22/02/2018

Pequena agenda do cristão

Quinta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Participar na Santa Missa.


Senhor, vendo-me tal como sou, nada, absolutamente, tenho esta percepção da grandeza que me está reservada dentro de momentos: Receber o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade do Rei e Senhor do Universo.
O meu coração palpita de alegria, confiança e amor. Alegria por ser convidado, confiança em que saberei esforçar-me por merecer o convite e amor sem limites pela caridade que me fazes. Aqui me tens, tal como sou e não como gostaria e deveria ser.
Não sou digno, não sou digno, não sou digno! Sei porém, que a uma palavra Tua a minha dignidade de filho e irmão me dará o direito a receber-te tal como Tu mesmo quiseste que fosse. Aqui me tens, Senhor. Convidaste-me e eu vim.


Lembrar-me:
Comunhões espirituais.


Senhor, eu quisera receber-vos com aquela pureza, humildade e devoção com que Vos recebeu Vossa Santíssima Mãe, com o espírito e fervor dos Santos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?






21/02/2018

Estai alegres, sempre alegres

Ninguém é feliz na Terra enquanto não se decidir a não o ser. Este é o caminho: dor, que em cristão se diz Cruz, Vontade de Deus, Amor; felicidade agora e depois – eternamente! (Sulco, 52)

«Servite Domino in laetitia!» Hei-de servir a Deus com alegria! Uma alegria que há-de ser consequência da minha Fé, da minha Esperança e do meu Amor...; que há-de durar sempre, porque, como nos assegura o Apóstolo, "Dominus prope est!", o Senhor segue-me de perto. Hei-de caminhar com Ele, portanto, bem seguro, já que o Senhor é meu Pai...; e com a sua ajuda hei-de cumprir a sua amável Vontade, ainda que me custe. (Sulco, 53)


Um conselho, que vos tenho repetido teimosamente: estai alegres, sempre alegres! Que estejam tristes os que não se consideram filhos de Deus! (Sulco, 54)

Temas para reflectir e meditar

 Defeitos - 4


Juízos

Alguns têm a tendência de ajuizar e todos com um padrão pessoal, crítico e, muitas vezes, inflexível.

Reparo que é o meu caso.

Acabei fazer uma viagem do Porto para Monte Real e, pelo caminho, vinda a ouvir a rádio não cessava e dar notícias sobre a tomada de posse, hoje, do novo Presidente EUA, tecendo comentários, levantando dúvidas e questões de toda a ordem.
Reparei que também eu era como que arrastado para o mesmo é desliguei o rádio.

Com que direito?

Nem sequer conheço o homem e, mesmo se o conhecesse, qual é a categoria ou direito que me assiste de fazer seja que juízo for?

E, a mim?  Ninguém me julga?

(AMA, reflexões, Monte Real, 20.01.2017)

Evangelho e comentário

Tempo de Quaresma

Evangelho: Lc 11, 29-32

29 Como as multidões afluíssem em massa, começou a dizer: «Esta geração é uma geração perversa; pede um sinal, mas não lhe será dado sinal algum, a não ser o de Jonas. 30 Pois, assim como Jonas foi um sinal para os ninivitas, assim o será também o Filho do Homem para esta geração. 31 A rainha do Sul há-de levantar-se, na altura do juízo, contra os homens desta geração e há-de condená-los, porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão; ora, aqui está quem é maior do que Salomão! 32 Os ninivitas hão-de levantar-se, na altura do juízo, contra esta geração e hão-de condená-la, porque fizeram penitência ao ouvir a pregação de Jonas; ora, aqui está quem é maior do que Jonas.»

Comentários:

Não é a primeira vez que o discurso de Jesus se refere aos sinais que alguns Lhe pedem para confirmar quem diz ser.

E, como quase sempre, as suas palavras são duras e encerram crítica ao comportamento dessa gente.

Na verdade, nunca consta no Evangelho que sinal pediam e isto porque na realidade não estavam interessados em nenhum sinal e, depois, porque não sabiam, sequer, o que pedir.

