06/04/2019

Doutrina


CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA
Compêndio



SEGUNDA SECÇÃO

OS SETE SACRAMENTOS DA IGREJA


CAPÍTULO PRIMEIRO

OS SACRAMENTOS DA INICIAÇÃO CRISTÃ

O SACRAMENTO DO BAPTISMO

Pergunta:

259. O que se requer dum baptizando?

Resposta:

Ao baptizando é exigida a profissão de fé, expressa pessoalmente no caso do adulto, ou então por parte dos pais e da Igreja no caso da criança. Também o padrinho ou madrinha e toda a comunidade eclesial têm uma parte de responsabilidade na preparação para o Baptismo (catecumenado), bem como no desenvolvimento da fé e da graça baptismal.

05/04/2019

El Reto del Amor







por El Reto del amor

Evangelho e comentário



TEMPO DA QUARESMA



Evangelho: Jo 7, 1-2 10. 25-30

1 Naquele tempo, Jesus percorria a Galileia, evitando andar pela Judeia, porque os judeus procuravam dar-Lhe a morte. 2 Estava próxima a festa dos Tabernáculos. 10 Quando os seus parentes subiram a Jerusalém, para irem à festa, Ele subiu também, não às claras, mas em segredo. 25 Diziam então algumas pessoas de Jerusalém: «Não é este homem que procuram matar? 26 Vede como fala abertamente e não Lhe dizem nada. Teriam os chefes reconhecido que Ele é o Messias? 27 Mas nós sabemos de onde é este homem, e, quando o Messias vier, ninguém sabe de onde Ele é». 28 Então, em alta voz, Jesus ensinava no templo, dizendo: «Vós Me conheceis e sabeis de onde Eu sou! No entanto, Eu não vim por minha própria vontade e é verdadeiro Aquele que Me enviou e que vós não conheceis. 29 Mas Eu conheço-O, porque d’Ele venho e foi Ele que Me enviou». 30 Procuravam então prender Jesus, mas ninguém Lhe deitou a mão, porque ainda não chegara a sua hora.

Comentário:

Há uma frase neste texto de São João [i] que deixa bem claro que Jesus Cristo Se entrega à morte por Sua única e exclusiva vontade.

Faz o dom da Sua vida para redenção e salvação dos homens.

Com respeito a Cristo, nada nem ninguém pode fazer o quer que seja sem o Seu expresso consentimento e por mais que se encarnicem os Seus perseguidores de ontem e de hoje nada conseguirão.

Nosso Senhor, que é dono da vida e da morte tem a vontade suprema e final sobre todas as coisas.

(AMA, comentário sobre Jo 7, 1-2 10. 25-30, 10.01.2019)  



[i] «30 Procuravam então prender Jesus, mas ninguém Lhe deitou a mão, porque ainda não chegara a sua hora.»


Chama cada um à santidade


A oração não é prerrogativa de frades; é incumbência de cristãos, de homens e mulheres do mundo, que se sabem filhos de Deus. (Sulco, 451)

Sentimo-nos tocados, com o coração a bater com mais força, quando ouvimos com toda a atenção este brado de S. Paulo: esta é a vontade de Deus: a vossa santificação. Hoje, mais uma vez o repito a mim mesmo e também o recordo a cada um e à Humanidade inteira: esta é a vontade de Deus, que sejamos santos.

Para pacificar as almas com uma paz autêntica, para transformar a Terra, para procurar Deus Nosso Senhor no mundo e através das coisas do mundo, é indispensável a santidade pessoal. Nas minhas conversas com gente de tantos países e dos ambientes sociais mais diversos, perguntam-me com frequência: – Que diz aos casados? E aos que trabalhamos no campo? E às viúvas? E aos jovens?

