27/08/2017

Hoy el reto del amor es que hagas oración en la calle.

INVISIBLE DESTELLO DE LUZ

Ya estaba atardeciendo cuando me encontré con sor Puri, la monja más mayor, en el pasillo del dormitorio de Comunidad (las novicias vivimos en un ala a parte).

Me detuve a saludarla, y, mientras me hablaba, encendió un foco estratégicamente colocado para alumbrar la imagen de la Virgen.

Después señaló hacia la ventana.

-Esta luz -me dijo en un susurro, casi a modo de secreto- parece pequeña, pero se ve perfectamente desde aquella carretera...-

Durante un instante, callamos contemplando, a lo lejos, el ir y venir de coches y camiones de la autopista.

En la oración me viene continuamente esta imagen a la cabeza. Porque... ¿cuántos conductores sabrán que esa luz es el foquito de la Virgen? Más aún, ¿cuántos descubrirán la pequeña luz en lo alto de la oscuridad del convento?

Y sor Puri todas las noches vuelve a encender el foco y a mirar por la ventana, como si de un faro de oraciones se tratara...

¡Eso es! ¡Sentí que el Señor me había regalado entenderlo! Realmente, ese foco, ¡es la oración!

Muchas veces hemos podido orar por amigos o conocidos, pero, ¿sabes cuántas veces han orado por ti? Personas que conocerás en el Cielo, hoy levantan las manos al Señor por ti. Son como ese foco: permanecen encendidos. No necesitan que nadie reconozca su presencia, ellos miran al Señor, a su Madre... y, silenciosamente, alumbran nuestra carretera.

¿Y tú? ¿Te animas a ser foco de luz?

Hoy el reto del amor es que hagas oración en la calle. Te invito a que lleves en tu mano una Cruz o un Rosario. Ve caminando, en coche o en transporte público. Deja que el Señor te indique tres personas a las que no conozcas. Al verlas, ora al Señor por ellas. Nadie sabrá hoy de tu gesto de amor... salvo en el Cielo, ¡donde celebran cada nueva luz! ¡Feliz y luminoso día!


VIVE DE CRISTO

Pequena agenda do cristão

DOMINGO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Viver a família.

Senhor, que a minha família seja um espelho da Tua Família em Nazareth, que cada um, absolutamente, contribua para a união de todos pondo de lado diferenças, azedumes, queixas que afastam e escurecem o ambiente. Que os lares de cada um sejam luminosos e alegres.

Lembrar-me:
Cultivar a Fé

São Tomé, prostrado a Teus pés, disse-te: Meu Senhor e meu Deus!
Não tenho pena nem inveja de não ter estado presente. Tu mesmo disseste: Bem-aventurados os que crêem sem terem visto.
E eu creio, Senhor.
Creio firmemente que Tu és o Cristo Redentor que me salvou para a vida eterna, o meu Deus e Senhor a quem quero amar com todas as minhas forças e, a quem ofereço a minha vida. Sou bem pouca coisa, não sei sequer para que me queres mas, se me crias-te é porque tens planos para mim. Quero cumpri-los com todo o meu coração.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?

Fátima: Centenário - Vida de Maria - 69



Centenário das aparições da Santíssima 

Virgem em Fátima


Jesus entre os doutores


A VOZ DOS PADRES

«Feitos os doze anos, detém-Se em Jerusalém. Os Seus pais, não sabendo onde estava, procuram-n’O com inquietação e não o encontram. Procuram-n’O entre os parentes, entre os companheiros de viagem, entre os conhecidos; mas não o encontram com nenhuma destas pessoas. Jesus é procurado pelos seus pais, pelo pai adoptivo que o tinha acompanhado e velado por Ele no Egipto; e, no entanto, apesar de tanta procura, não o encontram logo.
Jesus, com efeito, não se encontra entre os parentes e amigos segundo a carne, não está entre os que se unem a Ele corporalmente. O meu Jesus não pode ser encontrado na multidão.

