13/09/2017

Fátima - Centenário - Oração diária,


Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.


AMA, Fevereiro, 2017

Diálogos com o Senhor Deus (16)

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Senhor?

Sim, meu filho!

Precisava pedir-Te uma coisa.

Agora não tenho tempo, meu filho!

Mas, Senhor, como podes Tu não ter tempo se és o dono do tempo?

E não és tu também, meu filho, o dono do teu tempo? Não te dei eu liberdade total para usares o tempo que te pertence?

Sim, Senhor, isso é verdade. Mas não percebo o porquê dessas Tuas perguntas?

É simples, meu filho. Quando passas pelo pedinte, pelo solitário, pelo esfomeado, pelo sedente, pelo desprezado, pelo outro, e não o olhas, não o ajudas, não te preocupas sequer, não dizes tu no teu intimo, como desculpa, que “agora” não tens tempo?

Sim, Senhor, é verdade! Muitas vezes como desculpa para nada fazer, digo que não tenho tempo para olhar, ouvir ou ajudar o outro.

Pois, meu filho, mas quando não tens tempo para o outro, estás a dizer que não tens tempo para Mim!

Perdoa, Senhor, que sou fraco e pecador!

Está bem, meu filho! Diz lá então o que precisas, porque Eu tenho sempre tempo para ti!!!


Joaquim Mexia Alves, Marinha Grande, 9 de Setembro de 2017

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Tratado da vida de Cristo 173

Questão 57: Da Ascensão de Cristo

Em seguida devemos tratar da ascensão de Cristo.


E nesta questão discutem-se seis artigos:


Art. 1 — Se devia Cristo ascender ao céu.
Art. 2 — Se ascender ao céu convinha a Cristo enquanto de natureza divina.
Art. 3 — Se Cristo subiu por virtude própria.
Art. 4 — Se Cristo subiu acima de todos os céus.
Art. 5 — Se o corpo de Cristo subiu acima de todas as criaturas espirituais.
Art. 6 — Se a ascensão de Cristo é a causa da nossa salvação.

Art. 1 — Se devia Cristo ascender ao céu.

 O primeiro discute-se assim. — Parece que Cristo não devia ascender ao céu.

1. — Pois, segundo o Filósofo, os seres dotados da maior perfeição possível fruem bem próprio sem precisar mover-se. Ora, Cristo tinha a maior perfeição possível, por ser o sumo bem, em virtude da sua natureza divina, e ser, pela sua natureza humana soberanamente glorificado. Logo, fruía sem nenhum movimento a seu bem. Ora, a ascensão é um movimento. Logo, Cristo não devia ascender ao céu.

2. Demais. — Tudo o que se move visa um fim melhor. Ora a Cristo não era melhor estar no céu que na terra; pois, nenhum bem se lhe acrescentou por estar no céu, nem quanto à alma nem quanto ao corpo. Logo, parece que Cristo não devia subir ao céu.

3. Demais. — O Filho de Deus assumiu a natureza humana para a nossa salvação. Ora, seria melhor para a salvação dos homens que sempre se conservasse connosco na terra, e por isso ele próprio disse aos discípulos: Lá virá tempo que em vós desejareis ver um dia do Filho do homem e não no vereis. Parece, logo, que Cristo não devia subir ao céu.

4. Demais. — Como diz Gregório, o corpo de Cristo não sofreu nenhuma mudança depois da ressurreição. Ora, não subiu ao céu imediatamente depois da ressurreição; pois, ele próprio o disse depois dela: Ainda não subi a meu Pai. Logo, parece que nem depois dos quarenta dias devia subir ao céu.

Mas, em contrário, o Senhor diz: Vou para meu Pai e vosso Pai.

O lugar deve proporcionar-se ao que nele está colocado. Ora, Cristo depois da ressurreição entrou na sua vida imortal e incorruptível. Ora, a terra que habitamos é um lugar em que seres nascem e morrem; ao contrário, o céu é um lugar onde não há morte. Logo Cristo não devia, depois da ressurreição, permanecer na terra, mas devia subir ao céu.

