Mostrar mensagens com a etiqueta Manuel Belda. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Manuel Belda. Mostrar todas as mensagens

16/08/2013

Resumos da Fé cristã 74

TEMA 40. Pai Nosso, que estais nos céus

4. As sete petições do Pai Nosso

Sétima petição: livrai-nos do mal

A última petição está contida na oração sacerdotal de Jesus ao Pai: «Não te peço que os tires do mundo, mas que os guardes do Mal» (Jo 17, 15). Com efeito, nesta petição, «o Mal não é uma abstracção, mas designa uma pessoa, Satanás, o Maligno, o anjo que se opõe a Deus. O “Diabo” “dia-bolos” é aquele que “se atravessa” no desígnio de Deus e da “sua obra” de salvação realizada em Cristo» (Catecismo, 2851). Além disso, «ao pedirmos para ser libertados do Maligno, pedimos igualmente para sermos livres de todos os males, presentes, passados e futuros, dos quais ele é autor ou instigador» (Catecismo, 2854), especialmente do pecado, o único verdadeiro mal 17, e da sua pena, que é a condenação eterna. Os outros males e tribulações podem converter-se em bens, se os aceitamos e os unimos aos padecimentos de Cristo na Cruz.

manuel belda


15/08/2013

Resumos da Fé cristã 73

TEMA 40. Pai Nosso, que estais nos céus

4. As sete petições do Pai Nosso

Sexta petição: Não nos deixeis cair em tentação

Esta petição está relacionada com a anterior, porque o pecado é consequência do consentimento livre à tentação. Por isso, agora «pedimos ao nosso Pai que não nos “deixe cair” na tentação (…). O que Lhe pedimos é que não nos deixe seguir pelo caminho que conduz ao pecado. Nós andamos empenhados no combate “entre a carne e o Espírito”. 

14/08/2013

Resumos da Fé cristã 72



TEMA 40. Pai Nosso, que estais nos céus

4. As sete petições do Pai Nosso

Quinta petição: 

Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido


13/08/2013

Resumos da Fé cristã 72

TEMA 40. Pai Nosso, que estais nos céus

4. As sete petições do Pai Nosso

Quarta petição: 

O pão nosso de cada dia nos dai hoje

Esta petição exprime o abandono filial dos filhos de Deus, pois «o Pai que nos dá a vida não pode deixar de nos dar o alimento necessário para a vida, e todos os bens “convenientes”, materiais e espirituais» (Catecismo, 2830). 


12/08/2013

Resumos da Fé cristã 71

TEMA 40. Pai Nosso, que estais nos céus

4. As sete petições do Pai Nosso

Terceira petição: 

Seja feita a vossa vontade assim na terra como no Céu

A vontade de Deus é que «todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tm 2, 3-4). Jesus ensina-nos que se entra no Reino dos Céus, não mediante palavras, mas «fazendo a vontade do meu Pai que está nos céus» (Mt 7, 21).

11/08/2013

Resumos da Fé cristã 70

TEMA 40. Pai Nosso, que estais nos céus

4. As sete petições do Pai Nosso

Segunda petição: 
Venha a nós o vosso reino

A segunda petição expressa a esperança de que chegue um tempo novo em que Deus seja reconhecido por todos como Rei que colmará de benefícios os seus súbditos: «Esta petição é o “Marana Tha”, o clamor do Espírito e da Esposa: “Vem, Senhor Jesus” (Ap 22, 20) (…). 

10/08/2013

Resumos da Fé cristã 69

TEMA 40. Pai Nosso, que estais nos céus

4. As sete petições do Pai Nosso

Primeira petição: 

Santificado seja o vosso nome

A santidade de Deus não pode ser acrescentada por nenhuma criatura. Por isso «a palavra “santificar” deve ser entendida aqui (…), não no seu sentido causativo (só Deus santifica, torna santo), mas sobretudo num sentido estimativo: reconhecer como santo, tratar de um modo santo (…). 

09/08/2013

Resumos da Fé cristã 68

TEMA 40. Pai Nosso, que estais nos céus

4. As sete petições do Pai Nosso

Na oração do Senhor, à invocação inicial: «Pai Nosso, que estais nos céus», seguem-se sete petições. «As três primeiras petições têm por objecto a Glória do Pai: a santificação do Nome, a vinda do Reino e o cumprimento da divina vontade. As outras quatro petições apresentam-Lhe os nossos desejos: pedidos concernentes à nossa vida para a alimentar ou para a curar do pecado, ou relativos ao nosso combate para a vitória do Bem sobre o Mal» (Catecismo, 2857).

08/08/2013

Resumos da Fé cristã 67

TEMA 40. Pai Nosso, que estais nos céus

3. O sentido da filiação divina como fundamento da vida espiritual

Quando se vive com intensidade a filiação divina, esta chega a ser «uma atitude profunda da alma, que acaba por informar toda a existência: está presente em todos os pensamentos, em todos os desejos, em todos os afectos» 4. É uma realidade para ser vivida sempre, não só em circunstâncias particulares da vida: «Não podemos ser filhos de Deus só de vez em quando, ainda que haja alguns momentos especialmente dedicados a considerá-lo, a compenetrarmo-nos desse sentido da nossa filiação divina, que é a essência da piedade» 5.

07/08/2013

Resumos da Fé cristã 66


TEMA 40. Pai Nosso, que estais nos céus


2. Filiação divina e fraternidade cristã

Ao chamar a Deus Pai Nosso, reconhecemos que a filiação divina nos une a Cristo, «primogénito entre muitos irmãos» (e 8, 29), por meio de uma verdadeira fraternidade sobrenatural. A Igreja é esta nova comunhão de Deus com os homens (cf. Catecismo, 2790).


06/08/2013

Resumos da Fé cristã 65


TEMA 40. Pai Nosso, que estais nos céus

Com o Pai Nosso, Jesus Cristo ensina-nos a dirigirmo-nos a Deus como Pai. É a oração filial por excelência.

1. Jesus ensina-nos a dirigirmo-nos a Deus como Pai

Com o Pai Nosso, Jesus Cristo ensina-nos a dirigirmo-nos a Deus como Pai: «Orar ao Pai é entrar no seu mistério, tal como Ele é, e tal como o Filho no-lo revelou: «A expressão Deus Pai nunca tinha sido revelada a ninguém. Quando o próprio Moisés perguntou a Deus quem era, ouviu um nome diferente.