Aprende onde o encontram os que O procuram, de maneira que também tu — procurando junto de José e Maria — o possas encontrar. Ao procurá-l’O, diz o evangelista, acharam-n’O no templo [i]. Não O encontraram num lugar qualquer, mas no templo; e nem sequer simplesmente no templo, mas no meio dos doutores, que escutava e interrogava [ii]. Procura também tu Jesus no templo de Deus, procura-O na Igreja, procura-O nos mestres que estão dentro do templo e não saem de lá. Se O procurares assim, encontrá-l’O-ás.

Por outro lado, se alguém afirma que é mestre e não possui a Jesus, esse é mestre só de nome; e Jesus, Verbo e Sabedoria de Deus, não se deixa encontrar junto dele. Encontram-n’O enquanto está sentado no meio dos doutores; e não só está sentado, mas interroga-os e escuta-os. Também agora Jesus se encontra aqui connosco, questiona-nos e nos escuta-nos. E todos os que O ouviam estavam maravilhados [iii]. Porquê? Não era certamente pelas Suas perguntas, embora fossem extraordinárias, mas pelas Suas respostas. Interrogava os doutores e como eles não conseguiam responder a algumas das Suas perguntas, Ele próprio respondia. Mas a Suas respostas não se baseavam na habilidade da discussão, mas na sabedoria da Sagrada Escritura. Também tu, portanto, deixa-te instruir pela Lei divina»

orígenes (século III). Homilias sobre o Evangelho de São Lucas 18, 2-4.




[i] Lc 2, 46
[ii] Ibid.
[iii] Lc 2, 47

26/08/2017

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Mt 23, 1-12

1 Então, Jesus falou assim à multidão e aos seus discípulos: 2 «Os doutores da Lei e os fariseus instalaram-se na cátedra de Moisés. 3 Fazei, pois, e observai tudo o que eles disserem, mas não imiteis as suas obras, pois eles dizem e não fazem. 4 Atam fardos pesados e insuportáveis e colocam-nos aos ombros dos outros, mas eles não põem nem um dedo para os deslocar. 5 Tudo o que fazem é com o fim de se tornarem notados pelos homens. Por isso, alargam as filactérias e alongam as orlas dos seus mantos. 6 Gostam de ocupar o primeiro lugar nos banquetes e os primeiros assentos nas sinagogas. 7 Gostam das saudações nas praças públicas e de serem chamados ‘mestres’ pelos homens. 8 Quanto a vós, não vos deixeis tratar por ‘mestres’, pois um só é o vosso Mestre, e vós sois todos irmãos. 9E, na terra, a ninguém chameis ‘Pai’, porque um só é o vosso ‘Pai’: aquele que está no Céu. 10 Nem permitais que vos tratem por ‘doutores’, porque um só é o vosso ‘Doutor’: Cristo. 11 O maior de entre vós será o vosso servo. 12 Quem se exaltar será humilhado e quem se humilhar será exaltado.

Comentário:

Este trecho do Evangelho propõe-nos um exame sério, detalhado, profundo.

Somos que dizemos ser?
Fazemos o que dizemos que deve ser feito?
Julgamo-nos de alguma forma "superiores", "especiais", dignos de admiração?

Talvez que, depois desse exame, fiquemos surpreendidos com a conclusão.

Não deixemos que os nossos defeitos e fraquezas nos dominem ou condicionem, lutemos, antes, por ser sinceros, honestos no proceder e intelectualmente.

Esta "luta" terá de ser constante, sem descanso nem com medo dos fracassos.

Se pedirmos ajuda ao Senhor, Ele não nos faltará.


(AMA, comentário sobre Mt 23 1-12, 14.03.2017)


Abri a alma! Asseguro-vos a felicidade

Quem oculta ao seu director uma tentação, tem um segredo a meias com o demónio: fez-se amigo do inimigo. (Sulco, 323)

Começai por contar o que não quereríeis que se soubesse. Abaixo o demónio mudo! De uma coisa de nada, dando-lhe voltas e mais voltas, faz-se uma grande bola como com a neve, e acaba-se por ficar fechado lá dentro. Porquê?... Abri a alma! Asseguro-vos a felicidade, que é fidelidade à vocação cristã, se fordes sinceros. A clareza e a simplicidade são disposições absolutamente indispensáveis. Abramos pois, de par em par a nossa alma, de modo que o sol de Deus possa entrar e com ele a caridade do Amor.