DONDE A RESPOSTA À PRIMEIRA OBJECÇÃO. — O ser soberanamente perfeito que possui o seu bem sem ter necessidade nenhuma de mover-se, é Deus: pois é absolutamente imutável, segundo a Escritura - Eu sou o Senhor e não mudo. Ao contrario, toda criatura é de certo modo mutável, como o adverte Agostinho. E como a natureza assumida pelo Filho de Deus permaneceu criatura, conforme do sobre dito se colige, não há inconveniência em lhe atribuir algum movimento.

RESPOSTA À SEGUNDA. — Por ter subido, ao céu nenhum bem se lhe acrescentou a Cristo, sua glória essencial, nem quanto ao corpo nem quanto à sua alma. Mas lhe constituiu um novo bem o esplendor da sua mansão gloriosa. Não que ao corpo lhe adviesse, do corpo celeste, maior perfeição ou conservação, senão só o conveniente esplendor. O que de certo modo lhe redundava em glória. E esse esplendor lhe causava alegria; não que começasse então a gozá-la, quando subiu ao céu; mas porque de novo modo gozou dele, como de um bem completo. Por isso, sobre o dito da Escritura — Deleites na tua direita para sempre, diz a Glosa: As minhas delícias e a minha alegria serão quando estiver sentado ao teu lado, longe dos olhares humanos.

RESPOSTA À TERCEIRA. — Embora da presença corporal de Cristo os fiéis ficassem privados pela ascensão, contudo têm a presença da sua divindade sempre eles, segundo o Evangelho: Eu estou convosco todos os dias, até à consumação do século. Pois, o que subiu aos céus não abandonou os seus filhos adoptivos, como diz Leão Papa.

Mas, a própria ascensão de Cristo ao céu, fazendo-nos ficar privados da sua presença corporal, nos foi mais útil que essa presença. — Primeiro, pelo aumento da fé, cujo objecto é o invisível. Por isso o próprio Senhor disse aos seus discípulos, que o Espírito Santo, quando vier, arguirá o mundo da justiça, isto é, dos que crêem; pois, a simples comparação dos fiéis com infiéis é a condenação a destes últimos. E por isso acrescenta: Porque vou para o Pai e vós não me vereis mais. Mas felizes são os que, não vendo, crêem. Será, pois, vossa a justiça, de que será o mundo arguido, por crerdes em mim, a quem não vedes. — Segundo, para fundar a nossa esperança. Por isso ele próprio o disse: Depois que eu for e vos aparelhar o lugar, virei outra vez e tomar-vos-ei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais também. Elevando assim ao céu Cristo a natureza humana assumida, deu-nos a esperança de lá chegar: porque em qualquer lugar em que estiver o corpo, aí se hão de ajuntar também as águias. E por isso diz a Escritura: Ascende abrindo o caminho adiante deles. — Terceiro, a fim de elevar o afecto da caridade para os bens celestes. Donde o dizer o Apóstolo: Buscais as coisas que são lá de cima, onde Cristo está sentado à dextra de Deus; cuidai nas coisas que são lá de cima, não nas que há sobre a terra. Pois, na frase do Evangelho, onde está o teu tesouro aí está também o teu coração. E sendo o Espírito Santo o Amor que nos arrebata para os bens celestes, por isso o Senhor diz aos discípulos: A vós convém-vos que eu vá, porque se eu não for, não virá a vós o Consolador; mas se for vo-lo enviarei. O que Agostinho assim expõe: Não sois capazes de receber o Espírito, enquanto persistis em só conhecer a Cristo segundo a carne. Cristo, separando-se deles corporalmente, não somente o Espírito Santo, mas ainda o Pai e o Filho residiram neles espiritualmente.

RESPOSTA À QUARTA. — Embora o lugar conveniente a Cristo ressuscitado para a vida imortal fosse morada celeste, contudo diferiu a sua ascensão para que comprovasse a verdade da sua ressurreição. Por isso declara a Escritura: Depois da sua Paixão manifestou-se a si mesmo vivos os discípulos com muitas provas, por quarenta dias. Ao que uma certa glossa diz: Por ter estado morto durante quarenta horas, confirma que está vivo, durante quarenta dias. Ou podemos entender que esses quarenta dias são a imagem da vida presente, durante a qual Cristo reside na sua Igreja. Neste sentido, que o homem se compõe de quatro elementos e que a Igreja o educa para a observação do decálogo.

Nota: Revisão da versão portuguesa por ama.



