03/02/2019

Evangelho e comentário


TEMPO COMUM




Evangelho: Lc 4, 21-30

21 Começou, então, a dizer-lhes: «Cumpriu-se hoje esta passagem da Escritura, que acabais de ouvir.» 22 Todos davam testemunho em seu favor e se admiravam com as palavras repletas de graça que saíam da sua boca. Diziam: «Não é este o filho de José?» 23 Disse-lhes, então: «Certamente, ides citar-me o provérbio: ‘Médico, cura-te a ti mesmo.’ Tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaúm, fá-lo também aqui na tua terra.» 24 Acrescentou, depois: «Em verdade vos digo: Nenhum profeta é bem recebido na sua pátria. 25 Posso assegurar-vos, também, que havia muitas viúvas em Israel no tempo de Elias, quando o céu se fechou durante três anos e seis meses e houve uma grande fome em toda a terra; 26 contudo, Elias não foi enviado a nenhuma delas, mas sim a uma viúva que vivia em Sarepta de Sídon. 27 Havia muitos leprosos em Israel, no tempo do profeta Eliseu, mas nenhum deles foi purificado senão o sírio Naaman.» 28 Ao ouvirem estas palavras, todos, na sinagoga, se encheram de furor. 29 E, erguendo-se, lançaram-no fora da cidade e levaram-no ao cimo do monte sobre o qual a cidade estava edificada, a fim de o precipitarem dali abaixo. 30 Mas, passando pelo meio deles, Jesus seguiu o seu caminho.

Comentário:

Há uma afirmação de São Lucas neste trecho do Evangelho que nos dá que pensar:
«Mas, passando pelo meio deles, Jesus seguiu o seu caminho.»

Como se, de repente, O Senhor ficasse invisível aos olhos dos que O rodeavam – e eram muitos a comprimir-se à Sua volta – de tal forma que deixaram de O ver!

Mas, é verdade: o Senhor só Se deixa ver a quem, quando e como quer.

Chegada a hora derradeira do Calvário muitos hão-de vê-Lo suspenso da Cruz mas, desses, quantos saberão de facto e acreditam que estão contemplando o Salvador do mundo no Seu derradeiro e extraordinário sacríficio?

De facto, os olhos podem ver mas só o coração, a alma simples e pura podem compreender de facto o que aqueles vêem.

(AMA, comentário sobre Lc 4, 21-30, 19.11.2018)




Leitura espiritual


OPTIMISMO


1. ¿Qué es el optimismo? 
El optimismo es el hábito de captar lo bueno de cosas, personas, situaciones y proyectos. 
Es la visión positiva de la vida.

2. ¿Beneficios del optimismo?

El optimismo ayuda a superar obstáculos, anima a proponerse metas y conserva la esperanza a pesar de las dificultades. Esta visión positiva es una gran herramienta para avanzar.
El optimismo también facilita la convivencia y hace la vida amable a los demás. Una persona radiante -si es humilde y no avasalladora- eleva el ánimo de quienes le rodean.

3. ¿El optimismo invita a hacer locuras? Depende a qué se llame locura. Puede parecer locura levantar un pie, pero el optimista lo hace y avanza.
El optimismo no pretende hacer locuras, sino ver lo positivo de las cosas y obrar en consecuencia.

4. ¿El optimismo es irreal? Cabe pensar que en el optimista hay poco realismo pues en el mundo hay obstáculos, y las metas no salen con facilidad. 
Pero, en la realidad también hay aspectos positivos. 
El optimismo sólo es irreal si no tiene fundamentos.

5. ¿Qué fundamentos hay para el optimismo? 
Hay motivos humanos para el optimismo, pues ante cualquier planteamiento pesimista cabe encontrar su opuesto. 
Por ejemplo, si se dice que hay muchos hombres malos, cabe añadir que también los hay buenos. 
Si una situación es complicada, siempre las ha habido. 
Si una meta exigirá mucho esfuerzo, cabe pensar que para algo tengo fuerzas, etc. De todos modos, humanamente no siempre hay soluciones sencillas.