Respondo sistematicamente que tenho uma só panela. E costumo fazer notar que Jesus Cristo Nosso Senhor pregou a Boa Nova para todos, sem qualquer distinção. Uma só panela e um único alimento: o meu alimento é fazer a vontade d'Aquele que me enviou e dar cumprimento à sua obra. Chama cada um à santidade, pede amor a cada um: jovens e velhos, solteiros e casados, sãos e doentes, cultos e ignorantes, trabalhem onde quer que trabalhem, estejam onde quer que estejam. Há um único modo de crescer na familiaridade e na confiança com Deus: a intimidade da oração, falar com Ele, manifestar-Lhe – de coração a coração – o nosso afecto.

Invocar-me-eis e Eu vos ouvirei. E invocamo-lo conversando, dirigindo-nos a Ele. Por isso temos de pôr em prática a exortação do Apóstolo: sine intermissione orate; rezai sempre, aconteça o que acontecer. Não apenas de coração, mas com todo o coração. (Amigos de Deus, nn. 294–295)

Pequena agenda do cristão

Sexta-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Contenção; alguma privação; ser humilde.


Senhor: Ajuda-me a ser contido, a privar-me de algo por pouco que seja, a ser humilde. Sou formado por este barro duro e seco que é o meu carácter, mas não Te importes, Senhor, não Te importes com este barro que não vale nada. Parte-o, esfrangalha-o nas Tuas mãos amorosas e, estou certo, daí sairá algo que se possa - que Tu possas - aproveitar. Não dês importância à minha prosápia, à minha vaidade, ao meu desejo incontido de protagonismo e evidência. Não sei nada, não posso nada, não tenho nada, não valho nada, não sou absolutamente nada.

Lembrar-me:
Filiação divina.

Ser Teu filho Senhor! De tal modo desejo que esta realidade tome posse de mim, que me entrego totalmente nas Tuas mãos amorosas de Pai misericordioso, e embora não saiba bem para que me queres, para que queres como filho a alguém como eu, entrego-me confiante que me conheces profundamente, com todos os meus defeitos e pequenas virtudes e é assim, e não de outro modo, que me queres ao pé de Ti. Não me afastes, Senhor. Eu sei que Tu não me afastarás nunca. Peço-Te que não permitas que alguma vez, nem por breves instantes, seja eu a afastar-me de Ti.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





Leitura espiritual


EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL
AMORIS LÆTITIA
DO SANTO PADRE
FRANCISCO
AOS BISPOS AOS PRESBÍTEROS E AOS DIÁCONOS
ÀS PESSOAS CONSAGRADAS AOS ESPOSOS CRISTÃOS E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS SOBRE O AMOR NA FAMÍLIA 

CAPÍTULO VI

ALGUMAS PERSPECTIVAS PASTORAIS.

Quando a morte crava o seu aguilhão.

Às vezes, a vida familiar vê-se desafiada pela morte de um ente querido. Não podemos deixar de oferecer a luz da fé para acompanhar as famílias que sofrem em tais momentos.[i]

Abandonar uma família atribulada por uma morte seria uma falta de misericórdia, seria perder uma oportunidade pastoral, e tal atitude pode fechar-nos as portas para qualquer eventual acção evangelizadora.
Compreendo a angústia de quem perdeu uma pessoa muito amada, um cônjuge com quem se partilhou tantas coisas. O próprio Jesus Se comoveu e chorou no velório dum amigo[ii].
E como não compreender o lamento de quem perdeu um filho? Com efeito, «é como se o tempo parasse: abre-se um abismo que engole o passado e também o futuro. (...) E às vezes chega-se até a dar a culpa a Deus! Quantas pessoas – compreendo-as – se chateiam com Deus».
«A viuvez é uma experiência particularmente difícil (...). Alguns, quando têm de viver esta experiência, mostram que sabem fazer convergir as suas energias para uma dedicação ainda maior aos filhos e netos, encontrando nesta experiência de amor uma nova missão educativa. (...) Aqueles que já não podem contar com a presença de familiares a quem se dedicar e de quem receber carinho e proximidade, a comunidade cristã deve sustentá-los com particular atenção e disponibilidade, sobretudo se vivem em condições de indigência».