Perguntas e respostas

A ALEGRIA - 1

A. A ALEGRIA E OS SEUS TIPOS.

1. O que é a alegria? A alegria, enquanto virtude, é o hábito de manter o ânimo elevado, independentemente das circunstâncias exteriores. Mas há outras formas de alegria.

2. Tipos de alegria?

Alegria falsa.- Unida a um prazer mau. Por exemplo: por vezes chama-se vida alegre a um comportamento folião, embebido de álcool, sexo e drogas. É uma triste vida ainda que transborde energia, prazeres e risos tontos. Chamemos as coisas pelos seus nomes; a selvajaria, as bebedeiras e os prazeres satisfeitos são o que essas palavras indicam e pouco têm a ver com a alegria.

Alegria superficial.- É o caso daquele que se ri por tudo e a quem nada importa. Não tem conhecimento das dificuldades e nada quer saber sobre os problemas. Passa por tudo, poderia dizer-se, fechando os olhos à realidade para continuar a rir. Talvez não necessite de folias e externamente parece alegre, mas falta-lhe conteúdo.

Alegria sentimental.- Consiste em estar o sentir-se satisfeitos. Acontece quando alguém se encontra bem, lhe acontecem as coisas como planeava, é acompanhado pelo triunfo, sabe tornar os momentos agradáveis. Diz: estou bem, estou contente. Desejamos estar assim, mas notamos que falta algo, vemos que esta alegria é transitória. Bem-vindos sejam os êxitos e sentimentos, mas o mais interessante é a virtude da alegria, pois procuramos não só estar alegres como também ser alegres.

Alegria-virtude.- É o hábito de manter o ânimo contente independentemente das circunstâncias externas. Esta qualidade não está subjugada ao álcool nem aos sentimentos, mas é uma atitude interior que se adquire com a repetição de actos, tal como acontece com todas as qualidades.


3. Actos de alegria? São actos da própria vontade que decide conservar o bom ânimo ainda que as coisas não corram bem. Não se trata de uma atitude voluntarista, mas de algo que possui um fundamento real. É um acto de vontade baseado em factos. Na medida que estes factos sejam elevados e duradouros, a alegria será firme e profunda.

Pequena agenda do cristão

Quarta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)






Propósito:

Simplicidade e modéstia.


Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.


Lembrar-me:
Do meu Anjo da Guarda.


Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.

Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?







12/09/2017

Publicações em 12 Set

O santo não nasce: forja-se

Tudo aquilo em que intervimos nós, os pobrezitos dos homens, mesmo a santidade, é um tecido de pequenas coisas que segundo a intenção com que se fazem podem formar uma tapeçaria esplêndida de heroísmo ou de baixeza, de virtudes ou de pecados. As gestas relatam sempre aventuras gigantescas, mas misturadas com pormenores caseiros do herói. Oxalá tenhas sempre em muito apreço é a linha recta as coisas pequenas. (Caminho, 826)

O principal requisito que nos é pedido bem conforme com a nossa natureza consiste em amar: a caridade é o vínculo da perfeição; caridade que devemos praticar de acordo com as orientações explícitas que o próprio Senhor estabelece: amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua mente, sem reservarmos nada para nós. A santidade consiste nisto.


É bem certo que se trata de um objectivo elevado e árduo. Mas não se esqueçam de que o santo não nasce: forja-se no jogo contínuo da graça divina e da correspondência humana. Um dos escritores cristãos dos primeiros séculos adverte, referindo-se à união com Deus: Tudo o que se desenvolve começa por ser pequeno. Ao alimentar-se gradualmente, com constantes progressos, é que chega a ser grande. Por isso te digo que, se quiseres portar-te como um cristão coerente sei que estás disposto a isso, embora te custe tantas vezes vencer-te ou puxar por esse pobre corpo deves ter muito cuidado com os mais pequenos pormenores, porque a santidade que Nosso Senhor te exige atinge-se realizando com amor de Deus o trabalho e as obrigações de cada dia, que se compõem quase sempre de pequenas realidades. (Amigos de Deus, nn 6–7)

