14/01/2011

Observatório de NUNC COEPI


OBSERVANDO

A misteriosa ordem e beleza da criação


Casa onde não há pão...


OBSERVANDO

«Casa onde não há pão, todos e ralham e ninguém tem razão.»

Todos sabemos que o “pão” é importante para a vida de cada um, mas não é seguramente o mais importante para que haja paz e razão.

Mais importante sem dúvida é o amor, pois onde houver amor, mesmo que não haja “pão”, há sempre a paz e a razão.


JMA 11.01.18


Marginalização da religião






MAIS ALTO



“Outra manifestação da marginalização da religião, e particularmente do cristianismo, consiste em banir da vida pública festas e símbolos religiosos, em nome do respeito por quantos pertencem a outras religiões ou por aqueles que não acreditam. Agindo deste modo, não apenas se limita o direito dos crentes à expressão pública da sua fé, mas cortam-se também raízes culturais que alimentam a identidade profunda e a coesão social de numerosas nações.

Bento XVIDiscurso ao Corpo Diplomático  – Janeiro de 2011



Evangelho e comentário do dia




Tempo comum - I Semana


Evangelho: Mc 2, 1-12

1 Passados alguns dias, Jesus entrou outra vez em Cafarnaum, e soube-se que Ele estava em casa. 2 Juntou-se muita gente, de modo que não se cabia, nem mesmo à porta. E Ele pregava-lhes a Palavra.3 Nisto chegaram alguns conduzindo um paralítico que era transportado por quatro homens. 4 Como não pudessem levá-lo junto d'Ele por causa da multidão, descobriram o tecto na parte debaixo da qual estava Jesus e, tendo feito uma abertura, desceram o leito em que jazia o paralítico. 5 Vendo Jesus a fé daqueles homens, disse ao paralítico: «Filho, são-te perdoados os pecados». 6 Estavam ali sentados alguns escribas que diziam nos seus corações: 7 «Como é que Ele fala assim? Ele blasfema. Quem pode perdoar pecados senão Deus?». 8 Jesus, conhecendo logo no Seu espírito que eles pensavam desta maneira dentro de si, disse-lhes: «Porque pensais isto nos vossos corações? 9 O que é mais fácil dizer ao paralítico: “São-te perdoados os pecados” ou dizer: “Levanta-te, toma o teu leito e anda”? 10 Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem na terra poder de perdoar os pecados, 11 - disse ao paralítico -: Eu te ordeno: Levanta-te, toma o teu leito e vai para a tua casa». 12 Imediatamente ele se levantou e, tomando o leito, retirou-se à vista de todos, de maneira que se admiraram e glorificaram a Deus, dizendo: «Nunca vimos coisa semelhante»

Comentário:

É interessante verificar que, neste caso, o que foi curado do seu mal, não tenha dado graças, como em muitas situações semelhantes, os Evangelistas referem. Parece que, à ordem de Jesus, se levantou prontamente, pegou na enxerga e foi-se embora. Aliás este homem não diz uma única palavra durante todo o tempo que terá demorado esta situação.

É natural, deveria estar como que aturdido com tudo quanto se passara.
Os amigos que não o largam e que insistem em levá-lo à presença de Jesus, e arrostando com as dificuldades, não hesitam em descê-lo, preso por cordas, do tecto até ficar, ali, no meio de toda aquela gente que o observa curiosa e espantada.
Depois a figura de Jesus que se debruça sobre ele parecendo que, de repente, não havia mais ninguém na sala repleta de gente, senão ele deitado na sua enxerga de dor e sofrimento.
E a paz, sim a enorme paz que sobre ele desce quando Cristo lhe diz que os seus pecados estão perdoados e, ele, tem a certeza que sim, que é verdade, que é um homem novo.

No burburinho que se segue a estas palavras de Jesus não consegue perceber o motivo da discussão nem dos murmúrios até que ouve aquela voz forte, veemente, decisiva: «Eu te ordeno: Levanta-te, toma o teu leito e vai para a tua casa».