Por outro lado, é como que uma tentação ao Senhor tal qual como quem faz uma chamada “promessa”: se fizeres isto eu farei aquilo…

Quem pede sinais ou faz “promessas” não faz outra coisa que disfarçar a sua falta de fé.


(AMA, comentário sobre Lc 11, 29-32, 19.10.2017)

Leitura espiritual

RESUMOS DA FÉ CRISTÃ

TEMA 9 A Encarnação

5. Cristo é o único Mediador perfeito entre Deus e os homens. É Mestre, Sacerdote e Rei.

«Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, na unidade da sua Pessoa divina; por essa razão, Ele é o único Mediador entre Deus e os homens» [i].

A expressão mais profunda do Novo Testamento sobre a mediação de Cristo encontra-se na primeira carta a Timóteo:
«Há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, que é Jesus Cristo homem, que se entregou a Si mesmo para redenção de todos» [ii].

Apresentam-se aqui a pessoa do Mediador e a acção do Mediador.
E na carta aos Hebreus apresenta-se Cristo como o mediador de uma Nova Aliança [iii].

Jesus Cristo é mediador porque é perfeito Deus e perfeito homem, mas é mediador na e pela sua humanidade.
Esses textos do Novo Testamento apresentam Cristo como profeta e revelador, como sumo-sacerdote e como Senhor de toda a criação.
Não se trata de três ministérios distintos, mas de três aspectos diversos da função salvífica do único mediador.
Cristo é o profeta anunciado no Deuteronómio [iv].

O povo tinha Jesus por profeta [v].

O próprio início da carta aos Hebreus é paradigmático a este respeito. Mas Cristo é mais do que profeta: Ele é o Mestre, quer dizer, o que ensina por autoridade própria, uma autoridade desconhecida até então, que deixava surpreendidos os que o escutavam.
O carácter supremo dos ensinamentos de Jesus fundamenta-se no facto de ser Deus e homem.
Jesus não só ensina a verdade, mas Ele é a Verdade tornada visível na carne. Cristo, Verbo eterno do Pai, «é a Palavra única, perfeita e insuperável do Pai. N’Ele o Pai disse tudo.

Não haverá outra palavra além dessa» [vi].

O ensinamento de Cristo é definitivo, também no sentido de que, com ele, a Revelação de Deus aos homens na história teve o seu último cumprimento. Cristo é sacerdote.

A mediação de Jesus Cristo é uma mediação sacerdotal.

Na carta aos Hebreus, que tem como tema central o sacerdócio de Cristo, Jesus Cristo é apresentado como o Sumo Sacerdote da Nova Aliança, «único “Sumo Sacerdote, segundo a ordem de Melquisedec” [vii], “santo, inocente, imaculado” [viii], que, “com uma única oblação, tornou perfeitos para sempre os que foram santificados” [ix], isto é, pelo único sacrifício da sua Cruz» [x].

Do mesmo modo que o sacrifício de Cristo – a sua morte na Cruz – é único pela unidade que existe entre o sacerdote e a vítima – de valor infinito – assim também o seu sacerdócio é único.

Ele é a única vítima e o único sacerdote.

Os sacrifícios do Antigo Testamento eram representação do de Cristo e recebiam o seu valor precisamente pela sua ordenação ao de Cristo. O sacerdócio de Cristo, sacerdócio eterno, é participado pelo sacerdócio ministerial e pelo sacerdócio dos fiéis, que nem se acrescentam nem se sucedem ao de Cristo [xi].

Cristo é Rei.

É-o não só enquanto Deus, mas também enquanto homem.
A soberania de Cristo é um aspecto fundamental da sua mediação salvífica. Cristo salva porque tem o poder efectivo para o fazer.
A fé da Igreja afirma a realeza de Cristo e professa no Credo que «o seu reino não terá fim», repetindo, assim, o que o arcanjo Gabriel disse a Maria [xii].

A dignidade real de Cristo já tinha sido anunciada no Antigo Testamento [xiii].

No entanto, Cristo, não falou muito da sua realeza, pois entre os judeus do seu tempo estava muito difundida uma concepção material e terrena do Reino messiânico.
Reconheceu-o sim num momento particularmente solene quando, respondendo a uma pergunta de Pilatos, respondeu: «Tu o dizes. Sou Rei» [xiv].