6. ¿Motivos sobrenaturales para el optimismo? 

El optimismo es la postura más realista para las personas con fe.
 Para un hijo de Dios el optimismo es lo razonable. 
No se trata de ser irresponsables o ilusos, ni de pensar que todo irá bien hagamos lo que hagamos. 
Es cierto que hay y habrá dificultades. Pero también es verdad que Dios ama a sus hijos. 
Nada menos.

7. ¿Pero nos vamos a morir? El motivo de mayor pesimismo para un ateo coincide con una razón poderosa para el optimismo cristiano: nos vamos a morir. 

La muerte es absolutamente real. 
Sin duda nos moriremos. 
Esta realidad origina pesimismo a quienes ponen sus metas en asuntos materiales de esta vida. 
En cambio para un cristiano, la muerte es fuente de paz y serenidad: estamos convencidos de que las penas de esta vida tienen un final. 
No hay mal que cien años dure, y a continuación nos espera el cielo. 
Un cielo absolutamente real. 
Somos personas destinadas a una enorme y eterna felicidad. El optimismo es muy real.

8. ¿Cómo ejercitar el optimismo?

Entrenarse a pensar bien de los demás. Buscar el lado bueno de las cosas. Felicitar por los éxitos. 
(Esto facilita ver que hay éxitos). 
Alegrarse con los éxitos ajenos.

No plantear problemas sin añadir soluciones posibles. Fomentar el espíritu deportivo de superación.

Animar a los demás en sus fallos. (Además de ejercitar la caridad, este optimismo ayuda a buscar remedios alentadores).

No sentirse víctimas, sino caballeros -o en su caso damas-.

Cambiar la visión de las cosas. Por ejemplo, el esfuerzo no es una dificultad tremenda sino ordinaria. 
Las mejores dificultades son las que dependen del esfuerzo propio.
Cambiar las dificultades por retos.

IR

Temas para reflectir e meditar

Apostolado



Se os obstáculos são grandes (no apostolado), também é mais abundante a graça divina: será Ele quem os remove, servindo-se de cada um como de uma alavanca.



(beato álvaro del portillo, Carta pastoral, 1985.12.25, nr. 10)  

02/02/2019

El Reto del amor










por El Reto del amor



Fazer da tua vida diária um testemunho de Fé


Muitas realidades materiais, técnicas, económicas, sociais, políticas, culturais..., abandonadas a si mesmas, ou nas mãos de quem carece da luz da nossa fé, convertem-se em obstáculos formidáveis à vida sobrenatural: formam como que um couto cerrado e hostil à Igreja. Tu, por seres cristão – investigador, literato, cientista, político, trabalhador... –, tens o dever de santificar essas realidades. Lembra-te de que o universo inteiro – escreve o Apóstolo – está a gemer como que em dores de parto, esperando a libertação dos filhos de Deus. (Sulco, 311)

Já falámos muito deste tema noutras ocasiões, mas permiti-me insistir de novo na naturalidade e na simplicidade da vida de S. José, que não se distinguia da dos seus vizinhos nem levantava barreiras desnecessárias.
Por isso, ainda que possa ser conveniente nalguns momentos ou em algumas situações, habitualmente não gosto de falar de operários católicos, de engenheiros católicos, de médicos católicos, etc., como se se tratasse de uma espécie dentro dum género, como se os católicos formassem um grupinho separado dos outros, dando assim a sensação de que existe um fosso entre os cristãos e o resto da humanidade. Respeito a opinião oposta, mas penso que é muito mais correcto falar de operários que são católicos, ou de católicos que são operários; de engenheiros que são católicos ou de católicos que são engenheiros. Porque o homem que tem fé e exerce uma profissão intelectual, técnica ou manual, está e sente-se unido aos outros, igual aos outros, com os mesmos direitos e obrigações, com o mesmo desejo de melhorar, com o mesmo empenho de se enfrentar com os problemas comuns e de lhes encontrar a solução.
O católico, assumindo tudo isto, saberá fazer da sua vida diária um testemunho de Fé, de Esperança e de Caridade; testemunho simples, normal, sem necessidade de manifestações aparatosas, pondo de manifesto – com a coerência da sua vida – a presença constante da Igreja no mundo, visto que todos os católicos são, eles mesmos, Igreja, pois são membros, com pleno direito, do único Povo de Deus. (Cristo que passa, 53)