Evangelho e comentário

Tempo Comum

Santíssimo Nome de Maria

Evangelho: Lc 6, 12-19

12 Naqueles dias, Jesus foi para o monte fazer oração e passou a noite a orar a Deus. 13 Quando nasceu o dia, convocou os discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de Apóstolos: 14 Simão, a quem chamou Pedro, e André, seu irmão; Tiago, João, Filipe e Bartolomeu; 15 Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado o Zelote; 16 Judas, filho de Tiago, e Judas Iscariotes, que veio a ser o traidor. 17 Descendo com eles, deteve-se num sítio plano, juntamente com numerosos discípulos e uma grande multidão de toda a Judeia, de Jerusalém e do litoral de Tiro e de Sídon, 18 que acorrera para o ouvir e ser curada dos seus males. Os que eram atormentados por espíritos malignos ficavam curados; 19 e toda a multidão procurava tocar-lhe, pois emanava dele uma força que a todos curava.

Comentário:


Antes de empreender uma tarefa séria, importante, decisiva, convém pôr nas mãos de Deus o que nos propomos fazer pedindo luz, discernimento e a capacidade necessárias para fazer com bom critério e são espírito o que se nos põe como tarefa a executar.

Desta forma actuaremos com a certeza de estarmos a cumprir a Vontade de Deus.

(AMA, comentário sobre Lc 6, 12-19, 21.06.2017)







Fátima - Centenário - Oração diária,


Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.


AMA, Fevereiro, 2017

Estafadores, supersticiones y demonios: la oscura verdad detrás del movimiento New Age

New Age


Tras las aparentemente "inocentes" prácticas de la New Age, se esconde una oscura verdad

Adolfo Orozco Torres, presidente del Centro Mexicano de Sindonología e investigador del Instituto de Geofísica de la UNAM, es también crítico con la adivinación, la New Age y las supersticiones, pero señala que además de estafadores y de crédulos sí puede darse una acción demoníaca para fomentar estas prácticas según cuenta el semanario Desde la Fe.

Los demonios, con capacidad para realizar cosas extraordinarias, fomentan la adivinación y la New Age con un mensaje: “Tú puedes hacerlo, tú eres tu propio dios, tú tienes potencialidades escondidas o dormidas, que puedes despertar y tomar las riendas de tu destino”.

Hacer a un lado a Dios
Esta enseñanza, afirma Orozco, va encaminada a hacer a un lado a Dios y a poner en su lugar al hombre. Los demonios no pueden prever el futuro (no más que los hombres) así que, si la lectura de las cartas revela a la persona algo que finalmente le pasó, es porque el maligno hizo que pasara a fin de engañar al incauto.

Orozco denuncia también que temas relacionados con la New Age, el horóscopo y el espiritismo, figuran en las secciones de salud y tecnología de algunas revistas. Se ven como actos normales y probados con una relación causa-efecto.

Según Orozco, este tipo de contenidos tiene su origen en tres posibles razones:

Magia y cuentos de hadas
“La primera", afirma, "es una credulidad infantil en la existencia de hadas, duendes y seres míticos, una idea proveniente de los más lejanos y oscuros inicios de la humanidad y de la razón, que sobrevive en un sustrato de la mente cuando ésta no está ilustrada o no ha aprendido a razonar correctamente".

En ocasiones, la gente atribuye "poderes" a talismanes que, en realidad no tienen ningún efecto

Estafadores y timadores
Orozco advierte también el peligro de los timadores: "La segunda razón es la abundancia de estafadores profesionales que viven de esquilmar a las personas diciéndoles las cosas que quieren oír, o bien las que están predispuestas a aceptar"

Así, si a una mujer celosa le dicen "Sí, tu marido, sí te engaña", es una "adivinación" que le parece correcta, aún sus efectos devastadores, que incluso pueden desembocar en dramas terribles.

New Age y la acción directa del diablo
Esta última razón conlleva un peligro serio, ya que proviene directamente del Demonio y sus secuaces.

Orozco advierte que prácticas como la Ouija o visitar las pirámides en 21 de Marzo para "cargarse de energía positiva", no son más que tretas del "padre de la mentira".

Según Orozco, en la Creación sólo existen dos tipos de manifestaciones: las naturales y las sobrenaturales; “las primeras se refieren a cualquier fenómeno o acontecimiento producto de la interacción de las diferentes fuerzas u objetos naturales; mientras que las sobrenaturales son fenómenos en que se producen efectos que sobrepasan las potencialidades propias de la naturaleza". Estos son fenómenos como la Resurrección o los milagros de los santos.