A realeza de Cristo não é metafórica, é real e comporta o poder de legislar e de julgar.

É uma realeza que se fundamenta no facto de ser o Verbo encarnado e o nosso Redentor [xv].

O seu reino é espiritual e eterno.

É um reino de santidade e de justiça, de amor, de verdade e de paz [xvi].

Cristo exerce a sua realeza atraindo a si todos os homens pela sua morte e ressurreição [xvii].
Cristo, Rei e Senhor do universo, fez-se o servidor de todos, não «veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida para resgate pela multidão [xviii]» [xix].

Todos os fiéis participam «destas três funções de Cristo, com as responsabilidades de missão e de serviço que delas resultam» [xx].

6. Toda a vida de Cristo é redentora

Pelo que se refere à vida de Cristo, «o Símbolo da fé apenas fala dos mistérios da Encarnação (conceição e nascimento) e da Páscoa (paixão, crucifixão, morte, sepultura, descida à mansão dos mortos, ressurreição, ascensão).
Nada diz explicitamente dos mistérios da vida oculta e pública de Jesus. Mas os artigos da fé que dizem respeito à Encarnação e à Páscoa de Jesus iluminam toda a vida terrena de Cristo» [xxi]. 

Toda a vida de Cristo é redentora e qualquer acto humano seu possui um valor transcendente de salvação.
Inclusive nos actos mais simples e aparentemente menos importantes de Jesus há um exercício eficaz da sua mediação entre Deus e os homens, pois são sempre acções do Verbo encarnado.

São Josemaria entendeu esta doutrina com especial profundidade, que ensinou a transformar todos os caminhos da terra em caminhos divinos de santificação:
«chega a plenitude dos tempos e, para cumprir essa missão (…) nasce um Menino em Belém. É o Redentor do mundo; mas, antes de falar, demonstra o seu amor com obras. Não é portador de nenhuma fórmula mágica, porque sabe que a salvação que nos traz há-de passar pelo coração do homem. As suas primeiras acções são risos e choros de criança, o sono inerme de um Deus humanado; para que fiquemos tomados de amor, para que saibamos acolhê-Lo nos nossos braços» [xxii].

Os anos da vida oculta de Cristo não são uma simples preparação para o seu ministério público, mas autênticos actos redentores, orientados para a consumação do Mistério Pascal.
Tem grande relevância teológica o facto de que Jesus tivesse partilhado, durante a maior parte da sua vida, a condição da imensa maioria dos homens: a vida quotidiana de família e de trabalho em Nazaré, lugar que se torna uma lição de vida familiar, uma lição de trabalho [xxiii].

Cristo realiza também a nossa redenção durante os muitos anos de trabalho da sua vida oculta, dando, assim, todo o sentido divino na história da salvação ao trabalho quotidiano do cristão e de milhões de homens de boa vontade:
«Jesus, crescendo e vivendo como um de nós, revela que a existência humana, os afazeres correntes e habituais, têm um sentido divino» [xxiv].

José Antonio Riestra

Bibliografia básica:
Catecismo da Igreja Católica, 484-570, 720-726 e 963-975. Bento XVI-Joseph Ratzinger, Jesus de Nazaré, A Esfera dos Livros, Lisboa 2007, 27-35; 395-435 (Introdução e cap. 10). Leituras recomendadas J.L. Bastero de Eleizalde, María, Madre del Redentor, 2ª ed., Eunsa, Pamplona 2004. M. Ponce Cuéllar, María, Madre del redentor y Madre de la Iglesia, 2ª ed., Herder, Barcelona 2001. F. Ocáriz – L.F. Mateo Seco – J.A. Riestra, El misterio de Jesucristo, 3ª ed., EUNSA, Pamplona 2004.