Pequena agenda do cristão

SÁBADO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Honrar a Santíssima Virgem.

A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas, santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.

Lembrar-me:

Santíssima Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.

Minha querida Mãe: Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da salvação.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





Evangelho e comentário


TEMPO COMUM


Apresentação do Senhor

Evangelho: Lc 2, 22-32

22 Quando se cumpriu o tempo da sua purificação, segundo a Lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentarem ao Senhor, 23 conforme está escrito na Lei do Senhor: «Todo o primogénito varão será consagrado ao Senhor» 24 e para oferecerem em sacrifício, como se diz na Lei do Senhor, duas rolas ou duas pombas. 25 Ora, vivia em Jerusalém um homem chamado Simeão; era justo e piedoso e esperava a consolação de Israel. O Espírito Santo estava nele. 26 Tinha-lhe sido revelado pelo Espírito Santo que não morreria antes de ter visto o Messias do Senhor. 27 Impelido pelo Espírito, veio ao templo, quando os pais trouxeram o menino Jesus, a fim de cumprirem o que ordenava a Lei a seu respeito. 28 Simeão tomou-o nos braços e bendisse a Deus, dizendo: 29 «Agora, Senhor, segundo a tua palavra, deixarás ir em paz o teu servo, 30 porque meus olhos viram a Salvação 31 que ofereceste a todos os povos, 32 Luz para se revelar às nações e glória de Israel, teu povo.»


Comentário:


Esta festa da apresentação do Senhor no Templo té também chamada a Festa da "Candelária"

A festa da Luz!

A luz verdadeira autêntica que ilumina tudo e todos.

Esta Luz é transportada pela Santíssima Virgem que assim nos guia e conduz pelos caminhos da vida ao encontro com o seu divino Filho.

(ama, comentário sobre Lc 2, 22-32, 02.02.2016)


Leitura espiritual


AUSTERIDAD


1. ¿Qué es la austeridad? Austeridad es la virtud que modera los gastos. Está muy relacionada con la templanza y la pobreza.

2. ¿En qué se diferencian austeridad y pobreza? La virtud de la pobreza o desprendimiento modera el ansia excesiva hacia los bienes materiales, con independencia de si el desembolso es excesivo o no. La austeridad evita el despilfarro, cuidando que los gastos sean razonables.

3. ¿Un ejemplo? En el caso de comprar un coche, la pobreza invita a considerar si el automóvil es necesario, y procura que el corazón no esté atado al capricho de un vehículo. En cambio, la austeridad cuida de no comprar un modelo excesivamente lujoso, y evita gastos en viajes innecesarios. Como se ve, ambas virtudes se parecen mucho y no importa usarlas como sinónimos.

4. ¿No puedo hacer con mi dinero lo que quiera? Puedes hacer con tu dinero muchas cosas, pero no cualquier cosa. Puedes emplearlo en necesidades razonables, incluso en caprichos moderados. Pero el despilfarro se opone a la justicia y solidaridad con otros seres humanos.

5. ¿Es malo tener dinero? Tener dinero es bueno, pues permite hacer obras buenas. Lo malo es el afán excesivo por la posesión de bienes o dineros (virtud de la pobreza); y también se debe evitar el derroche (austeridad).
El dinero lleva consigo la obligación de emplearlo bien.