Em geral, o luto pelos falecidos pode durar bastante tempo e, quando um pastor quer acompanhar este percurso, deve adaptar-se às necessidades de cada uma das suas fases. Todo o percurso é atravessado por interrogativos sobre as causas da morte, o que poderia ter sido feito, o que uma pessoa vive nos momentos anteriores à morte... Com um caminho sincero e paciente de oração e libertação interior, volta a paz. No luto, há momentos em que é preciso ajudar a descobrir que, embora tenhamos perdido um ente querido, existe ainda uma missão a cumprir e não nos faz bem querer prolongar a tristeza, como se isto fosse uma homenagem.
A pessoa amada não precisa da nossa tristeza, nem retém lisonjeiro que arruinemos a nossa vida. E também não é a melhor expressão de amor lembrá-la e nomeá-la a cada momento, porque significa estar preso a um passado que já não existe, em vez de amar a pessoa real que agora se encontra no Além.
A sua presença física já não é possível; é verdade que a morte é algo de poderoso, mas «forte como a morte é o amor»[iii].
O amor possui uma intuição que lhe permite escutar sem sons e ver no invisível. Isto não é imaginar o ente querido como era, mas poder aceitá-lo transformado, como é agora. Jesus ressuscitado, quando a sua amiga Maria Madalena quis abraçá-Lo intensamente, pediu-lhe que não O tocasse[iv] para a levar a um encontro diferente.
Consola-nos saber que não se verifica a destruição total dos que morrem, e a fé assegura-nos que o Ressuscitado nunca nos abandonará. Podemos, assim, impedir que a morte «envenene a nossa vida, torne vãos os nossos afectos e nos faça cair no vazio mais escuro».

A Bíblia fala de um Deus que nos criou por amor, e fez-nos de uma maneira tal que a nossa vida não termina com a morte[v]. São Paulo fala-nos dum encontro com Cristo imediatamente depois da morte: «tenho o desejo de partir e estar com Cristo»[vi]. Com Ele, espera-nos depois da morte aquilo que Deus preparou para aqueles que O amam[vii].

De forma muito bela, assim se exprime o prefácio da Missa dos Defuntos: «Se a certeza da morte nos entristece, conforta-nos a promessa da imortalidade. Para os que crêem em Vós, Senhor, a vida não acaba, apenas se transforma».
Com efeito, «os nossos entes queridos não desapareceram nas trevas do nada: a esperança assegura-nos que eles estão nas mãos bondosas e vigorosas de Deus».
Uma maneira de comunicarmos com os seres queridos que morreram é rezar por eles.
Diz a Bíblia que «rezar pelos mortos» é «santo e piedoso»[viii]. Rezar por eles «pode não só ajudá-los, mas também tornar mais eficaz a sua intercessão em nosso favor».[ix]

O Apocalipse apresenta os mártires a interceder pelos que sofrem injustiça na terra[x], solidários com este mundo em caminho. Alguns Santos, antes de morrer, consolavam os seus entes queridos, prometendo-lhes que estariam perto ajudando-os.
Santa Teresa de Lisieux sentia vontade de continuar, do Céu, a fazer bem. E São Domingos afirmava que «seria mais útil, depois de morto (...), mais poderoso para obter graças».
São laços de amor, porque «de modo nenhum se interrompe a união dos que ainda caminham sobre a terra com os irmãos que adormeceram na paz de Cristo; mas (...) é reforçada pela comunicação dos bens espirituais».

Se aceitarmos a morte, podemos preparar-nos para ela.
O caminho é crescer no amor para com aqueles que caminham connosco, até ao dia em que «não haverá mais morte, nem luto, nem pranto, nem dor»[xi].

Deste modo preparar-nos-emos também pera reencontrar os nossos entes queridos que morreram.