[i] Catecismo, 480
[ii] 1 Tm 2, 5
[iii] cf. Heb 8, 6; 9, 15; 12, 24
[iv] Dt 18,18
[v] cf. Mt 16, 14; Mc 6, 14-16; Lc 24, 19
[vi] Catecismo, 65
[vii] Hb 5, 10; 6, 20
[viii] Hb 7, 26
[ix] Hb 10, 14
[x] Catecismo, 1544
[xi] cf. Catecismo, 1544-1547
[xii] cf. Lc 1, 32-33
[xiii] cf. Sl 2, 6; Is 7, 6; 11. 1-9; Dn 7, 14
[xiv] Jo 18, 37
[xv] Cf. Pio XI, Enc. Quas Primas, 11-XI-1925, AS 17 (195) 599.
[xvi] Cf. Missal Romano, Prefácio da Missa de Jesus Cristo , Rei do Universo
[xvii] cf. Jo 12, 32
[xviii] Mt 20, 28
[xix] Catecismo, 786
[xx] Catecismo, 783
[xxi] Catecismo, 512
[xxii] São Josemaria, Cristo que Passa, 36.
[xxiii] Cf. Paulo VI, Alocução em Nazaré, 5-I-1964: Insegnamenti di Paolo VI 2 (1964) 25.
[xxiv] São Josemaria, Cristo que Passa, 14.

Devoción a la Virgen


Francisco invitó a rezar a la Virgen María como madre intercesora con el «Bajo tu amparo nos acogemos»

Pequena agenda do cristão

Quarta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)






Propósito:

Simplicidade e modéstia.


Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.


Lembrar-me:
Do meu Anjo da Guarda.


Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.

Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?







20/02/2018

Que vos saibais perdoar

Com quanta insistência o Apóstolo S. João pregava o "mandatum novum"! "Amai-vos uns aos outros!". Pôr-me-ia de joelhos, sem fazer teatro – grita-mo o coração –, para vos pedir, por amor de Deus, que vos estimeis, que vos ajudeis, que vos deis a mão, que vos saibais perdoar. Portanto, vamos banir a soberba, ser compassivos, ter caridade; prestar-nos mutuamente o auxílio da oração e da amizade sincera. (Forja, 454)

Jesus Cristo, Nosso Senhor, encarnou e tomou a nossa natureza, para se mostrar à humanidade como modelo de todas as virtudes. Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, convida-nos Ele.

Mais tarde, quando explica aos Apóstolos o sinal pelo qual os reconhecerão como cristãos, não diz: porque sois humildes. Ele é a pureza mais sublime, o Cordeiro imaculado. Nada podia manchar a sua santidade perfeita, sem mácula. Mas também não diz: saberão que se encontram diante de discípulos meus, porque sois castos e limpos.

Passou por este mundo com o mais completo desprendimento dos bens da terra. Sendo Criador e Senhor de todo o universo, faltava-lhe até um sítio onde pudesse reclinar a cabeça. No entanto, não comenta: saberão que sois dos meus porque não vos apegastes às riquezas. Permanece quarenta dias e quarenta noites no deserto em jejum rigoroso, antes de se dedicar à pregação do Evangelho. E também não afirma aos seus: compreenderão que servis a Deus, porque não sois comilões nem bebedores.


A característica que distinguirá os apóstolos, os cristãos autênticos de todos os tempos, já a ouvimos: nisto – precisamente nisto – conhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros. (Amigos de Deus, 224)

Temas para reflectir e meditar

Defeitos – 3
 
Derrotismo


Muitas pessoas consideram que não vale a pena empreenderem uma actividade - por exemplo algo solidário - porque não conseguirão o que se propõem.

Estão derrotados antes de começar.

A razão estar numa tendência para subestimar as próprias capacidades, considerar-se incapaz, sem conhecimentos ou bases suficientes.

As causas estarão seguramente na falta conhecimento próprio.

O remédio estará num exame sério e profundo onde se irão encontrar raízes que é necessário arrancar.


(AMA, reflexões, 19.01.2017)

Evangelho e comentário

Tempo de Quaresma

Evangelho: Mt 6, 7-15

7 Nas vossas orações, não sejais como os gentios, que usam de vãs repetições, porque pensam que, por muito falarem, serão atendidos. 8 Não façais como eles, porque o vosso Pai celeste sabe do que necessitais antes de vós lho pedirdes.» 9 «Rezai, pois, assim: ‘Pai nosso, que estás no Céu, santificado seja o teu nome, 10 venha o teu Reino; faça-se a tua vontade, como no Céu, assim também na terra. 1 1Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia; 12 perdoa as nossas ofensas, como nós perdoámos a quem nos tem ofendido; 13 e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do Mal.’ 14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará a vós. 15 Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai vos não perdoará as vossas.»