6. ¿Un ejemplo de austeridad? Un ejemplo de ejercitar la austeridad es procurar que las cosas duren. Cuidarlas, tratar de que se mantengan en buen estado. Esto es señal de que se emplea bien el dinero y no da lo mismo que algo se rompa o estropee.

7. ¿Austeridad equivale a tacañería? La austeridad procura que los gastos sean razonables. El despilfarro y la tacañería son excesos situados a cada lado de lo razonable.

8. ¿Alguna referencia? El catecismo de la Iglesia católica trata de estos temas principalmente en los nn: 2402 y 2404. Veamos unos textos:
"Los bienes de la creación están destinados a todo el género humano (...) La apropiación de bienes debe hacer posible que se viva una solidaridad natural entre los hombres" (2402).
"El hombre, al servirse de esos bienes, debe considerar las cosas externas que posee legítimamente, no sólo como suyas, sino también como comunes, en el sentido de que han de aprovechar no sólo a él, sino también a los demás. La propiedad de un bien hace de su dueño un administrador de la providencia para hacerlo fructificar y comunicar sus beneficios a otros" (2404).

IR

Temas para reflectir e meditar

Rotina


Não vos podeis conformar com uma realização rotineira, vulgar, anódina dos vossos afazeres. Tendes de pôr nas vossas ocupações sejam quais forem, que todos os trabalhos humanos, excluídos os que estão manchados pelo pecado, têm a sua beleza e o seu valor – empenho, afã de melhorar, iniciativa, visão de conjunto, espírito de serviço, cuidado nos detalhes. 

Assim, ao apresentá-los a Deus, contribuireis, cada um no âmbito do que lhe é próprio, ao bem-estar dos que o rodeiam, à resolução dos problemas da sociedade em que viveis, ao desenvolvimento da civilização humana e, em virtude da Graça, a obra Redentora de Cristo.

(beato álvaro del portillo, Carta aos fiéis do Opus Dei, 1978.09.24)

01/02/2019

El Reto del Amor



por El Reto del amor




Doutrina


CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA
Compêndio



SEGUNDA SECÇÃO

OS SETE SACRAMENTOS DA IGREJA


CAPÍTULO PRIMEIRO

OS SACRAMENTOS DA INICIAÇÃO CRISTÃ


Pergunta:

251. Como se realiza a iniciação cristã?


Resposta:

Realiza-se mediante os sacramentos que lançam os alicerces da vida cristã: os fiéis, renascidos pelo Baptismo, são fortalecidos pela Confirmação e alimentados pela Eucaristia.

Formação humana e cristã


A.1 - Mortificação

Para começar tenho de ter bem claras duas coisas:

A.1.1 - o que é a mortificação

A1.2 - qual a sua necessidade

A1.1 -

Entendo por mortificação qualquer acto propositado ou passivo que signifique a privação de alguma coisa ou a opção - se possível - por uma menos agradável que a outra.

Claro que se activa é uma decisão consciente da vontade, se passiva a aceitação sem reserva nem conformação.

Fica deste modo transformado algo que nos acontece sem intervenção pessoal numa disposição da vontade, ou seja, transforma a mortificação de passiva em activa.

(cont)
AMA, reflexões

Não tenhas pena de seres nada


Não te apoquentes por verem as tuas faltas. A ofensa a Deus e a desedificação que podes ocasionar, isso é que te deve doer. – De resto, que saibam como és e te desprezem. – Não tenhas pena de seres nada, porque assim Jesus tem que pôr tudo em ti. (Caminho, 596)

Escreve o evangelista S. João: ninguém jamais viu Deus; o Filho Unigénito que está no seio do Pai é que o deu a conhecer, comparecendo ante o olhar atónito dos homens: primeiro, como um recém-nascido, em Belém; depois, como um menino igual aos outros; mais tarde, no Templo, como um adolescente, inteligente e vivo; e, por fim, com aquela figura amável e atraente do Mestre que movia os corações das multidões que o acompanhavam entusiasmadas.