Para se afastar da sinceridade total nem sempre é preciso má intenção; às vezes, basta um erro de consciência. Há pessoas que formaram (isto é, deformaram) de tal modo a consciência que o seu mutismo, a sua falta de simplicidade lhes parece bom; até pensam que é bom calar. Acontece que às vezes até receberam uma boa preparação e conhecem as coisas de Deus e talvez, por isso, se convençam de que é conveniente calar. Enganam-se, porém, porque a sinceridade é sempre necessária e não cabem desculpas, ainda que pareçam boas. (Amigos de Deus, 189)

CHEY VELASQUEZ: Gran canción a la Virgen - video







Fátima: Centenário - Oração Jubilar de Consagração

Fátima: Centenário 

Oração Jubilar de Consagração

Salve, Mãe do Senhor,
Virgem Maria, Rainha do Rosário de Fátima!
Bendita entre todas as mulheres,
és a imagem da Igreja vestida da luz pascal,
és a honra do nosso povo,
és o triunfo sobre a marca do mal.

Profecia do Amor misericordioso do Pai,
Mestra do Anúncio da Boa-Nova do Filho,
Sinal do Fogo ardente do Espírito Santo,
ensina-nos, neste vale de alegrias e dores,
as verdades eternas que o Pai revela aos pequeninos.

Mostra-nos a força do teu manto protector.
No teu Imaculado Coração,
sê o refúgio dos pecadores
e o caminho que conduz até Deus.

Unido/a aos meus irmãos,
na Fé, na Esperança e no Amor,
a ti me entrego.
Unido/a aos meus irmãos, por ti, a Deus me consagro,
ó Virgem do Rosário de Fátima.

E, enfim, envolvido/a na Luz que das tuas mãos nos vem,
darei glória ao Senhor pelos séculos dos séculos.


Ámen.

Pequena agenda do cristão

SÁBADO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Honrar a Santíssima Virgem.

A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas, santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.

Lembrar-me:

Santíssima Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.

Minha querida Mãe: Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da salvação.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?







Fátima: Centenário - Vida de Maria - 68



Centenário das aparições da Santíssima 

Virgem em Fátima


Jesus entre os doutores



A VOZ DO MAGISTÉRIO

«Através deste episódio, Jesus prepara a Sua mãe para o mistério da Redenção. Maria, juntamente com José, vive nesses três dramáticos dias em que o Filho Se separa deles, para permanecer no Templo, a antecipação do tríduo da Sua paixão, morte e ressurreição.

Deixando partir a Sua Mãe e José para a Galileia, sem lhes indicar a intenção de permanecer em Jerusalém, Jesus introdu-los no mistério daquele sofrimento que leva à alegria, antecipando quanto haveria de realizar depois com os discípulos, mediante o anúncio da Sua Páscoa.

A resposta de Jesus em forma interrogativa é densa de significado: «Porque Me procuráveis? Não sabíeis que devia estar em casa de Meu Pai?» [i]. Com essa expressão Ele, de modo inesperado e imprevisto, revela a Maria e José o mistério da Sua Pessoa, convidando-os a ultrapassar as aparências e abrindo-lhes perspectivas novas quanto ao Seu futuro.

Esta referência à total dedicação ao projecto de Deus é evidenciada no texto evangélico, pela expressão verbal «é necessário», que aparecerá, depois, no anúncio da Paixão [ii]. Aos Seus pais, pois, é pedido que O deixem ir, a fim de cumprir a Sua missão lá onde O conduz a vontade do Pai celeste.