E, pura e simplesmente… obedece!

A sua nova condição de homem livre das amarras do pecado e da doença, seguramente o hão-de trazer de volta em busca de Quem obteve tão grandes benefícios, para Lhe agradecer e seguir para onde quer que fosse. 


(ama, comentário sobre Mc 2, 1-12, 2010.12.17)


Formas sofisticadas de hostilidade anti-cristã


MAIS ALTO


A violência desencadeada contra os cristãos em países sob ditaduras ou regimes fundamentalistas provoca muitas vezes protestos no Ocidente. No entanto, é feita vista grossa a outras formas de intolerância religiosa mais subtis que se exercem na Europa. Um relatório elaborado pelo Observatório de Intolerância e Discriminação contra os Cristãos, com sede em Viena, denuncia mais de 130 casos de discriminação contra cristãos cometidos na Europa entre 2005 e 2010.

Doutrina

«RERUM NOVARUM»

O erro capital na questão presente é crer que as duas classes são inimigas natas uma da outra, como se a natureza tivesse armado os ricos e os pobres para se combaterem mutuamente num duelo obstinado. Isto é uma aberração tal, que é necessário colocar a verdade numa doutrina contrariamente oposta, porque, assim como no corpo humano os membros, apesar da sua diversidade, se adaptam maravilhosamente uns aos outros, de modo que formam um todo exactamente proporcionado e que se poderá chamar simétrico, assim também, na sociedade, as duas classes estão destinadas pela natureza a unirem-se harmoniosamente e a conservarem-se mutuamente em perfeito equilíbrio. Elas têm imperiosa necessidade uma da outra: não pode haver capital sem trabalho, nem trabalho sem capital.
A concórdia traz consigo a ordem e a beleza; ao contrário, dum conflito perpétuo só podem resultar confusão e lutas selvagens. Ora, para dirimir este conflito e cortar o mal na sua raiz, as Instituições possuem uma virtude admirável e múltipla.

E, primeiramente, toda a economia das verdades religiosas, de que a Igreja é guarda e intérprete, é de natureza a aproximar e reconciliar os ricos e os pobres, lembrando às duas classes os seus deveres mútuos e, primeiro que todos os outros, os que derivam da justiça.

Amor misericordioso

TEMA PARA BREVE REFLEXÃO



A misericórdia constitui-se num elemento indispensável para dar forma ás relações mútuas entre os homens, num espírito do mais profundo respeito por aquilo que é humano e pela fraternidade recíproca. O amor misericordioso implica também aquela cordial compaixão e sensibilidade, de que tão eloquentemente nos fala a parábola do filho pródigo, ou igualmente a da ovelha e da dracma perdidas. 

(joão Paulo IIEncíclica Dives in Misericordia, 30.11.1980, nr. 14)


13/01/2011

Diálogos apostólicos




É verdade, como tempo passa! Hoje completam-se dois meses que começaste o teu plano de vida e disseste-me que querias fazer algo “especial” para assinalar a data.

Eu acho muito bem porque estas datas merecem ser celebradas.

Como?

Olha… pensa, talvez, em “afinar” nalgum pormenor ou – porque és capaz – subir um pouco mais a tal “fasquia”.

46

 (ama, 2011.01.13)

Troféus


MAIS ALTO

Nos últimos dias vimos futebolistas e treinadors disputarem um troféu.

Ora, Jesus Cristo Nosso Senhor ao anunciar-nos o Reino dos Céus ofereceu-nos a possibilidade de alcançarmos o maior e melhor Troféu a que podemos aspirar, é certo, que para a alcançarmos e sermos credores da Sua extraordinária misericórdia, teremos de nos aplicar na nossa Vida terrena sendo fiéis e apaixonados cumpridores dos Seus ensinamentos e mandamentos.