Bastam algumas provas do Amor de Deus que se encarna para que a sua generosidade nos toque a alma, nos incendeie, nos mova com suavidade a uma dor contrita pelo nosso comportamento, em tantas ocasiões mesquinho e egoísta. Jesus não tem inconveniente em rebaixar-se, para nos elevar da miséria à dignidade de filhos de Deus, de irmãos seus. Pelo contrário, tu e eu muitas vezes enchemo-nos nesciamente de orgulho pelos dons e talentos recebidos, até ao ponto de os converter em pedestal para nos impormos aos outros, como se o mérito de algumas acções, acabadas com relativa perfeição, dependesse exclusivamente de nós: Que possuis tu que não tenhas recebido de Deus? E se o recebeste, porque te glorias como se o não tivesses recebido?

Ao considerar a entrega de Deus e o seu aniquilamento – falo para que o meditemos, pensando cada um em si mesmo –, a vanglória, a presunção do soberbo revela-se um pecado horrendo, precisamente porque coloca a pessoa no extremo oposto ao modelo que Jesus nos assinalou com a sua conduta. Pensai nisto devagar: Ele humilhou-se, sendo Deus. O homem, cheio do seu próprio eu, pretende enaltecer-se a todo o custo, sem reconhecer que está feito de barro e barro de má qualidade. (Amigos de Deus, nn. 111–112)

Pequena agenda do cristão

Sexta-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Contenção; alguma privação; ser humilde.


Senhor: Ajuda-me a ser contido, a privar-me de algo por pouco que seja, a ser humilde. Sou formado por este barro duro e seco que é o meu carácter, mas não Te importes, Senhor, não Te importes com este barro que não vale nada. Parte-o, esfrangalha-o nas Tuas mãos amorosas e, estou certo, daí sairá algo que se possa - que Tu possas - aproveitar. Não dês importância à minha prosápia, à minha vaidade, ao meu desejo incontido de protagonismo e evidência. Não sei nada, não posso nada, não tenho nada, não valho nada, não sou absolutamente nada.

Lembrar-me:
Filiação divina.

Ser Teu filho Senhor! De tal modo desejo que esta realidade tome posse de mim, que me entrego totalmente nas Tuas mãos amorosas de Pai misericordioso, e embora não saiba bem para que me queres, para que queres como filho a alguém como eu, entrego-me confiante que me conheces profundamente, com todos os meus defeitos e pequenas virtudes e é assim, e não de outro modo, que me queres ao pé de Ti. Não me afastes, Senhor. Eu sei que Tu não me afastarás nunca. Peço-Te que não permitas que alguma vez, nem por breves instantes, seja eu a afastar-me de Ti.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





Evangelho e comentário


TEMPO COMUM




Evangelho: Mc 4, 26-34

26 Dizia ainda: «O Reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra. 27 Quer esteja a dormir, quer se levante, de noite e de dia, a semente germina e cresce, sem ele saber como. 28 A terra produz por si, primeiro o caule, depois a espiga e, finalmente, o trigo perfeito na espiga. 29 E, quando o fruto amadurece, logo ele lhe mete a foice, porque chegou o tempo da ceifa.» 30 Dizia também: «Com que havemos de comparar o Reino de Deus? Ou com qual parábola o representaremos? 31 É como um grão de mostarda que, ao ser deitado à terra, é a mais pequena de todas as sementes que existem; 32 mas, uma vez semeado, cresce, transforma-se na maior de todas as plantas do horto e estende tanto os ramos, que as aves do céu se podem abrigar à sua sombra.» 33 Com muitas parábolas como estas, pregava-lhes a Palavra, conforme eram capazes de compreender. 34 Não lhes falava senão em parábolas; mas explicava tudo aos discípulos, em particular.

Comentário:

Como já antes comentamos, as comparações que o Senhor faz com o Reino dos Céus são tão simples e despidas de artifícios que qualquer um pode entender.

Aos que nos dedicamos ao apostolado - que devemos ser todos os cristãos - deve servir-nos de exemplo a seguir: a nossa preocupação deve ser que nos entendam e compreendam o que desejamos transmitir.