O Evangelista comenta: «Mas eles não compreenderam as palavras que lhes disse» [iii]. Maria e José não percebem o conteúdo da Sua resposta, nem o modo, que parece ser uma rejeição, com que Ele reage à preocupação deles como pais. Com esta atitude Jesus quer revelar os aspectos misteriosos da Sua intimidade com o Pai, aspectos que Maria intui sem, porém, os saber ligar com a prova que estava a atravessar.

As palavras de Lucas permitem-nos conhecer como Maria vive no mais profundo do seu ser este episódio deveras singular. Ela «guardava todas estas coisas no seu coração» [iv]. A Mãe de Jesus liga os eventos ao mistério do Filho, que lhe foi revelado na Anunciação e aprofunda-os no silêncio da contemplação, oferecendo a sua colaboração no espírito de um renovado «fiat».

Inicia assim o primeiro elo duma cadeia de eventos, que levará Maria a superar progressivamente o papel natural, que deriva da sua maternidade, para se pôr ao serviço da missão do seu divino Filho.

são joão paulo ii (século XX). Discurso na audiência geral, 15-I-1997.




[i] Lc 2, 49
[ii] cf. Mc 8, 31
[iii] Lc 2, 50
[iv] Lc 2, 51

25/08/2017

Evangelho e comentário

Tempo Comum


Evangelho: Mt 22, 34-40

34 Constando-lhes que Jesus reduzira os saduceus ao silêncio, os fariseus reuniram-se em grupo. 35 E um deles, que era legista, perguntou-lhe para o embaraçar: 36 «Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?» 37 Jesus disse-lhe: Amarás ao Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua mente. 38 Este é o maior e o primeiro mandamento. 39 O segundo é semelhante: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. 40 Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.»

Comentário:

O nosso amor a Deus não é um “favor” que Lhe fazemos mas uma obrigação.

Ele amou-nos primeiro mesmo antes da criação do mundo e ama-nos sempre mesmo quando não correspondemos.

Se “amor com amor se paga” ficaremos sempre muito aquém de cumprir essa obrigação.

À Mãe do Amor Formoso, Santa Maria, peçamos que nos ensine a amar mais e melhor o seu Divino Filho.

(ama, comentário sobre Mt 22, 34-40,21.08.2015)



Que bonito ser jogral de Deus!

Em certa altura, alguém me disse: – Padre, mas se eu me encontro cansado e frio; se, quando rezo ou cumpro outra norma de piedade, me parece que estou a fazer teatro... A esse amigo e a ti, se te encontrares na mesma situação, respondo: – Teatro? Grande coisa, meu filho! Faz teatro! O Senhor é o teu espectador!: o Pai, o Filho, o Espírito Santo; a Santíssima Trindade estará a contemplar-nos, naqueles momentos em que "fazemos teatro". Actuar assim diante de Deus, por amor, para lhe agradar, quando se vive a contragosto, que bonito! Ser jogral de Deus! Que maravilhoso é esse recital realizado por Amor, com sacrifício, sem nenhuma satisfação pessoal, para dar gosto a Nosso Senhor! Isso sim que é viver de Amor. (Forja, 485)

Lê-se na Escritura: Iudens in orbe terrarum, que Ele brinca em toda a superfície da terra. Mas Deus não nos abandona, porque imediatamente acrescenta: deliciæ meæ esse cum filiis hominum, a minha delícia é estar com os filhos dos homens. O Senhor brinca connosco. E quando nos parecer que estamos a representar uma comédia, por nos sentirmos gelados e apáticos, quando estivermos aborrecidos e sem vontade de fazer nada, quando nos custar cumprir o nosso dever e alcançar as metas espirituais que nos tínhamos proposto, é altura de pensar que Deus brinca connosco e espera então que saibamos representar a nossa comédia com galhardia.