Assim, nesta linha[xii], é significativo o testemunho das carmelitas de que Santa Teresa prometera que a sua partida deste mundo havia de ser «como uma chuva de rosas»[xiii], [xiv] como Jesus entregou o filho que tinha morrido à sua mãe[xv], de forma semelhante procederá connosco.
Não gastemos energias, detendo-nos anos e anos no passado.
Quanto melhor vivermos nesta terra, tanto maior felicidade poderemos partilhar com os nossos entes queridos no céu.

Quanto mais conseguirmos amadurecer e crescer, tanto mais poderemos levar-lhes coisas belas para o banquete celeste.

(cont)

(revisão da versão portuguesa por AMA)


[i] Relatio Finalis 2015, 76; cf. Congr. para a Doutrina da Fé, Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais (3 de Junho de 2003), 4. 279 Relatio Finalis 2015, 80. 280 Cf. ibid., 20.
[ii] (cf. Jo 11, 33.35)
[iii] (Ct 8, 6)
[iv] (cf. Jo 20, 17)
[v] (cf. Sab 3, 2-3)
[vi] (Flp 1, 23)
[vii] (cf. 1 Cor 2, 9)
[viii] (2 Mac 12, 44.45)
[ix] Francisco, Catequese (17 de Junho de 2015): L’Osservatore Romano (ed. semanal portuguesa de 18/VI/2015), 16. 284 Ibidem. 285 Cf. Catecismo da Igreja Católica, 958.
[x] (cf. 6, 9-11)
[xi] (Ap 21, 4)
[xii] Cf. «Últimos colóquios: “Caderno Amarelo” da Madre Inês» (17 de Julho de 1897): Opere complete (Cidade do Vaticano 1997), 1028.
[xiii] (Ibid., 9 de Junho de 1897: o. c., 991).
[xiv] Jordão de Saxónia, Libellus de principiis Ordinis predicatorum, 93: Monumenta Historica Sancti Patris Nostri Dominici, XVI, (Roma 1935), 69. 289 Cf. Catecismo da Igreja Católica, 957. 290 Conc. Ecum. Vat. II, Const. dogm sobre a Igreja Lumen gentium, 49
[xv] (cf. Lc 7, 15)

04/04/2019

El Reto del Amor










por El Reto del amor

Evangelho e comentário



TEMPO DA QUARESMA


  
Evangelho: Jo 5, 31-47

31 «Se Eu testemunhasse a favor de mim próprio, o meu testemunho não teria valor; 32 há outro que testemunha em favor de mim, e Eu sei que o seu testemunho, favorável a mim, é verdadeiro. 33 Vós enviastes mensageiros a João, e ele deu testemunho da verdade. 34 Não é, porém, de um homem que Eu recebo testemunho, mas digo-vos isto para vos salvardes. 35 João era uma lâmpada ardente e luminosa, e vós, por um instante, quisestes alegrar-vos com a sua luz. 36 Mas tenho a meu favor um testemunho maior que o de João, pois as obras que o Pai me confiou para levar a cabo, essas mesmas obras que Eu faço, dão testemunho de que o Pai me enviou. 37 E o Pai que me enviou mantém o seu testemunho a meu favor. Nunca ouvistes a sua voz, nem vistes o seu rosto, 38 nem a sua palavra permanece em vós, visto não crerdes neste que Ele enviou. 39 Investigai as Escrituras, dado que julgais ter nelas a vida eterna: são elas que dão testemunho a meu favor. 40 Vós, porém, não quereis vir a mim, para terdes a vida! 41 Eu não ando à procura de receber glória dos homens; 42 a vós já vos conheço, e sei que não há em vós o amor de Deus. 43 Eu vim em nome de meu Pai, e vós não me recebeis; se outro viesse em seu próprio nome, a esse já o receberíeis. 44 Como vos é possível acreditar, se andais à procura da glória uns dos outros, e não procurais a glória que vem do Deus único? 45 Não penseis que Eu vos vou acusar diante do Pai; há quem vos acuse: é Moisés, em quem continuais a pôr a vossa esperança. 46 De facto, se acreditásseis em Moisés, talvez acreditásseis em mim, porque ele escreveu a meu respeito. 47 Mas, se vós não acreditais nos seus escritos, como haveis de acreditar nas minhas palavras?»