Donde que a "velha desculpa eu não tenho jeito para falar" não tem qualquer cabimento.

(AMA, comentário sobre Mc 4, 26-34, Carvide, 17.06.2018)


Temas para meditar e reflectir

Filiação Divina



Vocação do homem, vocação suprema, é realmente a filiação divina: a adopção como filhos em Cristo, Filho Eterno, consubstancial ao Pai.





(São João Paulo II, Homília, 1991.01.01)

Leitura espiritual


LA PRUDENCIA

A. ¿QUÉ ES LA PRUDENCIA?

1. ¿Qué es la prudencia? La prudencia es el hábito de acertar en las decisiones. Nada menos. Es la virtud, que en cada situación distingue lo bueno de lo malo, dirigiendo la conducta de acuerdo con la verdad y el bien. Con ella se clarifica el fin y se busca la manera más favorable de llegar a él. La prudencia es la virtud por la que se discierne en toda circunstancia nuestro verdadero bien y se eligen los medios rectos para realizarlo. La prudencia facilita tomar decisiones acertadas en las diversas circunstancias de la vida. Es el recto conocimiento de lo que se debe obrar. Algo muy interesante.

2. ¿La prudencia es cosa de cobardes? La prudencia no se opone a la valentía. Es una virtud y las virtudes se apoyan, no se estorban. La prudencia decide obrar bien, y la cobardía no es un bien.

3. ¿La prudencia es cosa de viejos? La prudencia será propia de viejos si ellos son prudentes; será propia de jóvenes si estos la ejercitan. La experiencia puede ayudar a la prudencia, pero no basta.

4. ¿Cómo ayuda la prudencia a tomar decisiones acertadas? El proceso puede explicarse así: Ante una situación determinada, la inteligencia busca el modo de actuar correcto y emite un juicio -esto es bueno o malo, esto es mejor o peor-. Este juicio moral sobre la bondad o maldad de una acción se llama conciencia. A base de emitir juicios certeros, se adquiere rapidez y facilidad, una costumbre buena o virtud, llamada prudencia, que es el hábito de la conciencia recta, la facilidad de la inteligencia para distinguir enseguida el bien.

5. ¿Hay un proceso en la prudencia? La prudencia se ejercita en dos etapas: deliberar y decidir.

B. DELIBERAR

1. ¿Qué es la deliberación? La deliberación es la reflexión atenta sobre la realidad del asunto, las soluciones posibles, y las ventajas o inconvenientes de inclinarse en un sentido u otro.

2. ¿Siempre hay que deliberar? Antes de actuar conviene pensar un poco, al menos un instante. ¿A dónde quiero ir?, ¿qué camino debo seguir?... En asuntos elementales apenas hace falta pensar y basta una decisión inmediata. Pero en temas de cierta envergadura una persona prudente sigue un proceso de deliberación.

3. ¿Cómo deliberar? La deliberación prudencial suele basarse en tres acciones:

Considerar la experiencia personal.- ¿Qué me ha sucedido en casos similares?, ¿qué medida fue más eficaz otras veces?, ¿cómo lo resolvieron otros que se enfrentaron a las mismas dificultades? Esta experiencia hace que los ancianos suelan ser más juiciosos. Siempre que sean personas que lleven tiempo haciendo el bien.
Pedir consejo.- Para aprovechar las ideas y aciertos de los demás -su experiencia-, se expone el caso a personas de buena formación y costumbres; se escucha su parecer; y se decide con más elementos de juicio. Es posible seguir o no el consejo, pero un mínimo de prudencia invita a escuchar esas opiniones valiosas. Quien pide consejo tiene el sentido común de pensar que los demás también aciertan. Los buenos libros pueden ayudar.
Prever las consecuencias.- La deliberación incluye por último prever las consecuencias de los actos. Una reflexión lógica para acertar en las decisiones. ¿Qué sucederá después?, ¿a dónde me conduce esto? Es importante mirar las repercusiones de los actos, y no dejarse llevar por el capricho del momento.