Comentários:

Por vezes não alcançamos que nós, os cristãos, dispomos de uma oração ensinada pelo próprio Jesus Cristo.
Se nos detivéssemos - por breves momentos que fosse - a pensar nisto, com que intensidade rezaríamos!

Uma oração que o próprio Deus e Senhor ensinou deve ser, com toda a certeza, aquela que Lhe é mais agradável e irá mais "directamente" ao Seu Coração de Pai Amantíssimo.

Pensemos, sobretudo, que Ele nos ensinou a dizer «PAI NOSSO» e não «meu Pai», o que, quer dizer que sempre que o rezamos estamos unidos a todos os homens Seus filhos.


(AMA, comentário sobre Mt 6, 7-15, 07.03.2017)


Doutrina – 403

CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

Compêndio


PRIMEIRA PARTE: A PROFISSÃO DA FÉ
SEGUNDA SECÇÃO: A PROFISSÃO DA FÉ CRISTÃ
CAPÍTULO TERCEIRO

CREIO NA SANTA IGREJA CATÓLICA

Os fiéis: hierarquia, leigos, vida consagrada

181. Porque é que o ministério eclesial tem um carácter pessoal?



O ministério eclesial tem também um carácter pessoal, pois, em virtude do sacramento da Ordem, cada um é responsável diante de Cristo, que pessoalmente o chamou, conferindo-lhe a missão.

Hoy el reto del Amor es fijarse en los gustos de las personas que quieres.

MIRADA AL DETALLE


Ayer recibimos una visita por la tarde, y las personas que venían nos traían un precioso arbolito para nuestra huerta. Nos contaron que habían pensado que, si últimamente en el reto habíamos hablado varios días de la huerta, eso quería decir que es algo que nos gusta. Y que por eso nos lo traían. 

Me llamó mucho la atención este gesto de "fijarse" en alguno de nuestros gustos. Y así nos sentimos con tantas personas que os habéis acercado hasta aquí. Cada gesto muestra tanto cariño... ¡Muchas gracias! 

Y es que, cuando lo que se busca es amar, uno está pendiente de esas cosas, como el novio que se fija en aquella prenda del escaparate que miraba su novia para después ir a cómprasela y mostrarle su amor, o como una madre que sabe los ingredientes de la pizza que más le gusta a su hijo... 

Parece una tarea sencilla, pero realmente es muy difícil, porque surgen nuestros gustos, el proyectar lo que a nosotros nos hace ilusión para esa persona, o quizá nuestros miedos a equivocarnos, a no dar en el clavo y quedar mal. Sin embargo, es con estas sencillas cosas con las que tocamos el corazón de la otra persona, donde le mostramos que realmente es importante para nosotros, y que sabemos lo que siente su corazón, lo que le gusta, lo que le hace sufrir, lo que le hace feliz...

Cristo es el que realmente sabe qué es lo que está anhelando nuestro corazón en cada momento, y, si le miramos, podremos ver cómo nos lo da, como hizo con Pedro con esa mirada de Misericordia cuando el apóstol se sentía traidor en lo más profundo de sí, o cuando a la Samaritana le sacia su enorme sed con un Agua Viva, con un Amor eterno... Él te conoce, te mira, te ama. 

Hoy el reto del Amor es fijarse en los gustos de las personas que quieres. Pídele al Señor unos ojos nuevos, unos ojos que sepan mirar amando a los que tienes cerca; guarda en tu corazón sus deseos, sus gustos, sus anhelos, y después pídele al Señor que te ilumine la oportunidad de sorprenderles. 


VIVE DE CRISTO

Pequena agenda do cristão


TeRÇa-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Aplicação no trabalho.

Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.

Lembrar-me:
Os que estão sem trabalho.

Senhor, lembra-te de tantos e tantas que procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes esperança e confiança.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?