No entanto, em relação aos candidatos a Troféus temos uma enorme vantagem, é que Ele não nos desqualifica, não nos elimina, dá-nos sempre mais uma oportunidade para recomeçarmos, mesmo aos que abandonam, mas se arrependem e regressam, Ele faz como o pai da parábola do Filho Pródigo recebe-os de braços e coração aberto.

Sejamos ambiciosos e lutemos pela nosso Troféu junto Dele, nunca é tarde!

(JPR) publicado em Spe Deus

O medo do Demónio

Muito interessante escrito sobre o assunto.

Para ver, clicar p.f.

http://queeaverdade.blogspot.com/2011/01/o-medo-do-demonio.html

AMA, 2011.01.13

ORAÇÃO E MÚSICA 3

Pão dos Anjos tornado pão dos

 homens:



Panis Angélicus,
Fit panis hominum,
Dat panis cœlicus figuris terminum.

O Res mirabilis!
Manducat Dominum,
Pauper, pauper servus et humilis!

Evangelho e comentário

Tempo comum - I Semana


Evangelho: Mc 1, 40-45

40 Foi ter com Ele um leproso que, suplicando e pondo-se de joelhos, Lhe disse: «Se quiseres podes limpar-me». 41 Jesus, compadecido dele, estendeu a mão e, tocando-o, disse-lhe: «Quero, fica limpo». 42 Imediatamente desapareceu dele a lepra e ficou limpo. 43 E logo mandou-o embora, dizendo-lhe com tom severo: 44 «Guarda-te de o dizer a alguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote, e oferece pela purificação o que Moisés ordenou, para que lhes sirva de testemunho». 45 Ele, porém, retirando-se, começou a contar e a divulgar o sucedido, de modo que Jesus já não podia entrar abertamente numa cidade, mas ficava fora nos lugares desertos, e de toda a parte vinham ter com Ele.

Comentário:

Há algo de maravilhoso neste trecho do Evangelho de São Marcos! A ternura compassiva de Jesus pelos mais desgraçados e banidos da sociedade como este leproso: Tocou-o com a mão!


Adivinha-se a surpresa dos circunstantes e do próprio leproso, habituado como estaria a que as pessoas fugissem ao seu contacto. Jesus toca-o com a Sua mão! É um gesto que há-de repetir inúmeras vezes ao longo da Sua vida pública dando uma lição de amor autêntico pelo próximo mais necessitado e abandonado. É o samaritano que se detém no caminho e lava as feridas daquele pobre homem que os salteadores tinham deixado maltratado e meio morto.

Quando a vida nos puser, eventualmente, em face de algo semelhante, havemos de vencer a natural repulsa se considerar-mos que, de facto, esses a quem assistimos, são Ele, que também, foi colocado nos braços de Sua Mãe, morto, sujo, ensanguentado, com feridas e chagas por todo o corpo, o cabelo emaranhado na coroa de espinhos, a face esquálida lívida de escarros e bofetões, um destroço humano digno do maior e mais profundo dó. 


(ama, Comentário sobre Mc 2, 40-45, 2010.12.17)


Doutrina

«RERUM NOVARUM»

Não luta, mas concórdia das classes

9. O primeiro princípio a pôr em evidência é que o homem deve aceitar com paciência a sua condição: é impossível que na sociedade civil todos sejam elevados ao mesmo nível. É, sem dúvida, isto o que desejam os Socialistas; mas contra a natureza todos os esforços são vãos. Foi ela, realmente, que estabeleceu entre os homens diferenças tão multíplices como profundas; diferenças de inteligência, de talento, de habilidade, de saúde, de força; diferenças necessárias, de onde nasce espontaneamente a desigualdade das condições. Esta desigualdade, por outro lado, reverte em proveito de todos, tanto da sociedade como dos indivíduos; porque a vida social requer um organismo muito variado e funções muito diversas, e o que leva precisamente os homens a partilharem estas funções é, principalmente, a diferença das suas respectivas condições.

