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06/01/2021

Reflexão

 


Amenazas a la Iglesia -
Laicismo

El laicismo intenta separar la moral de la religión y arrebatar a los padres la educación de los hijos para confiársela al Estado.

Presumen de tolerantes, pero ¡ ay de ti si no estás de acuerdo con lo que ellos defienden!

De hecho, lo que ellos defienden en cuestiones educativas, es lo mismo que defendían los nazis.

 

(Pedro Trevijano, REL)

27/04/2018

Temas para reflectir e meditar

Laicismo

Onde o laicismo consegue subtrair ao homem, à família e ao Estado o influxo regenerador de Deus e da Igreja, aparecem sinais cada vez mais evidentes e terríveis da corruptora falsidade do velho paganismo. 

Coisa que acontece também naquelas regiões nas quais durante séculos brilharam os fulgores da civilização cristã.

(São Pio XII, Enc. Summi Pontificatus, 1939.10.20, 23)

09/01/2012

Livres para construir o futuro 7

São Josemaria sempre destacou a existência de um legítimo e são pluralismo, característico da mentalidade laical, ou seja, do modo característico de pensar que tem na liberdade um dos seus elementos fundamentais; e contrapôs esta concepção da liberdade ao clericalismo e ao laicismo secularizador, que não respeitam nem a justa autonomia das realidades temporais, nem a natureza e as leis colocadas por Deus nas Suas criaturas. Quando se compreende a fundo o valor da liberdade, quando se ama apaixonadamente esse dom divino da alma, ama-se o pluralismo que a liberdade traz consigo [i].

Neste terreno São Josemaria teve que navegar contra a corrente, desenvolvendo potencialidades da liberdade e enraizando-as no seu fundamento teológico; e defendendo com vigor a liberdade como uma característica essencial da secularidade dos fiéis leigos. 
Isto não implica afirmar que no clero ou nos religiosos não exista a liberdade. Trata-se antes de sublinhar que a actividade dos leigos cristãos no mundo, enquanto cristãos, há-de estar marcada pela liberdade, e que se trata, como é lógico, da liberdade cristã, guiada pelas verdades da fé e principalmente pela Verdade que é Cristo.

© 2011, Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet 2011.07.06


[i] Temas Actuais do Cristianismo, n. 98.

20/10/2011

A laicidade não é laicismo 2

Card. Antonio Cañizares

Neste sentido, aqui se codifica uma herança cristã essencial na sua forma específica de validade. Que há realidades, valores, direitos, que não são manipuláveis por ninguém, «sagrados», é a verdadeira garantia da nossa liberdade, da grandeza do ser humano, de um futuro para o homem: a fé vê nisso o mistério do Criador e a semelhança conferida por Ele ao homem; por isso, vê também a constatação do que está entranhado na máxima de Jesus: «dai a Deus o que é de Deus, e a César o que é de César», tão acordo, além disso, com a recta razão, que pressupõe a limitação, o controlo e a transparência do poder, a não manipulação do direito e o respeito pelo seu próprio espaço intangível, e, finalmente, a fundamentação do direito sobre normas morais, sobre a verdade e o bem, o que é bom e verdadeiro por si mesmo.
Em tudo isso está implicado, de alguma forma, que se reflicta sobre o laicismo ideológico imperante, derivado de todo um processo de secularização ilustrada, que leve à sociedade actual – sobretudo a europeia – a situar-se ante o desafio de tomar uma nova decisão a favor de Deus, Criador.
A unidade e a convivência das gentes e dos povos só serão possíveis se surge, no actual horizonte da Historia, um sujeito social capaz de construí-las pacientemente, porque a sua experiência de vida e a sua resposta a interrogações fundamentais do homem o tornam capaz de amar a toda pessoa humana em tanto que pessoa, participe do mesmo mistério e da mesma vocação, por cima de qualquer outra determinação de raça, cultura e religião, povo, classe social ou filiação política. Tal reclama superar o processo de secularização que desembocou no laicismo radical e ideológico de alguns lugares.
Além do mais, «a absoluta profanidade que se construiu no Ocidente é profundamente alheia às culturas do mundo. Essas culturas fundamentam-se na convicção de que um mundo sem Deus não tem futuro» (J. Ratzinger, 1). Esta é, opino, uma das grandes questões e desafios que o islamismo coloca hoje ao mundo secularizado e submetido a um laicismo ideológico.

Card. antonio cañizares, trad ama

19/10/2011

A laicidade não é laicismo

Card. Antonio Cañizares
A laicidade não é laicismo. Deus entranha o último, o incondicional, o que concerne de maneira decisiva, o definitivo sentido de todo, o último juiz da ética e supremo garante contra todos os abusos do poder exercidos pelo homem e sobre o homem. Ele é e manifesta o «sagrado», o que reclama respeito por cima de todo e sempre.

Nele funda-se o indisponível, o inegociável, o inviolável, toda sacralidade, a sacralidade que é a pessoa humana, com a sua dignidade e destino irredutível, que é cada um dos seres humanos, que são os outros e as coisas últimas e decisivas, que é o terreno da consciência, que são os próprios direitos fundamentais do homem não negociáveis nem trocáveis. Os gregos antigos já tinham descoberto que não há democracia sna sujeição de todos a uma Lei, e que não há Lei que não esteja fundada na norma do transcendente do verdadeiro e o bom. Há algo, por isso, que não pode faltar na sociedade, e que significa um saudável limite ao poder, sempre mutável, dos homens: trata-se do limite do que, na recta razão, para viver dignamente e sobreviver não é manipulável nem dominável pelo homem, quer dizer, «o respeito àquilo que é sagrado para outros, e o respeito ao sagrado em geral, a Deus, um respeito perfeitamente exigível inclusive àquele que não está disposto a crer em Deus», porque, além do mais, pertence à razão, ou confirma a razão. Por isso, «ali onde se quebra este respeito, algo essencial se afunda na sociedade» (J. Ratzinger).
Nesse conjunto de sacralidade que tal respeito reclama, os direitos fundamentais do homem não são criados pelo legislador nem concedidos aos cidadãos, mas antes existem por direito próprio e hão-de de ser respeitados pelo legislador, pois antepõem-se a ele como valores superiores. A vigência da dignidade humana prévia a toda acção e decisão política remete em última instancia ao Criador: só Ele pode criar direitos que se baseiam na essência e verdade do ser humano e dos quais ninguém pode prescindir.
.../

Card. antonio cañizares, trad ama

07/07/2011

Laicismo e a Religião.

Conta, peso e medida
Em que se baseia o laicismo?



Para instaurar as suas teses, o laicismo baseia-se em duas ideias correctas mas mal entendidas: 

a separação Igreja-Estado e a liberdade religiosa.



Ideiasrapidas, trad ama

06/07/2011

Laicismo e a Religião.

Conta, peso e medida
Ateus ou indiferentes?



Laicismo adopta a postura de uma indiferencia teórica. 

Mas na prática exige actuar como se Deus não existisse. 

Também pode dizer-se que o laicismo é um ateísmo social porque pretende organizar uma sociedade sem Deus (ateu significa sem Deus).



Ideiasrapidas, trad ama

05/07/2011

Laicismo e a Religião.

Conta, peso e medida
O que é o laicismo?



Laicismo é uma teoria religioso-política que persegue eliminar Deus da sociedade, estabelecendo um sistema ético alheio a Deus. 

No seu aspecto religioso é um ateísmo prático que se impõe à sociedade com medidas políticas.



Ideiasrapidas, trad ama