Comentário:

Jesus não deixa sem resposta as questões levantadas pelos Seus opositores e, naturalmente que o faz para esclarecer os muitos que O ouvem.

Sabe de sobejo que para os fariseus e escribas não lhes interessam para nada as Suas respostas, estão de tal forma aferrados aos seus próprios conceitos que nem sequer as ouvem.

Aliás, talvez, até, preferissem que o Senhor não respondesse.

Mas O senhor não pode perder o ensejo para esclarecer e doutrinar com segurança e radicalidade absolutas expondo a verdade tal qual é.

(AMA, comentário sobre Jo 5, 31-47, 08.01.2019)

Temas para reflectir e meditar

Sofrimento 


Acredito que o sofrimento é uma componente importante da vida humana, e que sem ele nunca faríamos nada. 
Procuramos sempre fugir ao sofrimento. Fazemo-lo de milhões de manei­ras diferentes, mas tal nunca funciona plenamente. 

Assim cheguei à conclusão que, se as circunstâncias o permitirem, devemos, pelo menos, tentar encontrar um caminho que per­mita ao ser humano suportar o sofrimento inevitável, que é o destino de qualquer existência humana. 
Quando alguém consegue, pelo menos, suportar o sofrimento, realizou já uma tarefa quase sobre-humana. Tal pode proporcionar-lhe um de­terminado grau de sorte ou satisfação.


(Carl G. JungCartas I, Olten, 1972, Petrópolis, Vozes, 2003, p. 299)

Reflexão - O que posso fazer?


O que posso fazer?

Por vezes debato-me com esta pergunta que me surge a propósito de algo que, à primeira vista, será algo estranho, insólito ou, pelo menos, fora do âmbito onde me movo.

Sim… o que posso fazer?

Que conhecimentos, habilitações, ou autoridade, tenho, para me “meter num assunto” que parece não me dizer respeito directamente?
E porque sinto que tenho de fazer alguma coisa, intervir seja de que modo for, para sossegar o meu espírito e a minha vontade de ser útil, solidário, interessado?

Será que a minha missão neste mundo passa por aí, quer dizer, intervir sem mais, sem esperar convite ou desafio, mas apenas porque entendo que é minha obrigação fazê-lo?

Será que os outros, nomeadamente a quem o assunto diz respeito, esperam isso de mim?
Terão alguma expectativa sobre o que penso ou faço para resolver – ou pelo menos ajudar a resolver – essa questão?
Mereço essa confiança?
Existe da parte dos outros essa expectativa?

Na verdade penso que tenho de responder positivamente a todas essas questões mesmo sem me preocupar se tenho ou não aptidões para tal.
Talvez espere por um convite que poderá surgir de forma “muda”, sem formalidade nem uma solicitação expressa.
Mas, tal, não tem de acontecer dessa forma tão clara e evidente.
Se alguém me conta algo, um problema, me revela uma dificuldade, me expõe uma dúvida, seguramente que o faz não para me informar mas, para que eu possa dar o meu contributo – seja conselho ou opinião – sobre o que me revela.
Se não porque o faria?
Se alguém me diz simplesmente: ‘Estou triste’ sem acrescentar o que for, não esperará de mim uma pergunta simples: ‘Porquê?’
É evidente que sim, ninguém anuncia a outro um estado de alma sem ser para tentar obter uma resposta que revele interesse e, possivelmente, ajuda.

O que posso fazer?

Muito! Posso – e devo – fazer muito.

(AMA, reflexão, 20.10.2018)