, sem saber como nem donde lhe tinha vindo, pois nunca tinha trabalhado nem para aprender o alfabeto. 

Esta última comparação mostra algo deste dom celestial, porque a alma vê num momento os mistérios da santíssima Trindade e outras coisas muito elevadas com tal clareza, que não há teólogo com quem não se atrevesse a discutir estas verdades tão grandes.

(santa teresa de jesusVida, 27, 8-9)