Pelo que diz respeito ao trabalho em particular, o homem, mesmo no estado de inocência, não era destinado a viver na ociosidade, mas, ao que a vontade teria abraçado livremente como exercício agradável, a necessidade lhe acrescentou, depois do pecado, o sentimento da dor e o impôs como uma expiação: «A terra será maldita por tua causa; é pelo trabalho que tirarás com que alimentar-te todos os dias da vida» (5). O mesmo se dá com todas as outras calamidades que caíram sobre o homem: neste mundo estas calamidades não terão fim nem tréguas, porque os funestos frutos do pecado são amargos, acres, acerbos, e acompanham necessariamente o homem até ao derradeiro suspiro. Sim, a dor e o sofrimento são o apanágio da humanidade, e os homens poderão ensaiar tudo, tudo tentar para os banir; mas não o conseguirão nunca, por mais recursos que empreguem e por maiores forças que para isso desenvolvam. Se há quem, atribuindo-se o poder fazê-lo, prometa ao pobre uma vida isenta de sofrimentos e de trabalhos, toda de repouso e de perpétuos gozos, certamente engana o povo e lhe prepara laços, onde se ocultam, para o futuro, calamidades mais terríveis que as do presente. O melhor partido consiste em ver as coisas tais quais são, e, como dissemos, em procurar um remédio que possa aliviar os nossos males.

Progressos e Vitórias

TEMA PARA BREVE REFLEXÃO


O segredo de todos os progressos e de todas as vitórias está em saber recomeçar, em tirar a lição de um fracasso e depois tentar uma vez mais.

(G. ChevrotSimão Pedro, pg. 34)

Igreja Católica Copta

MAIS ALTO


A Igreja Católica Copta é uma Igreja particular oriental sui juris em plena comunhão com a Igreja Católica. 
Isto quer dizer que ela, nunca abandonando as suas veneráveis tradições e ritos litúrgicos orientais, aceita a autoridade e primazia do Papa. Unida formal e oficialmente à Santa Sé em 1741, esta Igreja foi fruto de uma cisão ocorrida na Igreja Ortodoxa Copta, que não aceita a autoridade papal.
O seu rito litúrgico é de tradição alexandrina e a sua língua litúrgica é o copta. Desde 2005, esta Igreja oriental é governada pelo Patriarca copta Antonios Naguib, juntamente com o seu sínodo, mas sempre sob a supervisão do Papa.

12/01/2011

Diálogos apostólicos




Achas estranho que tão depressa estejas radiante, quase eufórico, com os progressos, evidentes, que vives, como te parece que não sais do mesmo lugar e que são escusadas tanta luta e esforço.

Ouve-me com atenção: pensas que ao demónio lhe agrada o teu progresso?
Claro que não e, assim que te vê todo contente, logo te tenta com o desânimo de te sentires muito, muito longe da meta.

Portanto, já sabes, isso não vem de ti, mas sim “manobras” do tentador.

E, já agora, diz-me uma coisa: são assim uma luta e um esforço tão grandes e extenuantes, esses que travas diariamente? Não estarás a exagerar um pouco?

45



(ama, 2011.01.12)

Evangelho e comentário

Tempo comum - I Semana

Evangelho: Mc 1, 29-39

29 Logo que saíram da sinagoga, foram a casa de Simão e de André, com Tiago e João. 30 A sogra de Simão estava de cama com febre. Falaram-Lhe logo dela. 31 Jesus, aproximando-Se e tomando-a pela mão, levantou-a. Imediatamente a deixou a febre, e ela pôs-se a servi-los. 32 Ao anoitecer, depois do sol-posto, traziam-Lhe todos os enfermos e possessos, 33 e toda a cidade se tinha juntado diante da porta.34 Curou muitos que se achavam atacados com várias doenças, expulsou muitos demónios, e não permitia que os demónios dissessem quem Ele era. 35 Levantando-Se muito antes de amanhecer, saiu e foi a um lugar solitário e lá fazia oração.36 Simão e os seus companheiros foram procurá-l'O. 37 Tendo-O encontrado, disseram-Lhe: «Todos Te procuram». 38 Ele respondeu: «Vamos para outra parte, para as aldeias vizinhas, a fim de que Eu também lá pregue, pois para isso é que Eu vim». 39 E andava pregando nas sinagogas, por toda a Galileia, e expulsava os demónios.