C. DECIDIR

1. Deliberar y decidir.- No basta con deliberar mucho. Para ser prudentes también hay que decidirse. A veces es prudente retrasar la decisión hasta que se completen todos los elementos del juicio. En otras ocasiones sería imprudencia no comenzar a poner por obra, cuanto antes, lo que se debe hacer. Deliberar sí, pero con vistas a elegir. Deliberar es importante pero también hay que optar por un camino y seguirlo. La meta no es deliberar, sino decidir bien y actuar así.

2. ¿Y si no me decido? Para animarse a elegir con prontitud arrinconando dudas, se puede observar que la inactividad ya es una determinación. El permanecer quieto ya es una opción escogida, aunque no sea claramente deseada. Cuando se duda en realizar algo, mientras se pospone el sí, se elige no. Si alguien duda entre estudiar o no, hasta que no empiece, su elección es no hacerlo. Quien no acaba de decidirse, en realidad opta por una negativa. Si la resolución se retrasa más y más, se ratifica un rechazo -inconsciente quizá-.

3. ¿Alguna ayuda para los indecisos? Hay casos donde una de las opciones es de tal categoría que invita a resolver la duda en su dirección. Conviene deliberar algo pero, si la duda se prolonga, lo mejor es decidir afirmativamente y alcanzar ese tesoro.

D. AYUDAS A LA PRUDENCIA

1. ¿Más recursos para acertar en las decisiones? Deliberar y decidir son aspectos primordiales de la prudencia, pero hay dos asuntos más básicos:

Debe haber metas.- Para que la prudencia acierte, debe tener la orientación de unas metas hacia donde dirigirse. Quien carece de ideales en su vida navega a la deriva del capricho, gobernado por la frivolidad y superficialidad. Algo parecido a los niños pequeños que sólo atienden a lo inmediato. Me gusta, lo tomo. No me gusta, lloro. No prevén el alcance de sus acciones porque carecen de criterios y fines.
Es preciso tener metas correctas.- Pues si se toman decisiones con vistas a una finalidad malvada, la prudencia será perniciosa, como en el caso del ladrón que prepara un robo perfecto. Es necesario, pues, cuidar la formación de una escala de valores correcta, para dirigir los pasos hacia lo que realmente es bueno.
2. ¿Un resumen sobre la prudencia? En resumen, una persona prudente delibera lo necesario sin precipitarse, sabe pedir consejo, mira las consecuencias de sus actos, toma decisiones con la rapidez necesaria, y posee una escala de valores correcta que orienta su actuación. Con la práctica, esos aspectos se ejercitan con ágil naturalidad.

3. ¿Algo que anime a ejercitar la prudencia? La prudencia influye especialmente en todas las virtudes, pues ayuda a tomar buenas decisiones en cualquier acción. Por ejemplo, supongamos una persona muy laboriosa. La prudencia le dirá: ahora debes trabajar, ahora tienes que atender otras obligaciones de oración, de familia, etc.- Una persona muy trabajadora pero imprudente caería en un defecto de la laboriosidad que puede llamarse "profesionalitis".

4. ¿Cómo ejercitar la prudencia? Se trata de practicar los aspectos mencionados. Por ejemplo:

Evitar la irreflexión. Decirse a sí mismo: ¡a ver, piensa un poco!
Entrenarse a pedir consejo.
Anotar algunas experiencias para que sirvan a otros (y a uno mismo en el futuro, pues el olvido acecha).
Pensar en las consecuencias de una acción concreta, para aprender a tenerlo en cuenta otras veces.
Ordenar una habitación es un ejercicio de orden, y también entrenamiento para decidirse rápidamente (por un sitio u otro).
¿Esto es bueno o malo? Esta simple cuestión ayuda a acertar en muchas decisiones y viene bien preguntárselo a veces.

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