Não me importo de vos contar que, em algumas ocasiões, o Senhor me concedeu muitas graças, mas que geralmente vou a contrapelo. Prossigo o meu plano de vida, não porque me agrade, mas porque devo fazê-lo por Amor. Mas, Padre, pode-se representar uma comédia diante de Deus? Não será uma hipocrisia? Não te inquietes, pois chegou para ti o momento de entrares numa comédia humana que tem um espectador divino. Persevera, pois o Pai, o Filho e o Espírito Santo assistem a essa tua comédia. Faz tudo por amor de Deus, para lhe agradar, mesmo que te custe.


Que bonito é ser jogral de Deus! Como é belo representar essa comédia por Amor, com sacrifício, sem nenhuma satisfação pessoal, para agradar ao nosso Pai Deus, que brinca connosco! Põe-te diante do Senhor e diz-lhe confiadamente: não me apetece nada fazer isto, mas oferecê-lo-ei por Ti. E ocupa-te a sério desse trabalho, ainda que penses que é uma comédia. Abençoada comédia! (Amigos de Deus, 152)

Hoy el reto del Amor es que bebas de Cristo y vivas desde el Amor

BEBE DE CRISTO

Ayer fuimos a vacunarnos de la alergia. En el pasillo, había una señora cuidando de una anciana. La mujer estaba desesperada, pues le habían pedido que, antes de entrar en consulta, debía hacer que la anciana tomase una botella de agua completa, ¡y no había manera!

Nos acercamos para ayudarle y lo primero que hizo la anciana fue ofrecernos el agua a nosotras. Después nos dijo que ella se la tomaría cuando la tomásemos nosotras. Intentamos persuadirla con una cosa, con otra... imposible. Le explicábamos que era por su bien, pero ella nos miraba y nos contaba otro tipo de cosas sin importarle la botella de agua. Si le persuadíamos con una pequeña cruz de regalo si se tomaba el agua... ¡tendía la mano a la cruz, pero no a la botella!

Pensábamos que el hábito sería una ayuda para convencerla, pero salió la medico a buscarnos para nuestra consulta y no habíamos logrado que se bebiese la botella.

-¡No hemos conseguido hacer que la señora tome el agua! -nos repetíamos una y otra vez.

A menudo nuestras palabras chocan con la libertad de las personas que tenemos alrededor, ¡no hay manera de que beban del agua que les ofrecemos! Queremos transmitirles aquello que nos hace felices, tenemos la certeza de que es bueno para ellos porque hemos experimentado que es bueno para nosotros... pero no, nuestras palabras no calan. Sabemos que vivir de Cristo supone beber de la botella de agua viva, de la botella que nos sana y sabemos que, si muchas personas a las que queremos, bebiesen, su vida sería diferente.

Sin embargo, las teorías no tienen fuerza. La gente probará a beber de la botella no por lo que les digas, sino por los efectos que el agua haga en ti. Y el principal efecto es el Amor. El que vive de Cristo se distingue porque ama, porque nunca deja de amar y permanece al lado de la persona. Eso es lo que interroga y, al verte, querrán probar un sorbo de esa botella que es Cristo, luego otro, y otro... hasta tener su propia vivencia y experimentar los efectos del Agua.

Hoy el reto del Amor es que bebas de Cristo y vivas desde el Amor con esa persona a la que no sabes cómo acercar al Señor. Ora y pregúntale al Señor cómo tener un detalle en el que vea Su amor. Quizá tengas que ser tú el que se abra a descubrir su mundo, eso que le gusta y por lo que nunca le has preguntado, o hacerle su comida favorita. Cristo es Amor y se manifiesta en el amor.


VIVE DE CRISTO

Pequena agenda do cristão

Sexta-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Contenção; alguma privação; ser humilde.


Senhor: Ajuda-me a ser contido, a privar-me de algo por pouco que seja, a ser humilde. Sou formado por este barro duro e seco que é o meu carácter, mas não Te importes, Senhor, não Te importes com este barro que não vale nada. Parte-o, esfrangalha-o nas Tuas mãos amorosas e, estou certo, daí sairá algo que se possa - que Tu possas - aproveitar. Não dês importância à minha prosápia, à minha vaidade, ao meu desejo incontido de protagonismo e evidência. Não sei nada, não posso nada, não tenho nada, não valho nada, não sou absolutamente nada.