Comentário:

Nunca nos cansaremos de ouvir e ler sobre os milagres de Jesus e a Sua preocupação com os outros, Seus conhecidos ou não, que se cruzam no Seu caminho. Desta vez é uma pessoa que, muito provavelmente conhece bem. Sabe que é necessária a presença activa da sogra de Simão já que, deveria ser, a matriarca da família e sobre ela cairia a responsabilidade de atender as pessoas que ali se encontravam.

Ao curá-la da sua febre, Jesus concretiza dois objectivos; o primeiro, evidentemente, a retoma da saúde da senhora, o segundo que, por ter ficado curada, se afastasse também a preocupação que decerto sentiria pela impossibilidade de cumprir o seu papel de boa dona de casa, já que febre a tolhia no leito.

Daqui se pode ver que o alcance, a profundidade e a dimensão que têm os milagres de Jesus vão muito além do aparato visível da cura em si mesma. 

(ama, comentário sobre Mc 1, 29-39, 2012.12.16)

Banco manda funcionários cortar pelos do nariz

OBSERVANDO



Hoje e cada vez mais a humanidade se orgulha da sua liberdade.

A todo o momento a palavra liberdade enche a boca de toda a gente.

E no entanto, aqueles que tanto se dizem livres, deixam-se aprisionar nas coisas mais comezinhas como a moda, como o ter, como o parecer.

Esta é a verdadeira liberdade:

«Se permanecerdes fiéis à minha mensagem, sereis verdadeiramente meus discípulos, conhecereis a verdade e a verdade vos tornará livres.» (Jo 8, 31-32)

JMA, 2011.01.12


Doutrina

 «RERUM NOVARUM»

A Igreja e a questão social

8. É com toda a confiança que Nós abordamos este assunto, e em toda a plenitude do Nosso direito; porque a questão de que se trata é de tal natureza, que, se não apelamos para a religião e para a Igreja, é impossível encontrar-lhe uma solução eficaz. Ora, como é principalmente a Nós que estão confiadas a salvaguarda da religião e o dispensar do que é do domínio da Igreja, calarmo-nos seria aos olhos de todos trair o Nosso dever. Certamente uma questão desta gravidade demanda ainda de outros a sua parte de actividade e de esforços; isto é, dos governantes, dos senhores e dos ricos, e dos próprios operários, de cuja sorte se trata. Mas, o que Nós afirmamos sem hesitação, é a inanidade da sua acção fora da Igreja. E a Igreja, efectivamente, que aure no Evangelho doutrinas capazes de pôr termo ao conflito ou ao menos de o suavizar, expurgando-o de tudo o que ele tenha de severo e áspero; a Igreja, que se não contenta em esclarecer o espírito de seus ensinos, mas também se esforça em regular, de harmonia com eles a vida e os costumes de cada um; a Igreja, que, por uma multidão de instituições eminentemente benéficas, tende a melhorar a sorte das classes pobres; a Igreja, que quer e deseja ardentemente que todas as classes empreguem em comum as suas luzes e as suas forças para dar à questão operária a melhor solução possível; a Igreja, enfim, que julga que as leis e a autoridade pública devem levar a esta solução, sem dúvida com medida e com prudência, a sua parte do consenso.

Segredo da fortaleza


TEMA PARA BREVE REFLEXÃO


O segredo da nossa fortaleza reside na desconfiança de nós mesmos e na confiança absoluta em Deus. 

(Adolphe TanquerayCompêndio de Teologia Ascética e Mística, LAI, 1961, nr. 1095)