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09/07/2011

TIMOR ORIENTAL - O Parlamento reconheceu como “heróis" os missionários que trabalham no país.

Observando
Com motivo da Jornada Nacional do país, o Presidente de Timor Oriental, José Ramos Horta, elogiou o trabalho dos muitos missionários católicos que têm vivido e trabalhado ao lado da população local antes da independência da Indonésia. No seu discurso, publicado por "Province Express", ma publicação quinzenal católica australiana dos Jesuítas, Horta descreveu-os como "heróis". Em particular, recordou um sacerdote italiano Salesiano, algumas religiosas Canosianas, três missionários Jesuítas portugueses, além de outro Jesuíta alemão, que foi assassinado em 1999. 
O Parlamento propôs conceder a cidadania a um grupo destes missionários, entregando o primeiro passaporte timorense durante a celebração do 90º aniversário do Padre João Felgueiras. Os três missionários portugueses, o Padre João Felgueiras, o padre José Martins, e o irmão Daniel de Ornelas (falecido), chegaram ao país em princípios dos anos 70 e permaneceram ali por mais de 24 anos durante a invasão indonésia da ilha.
Agradecendo ao Primeiro-ministro pela concessão da cidadania, o p. Felgueiras sublinhou a necessidade de "estimular outros religiosos e religiosas a ir para Timor, para evangelizar um número de crianças que cresce cada vez mais, de forma que eles próprios posam assumir o papel de líderes na fé neste rincão do mundo”. Os jesuitas estiveram sempre comprometidos com a população de Timor Oriental, antes e depois da independência do país, especialmente através da educação no San Jose High School de Dili, que lhes foi encomendado em 1993 e que regressará às mãos da diocese em finais de 2011.

O compromisso dos religiosos neste sector educativo continuará com um novo projecto que já está em marcha no oeste de Díli. Os jesuítas também estão presentes na paróquia de Railaco e num centro social em Suai, e são responsáveis pela pastoral e o cuidado da saúde e a educação das crianças da povoação. Muitos jovens de Timor Oriental entraram no noviciado e actualmente estudam para continuar a missão da Companhia de Jesus no país.

29/05/2011

Timor: Missionários portugueses proclamados como «heróis»

Observando
Três missionários portugueses foram proclamados como «heróis» nacionais pelo Governo de Timor-Leste, por se terem mantido ao lado do 
povo timorense durante mais de 24 anos, período que durou a invasão indonésia.

De acordo com um comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA, os sacerdotes João Felgueiras e José Martins, e o irmão Daniel de Ornelas (este a título póstumo) foram aclamados pelo presidente da República José Ramos Horta, durante as comemorações do Dia Nacional daquele país lusófono, na última sexta-feira.
Aproveitando o exemplo deixado por aqueles três homens, o líder timorense apelou à Igreja Católica para que “assuma a grande responsabilidade da educação nas escolas em Timor”.
Em representação dos seus colegas, o padre João Felgueiras, de 90 anos, sublinhou a necessidade de “mais religiosos e religiosas se animarem a vir para Timor o quanto antes, e em maior número possível, para evangelizar o número crescente de crianças, para que elas se possam assumir, no futuro, como o grande farol da Fé, naquele extremo da Terra”.
Os padres João Felgueiras e José Martins chegaram a Timor-Leste em 1970 e 1974, respetivamente, com a missão de fazerem acompanhamento vocacional e espiritual no Seminário de Díli, e encarregarem-se da educação das crianças e jovens da comunidade.
Apesar da invasão indonésia, em 1975, e de um cenário de violência e opressão que durou até 1999, distinguiram-se por nunca terem posto a hipótese de abandonar o país, insistindo em prosseguir com o seu trabalho junto das populações.


JCP
, (Ecclesia), 2011.05.24

19/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos


Entendeste bem.

Para ser missionário – afinal o que devem ser todos os baptizados – não é necessário viajar para longe. 


No local onde vivemos, no meio onde nos movemos há muito que fazer!

E, isso, se tu não o fizeres…muito provavelmente ficará por fazer!

ama , 2011.05.19

18/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos


Costa do Marfim! Espantas-te…

Mas, diz-me: 


Será que na rua onde moras não haverá alguém que espere uma palavra de esperança, uma atitude de solidariedade, um ensinamento importante?


Talvez até...te conheça e sabe que és cristão.


Não te parece que poderá perguntar-se porque não lhe falas?

ama , 2011.05.18

17/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos


Sim…poderia contar-te muitos casos que ilustram muito bem o que falámos ontem.

Mas prefiro pôr à tua consideração o seguinte:

Supõe que tens vinte ou trinta anos e que te enviam para a Costa do Marfim para levar a mensagem de Cristo àquelas gentes sem outros meios que o teu entusiasmo e pouco mais!

Terás de arranjar trabalho para te sustentares, de sobreviver como puderes num meio hostil e em conflito armado e estabelecer, serenamente, os teus contactos com essas pessoas que esperam, talvez sem o saberem, pelo que levas como missão: ensinar a Doutrina, dar a conhecer Cristo e a Sua Igreja!

Que te parece?

ama , 2011.05.17

16/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos


Na verdade nem será necessário falar dessa gente perdida nos confins do mundo.

Há terras de missão – missão autêntica, esforçada, difícil – em regiões do mundo com acesso aos meios de comunicação mais sofisticados e actuais.

Mesmo assim, nestas regiões do “mundo civilizado”, persistem populações inteiras que ignoram totalmente a verdadeira Fé, o autêntico e único Deus.


ama , 2011.05.16

15/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos


Sim, é verdade, considero que Deus olha para estas criaturas com muito amor.

Por isso suscita tantas vocações missionárias que vão ao seu encontro levando a Palavra de Deus, tantas vezes arrostando com sacrifícios e dificuldades que mal podemos imaginar!

ama , 2011.05.15

14/05/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos


Acho – desculpa-me – um pouco académico” falar sobre os povos sem instrução perdidos nos confins de uma qualquer floresta.

É verdade, ainda existem, mas sabemo-lo, sobretudo, pelos abundantíssimos testemunhos de documentários filmados nessas paragens.

Assim, é difícil defender que nunca tiveram qualquer contacto com a chamada “civilização moderna”.

Nunca terão ouvido falar de Deus? Talvez…mas têm as suas próprias crenças e “religiões”, acreditam em algo superior a eles que regula a vida e a morte e, neste caso, se correspondem a essa “fé”, poderão ser muito melhores que outros que não têm nenhuma.

ama , 2011.05.14