Las manifestaciones naturales tienen su causa directamente en Dios; las sobrenaturales en cambio, están producidas por seres espirituales capacitados por el Señor para producirlas.

Refiere que estos seres se llaman ángeles, y entre ellos puede haber ángeles buenos, pero también ángeles malos, los capitaneados por Luzbel, que tienen la capacidad de producir fenómenos extraordinarios e imbuir las ideas del New Age en las mentes de aquellos que se expongan, realizando actividades como el "Reiki" o el Yoga.

“Muchas personas de buena voluntad", finaliza el Dr. Adolfo Orozco, "que se acercan a estas prácticas condenadas por la Iglesia, ya que van en contra del primer mandamiento, pensarán que estoy exagerando, pero sólo estoy repitiendo con mis palabras las enseñanzas de la Iglesia, y aplicando la Razón y la Ciencia. ¡Mucho cuidado! Sólo hay un pastor y un camino, el que nos señala y nos da la vida verdadera: Cristo”.


REL

Hoy el reto del amor es llevar un ángel contigo.

EL MENSAJERO DEL REY 

Llevaba ochenta mil cosas en las manos... cuando, de pronto, me di cuenta de que me había olvidado el estuche.

Retrocedí un par de pasos y, en un imposible ejercicio de equilibrismo, extendí la mano y... ¡¡puuuum!!

No hubo remedio. Todo acabó por los suelos.

Me agaché a recoger y aproveché para mejorar la colocación. ¡Ahora iba mucho más cómoda! Al levantar el último cuaderno, me encontré en el suelo un colgante con forma de ángel.

"¿A quién se le habrá caído?"

Lo cogí y, en ese momento, vino a mi cabeza una frase que tantas veces he oído a Lety: "Toda la decoración que hay en el convento quiere hablarte del Señor".

"¿Y qué quiere decirme este angelito?", me pregunté.

Justo entonces me di cuenta de que, con tanto ir y venir, estaba a dos pasos del Oratorio... ¡y no había entrado a saludar al Señor! Entré a hacerle una visita... ¡y a darle gracias por tan especial mensajero!

Y es que a todos nos encantaría mantenernos en la presencia del Señor todo el día, estar cada minuto conscientes de su Amor, vivir sintiendo su Presencia a nuestro lado... pero somos humanos, y las cosas del día a día requieren nuestra atención, hasta, muchas veces, absorbernos por completo.

El Señor cuenta con nuestra debilidad, y también su corazón vibra ante nuestro deseo de estar con Él. Así pues... ¿por qué no poner unos ángeles que nos hagan volver a su presencia a lo largo del día?

Hoy el reto del amor es llevar un ángel contigo. ¡Pero no hace falta que busques algo con plumas, alas o aureola! Basta con que te metas una medalla en el monedero, pongas un salvapantallas distinto en el móvil o te cambies de mano el reloj... cualquier cosa que llame tu atención para que te vuelvas al Señor, le saludes, ¡y a seguir caminando! ¡Feliz día en buena Compañía!


VIVE DE CRISTO

Pequena agenda do cristão


TeRÇa-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Aplicação no trabalho.

Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.

Lembrar-me:
Os que estão sem trabalho.

Senhor, lembra-te de tantos e tantas que procuram trabalho e não o encontram, provê às suas necessidades, dá-lhes esperança e confiança.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





Doutrina – 358

CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA

Compêndio


PRIMEIRA PARTE: A PROFISSÃO DA FÉ
SEGUNDA SECÇÃO: A PROFISSÃO DA FÉ CRISTÃ
CAPÍTULO SEGUNDO

CREIO EM JESUS CRISTO, O FILHO UNIGÉNITO DE DEUS

«DE ONDE VIRÁ A JULGAR OS VIVOS E OS MORTOS»

135. Como é que Cristo julgará os vivos e os mortos?



Cristo julgará com o poder adquirido como Redentor do mundo, vindo para salvar os homens. Os segredos dos corações serão revelados, bem como o procedimento de cada um em relação a Deus e ao próximo. Cada homem será repleto de vida ou condenado para a eternidade segundo as suas obras. Assim se realizará «a plenitude de Cristo» (Ef 4,13), na qual «Deus será tudo em todos» (1 Cor 15,28).