Lembrar-me:
Filiação divina.

Ser Teu filho Senhor! De tal modo desejo que esta realidade tome posse de mim, que me entrego totalmente nas Tuas mãos amorosas de Pai misericordioso, e embora não saiba bem para que me queres, para que queres como filho a alguém como eu, entrego-me confiante que me conheces profundamente, com todos os meus defeitos e pequenas virtudes e é assim, e não de outro modo, que me queres ao pé de Ti. Não me afastes, Senhor. Eu sei que Tu não me afastarás nunca. Peço-Te que não permitas que alguma vez, nem por breves instantes, seja eu a afastar-me de Ti.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?







Fátima: Centenário - Vida de Maria - 67



Centenário das aparições da Santíssima 

Virgem em Fátima


Regresso a Nazaré



A VOZ DOS POETAS


O infinito Menino vai crescendo,

e com garbo e graça sobrehumana

dá passinhos pela mão asiendo

à que pisa a imortal Diana;

dela para o justo José parte correndo,

e dos braços com que o universo aplana

asas fazendo, voa para o doce ninho

do terno coração do seu querido...

Pendendo alegre do amado colo,

e achando-Se seguro entre seus braços,

o rosto grave junta ao Seu belo,

premiando seus dulcíssimos abraços:

Talvez deixe os braços de Sua mãe,

e cheio de amoroso regozijo

por ver que tal favor a José agrade,

balbuciando com ele, pai! lhe disse.

Ele com afecto e com amor de pai

filho! lhe chama, sendo de Deus Filho;

encosta o seu rosto ao de escarlate e neve,

e das suas rosas o alento bebe.

Já o Menino Deus os alvos peitos deixa

ricos do seu alimento soberano,

e nos pés de ouro já com maior força,

e anda sem que ninguém Lhe dê a mão;

chora se vê que seu José se afasta,

e vendo-o voltar se alegra ufano;

ásele e diz cheio de alegria:

"Pai, dê-nos o pão de cada dia"...


José de Valdivielso (siglos XVI-XVII). Vida, excelencias y muerte del glorioso Patriarca y Esposo de Nuestra Señora San José, canto XIX.

24/08/2017

Evangelho e comentário

Tempo Comum

São Bartolomeu – Apóstolo

Evangelho: Jo 1, 45-51

45 Filipe encontrou Natanael e disse-lhe: «Encontrámos aquele sobre quem escreveram Moisés, na Lei, e os Profetas: Jesus, filho de José de Nazaré.» 46 Então disse-lhe Natanael: «De Nazaré pode vir alguma coisa boa?» Filipe respondeu-lhe: «Vem e verás!» 47 Jesus viu Natanael, que vinha ao seu encontro, e disse dele: «Aí vem um verdadeiro israelita, em quem não há fingimento.» 48 Disse-lhe Natanael: «Donde me conheces?» Respondeu-lhe Jesus: «Antes de Filipe te chamar, Eu vi-te quando estavas debaixo da figueira!» 49 Respondeu Natanael: «Rabi, Tu és o Filho de Deus! Tu és o Rei de Israel!» 50 Retorquiu-lhe Jesus: «Tu crês por Eu te ter dito: ‘Vi-te debaixo da figueira’? Hás-de ver coisas maiores do que estas!» 51 E acrescentou: «Em verdade, em verdade vos digo: vereis o Céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo por meio do Filho do Homem.»

Comentário:

Podemos considerar este Texto de São João como uma “lição” sobre apostolado.

Começa-se pelos que nos estão mais próximos: a família, os amigos.

Consideremos três etapas:

Dar a conhecer a “matéria”;
Convidar a participar;
Levar à “fonte”.

Os próprios verão com os seus olhos e considerarão com o seu espírito que o que dissemos é verdade, e seguirão a VERDADE.

(ama, comentário sobre Jo 1 47-51, 24.08. 2015)