11/09/2017

Publicações em de Set

Cuidar das pequenas coisas

Cuidar das pequenas coisas constitui uma mortificação constante, caminho para tornar a vida mais agradável aos outros. (Sulco, 991)

Pensando naqueles que, à medida que o tempo passa, ainda se dedicam a sonhar em sonhos vãos e pueris, como Tartarin de Tarascon com caçar leões nos corredores de casa, onde se calhar só há ratos e pouco mais, pensando neles, insisto, lembro a grandeza de actuar com espírito divino no cumprimento fiel das obrigações habituais de cada dia, com essas lutas que enchem Nosso Senhor de alegria e que só Ele e cada um de nós conhece.

Convençam-se de que normalmente não vão encontrar ocasiões para grandes façanhas, entre outros motivos porque não é habitual que surjam essas oportunidades. Pelo contrário, não faltam ocasiões de demonstrar o amor a Jesus Cristo, através do que é pequeno, do normal. (...)


Portanto, tu e eu vamos aproveitar até as oportunidades mais banais que se apresentarem à nossa volta, para santificá-las, para nos santificarmos e para santificar os que compartilham connosco os mesmos afãs quotidianos, sentindo nas nossas vidas o peso doce e sugestivo da co-redenção. (Amigos de Deus, nn. 8-9)

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Lc 6, 6-11

6 Num outro sábado, entrou na sinagoga e começou a ensinar. Encontrava-se ali um homem cuja mão direita estava paralisada. 7 Os doutores da Lei e os fariseus observavam-no, a ver se iria curá-lo ao sábado, para terem um motivo de acusação contra Ele. 8 Conhecendo os seus pensamentos, Jesus disse ao homem da mão paralisada: «Levanta-te e põe-te de pé, aí no meio.» Ele levantou-se e ficou de pé. 9 Disse-lhes Jesus: «Vou fazer-vos uma pergunta: O que é preferível, ao sábado: fazer bem ou fazer mal, salvar uma vida ou perdê-la?» 10 Então, olhando-os a todos em volta, disse ao homem: «Estende a tua mão.» Ele estendeu-a, e a mão ficou sã. 11 Os outros encheram-se de furor e falavam entre si do que poderiam fazer contra Jesus.

Comentário:

Coloco-me na pessoa do homem com a mão paralisada e interrogo-me:
‘Como é que o Senhor me manda estender a mão se bem sabe que não posso?’

Eu, de facto, não posso, mas Ele, Jesus Cristo, pode tudo e se Ele me mandou estender a mão nada mais tenho a fazer:

levanto-me e estendo-a!

A confiança no Senhor faz tudo o que eu, por mim, não posso fazer e pobre de mim se não fizer o que Ele me manda!

Ficarei com a mão, todo eu, paralisado para sempre!


(AMA, comentário sobre Lc 6, 6-11, 20.06.2017)








Fátima - Centenário - Oração diária,


Senhora de Fátima:

Neste ano do Centenário da tua vinda ao nosso País, cheios de confiança vimos pedir-te que continues a olhar com maternal cuidado por todos os portugueses.
No íntimo dos nossos corações instala-se alguma apreensão e incerteza em relação a este nosso País.

Sabes bem que nos referimos às diferenças de opinião que se transformam em desavenças, desunião e afastamento; aos casais desfeitos com todas as graves consequências; à falta de fé e de prática da fé; ao excessivo apego a coisas passageiras deixando de lado o essencial; aos respeitos humanos que se traduzem em indiferença e falta de coragem para arrepiar caminho; às doenças graves que se arrastam e causam tanto sofrimento.
Faz com que todos, sem excepção, nos comportemos como autênticos filhos teus e com a sinceridade, o espírito de compreensão e a humildade necessárias para, com respeito de uns pelos outros, sermos, de facto, unidos na Fé, santos e exemplo para o mundo.

Que nenhum de nós se perca para a salvação eterna.

Como Paulo VI, aqui mesmo em 1967, te repetimos:

Monstra te esse Matrem”, Mostra que és Mãe.

Isto te pedimos, invocando, uma vez mais, ao teu Dulcíssimo Coração, a tua protecção e amparo.


AMA, Fevereiro, 2017